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Arquivo da Categoria COMO FAZER

quarta-feira, 22 de junho de 2011 COMO FAZER, Direitos do consumidor, Eletrodomésticos, veículos | 15:45

Caiu no recall? Veja o que fazer

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Prevenir e reparar problemas com produtos e serviços fornecidos são obrigações dos fabricantes e dos prestadores, segundo o Código de Defesa do Consumidor.

É para cumprir as normas vigentes que as empresas realizam os recalls (do inglês, “chamar de volta”; no país, usa-se às vezes o termo “chamamento”).

Mas, embora tenha havido avanços nos últimos anos, uma considerável parte dos brasileiros ainda não conhece bem os seus direitos. Segundo pesquisa realizada pela Fundação Procon do Estado de São Paulo, 44% das pessoas não compreendem as circunstâncias em que os recalls são aplicáveis, 72% não acham que os chamamentos sejam bem divulgados pelas companhias e 61% julgam que as informações relativas aos riscos da desobediência à convocação não são devidamente informados. (O levantamento foi feito em março e teve 1.846 questionários respondidos.)

A fim de orientar o consumidor sobre esse expediente, a entidade acaba de lançar uma cartilha especial que pode ser retirada gratuitamente nos seus postos de atendimento ou baixada no site http://www.procon.sp.gov.br/pdf/acs_recall.pdf.

As principais orientações são as seguintes:

– Tomando conhecimento de algum recall ou aviso de risco, conferir se possui o produto ou é usuário do serviço em questão. Entrar em contato com o fornecedor o mais rápido possível, embora o prazo para conserto não expire nunca. É importante pedir um comprovante do reparo executado para garantia

– Caso perceba algum problema com seu produto ou serviço que possa ameaçar a saúde ou a segurança, o consumidor deve consultar a empresa para saber se há chamamento. O Procon-SP mantém uma base de dados a respeito das convocações lançadas no Brasil: http://www.procon.sp.gov.br/recall.asp. Não havendo, precisa comunicar o fato ao fabricante ou prestador e às entidades de defesa. É possível requerer, na Justiça, compensações por dano moral ou material

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terça-feira, 14 de junho de 2011 COMO FAZER, Crédito, Dívidas, Família, Planejamento financeiro | 19:31

Três medidas para começar a colocar as contas em ordem e fugir do endividamento

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A inadimplência do consumidor subiu 8,2% em maio na comparação com abril, segundo pesquisa do bureau de crédito Serasa Experian divulgada hoje.

Quem está no vermelho pode aproveitar as seguintes dicas dos especialistas para recolocar o orçamento nos trilhos:

 1 – Anotar, durante um mês, todas as despesas da casa
Sim, dá trabalho. Mas, se não souber exatamente para onde cada tostão está indo, o consumidor não consegue identificar os excessos. Somados, pequenos gastos como o cafezinho no meio do dia e a pipoca com refrigerante no cinema fazem muito volume no final do mês e podem representar a diferença entre fechar ou não as contas.
“Freqüentemente, as famílias não têm noção da sua situação verdadeira, apenas vão gastando o dinheiro conforme pinga na conta. Vislumbrar o cenário em seus detalhes já é suficiente para que uma grande parte delas consiga se reorganizar”, diz Caio Fragata Torralvo, consultor da empresa de planejamento financeiro Finplan.

2 – Analisar o peso das dívidas contraídas
O rotativo do cartão de crédito, o carnezinho da loja, a prestação do carro, o cheque especial, o pré-datado… Juros demais, que vão corroendo a renda até esfacelarem-na. Antes que os financiamentos –muito úteis e essenciais à realização de projetos quando bem utilizados– virem uma armadilha, uma ideia interessante é trocar todas as parcelas por uma só, de um consignado ou empréstimo pessoal com taxas mais baixas e prazo maior. Fica muito mais fácil de controlar assim.

3 – Entender os débitos como responsabilidade a ser assumida por toda a família
É comum que o crédito seja tomado somente no nome do pai ou da mãe. “Aí, em uma boa conversa com os filhos e demais agregados, divide-se o ônus”, ensina Dora Ramos, da consultoria Fharos. “Quem trabalha pode contribuir para quitar uma parte dos encargos. E cada membro deve fazer a sua parte na economia emergencial necessária para sair do buraco.”

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quarta-feira, 1 de junho de 2011 Bancos, COMO FAZER, Direitos do consumidor | 16:52

Saiba o que fazer se receber cédulas manchadas

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O Banco Central determinou, hoje, que as notas manchadas de cor-de-rosa pelos dispositivos anti-furto instalados em caixas eletrônicos não serão trocadas nem reembolsadas pelas instituições financeiras.

A orientação para o consumidor, então, é que confira atentamente todo o dinheiro que receber no comércio e simplesmente não aceite esse tipo de cédula de ninguém.

Caso obtenha uma nota manchada de algum caixa eletrônico de agência bancária durante o expediente, o cliente deve tirar um extrato da sua conta imediatamente e se dirigir a um gerente no ato para reclamar.

Se o saque se der em dias e horários em que as agências estão fechadas, o consumidor precisa tirar o extrato, registrar um boletim de ocorrência e registrar a reclamação com o seu gerente no dia útil seguinte ao acontecimento.

O atendente da instituição financeira anotará todos os dados do cliente, como os números do documento de identidade, do CPF (Cadastro de Pessoas Físicas) e endereço, e lhe entregará uma cópia desse relatório com número de protocolo para acompanhamento. Depois de submeter as cédulas a análise, decidirá se vai ou não substituí-las, dependendo da comprovação de que saíram de fato de uma máquina de auto-atendimento sua.

Não satisfeito com a solução dada pelo banco, o consumidor pode procurar o BC.

Ficará no prejuízo quem já está com uma nota assim na carteira, pois a medida entrou em vigor. Antes, o reembolso também estava sujeito a avaliação, não era automático.   

Aos comerciantes, a Fecomercio (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo) e a Febraban (Federação Brasileira de Bancos) recomendam recusar o dinheiro manchado de qualquer cliente ou fornecedor. Na tentativa de pagamento de compras com tais cédulas, sugerem inclusive que a polícia seja chamada, pois os montantes podem ser fruto de atividade criminosa.

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Bancos, Cartões, COMO FAZER, Consumo, Crédito, Direitos do consumidor | 05:59

Como tirar vantagem das mudanças nas regras do cartão de crédito

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Ilustração: Altovolta

Está na hora de chamar o seu cartão de crédito para discutir a relação.

Entram em vigor, hoje, diversas mudanças nas normas de uso dessa ferramenta que podem significar mais tranqüilidade e melhores compras se o consumidor souber aproveitá-las.

Os especialistas ensinam como extrair os benefícios de cada regra:

1 – Passam a existir dois tipos de dinheiro de plástico: básico e diferenciado

O mais simples pode ser nacional ou internacional, realiza todas as operações de compras e pagamentos de contas, mas deve ter a menor anuidade entre os cartões emitidos por determinada instituição.

O avançado oferece mimos adicionais, como seguros, prêmios e participação em programas de milhagem.

Deve-se analisar, individualmente, se esses privilégios são de fato úteis ou atrapalham em vez de ajudar. Por exemplo, a proteção para viagens oferecida pelos plásticos nem sempre é ampla o suficiente e adequada a todos os passeios da família. E uma grande parcela dos clientes simplesmente não acompanha e não converte a sua pontuação do plano de fidelidade, porém está pagando por esses penduricalhos.

Nesses casos, o cartão despojado é a opção indicada para o consumidor, que gasta menos para tê-lo, não sente culpa por estar perdendo algum mimo e somente vai contratar os serviços extras necessários a cada momento.

Outra ideia é, para quem tem mais de um cartão, trocar todos menos um pelo básico, fazendo uma pesquisa de atrativos e taxas para selecionar o diferenciado que vai permanecer na carteira.

Veja:

2 – Apenas cinco tarifas poderão ser cobradas: anuidade; para emissão de segunda via do cartão; para saques em dinheiro; no uso do plástico para o pagamento de contas; quando do pedido de avaliação emergencial do limite de crédito

Essa limitação vale para os cartões emitidos a partir de 1º. de junho de 2011. Os antigos somente serão contemplados a partir de junho de 2012.

Mesmo assim, aí está uma ótima oportunidade para diminuir já as taxas desembolsadas. Como o número de encargos é pequeno, ficou muito fácil levantar, entre as instituições financeiras, a que cobra menos. As informações serão publicadas nas páginas dos emissores na internet e afixadas nas agências de atendimento. Ameaçando trocar o seu cartão atual por outro mais barato, certamente o gerente do seu banco vai lhe oferecer as mesmas condições. Senão, basta cancelar os velhos e mudar.

Veja:

3 – Devem constar da fatura os seguintes dados: limite de crédito total e limites individuais para cada tipo de operação disponível; gastos realizados com o cartão, por evento, inclusive  parcelamentos; identificação das operações de crédito contratadas e respectivos valores; montantes relativos aos encargos cobrados, informados de forma separada de acordo com os tipos de operações realizadas com o cartão; valor dos encargos a serem cobrados no mês seguinte, no caso de o cliente optar pelo pagamento mínimo da fatura; custo efetivo total (CET), para o próximo período, das operações de crédito existentes

Novamente, torna-se mais prática a comparação entre os cartões de diferentes bancos.

“A transparência no relacionamento entre operadoras e clientes é um ganho notável da reforma”, diz Ricardo Pereira, consultor do programa Consumidor Consciente, da MasterCard. “Como estamos em uma época de aprendizado financeiro no país, esta é uma ótima chance de o brasileiro entender melhor as alternativas de crédito para lançar mão das que mais apropriadamente lhe servem. Um chamado à reflexão.”

4 – O montante mínimo exigido para pagamento da fatura, até ontem de 10%, vira 15%. Em 1º. de dezembro de 2011, 20%

O objetivo do Banco Central ao estabelecer essa providência é limitar o superendividamento. No entanto, a elevação é pequena demais para produzir tal efeito.

Como os juros cobrados na rolagem da dívida no cartão de crédito são os mais altos entre todas as modalidades de financiamento, superando 10% ao mês, sempre é mau negócio postergar o pagamento.

“A fim de se organizar, o consumidor precisa estabelecer como seu ‘mínimo’ particular o máximo que consegue quitar por mês, descontando do orçamento as suas despesas rotineiras com moradia, alimentação, transporte etc”, sugere o planejador Bruno Amaral Azevedo, sócio-fundador da consultoria Foco Financeiro. Então, se o limite oficial do plástico é de R$ 3 mil e a família só tem condições de pagar R$ 1 mil, este é o limite a ser considerado para compras, também as parceladas. Quem não se controla pode até solicitar ao banco que diminua as margens definitivamente.

“O ideal, para não extrapolar, é anotar cada passada e conferir, ao menos semanalmente, pela internet ou pelo telefone, os lançamentos”, acrescenta Azevedo.

Veja na TV iG:

5 – As instituições estão proibidas de enviar cartões ao cliente sem solicitação

O resultado geral das medidas é mais poder nas mãos do consumidor para escolher efetivamente os plásticos que lhe parecem interessantes –e não ser escolhido.

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quarta-feira, 25 de maio de 2011 Bancos, COMO FAZER, Direitos do consumidor | 17:47

Como reclamar de problemas com o seu banco

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Alguns clientes do Itaú levaram um susto, ontem, ao conferir o saldo das suas contas: parte do dinheiro havia “sumido”.

A instituição informou que um defeito técnico bagunçou a visualização dos extratos, mas o dinheiro encontrava-se disponível para movimentação. Os correntistas, no entanto, afirmam que não tiveram sucesso quando tentaram fazer saques ou pagar contas e querem saber como reclamar do transtorno.

“O banco sempre é responsável por todos os problemas nos serviços oferecidos e deve ressarcir os clientes das perdas advindas, por exemplo, do mau funcionamento do seu sistema”, frisa Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da ProTeste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor). No julgamento da AdIn (ação direta de inconstitucionalidade) 2591, em junho de 2006, o STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu que o Código de Defesa do Consumidor se aplica ao relacionamento bancário.   

A orientação dos especialistas em caso de contratempos é a seguinte:

1 – Guarde todas as provas das dificuldades enfrentadas
Extratos, a impressão em papel da tela do internet banking, uma foto feita com o celular da mensagem de erro exibida pelo caixa eletrônico –é essencial fundamentar a queixa com o máximo de documentos possível. Anote todos os procedimentos, com o horário em que foram efetuados.

2 – Procure atendimento imediatamente
“A melhor maneira de solucionar essas questões é pela via amigável”, frisa o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) na sua cartilha sobre o assunto, que pode ser baixada do site http://www.idec.org.br/pdf/guia-bancos-voce-2011.pdf.
Fale com o gerente da sua agência ou ligue para o serviço de atendimento ao cliente. Quanto mais rápido, mais fácil comprovar os danos e obter uma resposta.

3 – Documente a queixa
Solicite ao funcionário que o atender ao telefone um número de protocolo da chamada e peça ao gerente da agência um registro por escrito do seu relato.

4 – Entre em contato com a ouvidoria da instituição
Todos os bancos possuem, no seu organograma de atendimento, essa instância superior.

5 – Acione o Banco Central e as entidades de defesa do consumidor
O BC é responsável por fiscalizar a atuação das instituições financeiras. Pelo número 0800 979 2345 (ligação gratuita), colhe as reclamações dos usuários do sistema.
O Procon e as associações tentam mediar uma negociação entre o cliente e o seu banco.

Não havendo acordo, é possível levar a questão à Justiça, dependendo do tamanho das perdas.

O Itaú não vai montar nenhuma estrutura especial para receber as queixas de quem eventualmente tenha sofrido algum prejuízo com as falhas registradas na terça-feira. Diz, por meio da sua assessoria de imprensa, que em todas as situações pede que o correntista busque a agência ou o SAC, pelo número 0800 728 0728.

Na opinião dos especialistas, em ocorrências do tipo o cliente pode requerer o reembolso de multas por atraso no pagamento de contas que venciam ontem e não puderam ser quitadas e de quaisquer outras perdas financeiras. Para solicitar compensações por danos morais é preciso abrir um processo judicial.

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sábado, 5 de março de 2011 COMO FAZER, Família, Planejamento financeiro | 05:59

Aproveite a folga para fazer um check-up financeiro e comece a mudar a sua vida

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Se é verdade que o ano, no país, só tem início mesmo depois do Carnaval, então finalmente chegou a hora de cumprir aquela promessa de agarrar as rédeas das suas finanças.

O segredo para não desanimar diante da empreitada é, em vez de decidir mudar tudo da noite para o dia, dar um pequeno passo de cada vez.

“Comece simplesmente colocando os números no papel. Muitos brasileiros sofrem de extratofobia –o medo de olhar o extrato do banco achando que o problema é grande demais–; porém, quando de fato encaram a realidade, percebem que há, sim, uma solução. E que é possível tomar uma atitude a respeito”, diz o professor Samuel Marques, responsável pela parte econômica do site www.organizesuavida.com.br.

Dá para encaixar essa tarefa entre um samba e outro, durante o feriado prolongado de Carnaval. “O processo tem que ser um diálogo em família, envolvendo pai, mãe e os filhos (a partir de 12 ou 14 anos). O planejamento se configura sempre como um trabalho em equipe”, ensina André Novaes, fundador e diretor executivo da consultoria Life Finanças Pessoais.

Faça o check-up anotando –em um caderninho ou uma planilha de computador– as seguintes informações:

1 – Receitas
Para os assalariados, é mais fácil: basta copiar os valores que constam do holerite, prestando atenção aos descontos –impostos, vale-refeição e transporte etc–, geralmente ignorados. São os valores líquidos que contam.
Os autônomos, profissionais liberais e empresários terão um pouco mais de trabalho nessa parte, porque a sua renda varia bastante mês a mês e freqüentemente fica misturada com as entradas do seu negócio. É essencial separar.

2 – Despesas
Precisam ser classificadas em sete categorias:
– habitação (aluguel, financiamento imobiliário, condomínio, empregada, água, luz, gás) – 30%
– alimentação (supermercado, padaria, refeições fora de casa) – 25%
– transporte (passagem de ônibus, táxi, financiamento do automóvel, combustível) – 15%
– saúde (convênio, consultas, remédios, mensalidade da academia de ginástica) e cuidados pessoais (cabeleireiro, clínica de estética) – 12%
– educação (cursos e material) – 8%
– vestuário (roupa, sapato, consertos) e lazer (clube, cinema, balada) – 5%
– outros – 5%
As porcentagens relacionadas acima se referem à média de gastos das famílias no país, segundo estudo feito pelo professor Marques a partir de informações do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e da FGV (Fundação Getulio Vargas). “Serve basicamente para que os exageros apareçam com clareza. Porque, quando o salário é extrapolado, a primeira providência é tirar o leite condensado do carrinho do supermercado. Entretanto, o excesso pode estar escondido em outro lugar”, explica.

3 – Dívidas
Aqui entram os cartões de crédito, o cheque especial descoberto, empréstimos e financiamentos. De acordo com os parâmetros dos especialistas, um endividamento de até cinco vezes os ganhos é o limite máximo aceitável –não pelo tamanho em si, mas pelo seu custo em termos de juros. 

4 – Patrimônio
Carro e casa pelo seu valor de mercado, FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), poupanças e aplicações financeiras.
Existe uma fórmula que fornece uma noção do montante ideal: multiplicar a renda anual (considerando o décimo terceiro salário e férias) pela sua idade mais dez e dividir por vinte. No caso de um trabalhador de trinta anos que recebe R$ 5 mil por mês, fica assim: 66,5 mil x 40 / 20 = R$ 133 mil. Esse é, portanto, o objetivo a ser perseguido na próxima década, e deve-se repetir a conta todo ano ou a cada mudança na renda.

Pensando nos grandes propósitos individuais e nos daqueles a que se quer bem, toda essa conversa sobre valores, orçamento e fluxo de caixa adquire um sentido verdadeiro. “Sonhar com o que se deseja obter e realizar provê a família da força necessária para se programar”, frisa Novaes. Do site da Life, pode-se baixar o guia “Livro dos Sonhos”, que ajuda a ordenar todas as vontades, ambições e expectativas.

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domingo, 23 de janeiro de 2011 COMO FAZER, Planejamento financeiro | 05:59

Defina as suas metas financeiras para 2011

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Estabelecer prioridades é o primeiro passo para de fato cumprir aquela resolução da virada do ano de administrar melhor a vida financeira.

Mas determinar uma meta que funcione como estímulo e ainda balize as decisões que serão tomadas em 2011 também demanda bastante método:

1 – Tenha foco
Os seus propósitos precisam ser claros e específicos. Não adianta muito dizer apenas “sair do aperto” ou “viver melhor com o salário”. É preferível usar “eliminar as dívidas” e “poupar 10% da renda todo mês”.

2 – Escolha alvos relevantes e atingíveis
Cada um sabe o que é mais importante para si. A sua escala de valores ditará, então, as causas que estarão em primeiro lugar neste ano. “Todos queremos muitas coisas ao mesmo tempo, claro. Por isso é altamente recomendável hierarquizar os desejos, senão acabamos nos perdendo”, ensina Sabrina Sciama, gerente de relações corporativas do Brasil e responsável pelo programa “Finanças Práticas”, da instituição, que acaba de lançar o guia “50 dicas para cuidar da sua saúde financeira”, disponível para download no endereço http://www.financaspraticas.com.br/50ways_port.pdf.E é essencial ser realista no planejamento, para não desanimar pelo caminho. Por exemplo, trocar o encanamento e a fiação da casa inteira em três meses é complicado –mas aprontar a sala de visitas e o banheiro principal a tempo de comemorar o Dia das Mães parece factível.

3 – Mensure o objetivo
Significa traduzir o sonho em valores, para saber exatamente onde se está, onde se quer chegar e o tamanho dos passos para percorrer o trajeto. E a estimativa, realizada após bastante pesquisa, deve ser exata até os centavos.  

4 – Coloque prazos e divida-os em etapas
Os esforços requerem data para começar e para terminar. E o período tem que ser dividido em fases menores. Dessa maneira, fica fácil medir o progresso da missão e corrigir eventuais falhas. “Daí se consegue traçar um plano de ação. O melhor é inclusive colocar no papel, para favorecer o controle”, sugere Sabrina.

Conquistar o apoio da família para a missão é indispensável, pois será necessário fazer sacrifícios em determinadas áreas.

Você já decidiu as suas prioridades financeiras para 2011? Divida com os demais leitores!

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quinta-feira, 20 de janeiro de 2011 COMO FAZER, Direitos, Direitos do consumidor | 05:58

Como acionar as entidades de defesa do consumidor

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Ao enfrentar alguma dificuldade com um estabelecimento comercial ou um prestador de serviço, freqüentemente o consumidor se sente desamparado, sem ter a quem reclamar ou mesmo perguntar sobre a correção do tratamento recebido.

Mas há várias instituições que prestam essa assistência.

O Procon, um órgão público, é o mais conhecido. Cada Estado tem o seu, com estrutura e forma de atendimento próprias –pessoalmente, por telefone, email, carta, fax… Funciona de duas maneiras, sempre sem custo: explica ao cidadão os seus direitos de forma a auxiliá-lo na tomada de decisões e, como mediador, facilita o diálogo entre empresas e insatisfeitos.

Existem, ainda, as entidades privadas, como o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) e a ProTeste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor).

Além de prestarem consultoria, publicarem em revistas e nos seus sites informações sobre a legislação e promoverem conciliação, organizações desse tipo também são proativas: costumam lançar campanhas, experimentar e avaliar produtos e entrar com ações judiciais em nome dos seus membros. Normalmente, não visam ao lucro, mas cobram mensalidades ou anuidades dos seus sócios para poder bancar os processos e o seu corpo de especialistas.

Como último recurso, quando as partes não chegam a acordo, pode-se ainda procurar a Justiça. O juizado especial cível recebe as causas menores, de até vinte salários mínimos sem precisar contratar um advogado e de vinte a quarenta com advogado.  

Para agilizar o atendimento e facilitar a solução do problema, antes de buscar ajuda o interessado deve juntar toda a documentação sobre o caso.

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terça-feira, 11 de janeiro de 2011 COMO FAZER, Consumo, Crianças, Família, Impostos | 11:07

Como organizar as despesas de início de ano

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As contas não tiram férias.

Nem direito passaram o Natal e o Réveillon e já vêm IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) e os gastos com material escolar despertar as famílias do clima de comemoração. Eventualmente, também se apresenta uma fatura de cartão de crédito com as comprinhas de final de ano e as despesas das férias.

O ideal, sempre, é que se faça uma provisão para tais dispêndios com alguns meses de antecedência, assim os montantes podem ser divididos ao longo do tempo e não pesam demais de uma vez só.

Caso não haja uma reserva específica para esse fim, deve-se analisar as economias da casa e identificar –levando em consideração os rendimentos, os tempos de aplicação e impostos a pagar– de onde se pode tirar os recursos para honrar os compromissos. Com dinheiro na mão, é muito mais fácil planejar e conseguir descontos quando cabível.

Precisam ter prioridade na quitação as contas que cobram grandes juros e aquelas cujo atraso pode trazer problemas, como a matrícula da escola das crianças.    

Aí traça-se a estratégia. “A maneira adequada de enfrentar essas despesas depende principalmente da situação da família, dos recursos  que possui disponíveis agora e nos próximos meses”, diz Maíra Feltrin Alves, advogada do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor). “Por isso, uma análise detalhada das receitas e depesas nesse período é indispensável.”     

1 – IPTU
A prefeitura da cidade informa quais são as condições para o pagamento do tributo. Geralmente, há descontos para os contribuintes que quitam a obrigação à vista –nesse caso, deve-se comparar a porcentagem do abatimento com o tamanho do retorno que se consegue nas aplicações financeiras escolhidos pela família. Sendo o segundo maior, parcelar é a opção mais vantajosa. No entanto, muita gente escolhe liquidar o imposto de uma vez simplesmente para não ter que se preocupar com mais uma prestação pelo ano, o que também é válido.

2 – IPVA
Da mesma forma, deve-se comparar o desconto oferecido com o retorno médio das aplicações da família.

“Mesmo para quem não tem uma poupancinha vale a pena apertar um pouco o orçamento de janeiro e tentar resolver tudo de uma vez só”, ensina André Cillo, professor de contabilidade e finanças do Unisal (Centro Universitário Salesiano de São Paulo).

O parcelamento é o mais recomendado, óbvio, quando o contribuinte não tem recursos para quitar à vista –não se deve fazer empréstimos nem entrar no cheque especial para cobrir tais gastos.   

3 – Material escolar
Primeiro, é fundamental pesquisar os preços, pois a diferença entre as lojas costuma ser bem grande. Os órgãos de defesa do consumidor lembram que o estabelecimento de ensino não pode exigir que a compra seja realizada em lugares por ele determinados.
À vista, o consumidor pode até decidir adquirir os itens mais baratos de cada papelaria e ainda pedir um desconto adicional. Preferindo parcelar, o mais indicado é escolher uma loja apenas e negociar condições interessantes para o escalonamento. “Até porque estamos tratando da compra de itens que serão usados por todo o ano –ou seja, faz sentido diluir a despesa também”, considera Cillo. 

Tão importante quanto encontrar o jeito mais conveniente de abraçar esses gastos sazonais é mantê-los sob controle. As parcelas –no cheque ou no cartão de crédito– têm que ser devidamente lançadas no orçamento dos próximos meses.  

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sexta-feira, 31 de dezembro de 2010 COMO FAZER, Comportamento, Consumo, Crédito, Dívidas, Família, Investimentos, Planejamento financeiro | 05:59

16 atitudes para transformar sua vida financeira em 2011

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Curtir o salário, pagar todas as contas em dia, acabar com as pendências, começar a investir –administrar bem o seu dinheiro com certeza é parte da lista de desejos de muitos brasileiros às vésperas de começar um novo ano.

Para passar da promessa à ação e de fato mudar de vida em 2011, eis 16 ideias super eficazes:

1 – Tenha um grande objetivo
Começar a se organizar e poupar fica bem mais fácil quando existe um sonho que os recursos podem ajudar a tornar real, como a compra da casa própria ou uma viagem de intercâmbio cultural. Separar já no começo do mês os montantes destinados a formar uma reserva e só depois montar o orçamento da casa com o que sobra, e não o contrário, é uma estratégia que funciona bem.

Sugestões de Conrado Navarro, consultor do programa Consumidor Consciente, da Mastercard:

2 – Abandone o complexo de vítima
Muitas pessoas culpam o governo, os bancos, as lojas e a família pela sua realidade financeira ruim. A verdade, porém, é que os apertos são resultado da falta de planejamento e de más decisões tomadas. Assumir a responsabilidade por cada ato é fundamental para conseguir mudar.

3 – Tome pé da situação
Não é necessário adotar planilhas nem sistemas complexos. Em um singelo caderninho pode-se anotar, com rigor, todos os gastos da família. A contabilidade feita somente na cabeça engana.

4 – Automatize os investimentos
Não havendo o hábito de economizar uma parte das receitas da casa, programar aplicações para determinadas datas (por exemplo, o dia em que o salário cai na conta corrente) é a solução para evitar esquecimentos.

5 – Assuma o compromisso de fugir das dívidas caras
O cartão de crédito e o cheque especial são ferramentas bastante úteis, mas com indicações e formas de uso específicas. Rolar a fatura do cartão e deixar o cheque especial descoberto por descuido significa pagar juros altíssimos. Trocando tais débitos por outros mais baratos, como o empréstimo consignado, e proibindo-se de voltar a abusar deles, o consumidor já aprimora a qualidade das suas finanças.

6 – Dedique tempo para se educar e aprender a gerir o seu dinheiro
Em livros, jornais, sites, blogs e cursos especializados, pode-se obter muito conhecimento que auxilia na administração dos recursos e dos projetos. É ótimo entender, finalmente, o que o gerente do banco está dizendo e se sentir no controle.

7 – Pesquise preços
Vale a pena andar um pouco mais e não comprar no primeiro estabelecimento que aparece. De centavo em centavo, no final a diferença pode ser bem grande.

8 – Concentre-se na sua qualidade de vida
O dinheiro é um meio para se viver bem; não precisa, portanto, virar uma fonte de preocupações e problemas. Esse conceito é que se deve ter em mente na hora de estudar as maneiras de ganhá-lo e gastá-lo.

Sugestões de Mauro Calil, diretor do Centro Calil & Calil de Estudos e Formação de Patrimônio e autor do livro “A Receita do Bolo” (Clube de Autores):

9 – Saiba exatamente quanto você ganha
Geralmente, a contabilidade da casa contempla as receitas brutas de cada um dos membros, e aproximada –é nacional a mania de arredondar os valores para cima, em uma matemática torta pela qual começam os erros na administração dos recursos.

10 – Estude com cuidado suas despesas para realizar cortes e substituições
Examine com lupa cada gasto e avalie se existe alguma forma de reduzi-lo. O excesso pode estar escondido nos 200 canais da TV a cabo ou nas pizzas que substituem o jantar caseiro noite sim, noite também.

11 – Diminua os limites dos cartões de crédito para 50% da sua renda líquida e o do cheque especial, para 10%
 Trata-se de é uma tática para controlar a tentação de comprar mais do que se deve, comprometendo o orçamento da casa. Somando todos os cartões, o montante disponível para compras deve ser de, no máximo, metade das receitas da família. Afinal, além da fatura, outras contas devem ser pagas: energia elétrica, condomínio, aluguel… O cheque especial precisa ter apenas o tamanho adequado para cumprir a sua função, que é a de solucionar alguma emergência.

12 – Mantenha uma reserva de recursos para aproveitar as promoções
Ofertas de produtos que são muito demandados em casa (fraldas, material escolar, mantimentos etc) apresentam-se como uma ótima chance de economia. Por isso, é recomendável separar uma quantia do orçamento justamente para ser gasta quando aparecem essas boas oportunidades. Lançar mão do estratagema requer, entretanto, que o consumidor saiba exatamente quanto gasta com cada item, pois assim pode identificar bem as vantagens.

Sugestões de Cristiana Dias Baptista, planejadora financeira certificada:

13 – Planeje suas aquisições
É preferível poupar um pouquinho todo mês até ter dinheiro suficiente para comprar um bem do que parcelar. Mesmo sem juros, dividir o pagamento dá a falsa sensação de ter dinheiro sobrando.

14 – Não parcele compras que se repetem todos os meses
De nada adianta dividir despesas recorrentes, como as de farmácia e supermercado. Em pouco tempo, as parcelas vão se sobrepor, criando uma bola de neve.

15 – Evite ir ao shopping com a cabeça cheia
Problemas e estresse são péssimos conselheiros na hora de fazer compras.

16 – Espalhe pela casa avisos lembrando a si mesmo da sua decisão de cuidar das suas finanças
Como faz quem está de dieta, colocar no papel, ler, refletir e repetir as resoluções sobre dinheiro tomadas contribui para fixá-las e fortalecê-las internamente.

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