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quarta-feira, 4 de agosto de 2010 COMO FAZER, Comportamento, Consumo, Férias, Planejamento financeiro, Turismo | 05:59

Como consertar as contas da família na volta das férias

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Balanço das férias: lindas fotos com o Mickey Mouse na Disney, um bronzeado incrível do cruzeiro pelo nordeste brasileiro, dois alegres quilinhos extras graças às delícias da cozinha mineira… e uma conta gigante no cartão de crédito.

Sempre planejar com cuidado os gastos da viagem e se ater àquela programação é o ideal. Mas, depois que os exageros aconteceram, também não é preciso se desesperar. Com alguns ajustes, coloca-se o trem de volta nos trilhos.

“O mais importante é ser prático e encarar a realidade. Negar e postergar o problema é pior, porque aí vêm os juros, e as dívidas se multiplicam”, diz Caio Fragata Torralvo, especialista da equipe da consultoria Médico das Finanças.

Com uma reorganização financeira no retorno, lembranças das férias serão sempre agradáveis

O primeiro passo para botar ordem na situação é fazer um levantamento minucioso das contas a pagar nos dois meses seguintes. “Então, escolhe-se as prioridades, de acordo com o que é essencial para cada família. Se algum membro usa o carro para trabalhar, por exemplo, não é uma boa ideia atrasar a prestação do financiamento”, ensina Torralvo. “Outra orientação é dar preferência para as despesas que tenham custos financeiros –juros– maiores, como o cartão de crédito e o cheque especial. Não se deve deixar cortar a luz, o gás e o telefone em casa, porém isso só acontece depois de um mês e a multa é pequena comparando com as outras.”

Uma opção a considerar é a de fazer um empréstimo com juros mais baixos, como o consignado, a fim de cobrir o buraco. Nesse caso, é preciso prestar atenção para não assumir uma parcela que não cabe na renda da família. Quanto mais cedo for possível quitar o financiamento, melhor.

E nada de fazer sacrifícios extremos, senão aquelas férias tão sonhadas deixam um gosto amargo.

“Não é necessário pagar penitência e cortar tudo que dá prazer, os passeios, as refeições fora de casa, porque assim a vida perde o sentido. Tem que procurar o meio termo –em vez de jantar em um restaurante uma vez por semana, fazê-lo a cada quinze dias, com a consciência de que esse período mais apertado é passageiro”, frisa Torralvo.

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4 comentários | Comentar

  1. 4 marcio 04/08/2010 11:05

    Na hora de comprar um carro novo, no impulso e muitas vezes pensando em status,ninguem se importa em se endividar.O mesmo acontece com outros bens, crédito a perder de vista,e outras facilidades para viagens e outros. Concordo até certo ponto, pois se não a vida não tem sentido. Mas é preciso ser muito disciplinado, porque se não tudo é tão passageiro e a dívida só aumenta. Não podemos achar que a economia do pais esta muito boa e em pleno emprego,que de repente nos não nos encaixemos nessas realidades,sem contar o dia de amanha sempre pertence a quem chegua primeiro, pois não sabemos que governo será e as dívidas, só aumentando…

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  2. 3 PENSANTE 04/08/2010 10:53

    O mais saudável e tranquilo é SEMPRE programar as férias. É uma verdadeira DELÍCIA viajar sabendo que tudo já está pago, ou seja, as passagens, o hotel, os parques, tudo já foi sendo pago no decorrer dos meses que antecedem a viagem. Assim, os gastos que forem feitos com alguma comprinhas não ficarão tão pesados. Se preferir, faça uma poupança mensalmente exclusivamente para a viagem, assim tudo fica muito mais agradável e podemos aproveitar a ida e a volta sem peso na consciência.

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    • Denyse Godoy 04/08/2010 11:38

      Ótima sugestão! Muito obrigada por colaborar com a coluna! : )

  3. 2 joao 04/08/2010 9:01

    isso e muito bom pois as veses gastamos alem do que ganha

    Responder
  4. 1 joao 04/08/2010 8:58

    muito bom

    Responder
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