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Arquivo da Categoria Educação

quarta-feira, 29 de junho de 2011 Crianças, Direitos do consumidor, Educação, Família | 17:12

Na matrícula escolar, preste atenção às cláusulas sobre cancelamento

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O entusiasmo de investir no curso de idiomas das crianças, em uma faculdade ou na sonhada pós-graduação pode dar lugar a um grande aborrecimento se por algum motivo é necessário cancelar a participação posteriormente.

Com freqüência, as instituições de ensino estabelecem condições injustas –e ilegais– para a desistência.

Por isso, antes de fazer a matrícula, é essencial tomar alguns cuidados.

Primeiro, claro, ler o contrato em todos os detalhes. “Trata-se de um acordo de adesão, ou seja, vem pronto, segue um modelo adotado pela escola, não é negociado individualmente entre as partes”, explica Ricardo Castilho, pós-doutor e diretor-presidente da Escola Paulista de Direito. “Mas há cláusulas que são consideradas abusivas, e, por isso, nulas ou anuláveis mesmo que o documento tenha sido assinado.”

A relação entre o aluno ou seu representante e o estabelcimento de ensino é tida como de consumo, portanto fica regida pelo Código de Defesa do Consumidor.

É direito do estudante, de acordo com as regras, rescindir a prestação de serviço a qualquer tempo, sem informar um motivo. No entanto, as empresas também necessitam de uma segurança mínima para planejar a sua estrutura.

Então, as parcelas até o mês em que é solicitada a interrupção são devidas e precisam ser pagas. A multa pela quebra não pode superar 10% do valor proporcional ao tempo restante do curso. Montantes já desembolsados são restituídos, com o desconto da penalidade.

“Caso encontre alguma irregularidade ou se ache injustiçado, o estudante tem que procurar o Procon ou o Ministério Público do Consumidor e fazer uma reclamação”, explica Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da ProTeste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor).

Alunos inadimplentes não devem ser proibidos de assistir às aulas pelo restante do período (semestre ou ano, dependendo do caso), e à instituição cabe impedir a sua matrícula pelo termo seguinte.

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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011 Ações, Bolsa de Valores, Crianças, Educação, Educação Financeira, Família, Investimentos, Mercado financeiro | 11:03

Bolsa brasileira recebe inscrições para competição entre escolas

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Escolas públicas e privadas de Ensino Médio do Estado de São Paulo podem participar do Desafio BM&FBovespa, iniciativa que tem como objetivo disseminar os conceitos de planejamento financeiro e investimento entre os jovens de 15 a 17 anos. As instituições de ensino devem manifestar seu interesse até o dia 31 de março no site www.desafiobmfbovespa.com.br –210 serão selecionadas por sorteio, e cada uma deverá se apresentar com uma equipe formada por no mínimo três e no máximo cinco alunos mais um professor orientador.

Haverá seis eliminatórias, com 35 turmas cada, ao longo de 2011. A última etapa, onde cinco finalistas se enfrentarão, está prevista para novembro.

Os embates duram um dia inteiro. Pela manhã, na sede da Bolsa brasileira, na capital paulista, os estudantes assistem a uma palestra sobre educação financeira. Depois, precisam realizar investimentos fictícios em um simulador. Ganham os times que obtiverem maior rentabilidade nas suas carteiras.

Os vencedores serão agraciados com créditos para a compra de ações: R$ 25 mil para o primeiro lugar; R$ 15 mil para o segundo; R$ 10 mil para o terceiro; R$ 5 mil para o quarto; e R$ 2,5 mil para o quinto. As escolas a que pertencem receberão um computador e uma impressora multifuncional. Os professores orientadores, um notebook e R$ 1 mil para aplicarem também em papeis de companhias.

Continue lendo sobre a Bolsa e o investimento em ações:

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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011 Crianças, Educação, Família, Seguros | 16:04

Seguro cobre mensalidades escolares em caso de desemprego ou morte do responsável

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Na volta às aulas, quando os pais analisam onde vão comprar o material, como ficará o transporte até o estabelecimento de ensino, de que maneira será organizada a rotina das crianças, outro assunto tem entrado nas discussões: o chamado seguro educacional, que um número cada vez maior de escolas está oferecendo.

O produto quita diretamente na escola as mensalidades se o responsável pelo pagamento ficar desempregado sem justa causa, impossibilitado temporariamente de desempenhar suas funções por causa de um acidente ou doença (por um período de entre três e seis meses), inválido ou morrer (até o final do atual ciclo ou até o aluno concluir seus estudos). “Só quem já passou por uma situação como essa pode explicar plenamente a importância de estar protegido”, diz Álvaro Dabus, diretor executivo da AD Corretora de Seguros.

preço mensal do seguro varia de 2% a 5% da mensalidade do curso, dependendo das coberturas adquiridas.

Mais comumente, é contratado por meio das próprias escolas, as quais negociam com a companhia e convidam os interessados a aderir. (Também é muito conveniente para as instituições que os pais adotem o seguro, afinal, o desemprego é a principal causa da inadimplência que enfrentam.)

Existe a opção de buscar o produto individualmente nas seguradoras –nesse caso, entretanto, o custo acaba saindo um pouco maior.

Quem faz um seguro de vida para beneficiar a família imagina que, na sua falta, parte da indenização seria destinada justamente a bancar os estudos dos filhos. Mas o educacional pode ser usado para complementar o produto principal. Primeiro, porque oferece assistência em momentos de desemprego, o que não é previsto na apólice de vida comum ou nos planos de previdência privada.

“E a responsabilidade de honrar o compromisso fica com o administrador do seguro; ou seja, o pai ou a mãe das crianças nunca precisará se preocupar com isso, é uma tranqüilidade. Ademais, sabemos que as pessoas costumam administrar mal os grandes montantes que recebem de uma vez”, afirma Adriano Martins, diretor superintendente da Bradesco Vida e Previdência.

Uma alternativa seria tentar fazer uma reserva para garantir a escola dos filhos se os pais tiverem algum problema –entretanto, a construção dessa poupança leva tempo, e um incidente pode acontecer amanhã.

São vantagens do seguro educacional, ainda, serviços adicionais como aulas particulares de reforço na eventualidade de estudante precisar se afastar por doença.

O da Liberty Seguros, por exemplo, prevê inclusive ajuda na recolocação profissional do responsável financeiro da família que perde o emprego. “A consultoria auxilia na elaboração do currículo e também proporciona apoio psicológico”, explica Paulo Umeki, diretor técnico da companhia.

Considerando que os produtos e as condições variam entre as corretoras, é importante pesquisar as alternativas existentes no mercado e, antes de fechar o negócio, discutir e esclarecer todas as cláusulas.

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sábado, 27 de novembro de 2010 Alimentação, Comportamento, Consumo, Crianças, Dólar, E-Commerce, Educação, Eletrodomésticos, Família, Férias, Livros, Supermercado, Turismo, Varejo, Viagem | 05:59

Cinco maneiras de aproveitar o dólar barato

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O dólar comercial subiu um pouquinho neste mês de novembro por causa dos desdobramentos da crise europeia, mas, ainda assim, oscilando perto de R$ 1,70, está nos menores níveis da história.

Confira algumas ideias para usufruir dessa taxa de câmbio favorável ao consumidor: 

1 – Conheça outro país nas férias de verão
Nunca foi tão fácil viajar para o exterior. Passagens e hospedagem podem ser parcelados em até dez vezes sem juros e considerando a cotação do dólar no momento no qual o negócio é fechado, o que facilita o planejamento do turista. Os destinos favoritos dos brasileiros são os Estados Unidos (Miami, Orlando e Nova York) e a Argentina.

2 – Proporcione um intercâmbio educativo para os filhos em 2011
“O recente crescimento da economia do país também levou à maior concorrência pelos bons empregos. Então, o trabalhador percebeu que uma vivência internacional é um grande diferencial no currículo”, diz Luiza Vianna, gerente de cursos no exterior da agência CI (Central de Intercâmbio). Escolas americanas, da Inglaterra, da Austrália e do Canadá têm sido as preferidas tanto para cursos de idiomas de curta duração como de Ensino Médio, especialização e pós-graduação. Os valores podem ser divididos em até 18 prestações iguais no cartão ou no cheque.

3 – Leve para casa aquele vinho bacana ou o azeite especial que antes estava fora de alcance
Com a desvalorização do dólar nos últimos anos, os vinhos estrangeiros ficaram entre 10% e 20% mais baratos no mercado nacional. Quem já apreciava a bebida passou a se dar ao luxo de adquirir garrafas melhores, e uma legião de neófitos invadiu as adegas. “Os vinhos argentinos e chilenos são o destaque desse crescimento da demanda. Pela qualidade que apresentam, suas vendas devem continuar crescendo”, prevê Ciro Lilla, presidente da importadora Mistral, uma das maiores do país.
Alimentos mais sofisticados vindos do exterior, como azeites e chocolates, também estão ganhando espaço nos carrinhos de supermercado.

4 – Vá ao Paraguai comprar os presentes de Natal da família
Perfumes e maquiagem, eletrônicos, celulares, artigos de papelaria, brinquedos. Basta atravessar a Ponte da Amizade de Foz do Iguaçu, no Paraná, até chegar a Ciudad Del Este para encontrar todos esses produtos a preços bem mais atraentes do que os praticados no Brasil. Saindo do Estado de São Paulo, as excursões de ônibus ao Paraguai, que costumam durar dois dias, custam por volta de R$ 250, mas a economia e a variedade de mercadorias valem a pena. É importante ficar atento aos impostos de importação, entretanto. Considerados bens de uso pessoal, um relógio de pulso, uma câmera fotográfica e um telefone celular por pessoa não precisam ser declarados e estão isentos de tributos. O cidadão que retornou ao país por via terrestre possui uma cota de apenas US$ 300 livres de impostos para compras –aqui devem ser incluídos notebooks e filmadoras, por exemplo.

5 – Encha a estante com os livros, CDs e DVDs só encontrados nas lojas virtuais estrangeiras
Muitas vezes, só é possível encontrar obras muito específicas, como de artes plásticas, medicina e engenharia, no exterior. O mesmo acontece com CDs e DVDs antigos e raros. Mesmo pagando os impostos e as taxas de postagem, vale a pena.

E você, como tira vantagem dessa taxa de câmbio? Deixe um comentário!

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sexta-feira, 19 de novembro de 2010 Crianças, Dólar, Educação, Família, Férias | 15:03

Novo serviço permite a estudante pagar taxas de escolas no exterior sem encargos

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Os brasileiros que desejam aprender um idioma, fazer graduação ou pós no exterior agora podem efetuar as transferências do dinheiro destinado a quitar taxas de inscrição e outras despesas escolares a custo zero. A facilidade, chamada ISPS (International Student Payment Service ou Serviço de Pagamento Estudantil Internacional), está sendo lançada no país pelo Taxback Group em parceria com o banco Itaú.

Desde o ano passado, algumas agências de intercâmbio têm empregado a ferramenta, e a sua disseminação pode baratear os pacotes oferecidos por tais empresas.

Mas a maior vantagem é de quem está contratando o curso por conta própria e daqui em diante terá acesso direto ao serviço: o estudante consegue mandar valores para instituições de ensino de praticamente qualquer lugar do mundo sem nenhum encargo e em até 48 horas. Os responsáveis prometem, também, oferecer taxas de câmbio mais vantajosas do que as praticadas no mercado. Para executar uma remessa, é necessário procurar uma agência do Itaú. 

Normalmente, os bancos cobram tarifas sobre o envio e demora cerca de cinco dias úteis para os recursos aportarem no seu destino.

“É cada vez maior o número de estudantes brasileiros que busca aperfeiçoar a sua formação com uma experiência internacional; temos como objetivo simplificar ao máximo o trâmite para o seu ingresso em uma escola ou universidade estrangeira”, explica Olya Antonova, gerente sênior de marketing do Taxback Group. “Os instrumentos atualmente existentes são pouco flexíveis. Uma transferência de recursos mais eficiente agiliza o processo de pedido de visto e de matrícula na instituição de ensino.”

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sábado, 11 de setembro de 2010 Comportamento, Educação, Família | 05:59

Em casa, na academia, com personal: exercícios para todos os bolsos

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Além de se engajar em uma dieta de restrição calórica, o interessado em entrar em forma para o verão precisa se planejar financeiramente a fim de entrar em um programa de exercícios físicos.

“As atividades também devem ser encaradas como um investimento, pois evitam doenças e, claro, os gastos decorrentes dos tratamentos”, diz Mauro Guiselini, professor da FMU (Faculdades Metropolitanas Unidas) e diretor do Instituto Runner de Ensino e Pesquisa. “Como a população está vivendo mais, é recomendado preparar-se para envelhecer com saúde.” Da mesma maneira que se poupa dinheiro para a aposentadoria, pode-se construir uma reserva de força, mobilidade e flexibilidade para melhor aproveitá-la.  

É fundamental primeiramente passar por uma avaliação médica, com testes cardiológicos e de esforço, se o profissional indicar, antes de tudo. Os planos de saúde geralmente cobrem as consultas, mas quem não tem um convênio vai desembolsar entre R$ 500 e R$ 700 pela análise completa.

O equipamento necessário para alguém cuja intenção seja apenas adquirir condicionamento físico –e não se tornar um atleta profissional– é simples: um tênis adequado, que custa entre R$ 120 e R$ 490, e três ou quatro trocas de roupa esportiva. Os gastos dependem do modelo, do tecido e da marca das peças, mas começam em R$ 200. Quem precisa monitorar de perto o ritmo do seu coração pode adotar, ainda, um monitor cardíaco, por valores que começam em R$ 100 (e alcançam R$ 2 mil).  

Aí, deve-se decidir de qual maneira se mexer. Há três alternativas, basicamente, com diferentes custos:

Por conta própria
Em livros (cerca de R$ 45) ou revistas (de R$ 8 a R$ 12) pode-se encontrar programas de exercícios simples para serem seguidos em casa, na área de lazer do condomínio ou na praça vizinha. O novo esportista deve adquirir um par de caneleiras e outro de pesinhos, desembolsando cerca de R$ 40. Essa é a opção mais econômica. Caso se deseje ir um pouco além, uma opção é comprar uma bicicleta ergométrica ou uma esteira. O preço de um equipamento desse tipo vai de R$ 800 (usado) a R$ 5 mil. Os montantes são diluídos ao longo do tempo, já que as máquinas duram, geralmente, perto de cinco anos –R$ 13,33 ao mês para a mais barata e R$ 83,33 para a mais cara.

Na academia de ginástica
Em cidades pequenas e bairros mais simples das metrópoles, consegue-se achar um clube ou ginásio com mensalidade de R$ 60 ou R$ 70. Os mais sofisticados cobram, em média, de R$ 160 a R$ 380. Quem fecha planos de seis meses ou um ano, deixando cheques pré-datados, consegue bons descontos, mas talvez seja uma boa ideia freqüentar o estabelecimento por um mês antes de se comprometer com prazo mais longos para se ter certeza da decisão. “Para que o aluno não tenha a sensação de estar desperdiçando dinheiro, precisa escolher as atividades de que gosta e se organizar para aproveitar bem todas as atividades oferecidas”, ensina Gabrielle Palmieri, professora da academia Competition.
Esse custo pode ser relativizado. “As pessoas vão à academia aproximadamente 12 vezes por mês. Se um aluno paga uma mensalidade de R$ 160, por exemplo, está gastando R$ 13,33 a cada sessão. É menos do que um ingresso de cinema ou uma dose de vodka na balada”, pondera Guiselini. “Tem a orientação dos professores, o divertimento, faz-se amigos, usa-se a sauna, e ainda se economiza a energia elétrica de casa tomando banho e secando o cabelo na academia.”

Com personal trainer
Tal opção dá ao aluno assistência personalizada para que alcance os objetivos. A hora de aula custa entre R$ 40 e R$ 80 em São Paulo capital. Dá para negociar com o personal um pacote de sessões mensal, pedindo abatimento nos preço.

Em resumo, as despesas iniciais variam de R$ 320 a R$ 1.500 (preferindo um monitor cardíaco simples).
Quem vai se exercitar em casa gasta, no início, R$ 100 adicionais, sem contar a eventual aquisição de algum equipamento. Para os que querem se matricular em uma academia, há uma despesa mensal de entre R$ 70 e R$ 380. Contratando um personal trainer, o montante vai de R$ 300 a R$ 400 por mês.  

Sugestão de plano de caminhada, pela professora Gabrielle Palmieri

 Na rua
Alongar e aquecer previamente é importantíssimo. Depois, executa-se o seguinte treino:
Em terreno plano, alternar 2 minutos de caminhada leve com 3 minutos de caminhada mais forte,  repetindo por 30 a 40 minutos. Ao final da sessão, alongar novamente.

Na esteira
É igualmente essencial alongar e aquecer. O treino consiste em:
Começar com 3 minutos de caminhada moderada, depois aumentar um pouco a velocidade e entrar numa caminhada forte por mais 5 minutos. Então, manter a velocidade e aumentar a inclinação em 1% por minuto até completar 5 minutos. Após esse tempo, eliminar toda a inclinação e voltar para uma caminhada leve por 2 minutos. Repetir 2 ou 3 vezes. Ao finalizar a série, alongar-se novamente.

ESTA MATÉRIA DÁ CONTINUIDADE AO ASSUNTO DE ONTEM: Quanto custa entrar em forma para o verão

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segunda-feira, 2 de agosto de 2010 Comportamento, Consumo, Crianças, Educação, Educação Financeira, Supermercado | 11:56

Dicas para os pais que mandam de casa o lanche escolar

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O planejamento da merenda que é elaborada em casa deve começar com uma conversa sobre as preferências da criançada, mas é melhor evitar levá-las ao supermercado para não se desviar da lista feita previamente.

Para ter uma noção exata de quanto se gasta com o lanche, os especialistas recomendam fazer uma relação separada dos itens que serão mandados para a escola. Assim, há condições de fazer ajustes quando necessário.

Embora práticas, as embalagens pequenas são menos econômicas –comprar as grandes e dividi-las usando papel alumínio ou recipientes de plástico é mais vantajoso.

Na hora de selecionar os produtos nas prateleiras, além da etiqueta de preço deve-se consultar com cuidado as informações nutricionais dos alimentos.

“Os integrais são sempre superiores, apesar de um pouco mais caros. Quando se está discutindo a alimentação da criança e do adolescente, no entanto, vale a pena o investimento para que o estudante se desenvolva com plenitude e tenha energia para se dedicar às aulas”, diz Rosane Nascimento, presidente do Conselho Federal de Nutricionistas.

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Merenda escolar: mandar de casa ou dar o dinheiro?
Dicas para quem prefere dar o dinheiro da merenda para a criança

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Comportamento, Consumo, Crianças, Educação, Educação Financeira | 11:55

Dicas para quem prefere dar o dinheiro da merenda para a criança

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Quando fazem a opção por deixar que o estudante compre o lanche na cantina da escola, os pais devem ter certeza de que o filho é maduro o suficiente para cuidar do dinheiro. Crianças muito pequenas podem até perder as notas e moedas, lembram os especialistas.

Essa verba deve ser específica para a merenda, separada de outros recursos que o estudante receba, e dada diariamente.

Uma pesquisa dos preços praticados na escola é o parâmetro para as quantias a serem entregues. “Os pais vivem em um mundo de custos altos e às vezes não têm noção de valores, acabam exagerando”, diz a educadora financeira Cássia D’Aquino. “A visita à cantina pode inclusive ser realizada junto com os estudantes, abrindo espaço para uma discussão a respeito de quais alimentos devem ser preferidos.” A refeição na escola pode ser complementada com alguns itens enviados de casa, como barras de cereal, iogurtes e bolachas.

Abrir uma conta na escola, a famosa caderneta, é um grande erro, na avaliação dos estudiosos, porque as crianças não possuem conhecimentos sobre crédito. Igualmente, não é uma boa ideia adotar os cartões de débito pré-pagos que alguns estabelecimentos fornecem. “Os pais têm acesso total ao que os filhos estão consumindo. Além de ferir a privacidade do estudante, tira dele a possibilidade de aprender a fazer escolhas e desenvolver a sua autonomia”, frisa Cássia.

De tempos em tempos, recomenda-se reavaliar os valores dados, assim como o peso desses recursos no orçamento da família, para ajustes.

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Merenda escolar: mandar de casa ou dar o dinheiro?
Dicas para quem manda o lanche escolar de casa

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Comportamento, Consumo, Crianças, Educação, Educação Financeira | 11:54

Merenda escolar: mandar de casa ou dar o dinheiro?

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A volta às aulas traz um dilema aos pais dos estudantes: é melhor enviar o lanche de casa ou a opção mais vantajosa é dar à criança ou ao adolescente uma verbinha para que pegue a merenda na cantina da escola?

À parte as questões nutricionais, passa pelo impasse dinheiro versus tempo a solução desse problema.

A opção de comprar o lanche acaba saindo um pouco mais cara, ainda mais quando são vários os filhos. No entanto, essa é uma solução prática para pais que não têm tempo de cuidar da merenda –e deixar que o estudante administre as quantias ajuda a ensiná-lo sobre finanças pessoais.

Aprontar o lanche diariamente em casa pode ser, também, um momento de integração na família e de educação a respeito das propriedades dos alimentos.

Uma terceira alternativa é adotar as duas anteriores juntas, deixando o dinheiro para ocasiões especiais ou então reservando um dia da semana no qual pais e filhos se reúnam em torno da preparação das refeições que serão feitas na escola.

Em todos os casos, é essencial fazer um planejamento mensal ou semanal da merenda.

Quem prefere dar o dinheiro pode ler aqui as orientações dos especialistas.

As dicas para os pais que escolheram mandar o lanche de casa estão aqui.

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segunda-feira, 19 de julho de 2010 Capacitação profissional, COMO FAZER, Educação | 12:36

PASSO-A-PASSO: Aproveitar bem um curso à distância

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Sem a dedicação do aluno, a alternativa mais barata e prática que a educação à distância representa pode se transformar em perda de tempo e dinheiro.

Para aproveitar bem o curso, o estudante precisa:

1 – Escolher uma modalidade que esteja de acordo com os seus objetivos e disponibilidade

2 – Munir-se do material necessário e de todos os equipamentos adequados para acompanhar as aulas

3 – Organizar uma rotina de leituras, exercícios e atividades de acordo com o conteúdo do programa. Deixar acumular matéria pode levar ao descontrole

4 – Usar todas as chances e formas de contato com o professor ou supervisor para tirar dúvidas e se aprofundar

5 – Interagir ao máximo com os colegas, participando de bate-papos e de listas de discussão

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