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Arquivo da Categoria Comportamento

segunda-feira, 9 de maio de 2011 Ações, Bolsa de Valores, Comportamento, Fundos, Investimentos, Livros, Mercado financeiro, Renda Fixa, Renda variável | 18:47

Livro quer ensinar investidor a decifrar seus sentimentos

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Para a pesquisadora Vera Rita de Mello Ferreira, entender a maneira como pensamos e os fatores que nos influenciam a escolher determinados caminhos é a chave para aprendermos a tomar decisões financeiras mais eficazes e até a evitar prejuízos.

Esse é o mote do novo livro da estudiosa, professora da Fipecafi (Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras) e pioneira na análise dos fenômenos econômicos sob a ótica combinada da psicanálise e da psicologia. “A Cabeça do Investidor – Conhecendo suas emoções para investir melhor” sai nesta semana pela editora Évora.

Quem estiver em São Paulo pode pegar um autógrafo no seu exemplar na próxima quarta-feira, dia 11, a partir das 19h na livraria Saraiva do shopping Iguatemi.

A reflexão fundamental proposta pela obra diz respeito à racionalidade: como podemos controlar nossos sentimentos para agir de forma mais produtiva e vantajosa.

Serviço
Lançamento do livro “A Cabeça do Investidor – Conhecendo suas emoções para investir melhor”, de Vera Rita de Mello Ferreira
Quando: 11 de maio, quarta-feira, a partir das 19h
Onde: Livraria Saraiva do shopping Iguatemi – avenida Brigadeiro Faria Lima, 2232, piso Faria Lima

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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011 Comportamento, Consumo, Eletrodomésticos, Família | 15:17

Bom atendimento é mais importante do que preço baixo?

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No setor de vestuário e calçados, sim, segundo pesquisa realizada pelo IEMI (Instituto de Estudos e Marketing Industrial).

Para 51% dos 3.300 consumidores entrevistados em todo o Brasil no levantamento, a cortesia do vendedor da loja é o item que mais pesa na decisão de compra. Surpreendentemente, o preço baixo aparece somente no 9º. lugar do ranking de importância, com 14,2% dos votos –atrás, por exemplo, da variedade de produtos, dos descontos e promoções e da facilidade de pagamento.

“Isso acontece porque peças de roupa são quase únicas, muito diferentes umas das outras. É difícil, então, comparar entre vários estabelecimentos”, explica Marcelo Villin do Prado, diretor do Iemi. “Pelo mesmo motivo, a aquisição acaba se baseando bastante na segurança que o vendedor passa quanto à qualidade do item e na sua competência em apresentar informações de moda ao cliente.”

O bom tratamento é ainda mais valorizado pelo consumidor das classes D e E, que costuma se sentir desconfortável quando freqüenta lojas sofisticadas.

A atenção recebida também influencia bastante no comércio de móveis e artigos de decoração e, ao contrário, apresenta menor relevância no de eletroeletrônicos e de perfumes, nos quais o conhecimento das marcas tem peso grande.

O que mais importa, para você, na hora de comprar uma peça de roupa: o atendimento ou o preço? Deixe um comentário!

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sexta-feira, 31 de dezembro de 2010 COMO FAZER, Comportamento, Consumo, Crédito, Dívidas, Família, Investimentos, Planejamento financeiro | 05:59

16 atitudes para transformar sua vida financeira em 2011

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Curtir o salário, pagar todas as contas em dia, acabar com as pendências, começar a investir –administrar bem o seu dinheiro com certeza é parte da lista de desejos de muitos brasileiros às vésperas de começar um novo ano.

Para passar da promessa à ação e de fato mudar de vida em 2011, eis 16 ideias super eficazes:

1 – Tenha um grande objetivo
Começar a se organizar e poupar fica bem mais fácil quando existe um sonho que os recursos podem ajudar a tornar real, como a compra da casa própria ou uma viagem de intercâmbio cultural. Separar já no começo do mês os montantes destinados a formar uma reserva e só depois montar o orçamento da casa com o que sobra, e não o contrário, é uma estratégia que funciona bem.

Sugestões de Conrado Navarro, consultor do programa Consumidor Consciente, da Mastercard:

2 – Abandone o complexo de vítima
Muitas pessoas culpam o governo, os bancos, as lojas e a família pela sua realidade financeira ruim. A verdade, porém, é que os apertos são resultado da falta de planejamento e de más decisões tomadas. Assumir a responsabilidade por cada ato é fundamental para conseguir mudar.

3 – Tome pé da situação
Não é necessário adotar planilhas nem sistemas complexos. Em um singelo caderninho pode-se anotar, com rigor, todos os gastos da família. A contabilidade feita somente na cabeça engana.

4 – Automatize os investimentos
Não havendo o hábito de economizar uma parte das receitas da casa, programar aplicações para determinadas datas (por exemplo, o dia em que o salário cai na conta corrente) é a solução para evitar esquecimentos.

5 – Assuma o compromisso de fugir das dívidas caras
O cartão de crédito e o cheque especial são ferramentas bastante úteis, mas com indicações e formas de uso específicas. Rolar a fatura do cartão e deixar o cheque especial descoberto por descuido significa pagar juros altíssimos. Trocando tais débitos por outros mais baratos, como o empréstimo consignado, e proibindo-se de voltar a abusar deles, o consumidor já aprimora a qualidade das suas finanças.

6 – Dedique tempo para se educar e aprender a gerir o seu dinheiro
Em livros, jornais, sites, blogs e cursos especializados, pode-se obter muito conhecimento que auxilia na administração dos recursos e dos projetos. É ótimo entender, finalmente, o que o gerente do banco está dizendo e se sentir no controle.

7 – Pesquise preços
Vale a pena andar um pouco mais e não comprar no primeiro estabelecimento que aparece. De centavo em centavo, no final a diferença pode ser bem grande.

8 – Concentre-se na sua qualidade de vida
O dinheiro é um meio para se viver bem; não precisa, portanto, virar uma fonte de preocupações e problemas. Esse conceito é que se deve ter em mente na hora de estudar as maneiras de ganhá-lo e gastá-lo.

Sugestões de Mauro Calil, diretor do Centro Calil & Calil de Estudos e Formação de Patrimônio e autor do livro “A Receita do Bolo” (Clube de Autores):

9 – Saiba exatamente quanto você ganha
Geralmente, a contabilidade da casa contempla as receitas brutas de cada um dos membros, e aproximada –é nacional a mania de arredondar os valores para cima, em uma matemática torta pela qual começam os erros na administração dos recursos.

10 – Estude com cuidado suas despesas para realizar cortes e substituições
Examine com lupa cada gasto e avalie se existe alguma forma de reduzi-lo. O excesso pode estar escondido nos 200 canais da TV a cabo ou nas pizzas que substituem o jantar caseiro noite sim, noite também.

11 – Diminua os limites dos cartões de crédito para 50% da sua renda líquida e o do cheque especial, para 10%
 Trata-se de é uma tática para controlar a tentação de comprar mais do que se deve, comprometendo o orçamento da casa. Somando todos os cartões, o montante disponível para compras deve ser de, no máximo, metade das receitas da família. Afinal, além da fatura, outras contas devem ser pagas: energia elétrica, condomínio, aluguel… O cheque especial precisa ter apenas o tamanho adequado para cumprir a sua função, que é a de solucionar alguma emergência.

12 – Mantenha uma reserva de recursos para aproveitar as promoções
Ofertas de produtos que são muito demandados em casa (fraldas, material escolar, mantimentos etc) apresentam-se como uma ótima chance de economia. Por isso, é recomendável separar uma quantia do orçamento justamente para ser gasta quando aparecem essas boas oportunidades. Lançar mão do estratagema requer, entretanto, que o consumidor saiba exatamente quanto gasta com cada item, pois assim pode identificar bem as vantagens.

Sugestões de Cristiana Dias Baptista, planejadora financeira certificada:

13 – Planeje suas aquisições
É preferível poupar um pouquinho todo mês até ter dinheiro suficiente para comprar um bem do que parcelar. Mesmo sem juros, dividir o pagamento dá a falsa sensação de ter dinheiro sobrando.

14 – Não parcele compras que se repetem todos os meses
De nada adianta dividir despesas recorrentes, como as de farmácia e supermercado. Em pouco tempo, as parcelas vão se sobrepor, criando uma bola de neve.

15 – Evite ir ao shopping com a cabeça cheia
Problemas e estresse são péssimos conselheiros na hora de fazer compras.

16 – Espalhe pela casa avisos lembrando a si mesmo da sua decisão de cuidar das suas finanças
Como faz quem está de dieta, colocar no papel, ler, refletir e repetir as resoluções sobre dinheiro tomadas contribui para fixá-las e fortalecê-las internamente.

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sexta-feira, 17 de dezembro de 2010 Comportamento, Consumo, Família, presentes | 05:59

Gorjetas e caixinha de final de ano: dar ou não dar, eis a questão

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                                                                                                                                            Ilustração: Altovolta 

O Brasil está mais próximo da Europa do que dos Estados Unidos quando o assunto é a remuneração de profissionais como garçons, manobristas, empacotadores de compras de supermercado, cabeleireiros, faxineiras.

Enquanto os consumidores americanos cultivam o forte hábito de complementar os valores devidos pelo serviço com uma gratificação proporcional à qualidade do trabalho, os europeus geralmente acham que o justo é pagar o que está sendo cobrado e pronto –até porque, muitas vezes, sobre as contas incidem taxas obrigatórias destinadas a recompensar o profissional, como acontece em bares e restaurantes.

No país, a visão é muito semelhante a essa também.

“Não que o brasileiro não valorize o empenho do profissional que lhe serve –é uma questão de tradição mesmo. E montantes que superem o valor do serviço ou os 10% da gratificação compulsória são vistos como excessivos”, explica Ricardo Antunes, professor titular de sociologia do trabalho da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e autor dos livros “Adeus ao trabalho? Ensaio sobre as metamorfoses e a centralidade no mundo do trabalho” (Editora Cortez) e “Riqueza e miséria do trabalho no Brasil” (Editora Boitempo), entre outros. “Dar gorjeta depende bastante, ainda, do estabelecimento comercial de que se está falando. Certamente, haverá uma distribuição maior de caixinhas em lugares freqüentados pelas classes médias e altas.” E, se o prêmio sempre foi visto como pesado demais para o bolso do consumidor médio, até se espera que, com a melhoria das condições econômicas nacionais recentemente, a generosidade cresça um pouco.

Tais reflexões surgem costumeiramente nesta época do ano junto com as caixinhas e listas de gratificação que se multiplicam por padarias, portarias do prédio em que se vive e do escritório, postos de gasolina, estacionamentos e salões de beleza. Estão em toda parte.

Entretanto, ninguém deve se sentir forçado a colaborar. Menos ainda por julgar que algumas categorias são desfavorecidas. “Os patrões depreciam os salários considerando que a diferença será coberta pela clientela, mas não se pode compactuar com esse estratagema”, diz Antunes.

Os principais critérios para selecionar os agraciados com a caixinha especial de final de ano são, basicamente, o grau de proximidade com o prestador e, claro, a sua eficiência. Executar um bom trabalho é obrigação contemplada pelo salário, porém as doses extras de boa vontade dispensadas podem ser reconhecidas com um premiozinho.

Quanto aos valores, não existe uma regra. “A gratificação pode vir na forma de um arredondamento no último encontro do ano, por exemplo”, sugere a consultora em etiqueta e marketing pessoal Ligia Marques. “Colocar o dinheiro em um envelopinho fica mais elegante caso se queira  presentear fora de uma lista.” Dar o bônus em espécie é interessante porque deixa o trabalhador à vontade para usar o montante da forma que desejar. No entanto, escolher um bom panetone, uma bebida ou uma cesta de alimentos da época é uma bela saída se não há intenção de oferecer quantias muito elevadas.   

A verba para essas gorjetas deve fazer parte do orçamento de Natal da família. Limitando o total que se pode despender, fica mais fácil dividir os montantes entre os prestadores queridos.

Quem são os prestadores de serviço que você gratifica no final do ano? Deixe um comentário!

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terça-feira, 7 de dezembro de 2010 Alimentação, Comportamento, Consumo, Família, Indicadores Econômicos, Inflação, Supermercado | 13:19

A sua inflação pessoal

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A inflação, no Brasil, acelerou neste segundo semestre principalmente por causa da disparada de alguns produtos alimentícios, como a carne bovina e o feijão, que tiveram sua produção no país afetada por problemas climáticos.

Mas a percepção do sobe-e-desce dos preços varia bastante entre cada casa. Se, em determinado domicílio, a conta do supermercado toma a maior parte do orçamento mensal, por exemplo, os aumentos nos itens dessa lista naturalmente pesam e aparecem muito mais. Então, dependendo de quais mercadorias se costuma comprar, ora tem-se a sensação de que as alterações são muito maiores do que os índices registram e, em outros momentos, não se sente a pressão.

Indo um pouco além no exercício de anotar receitas e despesas para controlar as finanças da família, é possível acompanhar melhor as alterações nos valores das mercadorias e dos serviços consumidos com freqüência para fazer eventuais substituições e mudanças de rumo, manter os gastos dentro dos limites estabelecidos e entender de que maneira as mudanças na economia atingem as contas da residência.

A ideia é mensurar a inflação da família, para trocar a impressão das mudanças de preços por estimativas precisas.

Dá um certo trabalho; porém, se envolver todos os parentes, a tarefa traz o benefício extra de fazer com que filhos e cônjuges se comprometam mais com a gestão inteligente do orçamento.

Para os cálculos, é necessário escrever uma relação detalhada de cada tipo de dispêndio da casa. Não basta, então, anotar “supermercado”, como geralmente se procede. Essa vai ser apenas uma categoria de despesas, sob a qual entram os artigos: batata, arroz, bolacha. A cada mês, deve-se somar e lançar nessa listagem os respectivos valores.

Outras classes de gastos precisam ser criadas: educação (mensalidade escolar, material, cursos extracurriculares), saúde (convênio, remédios), transporte (passagem de ônibus, táxi, combustível, a prestação do carro), lazer (cinema, TV a cabo), habitação (energia elétrica, gás, água, aluguel), vestuário (aquisição de roupas, lavanderia).

Caso fique muito complicado, vale começar monitorando apenas a mais importante para o domicílio. 

Depois de seis meses já dá para fazer uma avaliação. Em um ano, porém, a comparação fica mais exata e pode surpreender. É interessante, ainda, fatiar o total da renda pelos grupos, para perceber onde se concentram os gastos –e comparar com o noticiário e os indicadores elaborados pelos economistas.

Na sua observação, como os preços ziguezaguearam neste ano? Deixe um comentário!

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NOTÍCIAS NO iG:
IPC da baixa renda sobe para 1,33% em novembro

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sábado, 27 de novembro de 2010 Alimentação, Comportamento, Consumo, Crianças, Dólar, E-Commerce, Educação, Eletrodomésticos, Família, Férias, Livros, Supermercado, Turismo, Varejo, Viagem | 05:59

Cinco maneiras de aproveitar o dólar barato

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O dólar comercial subiu um pouquinho neste mês de novembro por causa dos desdobramentos da crise europeia, mas, ainda assim, oscilando perto de R$ 1,70, está nos menores níveis da história.

Confira algumas ideias para usufruir dessa taxa de câmbio favorável ao consumidor: 

1 – Conheça outro país nas férias de verão
Nunca foi tão fácil viajar para o exterior. Passagens e hospedagem podem ser parcelados em até dez vezes sem juros e considerando a cotação do dólar no momento no qual o negócio é fechado, o que facilita o planejamento do turista. Os destinos favoritos dos brasileiros são os Estados Unidos (Miami, Orlando e Nova York) e a Argentina.

2 – Proporcione um intercâmbio educativo para os filhos em 2011
“O recente crescimento da economia do país também levou à maior concorrência pelos bons empregos. Então, o trabalhador percebeu que uma vivência internacional é um grande diferencial no currículo”, diz Luiza Vianna, gerente de cursos no exterior da agência CI (Central de Intercâmbio). Escolas americanas, da Inglaterra, da Austrália e do Canadá têm sido as preferidas tanto para cursos de idiomas de curta duração como de Ensino Médio, especialização e pós-graduação. Os valores podem ser divididos em até 18 prestações iguais no cartão ou no cheque.

3 – Leve para casa aquele vinho bacana ou o azeite especial que antes estava fora de alcance
Com a desvalorização do dólar nos últimos anos, os vinhos estrangeiros ficaram entre 10% e 20% mais baratos no mercado nacional. Quem já apreciava a bebida passou a se dar ao luxo de adquirir garrafas melhores, e uma legião de neófitos invadiu as adegas. “Os vinhos argentinos e chilenos são o destaque desse crescimento da demanda. Pela qualidade que apresentam, suas vendas devem continuar crescendo”, prevê Ciro Lilla, presidente da importadora Mistral, uma das maiores do país.
Alimentos mais sofisticados vindos do exterior, como azeites e chocolates, também estão ganhando espaço nos carrinhos de supermercado.

4 – Vá ao Paraguai comprar os presentes de Natal da família
Perfumes e maquiagem, eletrônicos, celulares, artigos de papelaria, brinquedos. Basta atravessar a Ponte da Amizade de Foz do Iguaçu, no Paraná, até chegar a Ciudad Del Este para encontrar todos esses produtos a preços bem mais atraentes do que os praticados no Brasil. Saindo do Estado de São Paulo, as excursões de ônibus ao Paraguai, que costumam durar dois dias, custam por volta de R$ 250, mas a economia e a variedade de mercadorias valem a pena. É importante ficar atento aos impostos de importação, entretanto. Considerados bens de uso pessoal, um relógio de pulso, uma câmera fotográfica e um telefone celular por pessoa não precisam ser declarados e estão isentos de tributos. O cidadão que retornou ao país por via terrestre possui uma cota de apenas US$ 300 livres de impostos para compras –aqui devem ser incluídos notebooks e filmadoras, por exemplo.

5 – Encha a estante com os livros, CDs e DVDs só encontrados nas lojas virtuais estrangeiras
Muitas vezes, só é possível encontrar obras muito específicas, como de artes plásticas, medicina e engenharia, no exterior. O mesmo acontece com CDs e DVDs antigos e raros. Mesmo pagando os impostos e as taxas de postagem, vale a pena.

E você, como tira vantagem dessa taxa de câmbio? Deixe um comentário!

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terça-feira, 16 de novembro de 2010 Comportamento, Consumo, Crédito, Dívidas, Educação Financeira | 13:15

Superendividado? Organização e informação são o remédio

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O Procon do Estado de São Paulo lança hoje um programa para ajudar consumidores que estejam excessivamente endividados. A previsão é de que o serviço comece a funcionar em dezembro.

Os interessados devem procurar os postos da entidade nos Poupatempos Sé, Santo Amaro e Itaquera. O atendimento tem duas fases: primeiro, o devedor assistirá a uma série de palestras sobre orçamento familiar, direitos e deveres de todas as partes em uma operação de empréstimo ou financiamento e matemática financeira, entre outros temas, e depois participará de uma audiência de conciliação com todos os seus credores para renegociar as pendências.

“Mais do que resolver as questões desses débitos especificamente, o objetivo é ajudar o consumidor a tomar consciência do seu problema e aprender a se planejar para evitar que volte a se ver em tal situação”, explica Roberto Pfeiffer, diretor executivo do Procon-SP. “O superendividamento tem muitos efeitos danosos para a pessoa, que passa a enfrentar dificuldades na hora de fazer compras ou transações bancárias e quando vai procurar emprego, e leva à desestabilização familiar.”

Na avaliação da entidade, o consumidor que se encontra exageradamente endividado precisa lançar mão de dois recursos a fim de sair do buraco e manter-se financeiramente sadio:

♦ ORGANIZAÇÃO: É essencial colocar no papel todas as suas receitas e despesas para tomar consciência da sua posição e saber exatamente o tamanho dos passos que pode dar. Só com um controle rígido se consegue ficar na linha. “Assim, prestará mais atenção nas suas atitudes, escapando das compras impulsivas, por exemplo.”

♦ INFORMAÇÃO: As operações de crédito envolvem conceitos que muitas vezes são desconhecidos pelo consumidor. “E a culpa também é das instituições financeiras, que freqüentemente passam informações enganosas para o tomador, deixam de avisá-lo sobre os juros cobrados e o que acontece se o cliente não pagar”, diz Pfeiffer. Então, deve-se buscar todos esses esclarecimentos antes de fechar algum negócio.

“Importante é saber que, se tem boa fé e quer resolver a questão, o devedor consegue encontrar uma saída”, frisa o diretor do Procon-SP.

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terça-feira, 9 de novembro de 2010 Comportamento, Consumo, Dívidas, Família, Investimentos, Planejamento financeiro | 12:26

Outra ideia para o 13º. salário

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Além de quitar dívidas, investir, comprar presentes para a família e bancar a viagem de férias, o consumidor pode pensar em outro destino interessante para o seu 13º. salário: antecipar o pagamento de compromissos que vencem em 2011, como mensalidades escolares. Muitas instituições de ensino de todos os níveis (inclusive pós-graduação) aceitam cobrar os valores referentes ao ano todo em uma parcela única. O mesmo pode ser feito com outros serviços ou produtos como seguros.

Mas só vale a pena se a empresa der um desconto sobre o total, obviamente. E esse abatimento tem que ser maior do que o retorno que se poderia obter aplicando o dinheiro. A poupança está rendendo aproximadamente 0,56% ao mês, por exemplo.

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sexta-feira, 29 de outubro de 2010 Comportamento, Consumo, Crianças, Família, Investimentos, Planejamento financeiro | 05:59

O melhor uso que se pode fazer do 13º. salário

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O melhor emprego que se pode dar à grana extra do 13o. salário depende da situação financeira do consumidor, ensinam os especialistas. “Geralmente, mesmo antes de chegar, o dinheiro já foi ‘gasto’, comprometido com as compras de Natal. Mas vale a pena refletir um pouco melhor para usufruir do máximo que essa renda extra oferece”, diz Wilson Pires, professor do curso de administração do Centro Universitário da FEI (Fundação Educacional Inaciana).

Se a família está endividada, o mais indicado é quitar as pendências. No Brasil, os juros são muito elevados, e quanto mais o tempo passa, maior fica o débito.

Se a família não está endividada, pode separar uma parte para satisfazer seus desejos de consumo, completar a verba para os presentes, as ceias ou as férias. “Afinal, trabalha-se duro o ano inteiro, é importante ter o prazer de se recompensar”, considera Pires.

O planejador financeiro familiar Augusto Saboia sugere que se preste bastante atenção à qualidade desses gastos. “Comprar besteiras, mercadorias de má qualidade, é jogar o dinheiro fora, porque os itens acabam logo”, afirma. A fim de administrar melhor o montante destinado aos presentes, o consultor sugere colocar um limite total para essa despesa, elaborar uma lista dos amigos e familiares que serão agraciados e estabelecer uma ordem de prioridades, porque não é possível dar mimos caros para todos. E, com criatividade, consegue-se economizar e contemplar todos.

Mas poupar outra parcela dos recursos também é uma boa ideia.

Para quem não tem o hábito de investir, a caderneta de poupança e os fundos de renda fixa administrados pelos bancos são vantajosos. Mas é importante informar-se bem sobre as características de cada produto e fazer uma pesquisa entre todas as instituições que os oferecem para comparar as tarifas cobradas.

Tal reserva pode servir para objetivos de curto prazo –em janeiro e fevereiro vencem contas importantes, como o IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), o IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) e o material escolar–, de médio prazo, como realizar uma viagem ao exterior e custear os estudos dos filhos, ou para os de longo prazo –a aposentadoria principalmente.

“Infelizmente, no Brasil as pessoas não têm o hábito de pensar no futuro. Porém, é preciso lembrar que a aposentadoria do sistema público não é suficiente para sobreviver”, frisa Saboia. “E a aposentadoria é o destino final de todo mundo.”

O que você vai fazer com o seu 13o.? Deixe um comentário!

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Comportamento, Consumo, Crianças, Família, Investimentos, Planejamento financeiro, Renda extra | 05:58

Quem tem direito ao 13º. salário e quanto deve receber

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As empresas e os governos devem pagar até 30 de novembro a primeira parcela do 13º. salário. “E é bom que os trabalhadores saibam quais são os seus direitos e como conferir os valores, pois, já que os departamentos de pessoal são informatizados e os sistemas de computador calculam os montantes automaticamente, às vezes os responsáveis não conseguem explicar”, diz Rosania de Lima Costa, especialista da consultoria Cenofisco.

Quem tem direito ao 13º. salário
– Trabalhadores regidos pela CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), ou seja, com registro em carteira, de empresas de qualquer porte
– Empregados domésticos
– Trabalhadores avulsos, contratados por meio de sindicatos, como os portuários
– Aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e da previdência pública estadual e municipal. Neste caso, o benefício se chama abono anual
– Trabalhadores rurais
– Trabalhadores com contrato temporário (proporcional ao período de atividade)

Qual é o valor a receber
Divide-se o salário de dezembro por 12 e multiplica-se pelo número de meses trabalhados no ano. Por exemplo, um empregado que ganha R$ 1.200,00 e está naquela empresa desde 1º. de janeiro precisa receber R$ 1.200,00 (brutos). Se o colaborador entrou somente em março, o montante a ele devido é de R$ 1.000,00 (brutos), o correspondente a oito meses de serviços prestados.
Desses rendimentos brutos, entretanto, são descontados, basicamente, a contribuição ao INSS e o imposto de renda. Mas as quantias, referentes ao valor total, somente são diminuídas da segunda parcela do 13º., a ser paga até 20 de dezembro. Tomando novamente o exemplo do funcionário que ganha R$ 1.200,00 e está na empresa desde o começo de 2010: a sua primeira parcela será de R$ 600 e a segunda, de R$ 600 menos todos os descontos.
A companhia também pode subtrair montantes relativos às faltas do empregado. Caso, em algum mês, o colaborador tenha se ausentado por mais de 15 dias, não recebe a fatia do 13º. relativa àquele mês (1/12 do salário).
Para os que fizeram hora extra ou recebem comissão, como os vendedores, é preciso calcular a média da renda durante todo o ano -essa é a soma correta.  

O que fazer se a empresa deixar de pagar alguma parcela
A providência a tomar é denunciar a companhia ao Ministério do Trabalho ou ao Ministério Público do Trabalho. O empregador é multado em R$ 170,26 por funcionário, e tal penalidade dobra em caso de reincidência. Caso a empresa decida pagar o 13º. salário em uma parcela única tem que fazê-lo até 30 de novembro, senão, para fins legais, considera-se que está atrasando –e o empregado deve receber correção.

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