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terça-feira, 24 de maio de 2011 Fundos, Investimentos, Mercado financeiro, Renda Fixa | 19:27

Após taxação do CDB, sobram os fundos para o investimento de curto prazo

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O CDB (Certificado de Depósito Bancário) é, originalmente, um investimento para períodos mais longos.

Porém, depois que o governo federal eliminou a cobrança de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) sobre os resgates em prazos inferiores a trinta dias, na virada do ano, o título passou a ser usado na aplicação daqueles recursos que toda família guarda para alguma emergência, os quais precisam ser facilmente acionados. E, ainda, empresas de todos os portes aproveitavam a sua rentabilidade, maior que a de outras ferramentas de curto prazo, para administrar o capital de giro durante o mês.

Agora, o CDB deixou de ser uma opção interessante para tais fins, porque a Receita Federal restituiu a tributação, com uma alíquota de 1% ao dia sobre determinada parcela dos rendimentos. A taxação é regressiva –ou seja, vai diminuindo conforme avança o tempo em que o dinheiro permanece na aplicação–, mas ainda assim engole boa parte dos ganhos.

Sobram, dessa maneira, poucas alternativas para quem possui algumas economias paradas das quais vai precisar em até quatro semanas.

A caderneta de poupança não é uma delas, porque só remunera no seu aniversário, em 28 dias, e os ganhos proporcionados andam bem desanimadores.

Restam os fundos de investimento. “Mesmo descontando o imposto de renda, de 22,5% nesse intervalo reduzido, a remuneração oferecida é a mais vantajosa”, afirma Alexandre Chaia, professor do Insper. Essa aplicação distribui os recursos por diversos ativos –inclusive CDBs, e também outros títulos e ações–, então é essencial conversar com o gerente do banco sobre os tipos disponíveis e ler o prospecto a fim de identificar o mais adequado para cada objetivo.

A maioria dos bancos também costuma oferecer aos seus clientes a aplicação dos montantes que ficam sobrando na conta corrente com resgate automático quando o saldo fica negativo. “Esses fundos são uma ferramenta interessante porque permitem aportes de baixo valor –a partir de R$ 100– e possuem taxas de administração pequenas”, diz Sinara Figueiredo, superintendente de investimentos do Santander. Constituem a melhor solução, portanto, no caso de não se saber exatamente quando será necessário resgatar os valores. Para usar a facilidade, o correntista deve procurar a sua agência e solicitar a adesão ao serviço.

“O CDB continua sendo atraente para os investidores que desejam aumentar o seu capital no longo prazo com uma boa segurança. A tributação tem justamente o objetivo de estimular que o cliente deixe o seu dinheiro guardado por mais tempo”, explica Celso Grisi, professor da FIA (Fundação Instituto de Administração). Em sua opinião, com o restabelecimento da cobrança do IOF o governo está dando um grande desestímulo a que o brasileiro economize e construa um patrimônio. “No momento em que a população começa a ter uma educação financeira melhor, o investidor é penalizado. A fúria fiscal está retirando dele as possibilidades mais simples de multiplicar o seu dinheiro.”

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segunda-feira, 9 de maio de 2011 Ações, Bolsa de Valores, Comportamento, Fundos, Investimentos, Livros, Mercado financeiro, Renda Fixa, Renda variável | 18:47

Livro quer ensinar investidor a decifrar seus sentimentos

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Para a pesquisadora Vera Rita de Mello Ferreira, entender a maneira como pensamos e os fatores que nos influenciam a escolher determinados caminhos é a chave para aprendermos a tomar decisões financeiras mais eficazes e até a evitar prejuízos.

Esse é o mote do novo livro da estudiosa, professora da Fipecafi (Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras) e pioneira na análise dos fenômenos econômicos sob a ótica combinada da psicanálise e da psicologia. “A Cabeça do Investidor – Conhecendo suas emoções para investir melhor” sai nesta semana pela editora Évora.

Quem estiver em São Paulo pode pegar um autógrafo no seu exemplar na próxima quarta-feira, dia 11, a partir das 19h na livraria Saraiva do shopping Iguatemi.

A reflexão fundamental proposta pela obra diz respeito à racionalidade: como podemos controlar nossos sentimentos para agir de forma mais produtiva e vantajosa.

Serviço
Lançamento do livro “A Cabeça do Investidor – Conhecendo suas emoções para investir melhor”, de Vera Rita de Mello Ferreira
Quando: 11 de maio, quarta-feira, a partir das 19h
Onde: Livraria Saraiva do shopping Iguatemi – avenida Brigadeiro Faria Lima, 2232, piso Faria Lima

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Por que nos deixamos enganar?

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quinta-feira, 24 de março de 2011 Fundos, Investimentos, Mercado financeiro, Ouro, Renda variável | 05:59

Bancos lançam fundos de investimento para quem quer aplicar em ouro

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O investimento em ouro costuma dar um bom retorno em tempos de bonança e melhor ainda durante crises econômicas e políticas, como as de agora.

Visto como um refúgio seguro contra as turbulências, o metal tem sido bastante procurado nos últimos meses. E, de olho no crescimento da demanda, grandes bancos brasileiros criaram fundos especiais para facilitar a aplicação nesse ativo. (As outras opções de acesso a esse mercado são: comprar títulos negociados na Bolsa de mercadorias e futuros ou pequenas quantidades, em forma de barras, de lojas especializadas.)    

O fundo estruturado pelo Itaú Unibanco se chama Capital Protegido Invest Ouro, tem aporte mínimo de R$ 5 mil, taxa de administração de 1,9% ao ano, e está aberto para clientes Personnalité (de alta renda) até 31 de março ou até que atinja um patrimônio de R$ 200 milhões.

O do Santander foi batizado como PB Ouro Capital Protegido Crédito Privado.

Os dois possuem a designação “capital protegido” porque possibilitam lucro quando o metal se valoriza e também quando cai, segundo limites determinados.

No caso do produto oferecido pelo banco espanhol, o cliente ganha toda a subida registrada pelo ouro se as cotações avançam até o máximo de 45% acumulados em qualquer momento durante os 18 meses de vigência do fundo. Para elevações superiores no intervalo, o retorno fica travado nesse nível.

Entretanto, acontecendo uma queda de até 25%, ainda assim o cotista é remunerado em igual porcentagem. Por exemplo, para baixas de 15%, recebe-se um rendimento de 15%. Desvalorizações acima desse patamar simplesmente não são consideradas. “Nessa hipótese, o cliente não ganha nem perde nada, diferentemente do que ocorreria se tivesse comprado o próprio metal”, explica Cristiano Ehlers, superintendente de private banking do Santander. “O ouro defende bem os reucursos contra a inflação e apresenta-se como uma boa alternativa para a necessária diversificação das carteiras.” O fundo do banco cobra uma taxa de administração de 1,75% ao ano e pede um aporte mínimo de R$ 100 mil, porém já foi encerrado para captações.

A tributação de fundos multimercados como esses segue uma tabela regressiva –considerando o prazo de 18 meses dos produtos citados, o imposto fica em 17,5% dos ganhos.

As instituições financeiras apostam que a tendência para o metal continuará sendo de alta porque as turbulências internacionais que vão se emendando umas nas outras desde 2008 parecem estar longe do fim.

“Não se sabe como ficará a questão do endividamento dos países periféricos da Europa, como a economia dos Estados Unidos se comportará conforme o Federal Reserve, seu banco central, for retirando o anabolizante, se haverá inflação nos países ricos, e qual será o desfecho das transformações no mundo árabe. Todas essas questões darão suporte ao preço do ouro”, diz José Inácio Franco, diretor da Ello Metais, joint-venture entre os grupos Fitta e Marsam, que comercializa barrinhas.

E esse movimento se retroalimenta. Quanto maiores as instabilidades, mais os investidores buscam o ouro, causando o medo de que falte o metal no futuro, o que provoca uma corrida.

“Na quarta-feira, a cotação estava em US$ 1.440 a onça-troy [aproximadamente 33 gramas]. Alguns analistas estimam que possa chegar a US$ 1.800 ou até US$ 2.000 no final do ano. Esse cenário só se materializará na medida da intensidade com que os problemas mencionados ou outros novos se manifestem”, comenta Franco.

Outro fator que poderia impulsionar os preços no Brasil é uma desvalorização do real ante outras moedas fortes, como o dólar. Já que o ouro é cotado no mercado internacional, suas altas acabam amplificadas no país quando a divisa local recua, pois acaba sendo necessário mais dinheiro para comprar o mesmo opinião. Na opinião de alguns economistas, a cotação da moeda brasileira não se sustentará no atual R$ 1,65 por muito tempo mais, pois esse valor é prejudicial ao país.

Para o objetivo de diversificação de portfólio, os gestores sugerem que o investidor aloque entre 5% e 10% do seu patrimônio total em ouro.

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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011 Ações, Bolsa de Valores, Férias, Fundos, Investimentos, Mercado financeiro, Planejamento financeiro, Poupança, Renda Fixa, Renda variável, Viagem | 05:59

Quem cuida dos seus investimentos quando você sai de férias?

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Muitos investidores não conseguem se desligar do mercado financeiro –especialmente da Bolsa de Valores– quando saem de férias, pois têm medo tanto de perder alguma boa oportunidade como de que alguma mudança súbita no cenário lhes cause grandes prejuízos.

Mas é possível planejar-se para conseguir tirar alguns dias de folga de verdade.

Algumas semanas antes da saída, é bom revisar os planos e conversar com o seu corretor ou o consultor sobre vencimentos e acontecimentos importantes esperados para o período, assim como a respeito dos preços-alvos dos ativos.

Os que preferem operar por conta própria, via “home broker”, podem lançar mão de ferramentas automáticas do sistema para deixar programadas ordens de compra e venda quando os valores dos papeis atingem patamares determinados.

As mais comuns são as chamadas “stop loss” (deter o prejuízo) –que manda vender as ações no instante em que o seu preço fica abaixo do limite suportado pelo seu dono– e “start” –a qual autoriza a compra do ativo quando o seu preço se torna atraente. Tais valores podem inclusive ser móveis, reajustando-se sozinhos se os patamares e condições do mercado mudarem.  

“Esses instrumentos funcionam como uma boa proteção e são empregados tanto por grandes investidores quanto pelos menores porque são bastante simples de usar”, diz Paulo Levy, diretor da corretora ICAP Brasil responsável pelo seu “home broker”, o MyCap. “E mostram-se ainda mais úteis em tempos de instabilidade, em que a economia mundial se encontra tão indefinida.”

Clientes que ficam em contato mais próximo com os operadores podem deixar ordens combinadas. As boas gestoras não param em nenhuma época do ano e estão preparadas para agir quando for necessário.

O mais importante é ter uma estratégia bem definida desde o começo. “De modo geral, as decisões em investimentos não são tomadas no curto prazo. Por isso, um mês não muda em nada na vida de um investidor que possui um projeto de longo prazo. Tanto ações quanto fundos são aplicações programadas e decididas por períodos mais extensos”, lembra Marcelo Xandó, sócio diretor da Verax Serviços Financeiros.

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terça-feira, 18 de janeiro de 2011 Ações, Bolsa de Valores, Fundos, Inflação, Investimentos, Mercado financeiro, Poupança, Renda Fixa, Renda variável | 05:59

As perspectivas para os seus investimentos em 2011

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É importante reavaliar constantemente a carteira de investimentos –afinal, sempre mudam os objetivos da família, o cenário macroeconômico e as características das aplicações–, mas o início do ano também se apresenta como boa desculpa para uma revisão.

Analisando os movimentos previstos para os próximos meses, as perspectivas para os principais produtos financeiros são as seguintes:

1 – Caderneta de poupança
Apresentou o pior rendimento dentre todas as aplicações no ano passado e não deve apresentar melhor desempenho em 2011, principalmente por causa do esperado aumento da inflação. “O retorno oferecido pela caderneta teria dificuldade para acompanhar a estimada elevação dos preços”, diz Samy Dana, professor de economia da FGV-SP (Fundação Getulio Vargas).
A vantagem é que a poupança não cobra taxa de administração nem imposto de renda. No entanto, essas regras podem mudar, conforme ameaçado pelo governo algumas vezes entre 2009 e 2010.   

2 – Fundos de investimento
Quanto maior é a expectativa de alta da taxa básica de juros da economia brasileira (a Selic), mais interessantes ficam determinados fundos na comparação com a poupança. Os analistas de mercado já apostam em um incremento de 1,5 ponto percentual distribuído pelo primeiro semestre, o que levaria a Selic a 12,5% ao ano.  
Para escolher um fundo, é preciso analisar o perfil do produto, determinado pelos ativos nos quais o gestor coloca o dinheiro dos cotistas. Para este ano, os que acompanham a variação da inflação e dos juros básicos são os mais indicados. Deve-se ficar atento, porém, aos custos cobrados pela instituição financeira e aos tributos.

3 – Títulos públicos
Em vez de aplicar em um fundo, o investidor pode pular os intermediários e comprar títulos públicos do próprio governo pelo programa Tesouro Direto, pagando, assim, taxas pequenas. Novamente, os especialistas recomendam adquirir os atrelados aos preços (NTN-B) e à Selic (LFT) e evitar os prefixados, cujo retorno é determinado antecipadamente, no momento da aplicação.    

4 – Bolsa de Valores
Se o horizonte está bom para as modalidades de investimento de renda fixa (como os títulos públicos), as quais oferecem baixa probabilidade de perdas, a Bolsa fica menos atraente. Afinal, o risco que se corre ao colocar dinheiro em ações é bastante considerável. “Mas em 2011 veremos a BM&FBovespa subir entre 20% e 25%, tanto por causa do crescimento da economia brasileira quanto pelo cenário externo favorável, já que a situação dos Estados Unidos também está melhorando”, afirma Ricardo Fontes, consultor financeiro e professor. “Só não pode melhorar demais, senão os estrangeiros tiram os seus recursos do mercado local para colocar nos títulos do governo americano. E é importante observar desdobramentos negativos da crise europeia, que atrapalhariam essas projeções.”

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sexta-feira, 7 de janeiro de 2011 Bolsa de Valores, Fundos, Investimentos, Livros, Mercado financeiro, Renda Fixa, Renda variável | 16:44

Finalmente, um livro sobre fundos de investimento

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Sim, a poupança registrou recorde de depósitos em 2010, mas buscar alternativas mais sofisticadas de aplicação faz parte da segunda fase do aprendizado sobre dinheiro que o Brasil vive neste momento.

Para quem possui algum conhecimento sobre o mercado financeiro e aceita correr riscos em troca das possibilidades de ganhos superiores, os fundos de investimento são o próximo passo natural.

Mas os que procuravam esclarecimentos sobre essa modalidade não conseguiam encontrar muitas respostas –e confiáveis.

A fim de corrigir essa deficiência, Luiz Roberto Calado está lançando agora o livro “Fundos de investimento”, pela coleção Expo Money, da editora Campus. O autor é gerente de educação e certificação profissional da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) e vice-presidente do Ibef (Instituto Brasileiro dos Executivos de Finanças), doutor em finanças e sustentabilidade pela Universidade de Bonn (Alemanha).

“O setor sofreu profundas alterações nos últimos dois anos, achei que os investidores estavam precisando desses esclarecimentos”, diz Calado.

Quando lhe perguntam como efetivamente conseguir multiplicar as suas economias, armar-se de informação é a principal dica que dá. “As pessoas perdem muito tempo para comprar sapato, carro, mas não tentam entender as ferramentas de investimento. Preferem ficar atrás de fórmulas mágicas”, afirma.

E compreender os fundos é simples, destaca o estudioso.

Primeiro, é essencial saber em que ativos o produto coloca os recursos –ações de empresas na Bolsa de Valores, títulos de dívida pública ou de companhias de vários setores. “Esses dados estão sempre descritos no prospecto, escrito em uma linguagem clara e objetiva, dirigida justamente aos não-especialistas”, ensina Calado. Geralmente, o documento compõe-se de cinco ou seis páginas, e vale a pena estudá-las com cuidado antes de aderir. “O interessado precisa estar ciente do tipo de risco que está assumindo.”

É bom, ainda, alimentar expectativas realistas quanto aos rendimentos e estar ciente de que, embora o gerente do banco tenha as suas convicções, é impossível projetar com exatidão qual será o retorno do fundo. A rentabilidade apresentada nos últimos anos não é garantia de bom desempenho no futuro, porém deve ser considerada.

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terça-feira, 5 de outubro de 2010 Ações, COMO FAZER, Fundos, Investimentos, Mercado financeiro, Renda variável | 13:06

Como investir em empresas estrangeiras na Bolsa brasileira

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A partir de hoje, o investidor brasileiro já pode aplicar em ações de empresas americanas como Google, Avon, Apple e WalMart.

Os papeis serão negociados na BM&FBovespa na forma de BDRs (Brazilian Depositary Receipts), um tipo de certificado de propriedade de tais ações, que ficam guardadas em bancos credenciados para essa função.

Mas o pequeno investidor pessoa física não poderá comprar esses BDRs  diretamente–terá que alocar os seus recursos em um fundo de investimento de cuja carteira tais papeis façam parte.

Então, para fazer a aplicação, basta procurar um banco comum ou uma administradora de fundos e perguntar sobre esse produto. O investidor não poderá escolher quais ações estrangeiras específicas farão parte da sua cota particular. Conforme a modalidade for avançando, entretanto, é provável que as instituições financeiras criem fundos privilegando algum BDR ou setor. Mas a lei estabelece um limite para a quantidade de ativos estrangeiros nos quais um fundo brasileiro pode colocar dinheiro: 20% do patrimônio no caso dos multimercados e 10% para os demais.

A Bolsa brasileira não sabe informar quais instituições financeiras já montaram fundos com BDRs para oferecer aos seus clientes.

Segundo a CVM (Comissão de Valores Mobiliários), caso algum fundo já constituído resolva passar a incluir esses ativos no seu portfolio, precisa trocar o seu regulamento e o seu nome a fim de deixar clara a mudança. As alterações devem obrigatoriamente ser aprovadas pelos cotistas em assembleia geral.

Mesmo com intermediários e em uma parcela pequena, a BM&FBovespa diz que vale a pena o negócio, porque permite uma diversificação maior das aplicações. “O investidor no mercado acionário brasileiro corre o risco associado ao país. Agora, pode ter também o risco de outras nações, e isso é muito bom para a sua carteira”, explica Julio Ziegelmann, diretor de renda variável da Bolsa.

Sempre, antes de escolher um fundo, é importantíssimo se informar sobre as taxas cobradas, que costumam variar bastante entre os bancos.

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Prepare-se já para as despesas de final de ano
Estratégia para começar a investir: aplique o dinheiro da Nota Paulista

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sexta-feira, 1 de outubro de 2010 Ações, Bancos, Fundos, Investimentos, Mercado financeiro, Poupança, Renda extra, Renda Fixa, Renda variável | 05:59

Estratégia para começar a investir: aplique o dinheiro da Nota Paulista

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O governo do Estado de São Paulo libera, hoje, os créditos da nota fiscal referentes ao período de janeiro a junho deste ano. Não se trata exatamente de uma soma vultuosa, mas, por isso mesmo, esses recursos podem representar um ótimo começo para quem ainda não tem o hábito de poupar e de investir.

“O que realmente importa não é a quantia e sim a atitude. Sempre é necessário dar o primeiro passo. E a riqueza vem do hábito”, frisa Ricardo Torres, professor de finanças da Brazilian Business School.

Esse raciocínio se aplica a todas as receitas extras que se recebe, como comissões, 13º. salário ou a restituição do imposto de renda –fica muito mais fácil reservar o recurso que não faz parte do fluxo de caixa cotidiano da família. “Do contrário, tal dinheiro é gasto sem que se note”, diz o consultor Mauro Calil, do Centro Calil & Calil de Estudos e Formação de Patrimônio.

Algumas opções para dar início a uma carteira de investimentos são:

Caderneta de poupança: Acaba com todas as desculpas: é o instrumento mais fácil, acessível e democrático, e tem custo zero para começar.

Títulos do Tesouro Nacional: Pelo programa Tesouro Direto, a partir de R$ 200 já dá para comprar algumas promissórias do governo federal, as quais oferecem um retorno bastante interessante.

Outros instrumentos de renda fixa: O gerente do banco pode indicar diversas alternativas, como CDB e fundos DI.

Bolsa de Valores: Quem tem curiosidade a respeito do mercado acionário pode obter um benefício duplo dos créditos da Nota Fiscal Paulista. Além de se acostumar a guardar um pouco das suas receitas, aprender a aplicar na Bolsa. “Um fundo de ações é uma boa ideia, assim como os ETFs (Exchange Traded Funds, ou fundos de índice). Dessa maneira, não é preciso estudar a fundo antes de escolher; dá-se condições ao principiante de ir devagar”, sugere Torres.

Daqui até o final do ano, já é possível conseguir algum rendimento e, com os montantes, comprar um presente melhor para as crianças no Natal.

Entretanto, se o consumidor tiver compromissos atrasados, o melhor é quitá-los antes de pensar em investir. “Por um motivo simples: os ganhos que se obtém com as aplicações não cobrem os juros cobrados das dívidas”, explica Calil.

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SOBRE A NOTA FISCAL PAULISTA:
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terça-feira, 3 de agosto de 2010 Ações, Bancos, Fundos, Investimentos, Mercado financeiro, Renda Fixa, Renda variável | 16:18

Dando o primeiro passo para deixar a carteira de investimentos mais arrojada

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Uma boa parte dos investidores se considera ousada mas possui uma carteira conservadora, com poupança e fundos de renda fixa apenas.

Se deseja mesmo tentar buscar uma rentabilidade maior, o interessado precisa primeiro se perguntar o quanto de risco está de fato disposto a correr. Muitas vezes, o investidor acha que é arrojado porém no fundo simplesmente não suporta ver as oscilações no seu patrimônio.

Para descobrir qual é o seu perfil de fato, é preciso se fazer algumas perguntas simples:

– Quanto dinheiro há disponível para aplicações?
– Qual é o objetivo final dos recursos?
– Em quanto tempo será necessário sacá-los?

De maneira geral, os montantes colocados em renda variável devem ser uma parte menor das reservas da família, que serão empregados em metas de médio e longo prazo e dos quais não se vai precisar tão cedo, no caso de uma emergência.

Quem nunca investiu em aplicações mais ousadas pode ir começando com pouco, de 10% a 15% do que tem guardado. “E deve buscar o máximo de informações possíveis sobre as opções, lendo e conversando com o gerente do banco e o consultor da corretora”, diz Alcides Leite, professor da Trevisan Escola de Negócios.

Os fundos multimercados e de capital protegido são uma alternativa interessante. É importante ficar atento ao tamanho da parcela destinada a renda variável nesses produtos.

O investimento direto em Bolsa de Valores pode começar com os chamados fundos de índice, que reproduzem a carteira de determinados índices do mercado acionário. O que é espelhado no Ibovespa, por exemplo, tem as mesmas ações desse índice –comprando uma cota do fundo, a qual também é negociada na Bolsa, é como se o investidor aplicasse em cada um dos papeis que compõem a cesta sem precisar adquirir todos individualmente.

Caso prefira comprar mesmo as ações, o investidor deve escolher dois ou três papeis de grandes empresas, com um volume de negociação diário elevado (alta liquidez, como se diz no jargão), e conhecer bem o negócio da companhia para saber se as perspectivas de resultados são boas.

De tempos em tempos, é essencial fazer uma revisão da carteira, conforme as condições de mercado forem evoluindo e os planos da família também.

“Conforme se estabelece um relacionamento de confiança entre o cliente e o banco –o que a API (análise de perfil do investidor) facilita bastante–, a instituição pode sugerir mudanças para aprimorar a carteira”, diz Edson Franco, superintendente de investimentos do Santander.

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Investidor se diz arrojado mas tem carteira conservadora

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Ações, Bancos, Fundos, Investimentos, Renda Fixa, Renda variável | 12:45

Investidor se diz arrojado mas tem carteira conservadora

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A partir da implantação no Brasil, no início deste ano, da API (análise do perfil do investidor), questionário utilizado pelas instituições financeiras ao interessado em aplicar o seu dinheiro, os bancos brasileiros fizeram algumas descobertas sobre os seus clientes.

Um das mais interessantes, como relata o Santander, é que, embora muitos investidores se declarem ousados e dispostos a correr riscos, o seu portfólio é na maior parte constituído por produtos conservadores, como poupança e fundos de renda fixa. Não se sabe, no entanto, se esse paradoxo é fruto de desconhecimento acerca dos instrumentos disponíveis ou se de fato o investidor apenas acha que é arrojado porém no fundo tem muito medo de perder dinheiro.

Embora no momento o cenário esteja mais favorável à renda fixa, já que a taxa básica de juros da economia, a Selic, se encontra em ascensão, e o mercado acionário anda bastante instável, as aplicações mais arriscadas devem oferecer ganhos maiores no longo prazo, na expectativa dos especialistas.  

“Houve uma grande demanda por renda variável em 2008 antes da crise internacional. Depois, foi o contrário –com o aumento da aversão a risco, o investidor migrou para a renda fixa. Agora, a confiança está voltando” explica Edson Franco, superintendente de investimentos do Santander.

Para o investidor que efetivamente deseja deixar a sua carteira um pouco mais ousada, os especialistas ensinam de que maneira fazê-lo: clique aqui.

Em tempo: nesta semana ou na próxima a Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) divulgará um balanço detalhado acerca desses sete primeiros meses da API.

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Dando o primeiro passo para deixar a carteira de investimentos mais arrojada

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