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Arquivo da Categoria Alimentação

quarta-feira, 8 de junho de 2011 Alimentação, Consumo, Direitos do consumidor, Supermercado | 14:48

Consumidor que encontrar produto fora da validade no supermercado receberá novo item de graça em SP

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A partir de outubro deste ano, os clientes que encontrarem algum produto fora do prazo de validade exposto nas gôndolas dos supermercados do Estado de São Paulo receberão, a título de compensação, um item novo, igual, de graça.

A medida foi proposta pela Apas, a associação paulista dos estabelecimentos do ramo, à Câmara Técnica do Comércio Supermercadista, da qual faz parte juntamente com o Procon. Também participaram da discussão da regra representantes do Ministério Público, do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) e do Fórum Municipal de Procons do Estado.

A ideia é inibir a comercialização de mercadorias vencidas, prática bastante comum, segundo os órgãos de defesa do consumidor. Além de demandar uma maior atenção das empresas no controle dos seus estoques, a norma estimulará o consumidor a observar tal informação.

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sexta-feira, 20 de maio de 2011 Alimentação, Consumo, Família, Inflação, Supermercado | 19:11

A volta das garrafas de refrigerante retornáveis

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Lançada em meados de abril em algumas cidades do interior do Estado de São Paulo, chegou nesta semana à capital a nova garrafa de vidro de um litro do Guaraná Antarctica, retornável, que tinha sido retirada de circulação mais de dez anos atrás.

“Esse vasilhame tem um apelo emocional. Havia muitos pedidos para que voltasse a ser comercializado”, diz Thiago Ely, gerente corporativo de inovações de refrigerantes da AmBev.

A Coca-Cola já oferecia garrafas retornáveis de vidro e de plástico em oito tamanhos, mas essa é uma tendência que deve se espalhar no mercado de bebidas.

O objetivo das empresas é, principalmente, atingir a nova classe média, já que adquirindo o vasilhame retornável de refrigerante o consumidor paga apenas pelo líquido e não pelo recipiente –fica bem mais barato. No caso do Guaraná Antarctica, por exemplo, a economia beira os 60%, considerando os preços atualmente praticados no mercado (cerca de R$ 3,30 pela garrafa de dois litros) e o valor sugerido pela companhia para a nova embalagem de um litro, R$ 1.  

Mas, em tempos de inflação em alta, consumidores de todas as faixas de renda estão no alvo da estratégia, que também possui o apelo da sustentabilidade.

“Essa garrafa é bem democrática, vai alcançar todas as classes”, diz Ely.

A AmBev pretende ir ampliando a distribuição dessa garrafa ao longo dos próximos meses, começando pela região Sudeste.

Em tempo: boa parte do saudosismo relacionado ao vasilhame de vidro vem de uma impressão, por parte dos consumidores, de que a bebida nesse invólucro é mais saborosa. “Essa ideia não passa de lenda. A fórmula é exatamente a mesma”, frisa Ely.

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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010 Alimentação, Consumo, Supermercado | 13:09

Panetone sobe 10% em um ano em SP, e produtos da ceia têm diferença de até 93% entre supermercados

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Um levantamento realizado pela Fundação Procon de São Paulo nos supermercados da capital apurou enormes disparidades de valores entre os itens que costumam fazem parte da ceia de Natal.

A maior diferença, de 93,22%, foi a dos preços do pêssego em calda especial (450 gramas) da marca Oderich, que saía por R$ 3,98 no Carrefour (zona norte) e por R$ 7,69 no Pão de Açúcar (zona sul).

O quilo do pernil desossado temperado da Sadia também registrou grande variação: 52,26%. Enquanto era comercializado a R$ 10,18 no WalMart (zona oeste), valia R$ 15,50 no Futurama (centro).

A lista completa dos produtos e dos valores praticados pelas lojas está aqui: http://www.procon.sp.gov.br/pdf/acs_planilha_endereços_ceia_%202010.pdf.

Comparando com os valores verificados no ano passado, os alimentos que apresentaram maior aumento foram os biscoitos (10,96%), os panetones e chocotones (9,55%) e as carnes congeladas (8,36%). No período, a inflação, segundo o IPC-Fipe (Índice de Preços ao Consumidor medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), ficou em 6,03%.

No supermercado Andorinha (zona norte) foi encontrada a maior quantidade de itens com os preços menores ou iguais à média, 95 de 112 encontrados, ou 85%. O desempenho dos demais estabelecimentos pesquisados ficou assim:

Zona norte
Carrefour – 30 itens de 86 encontrados (35%)

Zona sul
Dias Pastorinho – 59 itens de 81 encontrados (73%)
Pão de Açúcar – 12 itens de 84 encontrados (14%)

Zona leste
D’Avó – 61 itens de 101 encontrados (60%)
Extra – 21 itens de 94 encontrados (22%)

Zona oeste
Sonda – 70 itens de 115 encontrados (61%)
Walmart – 51 itens de 99 encontrados (52%)

Centro
CompreBem – 10 itens de 46 encontrados (22%)
Futurama – 31 itens de 66 encontrados (47%)

O Procon sugere que o consumidor pesquise sempre os preços antes de realizar as suas compras, e também considere o custo do deslocamento antes de optar por algum supermercado, porque a eventual economia no carrinho pode não compensar o gasto com o transporte.

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terça-feira, 7 de dezembro de 2010 Alimentação, Comportamento, Consumo, Família, Indicadores Econômicos, Inflação, Supermercado | 13:19

A sua inflação pessoal

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A inflação, no Brasil, acelerou neste segundo semestre principalmente por causa da disparada de alguns produtos alimentícios, como a carne bovina e o feijão, que tiveram sua produção no país afetada por problemas climáticos.

Mas a percepção do sobe-e-desce dos preços varia bastante entre cada casa. Se, em determinado domicílio, a conta do supermercado toma a maior parte do orçamento mensal, por exemplo, os aumentos nos itens dessa lista naturalmente pesam e aparecem muito mais. Então, dependendo de quais mercadorias se costuma comprar, ora tem-se a sensação de que as alterações são muito maiores do que os índices registram e, em outros momentos, não se sente a pressão.

Indo um pouco além no exercício de anotar receitas e despesas para controlar as finanças da família, é possível acompanhar melhor as alterações nos valores das mercadorias e dos serviços consumidos com freqüência para fazer eventuais substituições e mudanças de rumo, manter os gastos dentro dos limites estabelecidos e entender de que maneira as mudanças na economia atingem as contas da residência.

A ideia é mensurar a inflação da família, para trocar a impressão das mudanças de preços por estimativas precisas.

Dá um certo trabalho; porém, se envolver todos os parentes, a tarefa traz o benefício extra de fazer com que filhos e cônjuges se comprometam mais com a gestão inteligente do orçamento.

Para os cálculos, é necessário escrever uma relação detalhada de cada tipo de dispêndio da casa. Não basta, então, anotar “supermercado”, como geralmente se procede. Essa vai ser apenas uma categoria de despesas, sob a qual entram os artigos: batata, arroz, bolacha. A cada mês, deve-se somar e lançar nessa listagem os respectivos valores.

Outras classes de gastos precisam ser criadas: educação (mensalidade escolar, material, cursos extracurriculares), saúde (convênio, remédios), transporte (passagem de ônibus, táxi, combustível, a prestação do carro), lazer (cinema, TV a cabo), habitação (energia elétrica, gás, água, aluguel), vestuário (aquisição de roupas, lavanderia).

Caso fique muito complicado, vale começar monitorando apenas a mais importante para o domicílio. 

Depois de seis meses já dá para fazer uma avaliação. Em um ano, porém, a comparação fica mais exata e pode surpreender. É interessante, ainda, fatiar o total da renda pelos grupos, para perceber onde se concentram os gastos –e comparar com o noticiário e os indicadores elaborados pelos economistas.

Na sua observação, como os preços ziguezaguearam neste ano? Deixe um comentário!

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NOTÍCIAS NO iG:
IPC da baixa renda sobe para 1,33% em novembro

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sábado, 27 de novembro de 2010 Alimentação, Comportamento, Consumo, Crianças, Dólar, E-Commerce, Educação, Eletrodomésticos, Família, Férias, Livros, Supermercado, Turismo, Varejo, Viagem | 05:59

Cinco maneiras de aproveitar o dólar barato

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O dólar comercial subiu um pouquinho neste mês de novembro por causa dos desdobramentos da crise europeia, mas, ainda assim, oscilando perto de R$ 1,70, está nos menores níveis da história.

Confira algumas ideias para usufruir dessa taxa de câmbio favorável ao consumidor: 

1 – Conheça outro país nas férias de verão
Nunca foi tão fácil viajar para o exterior. Passagens e hospedagem podem ser parcelados em até dez vezes sem juros e considerando a cotação do dólar no momento no qual o negócio é fechado, o que facilita o planejamento do turista. Os destinos favoritos dos brasileiros são os Estados Unidos (Miami, Orlando e Nova York) e a Argentina.

2 – Proporcione um intercâmbio educativo para os filhos em 2011
“O recente crescimento da economia do país também levou à maior concorrência pelos bons empregos. Então, o trabalhador percebeu que uma vivência internacional é um grande diferencial no currículo”, diz Luiza Vianna, gerente de cursos no exterior da agência CI (Central de Intercâmbio). Escolas americanas, da Inglaterra, da Austrália e do Canadá têm sido as preferidas tanto para cursos de idiomas de curta duração como de Ensino Médio, especialização e pós-graduação. Os valores podem ser divididos em até 18 prestações iguais no cartão ou no cheque.

3 – Leve para casa aquele vinho bacana ou o azeite especial que antes estava fora de alcance
Com a desvalorização do dólar nos últimos anos, os vinhos estrangeiros ficaram entre 10% e 20% mais baratos no mercado nacional. Quem já apreciava a bebida passou a se dar ao luxo de adquirir garrafas melhores, e uma legião de neófitos invadiu as adegas. “Os vinhos argentinos e chilenos são o destaque desse crescimento da demanda. Pela qualidade que apresentam, suas vendas devem continuar crescendo”, prevê Ciro Lilla, presidente da importadora Mistral, uma das maiores do país.
Alimentos mais sofisticados vindos do exterior, como azeites e chocolates, também estão ganhando espaço nos carrinhos de supermercado.

4 – Vá ao Paraguai comprar os presentes de Natal da família
Perfumes e maquiagem, eletrônicos, celulares, artigos de papelaria, brinquedos. Basta atravessar a Ponte da Amizade de Foz do Iguaçu, no Paraná, até chegar a Ciudad Del Este para encontrar todos esses produtos a preços bem mais atraentes do que os praticados no Brasil. Saindo do Estado de São Paulo, as excursões de ônibus ao Paraguai, que costumam durar dois dias, custam por volta de R$ 250, mas a economia e a variedade de mercadorias valem a pena. É importante ficar atento aos impostos de importação, entretanto. Considerados bens de uso pessoal, um relógio de pulso, uma câmera fotográfica e um telefone celular por pessoa não precisam ser declarados e estão isentos de tributos. O cidadão que retornou ao país por via terrestre possui uma cota de apenas US$ 300 livres de impostos para compras –aqui devem ser incluídos notebooks e filmadoras, por exemplo.

5 – Encha a estante com os livros, CDs e DVDs só encontrados nas lojas virtuais estrangeiras
Muitas vezes, só é possível encontrar obras muito específicas, como de artes plásticas, medicina e engenharia, no exterior. O mesmo acontece com CDs e DVDs antigos e raros. Mesmo pagando os impostos e as taxas de postagem, vale a pena.

E você, como tira vantagem dessa taxa de câmbio? Deixe um comentário!

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quarta-feira, 3 de novembro de 2010 Alimentação, Consumo, Família, Inflação, Supermercado | 17:31

Preços de alimentos devem ser as maiores altas de 2010

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Não é só impressão: a conta do supermercado anda mesmo pesada. Segundo a FGV (Fundação Getulio Vargas), que acompanha os preços no país, os alimentos devem apresentar os maiores aumentos do ano dentre todos os itens que fazem parte da lista de compras das famílias.

E produtos que têm grande importância no cardápio do brasileiro dispararam.

No período de doze meses encerrado em outubro, o feijão carioquinha e o preto, por exemplo, acumulam elevação de 76,76% e 24,75% respectivamente, de acordo com levantamento da FGV. “O excesso de chuvas atrapalhou a colheita do carioquinha na Bahia no mês passado, quando o preto já estava na entressafra”, explica André Braz, economista da fundação.

O contrafilé subiu 14,97% nos últimos doze meses e a alcatra, 13,44%.

Na média, os ingredientes que compõem uma refeição típica no Brasil (arroz, feijão, carne, alface e tomate) tiveram aumento de 8,38%, enquanto a inflação ao consumidor ficou em 5,14%.

De forma geral, a alta dos alimentos se explica por fatores climáticos –a seca em determinados Estados também encareceu a carne bovina, pois o gado ficou sem pasto, o que obrigou os criadores a investir em ração.

“São todos problemas sazonais. O feijão pode começar a desacelerar em dezembro, como aconteceu com os derivados do trigo, que avançaram no momento em que a cotação do cereal subiu no mercado internacional devido à estiagem na Rússia, grande produtor”, diz Braz. “Esses fatores não se estendem por um prazo longo, não se repetem permanentemente.”

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sexta-feira, 10 de setembro de 2010 Alimentação, Comportamento, Família, Supermercado | 05:59

Quanto custa entrar em forma para o verão

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Basta o sol tentar aparecer e a temperatura subir um pouquinho para todo mundo se animar a colocar em prática aquele famoso projeto de entrar em forma.

A primeira providência a tomar, invariavelmente, é iniciar uma dieta. Pode-se achar um milhão de desculpas para não se fazer um regime –mas o custo não tem que ser uma delas, pois há opções de planos que cabem em qualquer orçamento.

Caso resolva buscar o auxílio de um nutricionista, o interessado vai desembolsar entre R$ 70 e R$ 150 (em São Paulo capital) pelo atendimento. Os planos de saúde cobrem até seis consultas por ano. Procurando um endocrinologista, o valor fica entre R$ 150 e R$ 250. Existe ainda a alternativa de comprar um livro que trate do assunto, por cerca de R$ 40. Conversar com um profissional do ramo evita que a decisão de emagrecer acabe causando ou piorando um problema de saúde no futuro, entretanto.

Depois de escolher uma fonte de informação e orientação, é preciso pensar em quanto dinheiro se pode e se deseja desembolsar para atingir o objetivo. As principais possibilidades para a dieta de acordo com os gastos envolvidos são:

Aproveitar o cardápio normal da família
As despesas, assim, não se desviam nem um centavo do usual. O programa consiste essencialmente em diminuir o tamanho das refeições rotineiras. Mas todos os membros podem se beneficiar de uma reeducação alimentar. “A recomendação é abrir mão de produtos industrializados, fast food, refrigerantes e frituras e gradativamente aumentar o consumo de frutas, verduras, legumes, grãos e cereais”, diz Paula Aballo Nunes Machado, coordenadora pedagógica nacional do curso de Nutrição da Universidade Estácio de Sá.

Trocar alguns alimentos pelas suas versões diet e light
Os produtos com calorias reduzidas geralmente são mais caros. A diferença, no caso de uma bandeja de iogurte, por exemplo, é de R$ 0,40 ou R$ 0,50. Para o queijo mussarela, gira em torno de 10% a 20%. Dependendo dos hábitos individuais, a conta do supermercado pode aumentar entre 5% e 10%.

Comprar pratos prontos congelados especiais para regimes
Diversas empresas elaboram o café da manhã, o almoço e o jantar na quantidade exata para quem quer cortar calorias e entregam em casa. O único trabalho que o cliente tem é esquentar a embalagem no microondas. Cada porção custa de R$ 12 a R$ 19, em média, dependendo dos ingredientes empregados.

De qualquer maneira, o grande segredo é fazer um bom planejamento. “Escrevendo uma lista de compras com os alimentos que serão consumidos na semana ou no mês, de acordo com o cotidiano da pessoa, evita-se exageros no supermercado”, diz Patrícia Bertolucci, nutricionista da PB Consultoria em Nutrição. Para manter as despesas sob controle, ela também recomenda que a maior parte das refeições seja feita em casa, que se dê preferência a frutas, verduras e legumes de época, os quais possuem preços menores, e que na preparação das refeições se utilize todas as partes dos alimentos, inclusive talos, folhas e cascas. “Vitaminas e minerais contidos na comida são melhor aproveitados.”

Sugestão de cardápio básico, por Patrícia Bertolucci

Café da manhã: pão integral com ovo mexido ou frios (rosbife, peito de peru, presunto cozido) e suco de frutas vermelhas
Substituição: cereal matinal ou aveia com leite de soja e fruta (banana, papaya, manga, maçã)

Lanche da manhã: fruta

Almoço: salada de alface, agrião, tomate e cenoura; peixe assado com ervas; arroz integral com lentilha; brócolis refogado
Substituição: salada de folhas e legumes crus (alface, agrião, tomate, cenoura, palmito);  frango ou carne bovina assada, grelhada ou cozida; arroz 7 cereais ou quinua ou cevadinha e leguminosas (grão de bico ou feijão); folhas refogadas (couve, espinafre, mostarda) ou legumes

Lanche da tarde: fruta com oleaginosas (castanhas, nozes, pistache) e biscoito integral; ou suco de fruta natural ou água de coco com barrinha de cereais e oleaginosas; ou vitamina com leite de soja ou de arroz com fruta e aveia

Jantar: idem ao almoço, porém em menor quantidade

VAMOS CONTINUAR NO ASSUNTO:
Amanhã, a coluna Seu Dinheiro tratará do segundo pilar do projeto para entrar em forma: os exercícios físicos. LEIA AQUI:  Em casa, na academia, com personal: exercícios para todos os bolsos

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domingo, 5 de setembro de 2010 Alimentação, Consumo, Supermercado | 05:58

Aproveite a Semana Nacional do Peixe

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Vai até o próximo dia 19 a 7ª. Semana Nacional do Peixe, uma iniciativa do governo federal junto com supermercados de todo o país para estimular o consumo de pescados. O brasileiro come em média sete quilos de peixe por ano, quando a OMS (Organização Mundial da Saúde) recomenda pelo menos 12 quilos.

Durante a campanha, os pontos de venda reduzem os preços desse tipo de carne entre 10% e 30%.

No caso de comprar o peixe congelado, o consumidor deve perguntar ao estabelecimento se a água utilizada na embalagem é descontada na pesagem do produto.

“O processo se chama glazeamento, e consiste em mergulhar o pescado congelado em água de maneira que se forme uma capa protetora em torno do pescado para melhor conservá-lo”, explica Pedro Henrique Pereira, diretor comercial do Grupo Pão de Açúcar. “Esse volume de água não pode ser cobrado do consumidor, entretanto.” A empresa espera aumentar em 30% as suas vendas de pescado enquanto vigorar a promoção.

Para escolher um pescado fresco, é preciso observar as seguintes características no peixe, de acordo com as orientações de Cláudia Moraes, coordenadora de gastronomia do Centro Universitário Senac no campus de Campos do Jordão:

– Pele: brilhante e lustrosa, com escamas bem aderidas
– Consistência: firme. Apertando o dedo no corpo do pescado, a carne volta para o lugar original    
– Olhos: transparentes e brilhantes
– Guelras: de coloração clara, mais para rosa e vermelho do que para marrom
– Cheiro: de maresia. Odores de amônia ou azedo indicam que o pecado não é próprio para consumo

RECEITINHA RÁPIDA
Peixe com manteiga de ervas, por Cláudia Moraes, do Senac

Acrescente alguns temperos, como tomilho, salsinha, sálvia e pimenta, a uma porção de manteiga em temperatura ambiente. Coloque a mistura sobre um pedaço de filme plástico e faça um rolinho. Leve à geladeira. Depois que o peixe estiver cozido –salteado ou assado, temperado com limão e sal–, abra o filme, corte a manteiga em pedacinhos e coloque-os sobre os filés para derreter.

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