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Arquivo da Categoria Livros

segunda-feira, 9 de maio de 2011 Ações, Bolsa de Valores, Comportamento, Fundos, Investimentos, Livros, Mercado financeiro, Renda Fixa, Renda variável | 18:47

Livro quer ensinar investidor a decifrar seus sentimentos

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Para a pesquisadora Vera Rita de Mello Ferreira, entender a maneira como pensamos e os fatores que nos influenciam a escolher determinados caminhos é a chave para aprendermos a tomar decisões financeiras mais eficazes e até a evitar prejuízos.

Esse é o mote do novo livro da estudiosa, professora da Fipecafi (Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras) e pioneira na análise dos fenômenos econômicos sob a ótica combinada da psicanálise e da psicologia. “A Cabeça do Investidor – Conhecendo suas emoções para investir melhor” sai nesta semana pela editora Évora.

Quem estiver em São Paulo pode pegar um autógrafo no seu exemplar na próxima quarta-feira, dia 11, a partir das 19h na livraria Saraiva do shopping Iguatemi.

A reflexão fundamental proposta pela obra diz respeito à racionalidade: como podemos controlar nossos sentimentos para agir de forma mais produtiva e vantajosa.

Serviço
Lançamento do livro “A Cabeça do Investidor – Conhecendo suas emoções para investir melhor”, de Vera Rita de Mello Ferreira
Quando: 11 de maio, quarta-feira, a partir das 19h
Onde: Livraria Saraiva do shopping Iguatemi – avenida Brigadeiro Faria Lima, 2232, piso Faria Lima

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sexta-feira, 7 de janeiro de 2011 Bolsa de Valores, Fundos, Investimentos, Livros, Mercado financeiro, Renda Fixa, Renda variável | 16:44

Finalmente, um livro sobre fundos de investimento

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Sim, a poupança registrou recorde de depósitos em 2010, mas buscar alternativas mais sofisticadas de aplicação faz parte da segunda fase do aprendizado sobre dinheiro que o Brasil vive neste momento.

Para quem possui algum conhecimento sobre o mercado financeiro e aceita correr riscos em troca das possibilidades de ganhos superiores, os fundos de investimento são o próximo passo natural.

Mas os que procuravam esclarecimentos sobre essa modalidade não conseguiam encontrar muitas respostas –e confiáveis.

A fim de corrigir essa deficiência, Luiz Roberto Calado está lançando agora o livro “Fundos de investimento”, pela coleção Expo Money, da editora Campus. O autor é gerente de educação e certificação profissional da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) e vice-presidente do Ibef (Instituto Brasileiro dos Executivos de Finanças), doutor em finanças e sustentabilidade pela Universidade de Bonn (Alemanha).

“O setor sofreu profundas alterações nos últimos dois anos, achei que os investidores estavam precisando desses esclarecimentos”, diz Calado.

Quando lhe perguntam como efetivamente conseguir multiplicar as suas economias, armar-se de informação é a principal dica que dá. “As pessoas perdem muito tempo para comprar sapato, carro, mas não tentam entender as ferramentas de investimento. Preferem ficar atrás de fórmulas mágicas”, afirma.

E compreender os fundos é simples, destaca o estudioso.

Primeiro, é essencial saber em que ativos o produto coloca os recursos –ações de empresas na Bolsa de Valores, títulos de dívida pública ou de companhias de vários setores. “Esses dados estão sempre descritos no prospecto, escrito em uma linguagem clara e objetiva, dirigida justamente aos não-especialistas”, ensina Calado. Geralmente, o documento compõe-se de cinco ou seis páginas, e vale a pena estudá-las com cuidado antes de aderir. “O interessado precisa estar ciente do tipo de risco que está assumindo.”

É bom, ainda, alimentar expectativas realistas quanto aos rendimentos e estar ciente de que, embora o gerente do banco tenha as suas convicções, é impossível projetar com exatidão qual será o retorno do fundo. A rentabilidade apresentada nos últimos anos não é garantia de bom desempenho no futuro, porém deve ser considerada.

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sábado, 27 de novembro de 2010 Alimentação, Comportamento, Consumo, Crianças, Dólar, E-Commerce, Educação, Eletrodomésticos, Família, Férias, Livros, Supermercado, Turismo, Varejo, Viagem | 05:59

Cinco maneiras de aproveitar o dólar barato

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O dólar comercial subiu um pouquinho neste mês de novembro por causa dos desdobramentos da crise europeia, mas, ainda assim, oscilando perto de R$ 1,70, está nos menores níveis da história.

Confira algumas ideias para usufruir dessa taxa de câmbio favorável ao consumidor: 

1 – Conheça outro país nas férias de verão
Nunca foi tão fácil viajar para o exterior. Passagens e hospedagem podem ser parcelados em até dez vezes sem juros e considerando a cotação do dólar no momento no qual o negócio é fechado, o que facilita o planejamento do turista. Os destinos favoritos dos brasileiros são os Estados Unidos (Miami, Orlando e Nova York) e a Argentina.

2 – Proporcione um intercâmbio educativo para os filhos em 2011
“O recente crescimento da economia do país também levou à maior concorrência pelos bons empregos. Então, o trabalhador percebeu que uma vivência internacional é um grande diferencial no currículo”, diz Luiza Vianna, gerente de cursos no exterior da agência CI (Central de Intercâmbio). Escolas americanas, da Inglaterra, da Austrália e do Canadá têm sido as preferidas tanto para cursos de idiomas de curta duração como de Ensino Médio, especialização e pós-graduação. Os valores podem ser divididos em até 18 prestações iguais no cartão ou no cheque.

3 – Leve para casa aquele vinho bacana ou o azeite especial que antes estava fora de alcance
Com a desvalorização do dólar nos últimos anos, os vinhos estrangeiros ficaram entre 10% e 20% mais baratos no mercado nacional. Quem já apreciava a bebida passou a se dar ao luxo de adquirir garrafas melhores, e uma legião de neófitos invadiu as adegas. “Os vinhos argentinos e chilenos são o destaque desse crescimento da demanda. Pela qualidade que apresentam, suas vendas devem continuar crescendo”, prevê Ciro Lilla, presidente da importadora Mistral, uma das maiores do país.
Alimentos mais sofisticados vindos do exterior, como azeites e chocolates, também estão ganhando espaço nos carrinhos de supermercado.

4 – Vá ao Paraguai comprar os presentes de Natal da família
Perfumes e maquiagem, eletrônicos, celulares, artigos de papelaria, brinquedos. Basta atravessar a Ponte da Amizade de Foz do Iguaçu, no Paraná, até chegar a Ciudad Del Este para encontrar todos esses produtos a preços bem mais atraentes do que os praticados no Brasil. Saindo do Estado de São Paulo, as excursões de ônibus ao Paraguai, que costumam durar dois dias, custam por volta de R$ 250, mas a economia e a variedade de mercadorias valem a pena. É importante ficar atento aos impostos de importação, entretanto. Considerados bens de uso pessoal, um relógio de pulso, uma câmera fotográfica e um telefone celular por pessoa não precisam ser declarados e estão isentos de tributos. O cidadão que retornou ao país por via terrestre possui uma cota de apenas US$ 300 livres de impostos para compras –aqui devem ser incluídos notebooks e filmadoras, por exemplo.

5 – Encha a estante com os livros, CDs e DVDs só encontrados nas lojas virtuais estrangeiras
Muitas vezes, só é possível encontrar obras muito específicas, como de artes plásticas, medicina e engenharia, no exterior. O mesmo acontece com CDs e DVDs antigos e raros. Mesmo pagando os impostos e as taxas de postagem, vale a pena.

E você, como tira vantagem dessa taxa de câmbio? Deixe um comentário!

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quinta-feira, 4 de novembro de 2010 Família, Investimentos, Livros, Planejamento financeiro | 13:44

Ser rico é viver sem constrangimentos financeiros

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Geralmente, quando se pensa em uma definição de riqueza, são cifras enormes que vêm à cabeça: um milhão, cinco milhões, dez milhões…

Esse conceito leva a duas conclusões erradas sobre a plenitude financeira. Primeira, a de que quem tem receitas elevadas ou muitos bens é rico; segunda, a de que quem tem renda mais modesta nunca poderá ser rico.

Na análise do o jornalista argentino Marcelo Elbaum, autor do livro “Ser rico é possível”, que está sendo lançado no Brasil pela editora Academia, a medida correta da riqueza de cada um está na relação entre os seus rendimentos, o seu nível de gastos e a sua capacidade de economia.

Por isso é que duas pessoas no mesmo ponto da vida e com receitas similares podem estar em situação patrimonial oposta, chegando, inclusive, a casos extremos em que uma é abastada e a outra tem sérios problemas econômicos.

Rico de verdade é quem consegue viver sem constrangimentos financeiros. Para atingir esse objetivo, é preciso analisar com profundidade as variáveis ganhos, gastos e poupança.

“E a melhor fórmula para ser próspero é buscar unir conhecimento, inteligência e método”, ensina Elbaum. “Conhecimento sobre as questões básicas de finanças, inteligência para resolver as questões que se apresentam com método –é muito importante ser metódico.”

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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010 Dívidas, Livros | 23:20

Como se livrar das dívidas – a receita da Babilônia

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O livro de George S. Clason, “O homem mais rico da Babilônia”, não trata apenas de conselhos sobre como enriquecer, mas fala também de como se livrar das dividas. Os conselhos são alegóricos, mas servem para qualquer pessoa em situação de dívidas descontroladas.

Clason inventa a história de um empresário que devia muito a várias pessoas. A história é contada do ponto de vista de um arqueólogo, que decifra a história escrita pelo devedor.

Depois de ficar sem crédito, o devedor foi ao templo com todos os seus credores e prometeu pagar a todos de acordo com um plano traçado. Ele viveria de maneira frugal, com apenas 70% do que ganhasse. Dos 30% restantes, 10% seriam guardados como poupança e os demais 20% seriam pagos todos os meses aos credores, na proporção de cada dívida. Depois de vários meses, o empresário conseguiu saldar sua dívida. Para aumentar o efeito, Clason escreveu que o arqueólogo também estava endividado e usou a mesma receita, sendo bem sucedido.

É possível repetir essa fórmula? Sim, com algumas adaptações. Na fábuda babilônica, o devedor tinha apenas contratos privados com os credores, e suas dívidas não haviam sido executadas por empresas de cobrança ou cartórios de protesto.

Se a mesma estratégia fosse usada hoje em dia, o devedor não teria de comparecer diante dos deuses, mas fazer oferendas aos sacerdotes da burocracia que oficiam nas empresas de cobrança e nos cartórios de protestos – e são muito mais impiedosos. Ou seja, mais trabalho e mais custas, que teriam de ser pagas primeiro. Assim, os credores precisariam ter mais tempo. Além disso, as tratativas teriam de ser muito mais formais, evitando que os credores continuassem cobrando os juros elevados pagos pelos inadimplentes.

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