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Arquivo da Categoria Eletrodomésticos

quarta-feira, 22 de junho de 2011 COMO FAZER, Direitos do consumidor, Eletrodomésticos, veículos | 15:45

Caiu no recall? Veja o que fazer

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Prevenir e reparar problemas com produtos e serviços fornecidos são obrigações dos fabricantes e dos prestadores, segundo o Código de Defesa do Consumidor.

É para cumprir as normas vigentes que as empresas realizam os recalls (do inglês, “chamar de volta”; no país, usa-se às vezes o termo “chamamento”).

Mas, embora tenha havido avanços nos últimos anos, uma considerável parte dos brasileiros ainda não conhece bem os seus direitos. Segundo pesquisa realizada pela Fundação Procon do Estado de São Paulo, 44% das pessoas não compreendem as circunstâncias em que os recalls são aplicáveis, 72% não acham que os chamamentos sejam bem divulgados pelas companhias e 61% julgam que as informações relativas aos riscos da desobediência à convocação não são devidamente informados. (O levantamento foi feito em março e teve 1.846 questionários respondidos.)

A fim de orientar o consumidor sobre esse expediente, a entidade acaba de lançar uma cartilha especial que pode ser retirada gratuitamente nos seus postos de atendimento ou baixada no site http://www.procon.sp.gov.br/pdf/acs_recall.pdf.

As principais orientações são as seguintes:

– Tomando conhecimento de algum recall ou aviso de risco, conferir se possui o produto ou é usuário do serviço em questão. Entrar em contato com o fornecedor o mais rápido possível, embora o prazo para conserto não expire nunca. É importante pedir um comprovante do reparo executado para garantia

– Caso perceba algum problema com seu produto ou serviço que possa ameaçar a saúde ou a segurança, o consumidor deve consultar a empresa para saber se há chamamento. O Procon-SP mantém uma base de dados a respeito das convocações lançadas no Brasil: http://www.procon.sp.gov.br/recall.asp. Não havendo, precisa comunicar o fato ao fabricante ou prestador e às entidades de defesa. É possível requerer, na Justiça, compensações por dano moral ou material

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quarta-feira, 1 de junho de 2011 Consumo, Eletrodomésticos, Imóveis, veículos | 19:47

Compre carros, eletroeletrônicos e imóveis pela metade do preço em leilões

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Na sua renovação periódica da frota de funcionários, para se desfazer de trinta veículos usados pelos gerentes e diretores a Volkswagen está realizando um leilão aberto ao público. Os automóveis de vários modelos são oferecidos por até metade do preço de mercado no site http://www.superbid.com.br/, com lances até as 14h30 de amanhã, dia 2 de junho.

Essa é uma modalidade de venda cada vez mais utilizada por empresas de todos os ramos que precisam vender itens do seu patrimônio próprio, de estoques antigos ou de mostruário –e que resulta em ótimas oportunidades para os consumidores.

No portal Superbid, que tem concentrado tais ações no Brasil, pode-se encontrar, no momento, além de carros e motos, computadores, aparelhos de ar condicionado, geladeiras e diversos outros eletrônicos e eletrodomésticos provenientes de grandes cadeias varejistas. Em alguns casos, trata-se de produtos que ficavam expostos nas lojas; em outros, de mercadorias que apresentam pequenos defeitos, pois sofreram avarias no processo de entrega a algum cliente.

Há, ainda, lotes destinados a empresas: caminhões e máquinas industriais.

O site Zap Leilões também funciona como uma lista de classificados desse tipo de operação, incluindo vendas resultantes de ações judiciais. Aí, destacam-se os imóveis, tanto residenciais quanto comerciais, de todas as regiões do país e com descontos bastante consideráveis.

Então, vale a pena passar a incluir esses canais na pesquisa quando da aquisição de um novo bem para a família.

Para aproveitar bem as vantagens dos leilões, que aceitam lances tanto pela internet quanto pessoalmente, é preciso apenas entender como a operação funciona.

Primeiro, o interessado preenche no site (ou no salão da empresa organizadora da venda) um cadastro completo, com números de documentos e endereço. Consumidores que estão com o nome sujo podem participar.

Aí, é preciso garimpar os itens nos portais. As ofertas são organizadas tanto por tipo de produto –veículos, imóveis, jóias, material de informática– quanto pelas companhias de onde as mercadorias provêm.

Gostando de um determinado bem, o consumidor pode agendar uma visita ao depósito do leiloeiro para conferir as suas condições. Mas, geralmente, no site estão disponíveis fotos e vídeos dos lotes, assim como explicações sobre a existência ou não de garantia contra mau funcionamento e problemas posteriores.

Os lances têm um intervalo de alguns dias para serem dados. Também é possível fazer uma oferta ao vivo, no dia do encerramento, no salão do leiloeiro.

Só valem propostas à vista, quitadas com boleto bancário no fim da transação –portanto, é essencial ter o dinheiro separado para a compra. O leiloeiro cobra uma comissão que gira em torno de 5%. A retirada também fica por conta do novo proprietário.

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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011 Comportamento, Consumo, Eletrodomésticos, Família | 15:17

Bom atendimento é mais importante do que preço baixo?

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No setor de vestuário e calçados, sim, segundo pesquisa realizada pelo IEMI (Instituto de Estudos e Marketing Industrial).

Para 51% dos 3.300 consumidores entrevistados em todo o Brasil no levantamento, a cortesia do vendedor da loja é o item que mais pesa na decisão de compra. Surpreendentemente, o preço baixo aparece somente no 9º. lugar do ranking de importância, com 14,2% dos votos –atrás, por exemplo, da variedade de produtos, dos descontos e promoções e da facilidade de pagamento.

“Isso acontece porque peças de roupa são quase únicas, muito diferentes umas das outras. É difícil, então, comparar entre vários estabelecimentos”, explica Marcelo Villin do Prado, diretor do Iemi. “Pelo mesmo motivo, a aquisição acaba se baseando bastante na segurança que o vendedor passa quanto à qualidade do item e na sua competência em apresentar informações de moda ao cliente.”

O bom tratamento é ainda mais valorizado pelo consumidor das classes D e E, que costuma se sentir desconfortável quando freqüenta lojas sofisticadas.

A atenção recebida também influencia bastante no comércio de móveis e artigos de decoração e, ao contrário, apresenta menor relevância no de eletroeletrônicos e de perfumes, nos quais o conhecimento das marcas tem peso grande.

O que mais importa, para você, na hora de comprar uma peça de roupa: o atendimento ou o preço? Deixe um comentário!

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sábado, 27 de novembro de 2010 Alimentação, Comportamento, Consumo, Crianças, Dólar, E-Commerce, Educação, Eletrodomésticos, Família, Férias, Livros, Supermercado, Turismo, Varejo, Viagem | 05:59

Cinco maneiras de aproveitar o dólar barato

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O dólar comercial subiu um pouquinho neste mês de novembro por causa dos desdobramentos da crise europeia, mas, ainda assim, oscilando perto de R$ 1,70, está nos menores níveis da história.

Confira algumas ideias para usufruir dessa taxa de câmbio favorável ao consumidor: 

1 – Conheça outro país nas férias de verão
Nunca foi tão fácil viajar para o exterior. Passagens e hospedagem podem ser parcelados em até dez vezes sem juros e considerando a cotação do dólar no momento no qual o negócio é fechado, o que facilita o planejamento do turista. Os destinos favoritos dos brasileiros são os Estados Unidos (Miami, Orlando e Nova York) e a Argentina.

2 – Proporcione um intercâmbio educativo para os filhos em 2011
“O recente crescimento da economia do país também levou à maior concorrência pelos bons empregos. Então, o trabalhador percebeu que uma vivência internacional é um grande diferencial no currículo”, diz Luiza Vianna, gerente de cursos no exterior da agência CI (Central de Intercâmbio). Escolas americanas, da Inglaterra, da Austrália e do Canadá têm sido as preferidas tanto para cursos de idiomas de curta duração como de Ensino Médio, especialização e pós-graduação. Os valores podem ser divididos em até 18 prestações iguais no cartão ou no cheque.

3 – Leve para casa aquele vinho bacana ou o azeite especial que antes estava fora de alcance
Com a desvalorização do dólar nos últimos anos, os vinhos estrangeiros ficaram entre 10% e 20% mais baratos no mercado nacional. Quem já apreciava a bebida passou a se dar ao luxo de adquirir garrafas melhores, e uma legião de neófitos invadiu as adegas. “Os vinhos argentinos e chilenos são o destaque desse crescimento da demanda. Pela qualidade que apresentam, suas vendas devem continuar crescendo”, prevê Ciro Lilla, presidente da importadora Mistral, uma das maiores do país.
Alimentos mais sofisticados vindos do exterior, como azeites e chocolates, também estão ganhando espaço nos carrinhos de supermercado.

4 – Vá ao Paraguai comprar os presentes de Natal da família
Perfumes e maquiagem, eletrônicos, celulares, artigos de papelaria, brinquedos. Basta atravessar a Ponte da Amizade de Foz do Iguaçu, no Paraná, até chegar a Ciudad Del Este para encontrar todos esses produtos a preços bem mais atraentes do que os praticados no Brasil. Saindo do Estado de São Paulo, as excursões de ônibus ao Paraguai, que costumam durar dois dias, custam por volta de R$ 250, mas a economia e a variedade de mercadorias valem a pena. É importante ficar atento aos impostos de importação, entretanto. Considerados bens de uso pessoal, um relógio de pulso, uma câmera fotográfica e um telefone celular por pessoa não precisam ser declarados e estão isentos de tributos. O cidadão que retornou ao país por via terrestre possui uma cota de apenas US$ 300 livres de impostos para compras –aqui devem ser incluídos notebooks e filmadoras, por exemplo.

5 – Encha a estante com os livros, CDs e DVDs só encontrados nas lojas virtuais estrangeiras
Muitas vezes, só é possível encontrar obras muito específicas, como de artes plásticas, medicina e engenharia, no exterior. O mesmo acontece com CDs e DVDs antigos e raros. Mesmo pagando os impostos e as taxas de postagem, vale a pena.

E você, como tira vantagem dessa taxa de câmbio? Deixe um comentário!

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segunda-feira, 22 de novembro de 2010 Consumo, E-Commerce, Eletrodomésticos | 15:42

Fique atento às promoções nas redes sociais

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Empresas de todos os ramos estão aproveitando as redes sociais na internet para fazer promoções.

As agências de viagem e as companhias aéreas foram as pioneiras. Agora, os varejistas investem mais nessa estratégia.

O Ponto Frio, por exemplo, dá descontos de até 30% aos seus amigos no Facebook. O cliente deve buscar a mercadoria que lhe interessa no endereço www.pontofrio.com.br, informar a sua escolha em uma ferramenta especial criada na página da loja no Facebook, e então usar, na compra, o código do cupom recebido. O aplicativo está sendo lançado hoje. No Twitter, desde setembro os consumidores podem sugerir ideias de ofertas à companhia.

Para aproveitar esse tipo de vantagem, é necessário ficar constantemente conectado, já que muitas campanhas são lançadas fora do horário comercial ou até de madrugada.

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segunda-feira, 13 de setembro de 2010 Consumo, E-Commerce, Eletrodomésticos | 12:51

Grande liquidação de lojas virtuais dá descontos de até 50%

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As vinte maiores lojas on-line do Brasil realizam, até o próximo dia 17, uma grande liquidação na qual oferecem todos os tipos de produtos –eletrônicos, roupas, calçados, perfumes, maquiagem, CDS, DVDs, livros– com descontos de até 50%, frete grátis e possibilidade de parcelamento em doze vezes.

Esta é a maior edição da Detonaweb (www.detonaweb.com.br), realizada anualmente pelo comitê de varejo da Camara-e.net (Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico). Antes, cada loja listava as ofertas no seu próprio site, mas desta vez as promoções estarão disponíveis no portal da campanha, para facilitar a comparação de preços.

A quem ainda tem medo de adquirir produtos no comércio virtual Gerson Rolim, diretor executivo da Camara-e.net, diz: “Hoje, comprar com o cartão de crédito na internet é mais seguro do que entregá-lo ao frentista do posto de gasolina”. Os cartões são a opção preferida em cerca de 80% de todas as transações no comércio virtual; 10% ficam com boleto bancário e outros 10%, com débito direto em conta corrente.

A expectativa da entidade é de que as operações realizadas na Detonaweb deste ano sejam 50% superiores às de 2009. As lojas não divulgam seus números; porém, no ano passado, o site da liquidação recebeu cerca de 700 mil visitantes em cinco dias.

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sexta-feira, 3 de setembro de 2010 Consumo, Direitos do consumidor, Eletrodomésticos | 05:59

Cuidados ao comprar produtos anunciados na TV

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Nas mãos de vendedores ultra-simpáticos ou de apresentadores famosos, os produtos anunciados em programas de televisão parecem mesmo fazer mágica.

Muitas vezes, entretanto, aqueles itens tão bacanas, interessantes e aparentemente úteis acabam encostados em casa porque não agradaram ou não atenderam às necessidades do consumidor.  

Para fazer uma compra bem-sucedida, é essencial estar bem informado.

Ao telefonar para a empresa a fim de efetuar o seu pedido, o interessado deve perguntar em detalhes sobre cores, tamanhos, funcionamento e voltagem, como for o caso, e anotar as respostas. Analisar tais características cautelosamente é parte importante do processo de decisão.

Ter calma ajuda muito. Como em qualquer aquisição, é recomendável realizar uma pesquisa de mercado para conferir se o preço da mercadoria está adequado. Procurar saber com os órgãos de defesa do consumidor como a empresa vendedora lida com eventuais queixas também.

Outras medidas indicadas são fazer as contas para ter certeza de que a despesa cabe no seu orçamento e avaliar, com bom senso, como e quando o artigo será empregado –muito trabalho para usar ou freqüência pequena sinalizam que a aquisição pode não ser tão boa assim. Igualmente, é bom desconfiar de promessas mirabolantes.

E uma tática simples ajuda a evitar as compras impensadas: deixar para fechar a operação somente no dia seguinte. Se, depois de 24 horas, o desejo permanece, é porque o produto realmente tem o seu valor.

Mesmo que o atendente da loja diga que determinada promoção vale apenas para aquele momento, certamente o cliente vai conseguir obter a mercadoria nas mesmas condições um dia depois falando que só leva daquela forma. Anotar direitinho o número do protocolo do negócio, o nome do atendente e o horário é uma segurança.

Apesar de toda a prudência, o cliente pode não ficar satisfeito com sua escolha.

Pela lei, o comprador possui sete dias para devolver o item e pegar o seu dinheiro de volta sem precisar dar justificativa nenhuma –tal determinação vale para qualquer tipo de aquisição na qual o cliente não tenha acesso direto, antes, ao artigo, como as feitas por meio da internet e de catálogo. “E o estabelecimento não pode cobrar nenhum tipo de tarifa, frete ou taxa por transação com cartões”, frisa Tatiana Viola de Queiroz, advogada do instituto de defesa do consumidor ProTeste.

Quando o produto está com defeito, o prazo para reclamação é de 90 dias, e a empresa deve resolver o problema em até 30 dias. Não havendo solução nesse prazo, o cliente pode pedir a substituição do artigo ou a restituição do que desembolsou monetariamente atualizado.

“Existe ainda uma situação mais complicada, que é a da mercadoria que não cumpre o que se propôs a fazer porque a propaganda foi exagerada ou enganosa. Por esse motivo, é fundamental que o consumidor guarde sempre todos os comprovantes e mensagens publicitárias”, ensina Tatiana.

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quinta-feira, 19 de agosto de 2010 COMO FAZER, Consumo, Eletrodomésticos | 18:10

Como calcular o gasto de energia dos eletrodomésticos

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Ao comparar dois modelos diferentes de eletrodomésticos (ou de lâmpadas) em uma loja, o gasto de energia elétrica do produto também deve ser uma das características consideradas na decisão de compra.

É fácil fazer as contas.

O preço do quilowatt-hora (kWh), que é a medida do consumo de energia, encontra-se explicitado na conta de eletricidade emitida pela concessionária. Apenas para fins de exemplificação, consideremos o valor de R$ 0,29 (que é o montante aproximado cobrado de residências na cidade de São Paulo).

O vendedor da loja sabe informar qual é o consumo mensal do equipamento em questão, segundo o fabricante. No caso de uma geladeira, a média é de 38 kWh mensais. Então, é só multiplicar: 38 x R$ 0,29 = R$ 11,02.

Para aparelhos que ficam ligados durante pequenos períodos, é preciso fazer outro cálculo antes, multiplicando a sua potência (dado também disponível na loja) pelo número de horas em que serão utilizados e pelo número de dias por mês, aproximadamente. Se falamos de um televisor, que tem uma potência média de 300 wats, fica assim: 300 x 4 (horas por dia) x 30 (dias por mês) = 36.000. Aí, divide-se por mil o resultado, porque o preço da energia é contado por quillowatt, ou seja, a cada mil watts. Dá 36. Então, 36 x R$ 0,29 = R$ 10,44.

Esses números acerca de consumo médio mensal e potência também se encontram nos manuais dos aparelhos.

Sobre o consumo de energia também incidem diversos tributos –mas o cálculo é realizado a partir do gasto total, então não dá para incluir essas porcentagens nas estimativas de utilização pelos eletrodomésticos. A diferença, entretanto, fica bem pequena, não invalidando os cômputos mencionados acima.

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sexta-feira, 13 de agosto de 2010 Consumo, Eletrodomésticos | 10:52

O mistério das lava-louças compactas

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Quando saem à procura de lava-louças compactas para colocar em cima da pia da cozinha, os moradores de casas e apartamentos pequenos sempre se vêem frente a um enigma: a oferta de modelos desse tipo no mercado é quase nula. A imensa maioria das máquinas é muito grande, feita para embutir. Uma decepção.

Até alguns meses atrás, havia somente uma lava-louças pequena no catálogo do comércio. Era um aparelho da Consul, que, entretanto, estava esgotado nos estoques há anos. Em maio, a Electrolux pôs à venda o seu primeiro modelo compacto, com um preço mais acessível, chamado “Minha Escolha”, que em julho já tinha desaparecido das lojas, deixando claro que existe uma volumosa demanda desatendida nesse segmento. Agora, a distribuição está sendo normalizada. “Vendeu muito mais do que a gente imaginava”, admite Fábio Machado, gerente de produtos da divisão Premium da Electrolux.

Aos poucos, as empresas de eletrodomésticos estão se dando conta de que os lançamentos de imóveis menores são os que mais crescem –é preciso, então, oferecer produtos que caibam nessas residências.

“E a consumidora já entendeu os benefícios da lava-louças: ganho de tempo, organização da cozinha, higiene, praticidade”, completa Machado. “Também existe, como motivador para a compra, a recompensa emocional. A dona de casa se compara com as amigas e enxerga a lava-louças como um diferencial, uma conquista.”

Da mesma forma que a máquina de lavar roupas se popularizou nos últimos anos com o aumento da renda no país, a lava-louças também deve ganhar espaço no sonho de consumo do brasileiro até 2014, pelas expectativas dos fabricantes.

“Atualmente, a lava-louças é o item menos representativo dentro do grupo de eletrodomésticos da linha branca. Mas, olhando o exemplo de outras sociedades mais avançadas, como a americana, não tenho dúvida de que, com a contínua elevação dos rendimentos e da inclusão da mulher no mercado de trabalho, o consumo de itens de cuidados com o lar vai se sofisticando até chegar a esse tipo de produto”, afirma Claudio de Angelo Felisoni, presidente do Provar (Programa de Administração de Varejo) da FIA (Fundação Instituto de Administração), ligada à USP (Universidade de São Paulo).

A Consul não quis se pronunciar sobre o assunto.

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segunda-feira, 2 de agosto de 2010 Consumo, Direitos do consumidor, Eletrodomésticos | 07:55

Poucos consumidores usufruem de fato da garantia estendida

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Uma outra olhada sobre os números da pesquisa a respeito da garantia estendida divulgada pelo Procon-SP no final do ano passado pode ajudar o consumidor a decidir se adere ou não à proteção extra.

De acordo com o levantamento, entre os que adquiriram a garantia –que na realidade é um seguro oferecido por uma empresa financeira, e não pelo fabricante do produto–, somente 36,78% já a tinham utilizado. (Não foi perguntado o motivo de os demais não haverem lançado mão do mecanismo.)

Dos que acionaram o seguro, metade não foi atendida no seu pedido de conserto. Fazendo as contas: então, de todos os consumidores que compraram a garantia estendida, a proteção só foi realmente útil para 18,39%.

No caso da outra metade, que enfrentou dificuldades, 56,25% viram o conserto do seu equipamento ser recusado porque a assistência técnica apontou manuseio indevido do produto. O seguro cobre apenas as mesmas eventualidades previstas na garantia oferecida pela indústria –de maneira geral, defeitos de fábrica. Problemas decorrentes de desgaste, queda ou outro acidente ficam de fora, portanto.

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