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Arquivo da Categoria Investimentos

segunda-feira, 11 de julho de 2011 Bolsa de Valores, Educação Financeira, Investimentos, Mercado financeiro | 18:06

Curso sobre finanças pessoais na Bolsa

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A Bolsa brasileira, BM&FBovespa, realiza na próxima quarta-feira, na sua sede, em São Paulo, o curso Educar Master, de finanças pessoais.

Durante todo o dia, os participantes terão noções de organização de orçamento, planejamento e investimentos.

Para fazer a inscrição, gratuita, os interessados devem acessar o endereço http://www.bmfbovespa.com.br/shared/iframe.aspx?idioma=pt-br&url=http://www.bmfbovespa.com.br/pt-br/educacional/cursos/presenciais/financas-pessoais.asp.

No site da empresa (www.bmfbovespa.com.br/cursos), também são oferecidos permanentemente cursos on-line sobre esses temas em módulos adequados a diferentes perfis e faixas etárias.

Serviço
Curso Educar Master
Quando: 13 de julho, quarta-feira, das 9h às 16h
Onde: Sede da BM&FBovespa – Rua XV de Novembro, 275, Centro. São Paulo – SP

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quinta-feira, 16 de junho de 2011 Educação Financeira, Investimentos, Mercado financeiro | 17:20

CVM cria boletim com orientações sobre o investimento no mercado financeiro

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A CVM (Comissão de Valores Mobiliários), que fiscaliza o mercado de capitais no Brasil, está divulgando um periódico para explicar ao investidor os seus direitos, cuidados que deve tomar e os riscos que corre ao aplicar no mercado de capitais –na Bolsa de Valores e em fundos de investimento, por exemplo.

O documento pode ser baixado do site da autarquia: http://www.cvm.gov.br/.

Outras edições serão lançadas futuramente para abordar temas específicos.

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quinta-feira, 26 de maio de 2011 Ações, Bolsa de Valores, Educação Financeira, Investimentos, Mercado financeiro, Renda variável | 12:57

Bolsa brasileira realiza cursos gratuitos sobre o investimento em ações

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A BM&FBovespa, a Bolsa de Valores brasileira, realiza no começo do mês de junho um curso gratuito sobre o investimento em ações na sua sede, na cidade de São Paulo. Há duas datas disponíveis: dia 1º. (quarta-feira) e dia 4 (sábado), com aulas das 8h30 às 18h30. As inscrições devem ser feitas previamente no site www.bmfbovespa.com.br/cursos.

Para quem mora em outras localidades, existe a opção de estudar à distância. No mesmo endereço eletrônico, está disponível um curso on-line com 14 horas de duração.

Serviço
Curso “Como Investir em Ações”
Quando: 1/06 ou 4/06, das 8h30 às 18h30
Onde: Auditório da BM&FBovespa – Rua XV de Novembro, 275, 1º. andar – Centro (metrô São Bento) – São Paulo-SP

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terça-feira, 24 de maio de 2011 Fundos, Investimentos, Mercado financeiro, Renda Fixa | 19:27

Após taxação do CDB, sobram os fundos para o investimento de curto prazo

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O CDB (Certificado de Depósito Bancário) é, originalmente, um investimento para períodos mais longos.

Porém, depois que o governo federal eliminou a cobrança de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) sobre os resgates em prazos inferiores a trinta dias, na virada do ano, o título passou a ser usado na aplicação daqueles recursos que toda família guarda para alguma emergência, os quais precisam ser facilmente acionados. E, ainda, empresas de todos os portes aproveitavam a sua rentabilidade, maior que a de outras ferramentas de curto prazo, para administrar o capital de giro durante o mês.

Agora, o CDB deixou de ser uma opção interessante para tais fins, porque a Receita Federal restituiu a tributação, com uma alíquota de 1% ao dia sobre determinada parcela dos rendimentos. A taxação é regressiva –ou seja, vai diminuindo conforme avança o tempo em que o dinheiro permanece na aplicação–, mas ainda assim engole boa parte dos ganhos.

Sobram, dessa maneira, poucas alternativas para quem possui algumas economias paradas das quais vai precisar em até quatro semanas.

A caderneta de poupança não é uma delas, porque só remunera no seu aniversário, em 28 dias, e os ganhos proporcionados andam bem desanimadores.

Restam os fundos de investimento. “Mesmo descontando o imposto de renda, de 22,5% nesse intervalo reduzido, a remuneração oferecida é a mais vantajosa”, afirma Alexandre Chaia, professor do Insper. Essa aplicação distribui os recursos por diversos ativos –inclusive CDBs, e também outros títulos e ações–, então é essencial conversar com o gerente do banco sobre os tipos disponíveis e ler o prospecto a fim de identificar o mais adequado para cada objetivo.

A maioria dos bancos também costuma oferecer aos seus clientes a aplicação dos montantes que ficam sobrando na conta corrente com resgate automático quando o saldo fica negativo. “Esses fundos são uma ferramenta interessante porque permitem aportes de baixo valor –a partir de R$ 100– e possuem taxas de administração pequenas”, diz Sinara Figueiredo, superintendente de investimentos do Santander. Constituem a melhor solução, portanto, no caso de não se saber exatamente quando será necessário resgatar os valores. Para usar a facilidade, o correntista deve procurar a sua agência e solicitar a adesão ao serviço.

“O CDB continua sendo atraente para os investidores que desejam aumentar o seu capital no longo prazo com uma boa segurança. A tributação tem justamente o objetivo de estimular que o cliente deixe o seu dinheiro guardado por mais tempo”, explica Celso Grisi, professor da FIA (Fundação Instituto de Administração). Em sua opinião, com o restabelecimento da cobrança do IOF o governo está dando um grande desestímulo a que o brasileiro economize e construa um patrimônio. “No momento em que a população começa a ter uma educação financeira melhor, o investidor é penalizado. A fúria fiscal está retirando dele as possibilidades mais simples de multiplicar o seu dinheiro.”

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sexta-feira, 13 de maio de 2011 Ações, Bolsa de Valores, Investimentos, Mercado financeiro, Renda variável | 15:56

Após queda em 2010, dividendos de ações devem voltar a crescer, diz estudo

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Os dividendos pagos aos acionistas pelas companhias abertas são, para um grupo de investidores, o principal critério na hora de selecionar papeis para colocar na carteira.

Essa remuneração recuou um pouco em 2010, para R$ 0,63 –na média de todas as empresas brasileiras–, mas, mantido o ritmo observado no primeiro trimestre deste ano, tende a se recuperar e encerrar 2011 em um patamar maior. Entre janeiro e março, o pagamento foi de R$ 0,28 por papel, segundo estudo feito pelo Instituto Assaf.

Antes do pico de R$ 1,38 durante em 2009, o retorno estava na casa dos R$ 0,80.

“Uma diminuição do retorno nunca é má notícia, porém”, explica o professor da USP (Universidade de São Paulo) Fabiano Guasti Lima, pesquisador do instituto. “Significa que as companhias estão usando os seus recursos para ampliar a sua capacidade produtiva –provavelmente, foi o que ocorreu no ano passado.”

Por isso, a pura e simples análise do tamanho dos proventos pode não ser o melhor método de escolha de ações. “O ideal é sempre diversificar a carteira, a fim de aproveitar as vantagens de cada papel ou setor”, sugere Lima.

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quarta-feira, 11 de maio de 2011 Ações, Bolsa de Valores, Investimentos, Mercado financeiro, Renda variável | 16:49

Site de campanha da Bolsa para atrair investidores tem mais de 500 mil acessos

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Em uma demonstração do crescente interesse do brasileiro pelo investimento em Bolsa de Valores, o site “Quer ser sócio?” (www.quersersocio.com.br), parte da última campanha publicitária lançada pela BM&FBovespa, registrou mais de 500 mil acessos desde que foi lançado, em agosto.

No portal, o internauta encontra as informações fundamentais sobre esse tipo de aplicação em forma de texto e vídeo, com instruções para definir o seu perfil de investidor, dicas para ajudar na escolha da corretora na qual se deve abrir uma conta, e uma lista das taxas e impostos vigentes.

A propaganda, atualmente em exibição na TV, faz uma analogia entre a carreira de jogador de futebol de Pelé e a trajetória de uma empresa para explicar como funciona o mercado de ações.

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segunda-feira, 9 de maio de 2011 Ações, Bolsa de Valores, Comportamento, Fundos, Investimentos, Livros, Mercado financeiro, Renda Fixa, Renda variável | 18:47

Livro quer ensinar investidor a decifrar seus sentimentos

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Para a pesquisadora Vera Rita de Mello Ferreira, entender a maneira como pensamos e os fatores que nos influenciam a escolher determinados caminhos é a chave para aprendermos a tomar decisões financeiras mais eficazes e até a evitar prejuízos.

Esse é o mote do novo livro da estudiosa, professora da Fipecafi (Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras) e pioneira na análise dos fenômenos econômicos sob a ótica combinada da psicanálise e da psicologia. “A Cabeça do Investidor – Conhecendo suas emoções para investir melhor” sai nesta semana pela editora Évora.

Quem estiver em São Paulo pode pegar um autógrafo no seu exemplar na próxima quarta-feira, dia 11, a partir das 19h na livraria Saraiva do shopping Iguatemi.

A reflexão fundamental proposta pela obra diz respeito à racionalidade: como podemos controlar nossos sentimentos para agir de forma mais produtiva e vantajosa.

Serviço
Lançamento do livro “A Cabeça do Investidor – Conhecendo suas emoções para investir melhor”, de Vera Rita de Mello Ferreira
Quando: 11 de maio, quarta-feira, a partir das 19h
Onde: Livraria Saraiva do shopping Iguatemi – avenida Brigadeiro Faria Lima, 2232, piso Faria Lima

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Por que nos deixamos enganar?

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segunda-feira, 2 de maio de 2011 Ações, Bolsa de Valores, Investimentos, Mercado financeiro, Renda variável | 12:28

Bolsa lança quatro novos índices de ações

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A BM&FBovespa, a Bolsa brasileira, está iniciando hoje o cálculo de quatro novos índices de ações:

Índice Brasil Amplo (IBrA)  
É uma extensão do tradicional Ibovespa (Ibov). Por agregar um número maior de ações, 153, as quais devem obedecer a critérios de liquidez mínima, retrata de forma mais abrangente o mercado brasileiro.

Índice Dividendos (IDIV)
Reflete o comportamento das ações das companhias que deram maior retorno aos seus acionistas, em termos de dividendos e juros sobre capital próprio.

Índice Materiais Básicos (IMAT)
Reúne as ações mais importantes dos setores de embalagens, madeira e papel, materiais diversos, mineração, químicos, siderurgia e metalurgia.

Índice Utilidade Pública (UTIL)
Agrupa os papeis de empresas de serviços públicos, como energia elétrica, água, gás e saneamento básico.

Esses indicadores terão as carteiras teóricas reavaliadas a cada quatro meses, como já acontece com os demais índices. A metodologia completa se encontra no site da Bolsa.

A BM&FBovespa agora conta com 22 índices de ações, que ajudam na construção de portfólios e estratégias de aplicação. Se alguém quer concentrar seus recursos nas companhias que pagam melhores dividendos, pode analisar as opções que fazem parte do indicador que seleciona os papeis segundo tal critério, por exemplo.

Logo, devem surgir também fundos de índice (ETFs) lastreados nos quatro novos.

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quinta-feira, 24 de março de 2011 Fundos, Investimentos, Mercado financeiro, Ouro, Renda variável | 05:59

Bancos lançam fundos de investimento para quem quer aplicar em ouro

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O investimento em ouro costuma dar um bom retorno em tempos de bonança e melhor ainda durante crises econômicas e políticas, como as de agora.

Visto como um refúgio seguro contra as turbulências, o metal tem sido bastante procurado nos últimos meses. E, de olho no crescimento da demanda, grandes bancos brasileiros criaram fundos especiais para facilitar a aplicação nesse ativo. (As outras opções de acesso a esse mercado são: comprar títulos negociados na Bolsa de mercadorias e futuros ou pequenas quantidades, em forma de barras, de lojas especializadas.)    

O fundo estruturado pelo Itaú Unibanco se chama Capital Protegido Invest Ouro, tem aporte mínimo de R$ 5 mil, taxa de administração de 1,9% ao ano, e está aberto para clientes Personnalité (de alta renda) até 31 de março ou até que atinja um patrimônio de R$ 200 milhões.

O do Santander foi batizado como PB Ouro Capital Protegido Crédito Privado.

Os dois possuem a designação “capital protegido” porque possibilitam lucro quando o metal se valoriza e também quando cai, segundo limites determinados.

No caso do produto oferecido pelo banco espanhol, o cliente ganha toda a subida registrada pelo ouro se as cotações avançam até o máximo de 45% acumulados em qualquer momento durante os 18 meses de vigência do fundo. Para elevações superiores no intervalo, o retorno fica travado nesse nível.

Entretanto, acontecendo uma queda de até 25%, ainda assim o cotista é remunerado em igual porcentagem. Por exemplo, para baixas de 15%, recebe-se um rendimento de 15%. Desvalorizações acima desse patamar simplesmente não são consideradas. “Nessa hipótese, o cliente não ganha nem perde nada, diferentemente do que ocorreria se tivesse comprado o próprio metal”, explica Cristiano Ehlers, superintendente de private banking do Santander. “O ouro defende bem os reucursos contra a inflação e apresenta-se como uma boa alternativa para a necessária diversificação das carteiras.” O fundo do banco cobra uma taxa de administração de 1,75% ao ano e pede um aporte mínimo de R$ 100 mil, porém já foi encerrado para captações.

A tributação de fundos multimercados como esses segue uma tabela regressiva –considerando o prazo de 18 meses dos produtos citados, o imposto fica em 17,5% dos ganhos.

As instituições financeiras apostam que a tendência para o metal continuará sendo de alta porque as turbulências internacionais que vão se emendando umas nas outras desde 2008 parecem estar longe do fim.

“Não se sabe como ficará a questão do endividamento dos países periféricos da Europa, como a economia dos Estados Unidos se comportará conforme o Federal Reserve, seu banco central, for retirando o anabolizante, se haverá inflação nos países ricos, e qual será o desfecho das transformações no mundo árabe. Todas essas questões darão suporte ao preço do ouro”, diz José Inácio Franco, diretor da Ello Metais, joint-venture entre os grupos Fitta e Marsam, que comercializa barrinhas.

E esse movimento se retroalimenta. Quanto maiores as instabilidades, mais os investidores buscam o ouro, causando o medo de que falte o metal no futuro, o que provoca uma corrida.

“Na quarta-feira, a cotação estava em US$ 1.440 a onça-troy [aproximadamente 33 gramas]. Alguns analistas estimam que possa chegar a US$ 1.800 ou até US$ 2.000 no final do ano. Esse cenário só se materializará na medida da intensidade com que os problemas mencionados ou outros novos se manifestem”, comenta Franco.

Outro fator que poderia impulsionar os preços no Brasil é uma desvalorização do real ante outras moedas fortes, como o dólar. Já que o ouro é cotado no mercado internacional, suas altas acabam amplificadas no país quando a divisa local recua, pois acaba sendo necessário mais dinheiro para comprar o mesmo opinião. Na opinião de alguns economistas, a cotação da moeda brasileira não se sustentará no atual R$ 1,65 por muito tempo mais, pois esse valor é prejudicial ao país.

Para o objetivo de diversificação de portfólio, os gestores sugerem que o investidor aloque entre 5% e 10% do seu patrimônio total em ouro.

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quarta-feira, 16 de março de 2011 Ações, Bolsa de Valores, Direitos do consumidor, Investimentos, Mercado financeiro, Renda Fixa, Renda variável | 18:29

Operações não autorizadas e taxas de corretoras lideram reclamações sobre o mercado de capitais brasileiro

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A CVM (Comissão de Valores Mobiliários), órgão que regula e fiscaliza o mercado de capitas no país, divulgou nesta semana o balanço das reclamações apresentadas pelos investidores no segundo semestre de 2011.

No topo do ranking, com 179 registros, ficaram as queixas que dizem respeito à atuação das instituições financeiras. Entre os problemas relatados, há transações que não foram autorizadas, cobranças de taxas não permitidas pelo cliente e procedimentos que dificultaram o acesso a ofertas públicas de ativos.

Em segundo lugar, vieram questões relacionadas aos fundos de investimento: 93 denúncias.

“Todas as demandas foram verificadas caso a caso e, quando constatadas irregularidades, foram adotadas as medidas necessárias visando à correção ou à responsabilização do participante”, disse a CVM em comunicado ao público.

Por número de processos abertos, os bancos, corretoras e companhias abertas que fizeram mais descontentes na praça foram:

Bradesco – 44
Itaú Unibanco – 43
Banco do Brasil – 29
Um Investimentos – 27
XP Investimentos – 22
Santander – 15
TOV – 14
Ágora – 9
Petrobras – 7
Banif – 6
Laep – 6
Planner – 6

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