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Arquivo da Categoria Indicadores Econômicos

terça-feira, 7 de dezembro de 2010 Alimentação, Comportamento, Consumo, Família, Indicadores Econômicos, Inflação, Supermercado | 13:19

A sua inflação pessoal

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A inflação, no Brasil, acelerou neste segundo semestre principalmente por causa da disparada de alguns produtos alimentícios, como a carne bovina e o feijão, que tiveram sua produção no país afetada por problemas climáticos.

Mas a percepção do sobe-e-desce dos preços varia bastante entre cada casa. Se, em determinado domicílio, a conta do supermercado toma a maior parte do orçamento mensal, por exemplo, os aumentos nos itens dessa lista naturalmente pesam e aparecem muito mais. Então, dependendo de quais mercadorias se costuma comprar, ora tem-se a sensação de que as alterações são muito maiores do que os índices registram e, em outros momentos, não se sente a pressão.

Indo um pouco além no exercício de anotar receitas e despesas para controlar as finanças da família, é possível acompanhar melhor as alterações nos valores das mercadorias e dos serviços consumidos com freqüência para fazer eventuais substituições e mudanças de rumo, manter os gastos dentro dos limites estabelecidos e entender de que maneira as mudanças na economia atingem as contas da residência.

A ideia é mensurar a inflação da família, para trocar a impressão das mudanças de preços por estimativas precisas.

Dá um certo trabalho; porém, se envolver todos os parentes, a tarefa traz o benefício extra de fazer com que filhos e cônjuges se comprometam mais com a gestão inteligente do orçamento.

Para os cálculos, é necessário escrever uma relação detalhada de cada tipo de dispêndio da casa. Não basta, então, anotar “supermercado”, como geralmente se procede. Essa vai ser apenas uma categoria de despesas, sob a qual entram os artigos: batata, arroz, bolacha. A cada mês, deve-se somar e lançar nessa listagem os respectivos valores.

Outras classes de gastos precisam ser criadas: educação (mensalidade escolar, material, cursos extracurriculares), saúde (convênio, remédios), transporte (passagem de ônibus, táxi, combustível, a prestação do carro), lazer (cinema, TV a cabo), habitação (energia elétrica, gás, água, aluguel), vestuário (aquisição de roupas, lavanderia).

Caso fique muito complicado, vale começar monitorando apenas a mais importante para o domicílio. 

Depois de seis meses já dá para fazer uma avaliação. Em um ano, porém, a comparação fica mais exata e pode surpreender. É interessante, ainda, fatiar o total da renda pelos grupos, para perceber onde se concentram os gastos –e comparar com o noticiário e os indicadores elaborados pelos economistas.

Na sua observação, como os preços ziguezaguearam neste ano? Deixe um comentário!

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terça-feira, 19 de outubro de 2010 Impostos, Indicadores Econômicos | 17:53

Cada brasileiro vai pagar R$ 1 mil a mais de impostos em 2010

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Segundo previsões do IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário), a carga de impostos brasileira vai fechar 2010 com uma alta de 0,7%, o que significa uma elevação de R$ 1 mil na arrecadação federal per capita, de R$ 5.723,42 em 2009.

Neste ano, o recolhimento de tributos federais deve chegar a novo recorde –até setembro, a elevação passa de 16% em termos nominais e 12% em valores reais (excluindo a inflação), alcançando R$ 573,6 bilhões.

Considerando as três esferas de governo (nacional, estadual e municipal), o montante deve bater em R$ 1 trilhão na próxima terça-feira, dia 26 de outubro.

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Aluguel, Casa própria, Imóveis, Indicadores Econômicos | 12:08

À vista uma redução nos preços dos imóveis em São Paulo?

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Quando, em maio, as vendas de imóveis residenciais novos na capital paulista tiveram uma redução pelo segundo mês seguido, os especialistas alertaram que ainda não se podia dizer que estava configurada uma tendência de queda na comercialização –o que poderia levar a uma estabilização dos preços após cinco anos de escalada.

Mas, depois de uma alta em junho, houve novas baixas em julho e agosto –são, dessa maneira, quatro diminuições contra três aumentos mensais em 2010. De acordo com o Secovi-SP (o sindicato das empresas do setor imobiliário do Estado de São Paulo), a redução nesse último mês foi de 48,4%, para 1.633 unidades negociadas.

No acumulado do ano, ainda existe uma alta de 8,9% nas vendas de imóveis em relação ao mesmo período de 2009, para 21.820 unidades. Mas a demanda está caminhando em um ritmo bem mais devagar do que os lançamentos, que cresceram 25,5% no mesmo período, para 17.781 moradias.

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segunda-feira, 30 de agosto de 2010 Aluguel, Casa própria, Imóveis, Indicadores Econômicos, Inflação | 12:52

Inquilino pode negociar o reajuste do seu aluguel

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A FGV (Fundação Getulio Vargas) informou hoje que o IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) ficou em 0,77% para o mês de agosto. O acumulado em doze meses, que balizará o reajuste dos aluguéis que fazem aniversário em setembro e utilizam esse indicador como parâmetro, é de 6,99%.

Para calcular quanto passará a pagar a partir de outubro, o inquilino tem que multiplicar o valor do seu aluguel por 1,0699. Então, se atualmente desembolsa R$ 1.000, verá o montante subir para R$ 1.069,90.

A variação do IGP-M é o limite máximo para o aumento, mas o morador pode tentar negociar com o proprietário da casa ou do apartamento para estabelecer uma porcentagem menor.

Antes de negociar, o inquilino deve se informar sobre como anda o mercado (Foto: Getty Images)

Primeiro, o inquilino deve se informar sobre como se encontra o mercado de aluguel de residências na sua região, perguntando para imobiliárias, corretores e amigos que trabalham no ramo e lendo os jornais.

É importante saber quanto tempo as casas e apartamentos permanecem desocupados à espera de um novo morador, se a demanda é elevada, e qual é o preço médio dos alugueis novos de um imóvel semelhante ao seu.

Se o mercado não estiver demasiadamente aquecido, a conversa com o locador é mais fácil. O inquilino precisa lembrá-lo da demora para alugar imóveis naquela localidade –deixar a casa ou o apartamento vazio significa, para o proprietário, perder dinheiro.

No entanto, em algumas áreas, como a capital paulista, a oferta anda pequena e a procura, bem grande, o que torna mais complicada a conciliação.

Nesse caso, os melhores argumentos que o inquilino tem são a sua pontualidade no pagamento de todas as obrigações referentes ao imóvel e o bom relacionamento com o proprietário. Mesmo que a demanda esteja em patamares altos, a troca de inquilinos tem custo, e ainda existe um risco de fechar contrato com um morador que não seja tão honesto quanto o anterior.

Outra questão que pode ser colocada sobre a mesa é a diferença entre o valor do aluguel e a prestação de um financiamento para a compra de uma casa ou apartamento equivalente. Quanto mais próximos são os montantes –o locatário deve fazer simulações em alguns bancos, para se munir dos números–, menos interessante fica alugar.

Há que se considerar, ainda, que a recente elevação do IGP-M reflete principalmente itens que não são diretamente relacionados com o mercado imobiliário. Em agosto, os produtos que apresentaram as maiores elevações de preços foram o minério de ferro (+15,08%), o alho (+12,72%) e a soja em grão (+10,55%). Este é mais um ponto a ser analisado na negociação com o locador –uma ideia é propor que desta vez seja empregado outro índice, de variação menor e mais relacionado ao varejo, como o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), medido pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), e, para a cidade de São Paulo, o IPC-Fipe (Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas).

Pedir um parcelamento do reajuste também é uma alternativa, assim como oferecer-se para realizar uma melhoria na residência em troca da aplicação de um índice de aumento menor.

Em todas as situações, porém, o combinado deve ser registrado por escrito, a fim de evitar problemas futuros.

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terça-feira, 24 de agosto de 2010 Consumo, Indicadores Econômicos, veículos | 18:06

Preço de moto nova cai 5% em 2010 com invasão do mercado pelas usadas

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Os preços das motos zero-quilômetro acumulam uma queda média de 5,2% neste ano, segundo levantamento feito pela agência AutoInforme/Molicar. Em julho, a redução foi de 0,89%.

“O consumidor que compra uma motocicleta nova coloca a antiga, que tem dois ou três anos de uso, à venda. Está aumentando bastante a oferta nesse segmento. Aí, o fabricante também acaba baixando o preço da zero”, explica Joel Leite, diretor da agência. “Além disso, a concorrência se acirrou. Atualmente, há cerca de 40 marcas de motocicleta no Brasil –as estreantes querem conquistar uma fatia e as tradicionais, manter seu espaço.”

Por marca, a evolução de preços em 2010 foi a seguinte:

Honda: -6,67%
Sundown: +5,61%
Importadas: -3,09%
Yamaha: -2,17%
Dafra: +2,05%
Suzuki: -1,16%

De maneira geral, os modelos que apresentaram as maiores diminuições de valor foram as de porte médio (300 a 400 cilindradas). “São motocicletas mais poderosas, que mexem com a imaginação”, comenta Leite.

Nas grandes cidades, tem aumentado a penetração de motocicletas do tipo scooter –é a alternativa buscada pelos profissionais para fugir do trânsito.

“Mas a ampliação mais notável do mercado para as motos tem se dado no interior do país: elas substituem outros meios de trasnprote, como o jumento e a própria bicicleta”, conta Leite.

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segunda-feira, 23 de agosto de 2010 Ações, Agenda da Semana, Indicadores Econômicos, Investimentos, Mercado financeiro | 11:27

AGENDA DE MERCADO: It’s all about the U.S.

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Em busca de pistas para tentar entender melhor a atual situação da economia mundial, todas as atenções dos investidores estarão voltadas, nesta semana, aos Estados Unidos.

Serão divulgados muitos indicadores econômicos importantes, que podem mostrar qual é o rumo e a velocidade da locomotiva americana.

Amanhã, saem as vendas de casas já existentes e um índice de atividade manufatureira. Na quarta, as vendas de casas novas, os números sobre solicitações de empréstimos hipotecários e os pedidos de bens duráveis (que o varejo está fazendo à indústria). Na quinta, é a vez dos pedidos de seguro-desemprego.

“O mais importante vem na sexta-feira: o PIB [Produto Interno Bruto] relativo ao segundo trimestre”, diz Octavio Focques, analista da corretora TOV. “A expectativa é que os indicadores sejam positivos. Não existe, no mercado, uma euforia, mas os investidores se encontram razoavelmente otimistas.”

Se essa perspectiva se confirmar, as Bolsas em todo o mundo encontrarão um bom motivo para avançar. Entre os especialistas, já existe um consenso de que a economia global está se desacelerando –espera-se, porém, que não seja demais.

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segunda-feira, 16 de agosto de 2010 Consumo, Indicadores Econômicos | 18:14

Confiança do consumidor é recorde em São Paulo

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O otimismo do consumidor paulista atingiu, em agosto, níveis recordes. O Índice de Confiança do Consumidor, medido pela Fecomercio (Federação co Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo), subiu 4,6% neste mês em relação a julho, para 162,3 pontos. Esse patamar é o mais elevado desde que a pesquisa começou a ser feita, em 1994.

Tamanha segurança se explica, principalmente, pelo crescimento da renda e do emprego juntamente com a desaceleração da inflação.

De acordo com a Fecomercio, a percepção do consumidor paulista sobre o cenário econômico é positiva no curto, no médio e no longo prazo.

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