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Arquivo da Categoria Casa própria

quinta-feira, 16 de junho de 2011 Casa própria, Crédito, Imóveis | 15:29

Famílias de renda até R$ 5,4 mil podem financiar imóvel popular com recurso do FGTS

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Novas regras anunciadas hoje pelo governo federal no âmbito do lançamento da segunda fase do programa “Minha Casa, Minha Vida” permitirão às famílias com renda de até R$ 5.400 financiar imóveis em projetos de habitação popular com recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). Esse limite vale para residências localizadas em regiões metropolitanas ou equivalentes, capitas estaduais ou municípios com população igual ou superior a 250 mil habitantes. Antes, a renda máxima admitida era de R$ 4.900.

A mudança, segundo o Ministério do Trabalho, visa contemplar os brasileiros que tiveram aumento nos seus rendimentos nos últimos meses, como o reajuste do salário mínimo.

Para as cidades não relacionadas nos casos acima, o teto é de R$ 3.900.

As taxas de juros continuam em 6% ao ano, ou 5% ao ano quando a renda familiar é de até R$ 2.790 ou entre R$ 2.790 e R$ 3.100 se o imóvel for novo.

Também estão previstos descontos de até 1,16 ponto percentual nos juros para os mutuários que possuem renda familiar entre R$ 2.325,01 e R$ 2.790 ou entre R$ 2.790,01 e R$ 3.100 para a aquisição de residências novas.

O financiamento com a verba do FGTS é uma modalidade de crédito habitacional. Uma parte dos montantes totais do fundo –construído com as contribuições sobre os salários dos trabalhadores– é colocada à disposição do banco para a concessão de empréstimos aos trabalhadores que desejam adquirir casas ou apartamentos.

É diferente da permissão que os trabalhadores têm, segundo algumas condições, de utilizar uma parcela do seu FGTS individual para comprar um imóvel.

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sexta-feira, 10 de junho de 2011 Casa própria, Imóveis | 17:53

Financiou imóvel na planta? Antecipe parcelas em junho para fugir do pico anual do INCC

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O INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) é o indicador que reajusta mensalmente as parcelas dos financiamentos de imóveis adquiridos na planta. “Como diz o seu nome, acompanha a evolução dos custos na construção civil em sete capitais: Brasília (DF), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ) Salvador (BA) e São Paulo (SP)”, explica Ana Castelo, consultora da FGV (Fundação Getulio Vargas) responsável pela medição. “Engloba os preços de mão de obra, material, equipamentos e serviços.”

Os salários pagos aos trabalhadores têm o maior peso no levantamento, e é por isso que, entre maio e junho, todos os anos, o índice apresenta um pico: essa é a época do dissídio em São Paulo.

Em 2011, por exemplo, o INCC ficou em 0,39% em fevereiro, 0,44% em março, 0,75% em abril e 2,03% em maio.

Essas porcentagens são aplicadas aos financiamentos imobiliários com dois meses de atraso. Por exemplo, o índice de abril recai sobre a parcela de junho, o de maio, sobre o de julho, e assim por diante.

Então, o mutuário que precisa pagar parcelas maiores –as chamadas intermediárias: trimestrais, semestrais ou anuais– a partir de julho pode fazer uma economia considerável se adiantar sempre a quitação para maio ou junho, fugindo, dessa maneira, do auge do INCC ao menos nessas prestações mais pesadas.

“Aí está é o pulo do gato”, diz Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP, o sindicato das empresas paulistas do setor imobiliário.   

Frisando: se precisar escolher, é melhor o mutuário antecipar parcelas intermediárias sempre no primeiro semestre.

Colaboraram André Vieira e Pedro Carvalho

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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011 Casa própria, Consumo, E-Commerce, Imóveis | 14:29

Uma nova experiência na compra de imóveis: passeios virtuais em 3D

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Interessados em adquirir um imóvel na planta agora contam com mais um recurso para ajudar na sua decisão.

As construtoras em São Paulo estão criando sites dos seus empreendimentos nos quais se pode percorrer um apartamento virtualmente, em 3D, decorá-lo e adaptá-lo ao seu gosto. “Até a obra ser entregue, o dono de uma unidade consegue experimentar todas as opções de móveis, pintura e revestimento que desejar”, explica Rick Pimentel, diretor da MadFx, desenvolvedora pioneira dessa ferramenta.

O sistema, aliás, deve ser usado no futuro para test-drives de automóveis. E parece interessante, também, para as lojas que somente vendem pela internet, dando ao cliente maiores possibilidades de conhecer os produtos antes de fechar a compra.

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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011 Aluguel, Casa própria, Família, Imóveis | 16:50

Um ano após a Lei do Inquilinato, ações judiciais caem ao menor nível desde 1995 em SP

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O resultado mais visível da primeira revisão da Lei do Inquilinato, que entrou no ar em janeiro de 2010, foi a redução, na Justiça, dos processos, que podem ser por inadimplência, discordância em relação a valores ou visando a retomada do imóvel.

“Como as regras tornaram-se mais duras para quem não paga os alugueis e o trâmite processual também foi agilizado, os inquilinos aumentaram seu empenho na conciliação antes que o caso tome a via judicial”, explica Jaques Bushatsky, diretor de Legislação do Inquilinato do Secovi-SP (o sindicato das empresas paulistas do setor imobiliário).

Em 2010, segundo a entidade divulgou hoje, as ações caíram 11,6% no Estado de São Paulo em relação ao ano anterior, atingindo o número de 20.155 –o mais baixo desde 1995, quando a estatística começou a ser apurada.

A falta de pagamento foi o motivo da abertura de 16.658 processos, também o menor em quinze anos.

A redução do desemprego e a melhoria da renda da população também explicam parte desse movimento, frisa o Secovi-SP.

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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011 Aluguel, Casa própria, Família, Imóveis | 18:50

Mais uma revisão polêmica na Lei do Inquilinato

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A primeira atualização da Lei do Inquilinato (8.245/91) acabou de completar um ano com grande saldo positivo, evidenciado principalmente pela notável queda nas ações judiciais por falta de pagamento do aluguel. (Outro efeito esperado era a redução dos valores praticados no mercado, mas o aquecimento da economia brasileira nos últimos dois anos acabou segurando os preços.)

Agora, uma nova proposta de alteração feita pelo senador Antonio Carlos Junior (DEM-BA) está causando polêmica ao sugerir que seja permitido ao dono do imóvel rescindir o contrato de locação em tempo menor do que 30 meses, prazo previsto pelas regras atuais.

As mudanças sacramentadas no início de 2010 já tinham facilitado bastante ao proprietário retirar da casa ou do apartamento inquilinos problemáticos –mas aumentar os seus poderes da maneira como o novo projeto prevê está sendo visto como uma ameaça ao equilíbrio dessa relação.

“Trata-se de garantir a segurança do locatário, porque o planejamento da moradia é uma questão de longo prazo”, diz Carlos Artur André Leite, sócio do escritório Salusse Marangoni Advogados e conselheiro da Comissão de Habitação e Urbanismo da OAB-SP (Ordem dos Advogados do Brasil, seção de São Paulo). “Modificar a norma vigente seria prejudicial a toda a sociedade, apesar de favorável aos locadores.”

“Todas essas ideias devem ser debatidas amplamente entre os legisladores, proprietários, locatários, administradores. Mas ninguém nunca reclamou que esse prazo era extenso demais. Então, por que mexer?”, questiona o advogado Jaques Bushatsky, diretor de Legislação do Inquilinato do Secovi-SP (o sindicato das empresas paulistas do setor imobiliário).

Para que a lei trouxesse mais avanços ao setor de aluguel de imóveis –quem sabe finalmente esfriando um pouco os preços–, a solução, na avaliação dos especialistas, seria acelerar na Justiça o trâmite dos processos por inadimplência, que sofrem com a morosidade generalizada do sistema.

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terça-feira, 19 de outubro de 2010 Aluguel, Casa própria, Imóveis, Indicadores Econômicos | 12:08

À vista uma redução nos preços dos imóveis em São Paulo?

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Quando, em maio, as vendas de imóveis residenciais novos na capital paulista tiveram uma redução pelo segundo mês seguido, os especialistas alertaram que ainda não se podia dizer que estava configurada uma tendência de queda na comercialização –o que poderia levar a uma estabilização dos preços após cinco anos de escalada.

Mas, depois de uma alta em junho, houve novas baixas em julho e agosto –são, dessa maneira, quatro diminuições contra três aumentos mensais em 2010. De acordo com o Secovi-SP (o sindicato das empresas do setor imobiliário do Estado de São Paulo), a redução nesse último mês foi de 48,4%, para 1.633 unidades negociadas.

No acumulado do ano, ainda existe uma alta de 8,9% nas vendas de imóveis em relação ao mesmo período de 2009, para 21.820 unidades. Mas a demanda está caminhando em um ritmo bem mais devagar do que os lançamentos, que cresceram 25,5% no mesmo período, para 17.781 moradias.

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sexta-feira, 15 de outubro de 2010 Casa própria, COMO FAZER, Família, Imóveis, Seguros | 05:59

Saiba escolher o seguro certo para sua casa ou seu apartamento

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Muitas vezes, o seguro para a casa ou apartamento que o consumidor adquire é aquele empurrado pelo gerente do banco quando concede um empréstimo, um produto pré-formatado que não leva em conta preferências e necessidades individuais.

Mas, à medida que o brasileiro compra mais imóveis e recheia o seu lar com mobília e eletrodomésticos, cresce a vontade de proteger as suas conquistas.

As companhias seguradoras compreenderam isso e têm aprimorado as apólices, oferecendo produtos mais personalizados, adequados à realidade de cada cliente, e com maior número de serviços agregados.

Para escolher o seguro mais adequado, é preciso:

1 – Pensar em quais coberturas são necessárias
As mais básicas pagam indenização somente para avarias do imóvel em caso de incêndio, explosão e raio. Em regiões que sofrem com enchentes, por exemplo, também é interessante contratar uma proteção contra os alagamentos. Além de segurar a estrutura, o consumidor pode solicitar a cobertura dos bens guardados na residência em caso de roubo ou dano elétrico. Serviços extras prevêem o pagamento de um aluguel de outra casa e apartamento enquanto o imóvel original é restaurado após um sinistro e danos causados a terceiros. “O consumidor deve listar com cuidado os riscos a que está sujeito e o que deseja resguardar”, explica Guilherme Olivetti, gerente de produtos patrimoniais da Chubb Seguros. É possível, ainda, cobrir itens específicos, como obras de arte e jardins que tenham sido projetados por paisagistas.

2 – Estabelecer os valores das coberturas
Geralmente, não se segura o valor total do imóvel e dos bens. Para fazer uma boa estimativa, o melhor é realizar uma pesquisa para saber o valor de mercado da residência, o preço de móveis e eletrodomésticos, e contratar uma apólice que preveja indenização de entre 50% e 60% do montante. Essa é a referência utilizada no mercado para a cobertura básica (da estrutura do imóvel). As adicionais –como para os equipamentos e na eventualidade de fenômenos da natureza– devem ser estimadas entre 5% e 20% da principal.

3 – Analisar quais serviços extras se quer
Da mesma maneira que os seguros para automóveis começaram a brindar os motoristas com guincho e desconto em estacionamentos, as apólices residenciais proporcionam diversas comodidades para os usuários, como chaveiro e encanador para emergências, e instalação de lâmpadas, cortinas e outros serviços que não sejam emergenciais. “Porém, é essencial selecionar os benefícios que podem ser úteis de fato. O proprietário de um apartamento jamais vai precisar de limpeza de caixa d’água ou substituição de telhas. O cliente tem que pegar somente o que lhe serve”, frisa Andrea Oliveira, superintendente de inovação e processos da seguradora Mapfre. Obviamente, essas vantagens só valem a pena se forem usadas. O que acontece freqüentemente é que o consumidor acaba esquecendo que tem o plano quando precisa acionar o chaveiro. Então, uma boa ideia é afixar o folder da seguradora em algum lugar à vista da família para que sirva de lembrete.

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quarta-feira, 6 de outubro de 2010 Aluguel, Casa própria, Imóveis | 13:09

Tendência de queda em processos por atraso de condomínio

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O número de ações na Justiça por falta de pagamento da taxa de condomínio caiu 7% em agosto último na comparação com julho, para 1.141 processos, segundo o Secovi-SP (sindicato das empresas do setor de habitação do Estado de São Paulo).

No acumulado do ano, o volume é de 7.718 ações, uma leve alta de 0,85% ante o mesmo período de 2009; contra 2008, há uma queda de 18,3%.

Segundo Hubert Gebara, vice-presidente de administração imobiliária e condomínios do Secovi-SP, a expectativa é de que o número de processos continue caindo nos próximos meses. “Depende de a economia permanecer estável, com manutenção dos empregos e da inflação em níveis comportados”, explica o executivo.

A aprovação da lei paulista que permite que os nomes dos devedores sejam levados a protesto, em 2008, explica boa parte da queda verificada nos últimos dois anos.

Daí, cresceu a importância da negociação extrajudicial com os inadimplentes, evitando os processos, que levam até dez anos para serem resolvidos. “Nem a administradora nem o síndico têm interesse algum em brigar com os condôminos, que são seus clientes e vizinhos. Mas é preciso que se tome alguma atitude em relação a quem atrasa porque as contas do prédio não podem esperar”, diz Gebara. “Quem atrasa precisa ter consciência de que está prejudicando aos demais e a si próprio.”

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quarta-feira, 29 de setembro de 2010 Aluguel, Casa própria, Consumo, Crédito, veículos | 05:59

O consórcio é para você?

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No Brasil, o interesse pelo sistema de consórcio para a aquisição de bens só faz aumentar: o volume de negócios nesse setor cresceu 33% neste ano até julho (de quando são as últimas estatísticas disponíveis) na comparação com o mesmo período de 2009.

Tal entusiasmo se justifica, basicamente, pelo custo desse instrumento, inferior ao de ferramentas tradicionais, como o empréstimo bancário, e pela possibilidade de financiar o valor total do produto.

Porém, o consórcio não cai bem para todos os tipos de consumidor. A fim de evitar decepções, os especialistas explicam que essa alternativa é mais indicada para quem:

1 – Não tem pressa em adquirir aquele bem
“O brasileiro sempre é muito otimista, acha que vai ser sorteado logo para receber a carta de crédito. Mas precisa estar preparado para o caso de demorar”, alerta Virginia Oliveira, professora da Fundação Dom Cabral. Afinal, alguém tem que ser o último da lista. Se o veículo desejado vai ser utilizado para trabalho, por exemplo, é melhor buscar outra opção para a compra. O mesmo vale no caso de um imóvel quando o interessado quer sair rápido da casa dos pais ou porque a data do casamento está se aproximando. Quando se está morando de aluguel, é importante lembrar também que a mensalidade vai se somar a essa despesa enquanto não se é contemplado ou não se consegue fazer um lance.

2 – Consegue dar um lance alto logo
Lance alto é alto mesmo. Dependendo do grupo, às vezes é preciso oferecer até 50% do preço do bem para arrematar a carta de crédito. Havendo condições de fazê-lo, o cliente aproveita ao máximo as vantagens do consórcio. “O consumidor pode planejar usar receitas extras, como o décimo terceiro salário, para perfazer a verba necessária”, sugere Paulo Rossi, presidente executivo da ABAC (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios). “E, com a carta de crédito na mão, tem o poder de quem compra à vista, negociando descontos.”

3 – Quer trocar de carro, mudar para uma casa maior ou adquirir um imóvel de veraneio
Nessas situações, é possível esperar tranqüilamente para comprar o bem.

4 – Não é disciplinado para economizar
O desejo de ter um apartamento ou um automóvel freqüentemente tropeça na falta de determinação para guardar dinheiro. A mensalidade do consórcio acaba funcionando, então, como uma poupança compulsória que ainda oferece a chance de compra do produto antes que se consiga juntar todo o montante.

5 – Possui alguma restrição de crédito
Dependendo da situação, as companhias que vendem os consórcios até podem (não é uma regra, frise-se) ser um pouco mais flexíveis ao aceitar um membro que esteja com o nome sujo e, por isso, não obtém empréstimos de outras instituições financeiras. Até que seja contemplado ou faça um lance, o consumidor está apenas fazendo uma poupança, e existem seguros que cobrem a eventual inadimplência de membros do grupo. Somente no momento em que recebe a sua carta de crédito o cliente deve apresentar garantias de que honrará os pagamentos das mensalidades.

Antes de fazer um consórcio, o consumidor deve conferir se a companhia é devidamente autorizada a operar pelo Banco Central (www.bcb.gov.br).

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segunda-feira, 20 de setembro de 2010 Aluguel, Casa própria, Imóveis | 16:37

Feirão em São Paulo oferecerá 200 mil imóveis

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Vai do próximo dia 23 ao dia 26 a quinta edição do Salão Imobiliário São Paulo, uma boa oportunidade para quem está em busca da casa própria.

No feirão, 100 expositores apresentarão aos visitantes aproximadamente 200 mil imóveis novos e usados, no Brasil e no exterior, com preços entre R$ 150 mil e R$ 30 milhões.

Os principais brancos do país também montarão seus estandes para oferecer financiamentos a quem estiver interessado em fazer uma aquisição.

SERVIÇO
O que: Salão Imobiliário São Paulo
Quando: dias 23 e 24 de setembro, das 12h às 21h; dias 25 e 26 de setembro, das 10h às 21h
Onde: Pavilhão de Exposições do Anhembi – Avenida Olavo Fontoura, 1.209, Santana, São Paulo – SP (estação de metrô Tietê)
Quanto: gratuito para quem se cadastrar antecipadamente pelo site http://www.sisp.com.br/; na hora, a entrada custa R$ 5; o estacionamento fica em R$ 25

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