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sábado, 2 de outubro de 2010 Loteria, Renda extra | 05:59

Proteja o seu prêmio da Mega-Sena se jogar com amigos

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De tempos em tempos aparece um caso do gênero na imprensa. Um sortudo ganhou na loteria, mas o colega do escritório que fez a aposta acabou ficando com o dinheiro. Ou então alguns amigos que não pagaram o bolão foram excluídos da bolada no final.

Perder o prêmio dessa maneira é decepcionante demais. Para que isso não aconteça, alguns cuidados simples ajudam.

É preciso estar ciente de que a Caixa Econômica Federal, administradora das loterias no Brasil, não reconhece o bolão como modalidade de aposta. Não adianta reclamar para o banco no caso de qualquer problema relacionado a esse tipo de jogo.

Então, é melhor prevenir. Uma boa medida é registrar, à vista dos membros do grupo, todos os passos: a escolha dos números, o pagamento, quem ficou responsável por sacramentar os lances. Pode ser feito por email ou então colado no mural do escritório, por exemplo. Havendo desavenças, os demais são testemunhas para um eventual processo na Justiça.

Quando é algum amigo que vai à casa lotérica para registrar uma aposta de outrem, deve-se pedir imediatamente o comprovante e guardá-lo em lugar seguro. Somente esse documento dá direito ao recebimento do dinheiro.

Já a loteria federal oferece um pouco mais de segurança. O bilhete garante o prêmio ao portador, mas, se o proprietário escreve, atrás, seu nome, número do CPF e endereço, o documento passa a ser nominal. “A Caixa orienta os apostadores a anotar seus dados no verso do bilhete assim que efetuado o jogo”, diz o banco. Cartazes espalhados pelas casas lotéricas têm alertado os esperançosos sobre esse artifício.

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sábado, 4 de setembro de 2010 Investimentos, Loteria, Mercado financeiro, Renda Fixa, Renda variável | 05:59

Onde investir os R$ 90 milhões da Mega-Sena

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Demora um pouco para cair a ficha quando se ganha uma bolada como os R$ 85 milhões que a Mega-Sena paga hoje.

De forma geral, primeiro o felizardo satisfaz necessidades urgentes e alguns desejos mais simples, como a casa própria, um carrão e uma viagem a outro país, para depois avaliar melhor em como será empregada a sua nova fortuna. O dinheiro fica guardado em uma aplicação conservadora –como as atreladas ao CDI (Certificado de Depósito Interbancário)– por um período de três a seis meses, dividido entre duas ou três instituições financeiras, até que chega o momento de resolver onde e de que maneira investi-lo.

“Certamente, a família não vai precisar da maior parte desses recursos no curto, no médio e no longo prazo. Então, recomendamos que seja feito um planejamento pensando mais nos herdeiros, para lhes deixar boas condições. Produtos de previdência são recomendados”, explica Gilberto Poso, superintendente de gestão de patrimônio do HSBC. “Do que sobrar, deve-se escolher uma parte que não vai trazer sofrimento para colocar no mercado acionário. Se o investidor tem experiência na Bolsa, pode ser uma parcela um pouco maior.”

Outra fatia fica em instrumentos tradicionais, como fundos de renda fixa, poupança ou títulos públicos, e ainda outra, em alternativas que apresentem rentabilidade maior e pouca oscilação, como os fundos multimercados.

O montante que garantirá a renda mensal do sortudo sai do rendimento de aplicações mais seguras, como o CDB (Certificado de Depósito Bancário).

Todas as escolhas dependem, entretanto, do perfil do investidor, que pode até mudar depois do golpe de sorte.

“Em alguns casos, justamente por estar com a vida garantida, o cliente tem apenas interesse em manter o poder de compra dos seus recursos, não precisa buscar uma aplicação que lhe dê retorno muito elevado”, diz Sergio Manoel Correia, economista da LLA Investimentos. “Ou então é contrário: como possui uma sobra, dá-se ao luxo de arriscar um pouco mais.”

A fim de tomar a melhor decisão, ensina Correia, o sortudo deve analisar se tem estômago para suportar eventuais perdas e quais são os seus objetivos para a fortuna. “E, nesse ponto, a regra é a mesma para quem é dono de R$ 85 milhões ou de R$ 20 mil.”

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quarta-feira, 1 de setembro de 2010 Comportamento, Consumo, Loteria, Planejamento financeiro | 05:59

Ao ganhar na Mega-Sena, não deixe o dinheiro ser motivo de discórdia na família

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Quem aposta na Mega-Sena com a esperança de ganhar os cerca de R$ 70 milhões que a loteria entrega hoje o faz achando que essa fábula vai resolver todos os seus problemas, é claro. Dizer que a fortuna não traz felicidade é coisa de rico –mas existe uma verdade nessa afirmação: o venturoso que se encontra, de uma hora para outra, nadando em um rio de dinheiro também depara com uma porção de dificuldades que antes sequer imaginava.

A principal delas diz respeito à divisão dos recursos entre os parentes de maneira que a sorte repentina seja sempre causa de alegrias, e não de disputas e mágoas.

Na opinião dos especialistas, em primeiro lugar o ganhador da loteria deve ser o mais discreto possível sobre o prêmio, senão vai acabar descobrindo que tem tantos primos que poderia fundar uma cidade só para a sua família. Essa é uma questão de segurança também.

Depois de informar os mais próximos –nem as crianças precisam ficar sabendo de detalhes–, é essencial decidir como partilhar o montante. “A fim de evitar brigas, o segredo das famílias que possuem grandes fortunas é um só: colocar regras”, diz Luiz Kignel, especialista em sucessão do escritório Pompeu, Longo, Kignel & Cipullo Advogados.

No começo, pode-se distribuir alguns bens que melhorem o padrão de vida dos parentes, como uma casa e um carro para cada um. É hora de realizar sonhos como viajar ou finalmente fazer a festa de casamento.

O momento seguinte é o de resolver como fica a renda dos familiares. “Deve-se estabelecer um limite. Não é porque se possui muito dinheiro que qualquer um pode sacar o quanto quiser na hora que der na telha”, frisa Kignel.

Geralmente, cria-se regras rígidas sobre os valores repartidos mensal ou trimestralmente para diminuiro o risco de questionamentos futuros e de que algum membro se sinta injustiçado. Em alguns casos, a cifra é fixa –R$ 50 mil, por exemplo. Em outros, está atrelada a determinados parâmetros, como o salário que o filho recebe no seu emprego regular. Uma ideia é dar a ele, a cada período, o dobro do que ganha no trabalho, e com a condição de que se mantenha na ativa. Dessa forma, consegue-se garantir que todos usufruam dos benefícios sem que a dinheirama suba à cabeça.

Gastos extraordinários, como o capital para o lançamento do negócio próprio do genro ou a casa de praia que é o grande sonho da mulher, têm que ser pensados à parte. Pode-se inclusive conceder os recursos na forma de empréstimos a juros (pequenos), de maneira que a verba seja mais valorizada. As operações precisam estar devidamente documentadas.

Não existem muitas providências a tomar se um dos filhos do sortudo acha que está sendo prejudicado em relação aos demais. “Somente depois que o pai morrer ele tem condições de pedir uma compensação a ser retirada do patrimônio familiar”, explica Sérgio Mirisola Soda, advogado especializado em direito civil do escritório Azevedo Sette.

Fora isso, o ganhador faz com o seu prêmio o que bem entender. Mesmo que vá morar no Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, para aproveitar o dinheiro até o fim, os parentes nada podem reclamar. “A exceção é para quando se configura um descontrole total, que o impeça de gerir seus bens. Aí pede-se na Justiça a sua interdição”, comenta Soda.

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terça-feira, 20 de julho de 2010 Bancos, Loteria, Mercado financeiro | 07:55

Novos títulos de capitalização servem até como fiança para aluguel

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Para tentar vencer a resistência que muitos consumidores têm aos títulos de capitalização, as instituições financeiras estão se empenhando no desenvolvimento de produtos que acrescentam funções às originais, de poupança programada e sorteio de prêmios.

Uma das coqueluches é o título que funciona como fiança para contratos de aluguel. Depois de fazer um acordo com o proprietário do imóvel sobre o valor da garantia, o inquilino recolhe mensalmente uma parcela. Em caso de inadimplência, o dono resgata o montante pago; se não houver incidentes, o inquilino pode sacar o dinheiro no final.

“As empresas perceberam que existem algumas necessidades mal-atendidas no mercado. No caso do aluguel de imóveis, as vantagens de ter um título de capitalização são: não precisar pedir para ninguém ser seu fiador e também não ter que fazer um seguro, que é caro”, diz Natanael de Castro, diretor comercial da Brasilcap, do Banco do Brasil.

Há, ainda, títulos que oferecem descontos em estabelecimentos como farmácias e serviços extras de encanador, chaveiro e eletricista para emergências, e os que pagam bônus de até 20% do valor total recolhido para quem fica com o produto até o seu vencimento. Certas modalidades fazem parcerias com ONGs e projetos sociais e a eles destinam uma fatia do que é arrecadado com a venda do produto. Outras permitem que parte do valor seja aplicado em fundos de ações, o que pode gerar um rendimento extra ao final do período.

Antes de adquirir um título de capitalização, o cliente deve se informar com muito cuidado sobre as características do produto. Diversos tipos não devolvem a totalidade do montante pago, por exemplo. Então, é essencial obter por escrito um documento que detalhe a forma de correção dos valores, a premiação, a periodicidade do sorteio e as regras para o resgate.

Na avaliação de Castro, a imagem ruim que os títulos de capitalização possuem vem de uma compreensão errada do produto. “Não se trata de um instrumento de investimento”, frisa. “Mas serve como maneira de guardar dinheiro e ainda dá a chance de se ganhar uma bolada. Se colocados em uma aplicação financeira, os montantes renderiam um pouco mais, porém não valores capazes de mudar a vida de alguém. Isso um prêmio de loteria pode fazer.”

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