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segunda-feira, 20 de dezembro de 2010 Filantropia, Imposto de Renda, Impostos, Previdência | 12:37

Fique atento aos prazos para abater doações e previdência privada do IR

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O ano fiscal de 2010 só acaba em 31 de dezembro para a Receita Federal. No entanto, quem deseja abater do imposto de renda em 2011 doações a projetos culturais e sociais e contribuições a planos de previdência privada deve observar os prazos adotados pelas próprias instituições financeiras e entidades.

Muitas vezes, para conseguir lançar os dados a tempo, os bancos e ONGs (devidamente credenciados pelo governo) só aceitam aportes até uma ou duas semanas antes do encerramento do período oficial. Depois, os valores acabam aparecendo na sua contabilidade de 2011, e o contribuinte só conseguirá incluí-los na declaração de 2012.

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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010 COMO FAZER, Cultura, Filantropia, Imposto de Renda, Impostos | 15:35

Patrocine um filme: apoie uma ideia e deduza sua contribuição do imposto de renda

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Pouca gente sabe, mas ajudar uma boa causa tem estímulos fiscais no Brasil também para as pessoas físicas: doações em dinheiro a projetos sociais ou culturais podem ser descontadas do imposto de renda devido ou, ainda, aumentar a restituição a receber.

Instituições de caridade e ONGs são o costumeiro destino de colaborações –mas, agora, pode-se apoiar um outro tipo de iniciativa de grande força transformadora.

O documentário “Eu Maior” é o primeiro filme, no país, a adotar a chamada “crowdfunding” como ferramenta de arrecadação de recursos entre pessoas físicas.

Para participar, o interessado deve acessar o site do documentário, http://www.eumaior.com.br/. Cada cota de patrocínio custa R$ 100 e dá direito à inscrição do nome do colaborador nos créditos da obra, apresentados ao final de cada projeção, a um ingresso para a pré-estreia em São Paulo ou no Rio de Janeiro, a princípio programada para setembro de 2011, e à participação em sorteios de prêmios como livros autografados. Toda a renda obtida com as exibições e outros frutos que a obra render, como DVDs, será destinada a uma entidade sem fins lucrativos.

“Desde o começo, a intenção era compartilhar o projeto em todos os sentidos”, explica André Melman, co-produtor do longa-metragem. “E o tema da obra, autoconhecimento e busca da felicidade, certamente fala a cada um de nós.”

O "fotógrafo da natureza" Araquém Alcântara durante as filmagens do documentário (Foto: Divulgação)

Por isso, além das formas tradicionais de financiamento, a produção está buscando o apoio de quem deseje se engajar no debate das questões levantadas pelo filme, baseado em depoimentos de personalidades como um surfista de ondas gigantes que teve uma experiência de quase morte e uma líder nordestina que defende os direitos das mulheres.

A meta é conseguir R$ 200 mil com a colaboração das pessoas físicas. No exterior, a “crowdfunding” tem sido muito usada com o objetivo de mobilizar a sociedade e conseguir custear projetos de interesse público por meio de pequenas doações individuais.

Os recursos arrecadados para o “Eu Maior” vão para uma conta supervisionada pela Ancine (Agência Nacional do Cinema) e servirão para custear as despesas de produção na fase final dos trabalhos. A equipe que realiza o documentário criou até um pequeno vídeo para mostrar como é simples contribuir: http://vimeo.com/16450373.

O limite para dedução do imposto de renda é de 6% do tributo devido. Ou seja, se o valor total que o contribuinte precisa pagar for de R$ 2.000, por exemplo, pode-se descontar até R$ 120, o que é suficiente para comprar uma cota de patrocínio de R$ 100. Caso se queira colaborar com valor maior, é possível, porém sem incluir a doação no imposto de renda.

No site da Receita Federal, há um simulador que permite à pessoa física estimar quanto deverá recolher de tributos ou poderá ter restituído: http://www.receita.fazenda.gov.br/Aplicacoes/ATRJO/Simulador/SimIRPFAnual2010.htm. Se o objetivo for relacionar os montantes doados já na declaração de 2011, referente ao ano de 2010, é preciso efetuar a colaboração até o próximo dia 20 de dezembro. Do contrário, a contribuição só será contabilizada em 2012.

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terça-feira, 5 de outubro de 2010 Comportamento, Filantropia | 05:59

O brasileiro doa mais

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O senso comum diz que os cidadãos do país não gostam muito de contribuir financeiramente com iniciativas sociais e ambientais. Além da falta de hábito e de uma cultura de apoiar essas causas, o medo de que as contribuições sejam desviadas explicariam tal desânimo.

Cada vez mais, essa crença se distancia da realidade.

Segundo um amplo levantamento que várias ONGs (Organizações Não-Governamentais) estão preparando para tentar mapear melhor o terceiro setor e entender o seu relacionamento com a sociedade brasileira, perto de 60% da população coopera com bens não financeiros, dando roupas ou um pouco do seu tempo para projetos com os quais se identificam. E cerca de 25% fazem doações em dinheiro.

Os motivos que levam cada parcela a cooperar são diferentes.

No caso da classe C, existe uma identificação muito grande entre quem ajuda e o alvo da ação, em iniciativas sociais –tem-se a impressão de que se está ajudando um familiar ou vizinho.

Na classe B, a culpa tem um papel maior.

E os mais ricos acabam movidos pelo relacionamento com os seus pares e pelo glamour de colaborar.

“De qualquer forma, para todos existe a consciência de que a sociedade civil pode mudar o país e estimular políticas públicas”, diz Luciamara Letelier, diretora da Management Brasil, que faz parte da Rede MC, uma consultoria inglesa em gestão do terceiro setor. Ela será a primeira brasileira em 30 anos a fazer uma palestra no International Fundraising Congress, o principal congresso de captação de recursos para o segmento, que acontece neste mês.

Segundo Lucimara, o brasileiro sempre escolhe várias iniciativas para apoiar, entre projetos locais e grandes causas. Em cinco anos, o percentual de quem doa dinheiro deve subir para 35%, prevê.

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quarta-feira, 18 de agosto de 2010 Comportamento, Filantropia, Planejamento financeiro | 13:41

Doar é o terceiro princípio da prosperidade financeira

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As discussões sobre finanças pessoais normalmente estabelecem que são dois os grandes princípios da prosperidade: gastar inteligentemente o dinheiro e poupar para a realização de sonhos e objetivos.

Mas existe um terceiro, na avaliação de muitos especialistas: doar. A ideia é devolver à sociedade um pouco do que se conquistou, investindo em iniciativas que ajudam a mudar e até a salvar vidas. O americano Bill Gates, criador da empresa de tecnologia Microsoft, é um dos que acreditam nesse preceito –junto com a mulher, Melinda, ele estabeleceu uma fundação que atua em projetos principalmente nas áreas de saúde e educação e destinou à entidade a sua fortuna.     

Não é preciso ser multibilionário para ajudar, entretanto. A quem quiser fazer a sua parte as recomendações são as seguintes:

Melinda e Bill Gates, os maiores filantropos da atualidade (Foto: Eva-Lotta Jansson/Bloomberg via Getty Images)

1 – Olhar para dentro
É essencial examinar quais são os seus valores e os da família. “A contribuição social precisa estar ancorada em questões e convicções importantes para quem faz a doação. Não adianta ajudar uma causa com a qual não existe uma identificação”, diz Fernando Rossetti, secretário-geral do Gife (Grupo de Institutos, Fundações e Empresas), que auxilia doadores a selecionar e acompanhar entidades filantrópicas

2 – Olhar para os lados
Quando for procurar a entidade que vai ajudar, deve-se buscar saber quais são as que atuam no bairro. Conversando com amigos e conhecidos que participem de algum projeto, pode-se para conhecer melhor essa área. Organizações como o próprio Gifes também ajudam

3 – Pensar em como será o apoio
Se for possível destinar quantias financeiras, deve-se colocar o montante no orçamento e se organize para fazer as contribuições periodicamente, porque a instituição passará a contar com aqueles recursos para as suas atividades. “Mas, às vezes, dividir conhecimentos, como o de gestão de empresas, por exemplo, é mais valioso do que dar dinheiro”, frisa Rossetti  

4 – Verificar a destinação que é dada aos recursos
Entidades maiores costumam publicar prestações de contas no seu site e enviar boletins periódicos a seus doadores. Mas não se pode exigir que as pequenas façam o mesmo, porque geralmente não há recursos para tanto. Então, nesse caso, fazer visitas à instituição e conversar de tempos em tempos com os seus dirigentes resolve

5 – Envolver-se com o projeto
A colaboração financeira não deve ser encarada como um desencargo de consciência. Abraçar uma causa é mais do que lhe dar dinheiro –também é trabalhar, como puder, para que a entidade atinja seus objetivos

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