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quarta-feira, 1 de junho de 2011 Bancos, Cartões, COMO FAZER, Consumo, Crédito, Direitos do consumidor | 05:59

Como tirar vantagem das mudanças nas regras do cartão de crédito

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Ilustração: Altovolta

Está na hora de chamar o seu cartão de crédito para discutir a relação.

Entram em vigor, hoje, diversas mudanças nas normas de uso dessa ferramenta que podem significar mais tranqüilidade e melhores compras se o consumidor souber aproveitá-las.

Os especialistas ensinam como extrair os benefícios de cada regra:

1 – Passam a existir dois tipos de dinheiro de plástico: básico e diferenciado

O mais simples pode ser nacional ou internacional, realiza todas as operações de compras e pagamentos de contas, mas deve ter a menor anuidade entre os cartões emitidos por determinada instituição.

O avançado oferece mimos adicionais, como seguros, prêmios e participação em programas de milhagem.

Deve-se analisar, individualmente, se esses privilégios são de fato úteis ou atrapalham em vez de ajudar. Por exemplo, a proteção para viagens oferecida pelos plásticos nem sempre é ampla o suficiente e adequada a todos os passeios da família. E uma grande parcela dos clientes simplesmente não acompanha e não converte a sua pontuação do plano de fidelidade, porém está pagando por esses penduricalhos.

Nesses casos, o cartão despojado é a opção indicada para o consumidor, que gasta menos para tê-lo, não sente culpa por estar perdendo algum mimo e somente vai contratar os serviços extras necessários a cada momento.

Outra ideia é, para quem tem mais de um cartão, trocar todos menos um pelo básico, fazendo uma pesquisa de atrativos e taxas para selecionar o diferenciado que vai permanecer na carteira.

Veja:

2 – Apenas cinco tarifas poderão ser cobradas: anuidade; para emissão de segunda via do cartão; para saques em dinheiro; no uso do plástico para o pagamento de contas; quando do pedido de avaliação emergencial do limite de crédito

Essa limitação vale para os cartões emitidos a partir de 1º. de junho de 2011. Os antigos somente serão contemplados a partir de junho de 2012.

Mesmo assim, aí está uma ótima oportunidade para diminuir já as taxas desembolsadas. Como o número de encargos é pequeno, ficou muito fácil levantar, entre as instituições financeiras, a que cobra menos. As informações serão publicadas nas páginas dos emissores na internet e afixadas nas agências de atendimento. Ameaçando trocar o seu cartão atual por outro mais barato, certamente o gerente do seu banco vai lhe oferecer as mesmas condições. Senão, basta cancelar os velhos e mudar.

Veja:

3 – Devem constar da fatura os seguintes dados: limite de crédito total e limites individuais para cada tipo de operação disponível; gastos realizados com o cartão, por evento, inclusive  parcelamentos; identificação das operações de crédito contratadas e respectivos valores; montantes relativos aos encargos cobrados, informados de forma separada de acordo com os tipos de operações realizadas com o cartão; valor dos encargos a serem cobrados no mês seguinte, no caso de o cliente optar pelo pagamento mínimo da fatura; custo efetivo total (CET), para o próximo período, das operações de crédito existentes

Novamente, torna-se mais prática a comparação entre os cartões de diferentes bancos.

“A transparência no relacionamento entre operadoras e clientes é um ganho notável da reforma”, diz Ricardo Pereira, consultor do programa Consumidor Consciente, da MasterCard. “Como estamos em uma época de aprendizado financeiro no país, esta é uma ótima chance de o brasileiro entender melhor as alternativas de crédito para lançar mão das que mais apropriadamente lhe servem. Um chamado à reflexão.”

4 – O montante mínimo exigido para pagamento da fatura, até ontem de 10%, vira 15%. Em 1º. de dezembro de 2011, 20%

O objetivo do Banco Central ao estabelecer essa providência é limitar o superendividamento. No entanto, a elevação é pequena demais para produzir tal efeito.

Como os juros cobrados na rolagem da dívida no cartão de crédito são os mais altos entre todas as modalidades de financiamento, superando 10% ao mês, sempre é mau negócio postergar o pagamento.

“A fim de se organizar, o consumidor precisa estabelecer como seu ‘mínimo’ particular o máximo que consegue quitar por mês, descontando do orçamento as suas despesas rotineiras com moradia, alimentação, transporte etc”, sugere o planejador Bruno Amaral Azevedo, sócio-fundador da consultoria Foco Financeiro. Então, se o limite oficial do plástico é de R$ 3 mil e a família só tem condições de pagar R$ 1 mil, este é o limite a ser considerado para compras, também as parceladas. Quem não se controla pode até solicitar ao banco que diminua as margens definitivamente.

“O ideal, para não extrapolar, é anotar cada passada e conferir, ao menos semanalmente, pela internet ou pelo telefone, os lançamentos”, acrescenta Azevedo.

Veja na TV iG:

5 – As instituições estão proibidas de enviar cartões ao cliente sem solicitação

O resultado geral das medidas é mais poder nas mãos do consumidor para escolher efetivamente os plásticos que lhe parecem interessantes –e não ser escolhido.

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segunda-feira, 23 de maio de 2011 Cartões, Consumo, Crédito, Direitos do consumidor | 17:04

Associação distribui cartilha sobre o uso consciente do cartão de crédito

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A Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços) criou uma cartilha para explicar aos consumidores como funciona e a maneira mais responsável de empregar o dinheiro de plástico.

O livreto “Cartão: A dica é saber usar” será distribuído nesta semana na região da rua 25 de Março, famoso centro popular de comércio de São Paulo, e também está disponível para download no site da entidade na internet: http://www.abecs.org.br/site/consumidores/cartilha.aspx.

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sábado, 26 de março de 2011 Cartões, Crédito, Dólar, Família, Férias, Turismo, Viagem | 05:59

Cartão pré-pago é alternativa ao de crédito após aumento de imposto para compras no exterior

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O governo federal até pode conseguir segurar a inadimplência com cartões de crédito aumentando de 2,38% para 6,38% o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) incidente nas compras realizadas no exterior, como pretende com um novo decreto a ser publicado no Diário Oficial no início da próxima semana. Mas reduzir os gastos dos brasileiros em outros países –despesas que, no primeiro trimestre deste ano, chegaram a US$ 3,074 bilhões, conforme informou o banco Central ontem– vai ser mais complicado, porque o turista pode simplesmente usar outros meios de pagamento, mesmo precisando antecipar valores que, com esse tipo de dinheiro de plástico, só desembolsaria mais tarde.

O primeiro a se candidatar a substituto é o cartão de débito pré-pago, evolução tecnológica dos traveller checks.  Ao solicitar um plástico desse tipo, o turista carrega-o com o montante que pretende gastar, na moeda estrangeira de que necessitar, pela taxa de câmbio do dia. Depois, utiliza-o no seu destino como um cartão de débito comum. Se a divisa de carregamento for diferente da local –suponhamos, o cartão está cheio de dólares, mas o viajante se encontra no Japão–, a conversão –de dólar americano para ienes, como no exemplo– é realizada no momento do uso. 

De 1996 até a semana passada, o Visa Travel Money reinava absoluto como única opção disponível no Brasil. Agora, saíram praticamente juntos o MasterCard Cash Passport e o American Express GlobalTravel, dispostos a abocanhar uma parte desse mercado.

O cliente deve observar as diferenças de vantagens, serviços e encargos para escolher o produto que melhor atende às suas necessidades:


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