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Arquivo da Categoria Agenda da Semana

segunda-feira, 23 de agosto de 2010 Ações, Agenda da Semana, Indicadores Econômicos, Investimentos, Mercado financeiro | 11:27

AGENDA DE MERCADO: It’s all about the U.S.

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Em busca de pistas para tentar entender melhor a atual situação da economia mundial, todas as atenções dos investidores estarão voltadas, nesta semana, aos Estados Unidos.

Serão divulgados muitos indicadores econômicos importantes, que podem mostrar qual é o rumo e a velocidade da locomotiva americana.

Amanhã, saem as vendas de casas já existentes e um índice de atividade manufatureira. Na quarta, as vendas de casas novas, os números sobre solicitações de empréstimos hipotecários e os pedidos de bens duráveis (que o varejo está fazendo à indústria). Na quinta, é a vez dos pedidos de seguro-desemprego.

“O mais importante vem na sexta-feira: o PIB [Produto Interno Bruto] relativo ao segundo trimestre”, diz Octavio Focques, analista da corretora TOV. “A expectativa é que os indicadores sejam positivos. Não existe, no mercado, uma euforia, mas os investidores se encontram razoavelmente otimistas.”

Se essa perspectiva se confirmar, as Bolsas em todo o mundo encontrarão um bom motivo para avançar. Entre os especialistas, já existe um consenso de que a economia global está se desacelerando –espera-se, porém, que não seja demais.

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segunda-feira, 9 de agosto de 2010 Ações, Agenda da Semana, Investimentos, Mercado financeiro, Renda variável | 06:59

AGENDA DE MERCADO: De olhos bem abertos

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Nas últimas duas semanas, as Bolsas de Valores em todo o mundo preferiram ignorar as dúvidas que cercam o desempenho da economia global e aproveitaram os bons resultados anunciados pelas grandes companhias multinacionais como desculpa para subir. Porém, a temporada de divulgação de balanços já acabou, e nos próximos cinco dias, saem muitos indicadores importantes a respeito da situação dos EUA, da Europa e da China. Não será possível aos investidores fechar os olhos a esses números, que devem explicar mais sobre a desaceleração mundial que, queira o mercado ou não, já está em curso.

Amanhã, nos EUA, sai a pesquisa de confiança dos pequenos empresários, um setor bastante afetado pela última crise que ainda não se recuperou. O Fed (Federal Reserve, banco central americano) anuncia a sua decisão a respeito da taxa básica de juros do país. “A manutenção em 0,25% ao ano é amplamente esperada, mas o que interessa mesmo é o comunicado divulgado depois da reunião do comitê de política monetária. Os dados sobre o PIB [Produto Interno Bruto] do país, informados há alguns dias, mostraram a atividade mais fraca do que se imaginava, e agora existe bastante especulação em torno de novas medidas de estímulo. Talvez o documento dê alguma pista acerca desse assunto”, diz Marianna Costa, economista da Link Investimentos.

Na sexta, serão divulgados ainda indicadores de vendas do varejo americano, inflação e confiança do consumidor.

Esse dia reserva também os dados do PIB da Zona do Euro. Na terça, sai a inflação ao consumidor da região, e, na quinta, a inflação ao consumidor.

A semana está repleta de indicadores chineses: índices de preços no varejo e no atacado amanhã, junto com produção industrial e balança comercial. “São dados dos mais importantes para guiar o humor dos investidores”, destaca Marianna.

Do Brasil, serão divulgados a pesquisa mensal de empregos e salário na indústria, amanhã, e a de vendas do comércio na quarta-feira.

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segunda-feira, 2 de agosto de 2010 Ações, Agenda da Semana, Investimentos, Mercado financeiro | 06:00

AGENDA DE MERCADO: Animação na Bolsa tem bases frágeis

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Na semana passada, a Bolsa de Valores brasileira engatou uma série de dez altas consecutivas, feito não realizado desde 2003. Novas elevações podem ser observadas nos próximos dias, mas o investidor deve manter a cautela, pois ainda existem muitos motivos para preocupação no que diz respeito ao estado da economia mundial.

“Os balanços de grandes empresas relativos ao segundo trimestre continuam sendo destaque na agenda. Nos EUA, por exemplo, saem os resultados da Dow Chemical, da Mastercard e da Procter & Gamble. Números positivos têm animado os mercados. Entretanto, essas cifras dizem respeito ao passado, não falam nada sobre as perspectivas futuras”, alerta José Francisco de Lima Gonçalves, economista-chefe da Fator Corretora.

É recomendável, portanto, prestar atenção aos indicadores macroeconômicos.

As pesquisas de humor dos gerentes de compras (chamadas PMI) na China saem hoje à noite e amanhã. Esses índices revelam quão otimistas os executivos se encontram, e constituem uma sinalização importante do ritmo dos negócios.

A taxa de empregos nos EUA, a ser divulgada na sexta-feira, também pode mexer bastante com as ações.

“Quem esqueceu que ainda pairam muitas dúvidas sobre uma desaceleração das maiores economias do mundo –a americana, a chinesa e a europeia– está correndo considerável risco. Basta lembra que o PIB [Produto Interno Bruto] dos EUA, informado na última sexta-feira, desacelerou, desautorizando essa festa toda que se está vendo”, pondera Gonçalves.

Sobre o Brasil, o indicador mais importante é o de produção industrial, que sai amanhã.

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segunda-feira, 19 de julho de 2010 Agenda da Semana, Investimentos, Mercado financeiro | 06:00

AGENDA DA SEMANA: Inflação e juros no Brasil estão no foco

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No mercado financeiro, o principal assunto da semana que se inicia é a inflação brasileira.

A FGV (Fundação Getulio Vargas) divulga o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal) hoje e o IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado) amanhã, quando também sai a prévia do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), medido pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Mas esses indicadores não devem mudar a expectativa dos investidores quanto à decisão do Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) sobre os juros. O palpite da maioria dos analistas é de que, na quarta-feira, a taxa Selic será elevada em 0,75 ponto percentual, para 11% ao ano. Aumentos dos juros são sempre recebidos com mau humor na Bolsa porque significam desaceleração da economia do país e, conseqüentemente, diminuição do lucro das empresas. Além disso, quanto mais a taxa básica sobe, mais interessantes ficam os investimentos em renda fixa, que dessa forma acabam roubando uma parte dos recursos colocados em ações.

Boa notícia será se algum membro do comitê votar por uma elevação menor desta vez. Enquanto aparecem os primeiros sinais de desaceleração da atividade no Brasil, alguns especialistas já começam a prever o fim do atual ciclo de alta da Selic para setembro ou outubro.

“As perspectivas para a economia do país no segundo semestre continuam bastante positivas, de qualquer maneira”, diz Inês Filipa, economista-chefe da corretora Icap Brasil. Por isso, os ativos locais estão ficando mais atraentes aos olhos dos estrangeiros. “No mundo globalizado, diversificar as aplicações vira palavra de ordem. Os países emergentes são favorecidos em um momento como este, no qual as nações desenvolvidas começam a experimentar certo desaquecimento. E é preciso entender a aceitar que, no curto e no médio prazo, o seu crescimento vai ser mais baixo mesmo.”

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