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Arquivo da Categoria Planejamento financeiro

terça-feira, 14 de junho de 2011 COMO FAZER, Crédito, Dívidas, Família, Planejamento financeiro | 19:31

Três medidas para começar a colocar as contas em ordem e fugir do endividamento

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A inadimplência do consumidor subiu 8,2% em maio na comparação com abril, segundo pesquisa do bureau de crédito Serasa Experian divulgada hoje.

Quem está no vermelho pode aproveitar as seguintes dicas dos especialistas para recolocar o orçamento nos trilhos:

 1 – Anotar, durante um mês, todas as despesas da casa
Sim, dá trabalho. Mas, se não souber exatamente para onde cada tostão está indo, o consumidor não consegue identificar os excessos. Somados, pequenos gastos como o cafezinho no meio do dia e a pipoca com refrigerante no cinema fazem muito volume no final do mês e podem representar a diferença entre fechar ou não as contas.
“Freqüentemente, as famílias não têm noção da sua situação verdadeira, apenas vão gastando o dinheiro conforme pinga na conta. Vislumbrar o cenário em seus detalhes já é suficiente para que uma grande parte delas consiga se reorganizar”, diz Caio Fragata Torralvo, consultor da empresa de planejamento financeiro Finplan.

2 – Analisar o peso das dívidas contraídas
O rotativo do cartão de crédito, o carnezinho da loja, a prestação do carro, o cheque especial, o pré-datado… Juros demais, que vão corroendo a renda até esfacelarem-na. Antes que os financiamentos –muito úteis e essenciais à realização de projetos quando bem utilizados– virem uma armadilha, uma ideia interessante é trocar todas as parcelas por uma só, de um consignado ou empréstimo pessoal com taxas mais baixas e prazo maior. Fica muito mais fácil de controlar assim.

3 – Entender os débitos como responsabilidade a ser assumida por toda a família
É comum que o crédito seja tomado somente no nome do pai ou da mãe. “Aí, em uma boa conversa com os filhos e demais agregados, divide-se o ônus”, ensina Dora Ramos, da consultoria Fharos. “Quem trabalha pode contribuir para quitar uma parte dos encargos. E cada membro deve fazer a sua parte na economia emergencial necessária para sair do buraco.”

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quinta-feira, 12 de maio de 2011 Consumo, Direitos do consumidor, Família, Planejamento financeiro | 12:49

Procon lança manual para ajudar na preparação do casamento

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A Fundação Procon do Estado de São Paulo está lançando um guia com orientações para auxiliar em cada etapa da organização de uma cerimônia de casamento.

O documento, chamado “Manual dos Noivos”, alerta para pontos delicados da relação com os fornecedores –de igrejas e templos até os responsáveis pelo serviço de música da festa, passando pela confecção dos trajes e escolha do bufê– e ensina como negociar para obter condições vantajosas e evitar futuros dissabores.

Para obtê-lo gratuitamente, basta se dirigir a algum posto de atendimento do Procon ou então baixar do site da instituição, no endereço http://www.procon.sp.gov.br/pdf/acs_manual_dos_noivos_2011.pdf.

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sábado, 5 de março de 2011 COMO FAZER, Família, Planejamento financeiro | 05:59

Aproveite a folga para fazer um check-up financeiro e comece a mudar a sua vida

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Se é verdade que o ano, no país, só tem início mesmo depois do Carnaval, então finalmente chegou a hora de cumprir aquela promessa de agarrar as rédeas das suas finanças.

O segredo para não desanimar diante da empreitada é, em vez de decidir mudar tudo da noite para o dia, dar um pequeno passo de cada vez.

“Comece simplesmente colocando os números no papel. Muitos brasileiros sofrem de extratofobia –o medo de olhar o extrato do banco achando que o problema é grande demais–; porém, quando de fato encaram a realidade, percebem que há, sim, uma solução. E que é possível tomar uma atitude a respeito”, diz o professor Samuel Marques, responsável pela parte econômica do site www.organizesuavida.com.br.

Dá para encaixar essa tarefa entre um samba e outro, durante o feriado prolongado de Carnaval. “O processo tem que ser um diálogo em família, envolvendo pai, mãe e os filhos (a partir de 12 ou 14 anos). O planejamento se configura sempre como um trabalho em equipe”, ensina André Novaes, fundador e diretor executivo da consultoria Life Finanças Pessoais.

Faça o check-up anotando –em um caderninho ou uma planilha de computador– as seguintes informações:

1 – Receitas
Para os assalariados, é mais fácil: basta copiar os valores que constam do holerite, prestando atenção aos descontos –impostos, vale-refeição e transporte etc–, geralmente ignorados. São os valores líquidos que contam.
Os autônomos, profissionais liberais e empresários terão um pouco mais de trabalho nessa parte, porque a sua renda varia bastante mês a mês e freqüentemente fica misturada com as entradas do seu negócio. É essencial separar.

2 – Despesas
Precisam ser classificadas em sete categorias:
– habitação (aluguel, financiamento imobiliário, condomínio, empregada, água, luz, gás) – 30%
– alimentação (supermercado, padaria, refeições fora de casa) – 25%
– transporte (passagem de ônibus, táxi, financiamento do automóvel, combustível) – 15%
– saúde (convênio, consultas, remédios, mensalidade da academia de ginástica) e cuidados pessoais (cabeleireiro, clínica de estética) – 12%
– educação (cursos e material) – 8%
– vestuário (roupa, sapato, consertos) e lazer (clube, cinema, balada) – 5%
– outros – 5%
As porcentagens relacionadas acima se referem à média de gastos das famílias no país, segundo estudo feito pelo professor Marques a partir de informações do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e da FGV (Fundação Getulio Vargas). “Serve basicamente para que os exageros apareçam com clareza. Porque, quando o salário é extrapolado, a primeira providência é tirar o leite condensado do carrinho do supermercado. Entretanto, o excesso pode estar escondido em outro lugar”, explica.

3 – Dívidas
Aqui entram os cartões de crédito, o cheque especial descoberto, empréstimos e financiamentos. De acordo com os parâmetros dos especialistas, um endividamento de até cinco vezes os ganhos é o limite máximo aceitável –não pelo tamanho em si, mas pelo seu custo em termos de juros. 

4 – Patrimônio
Carro e casa pelo seu valor de mercado, FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), poupanças e aplicações financeiras.
Existe uma fórmula que fornece uma noção do montante ideal: multiplicar a renda anual (considerando o décimo terceiro salário e férias) pela sua idade mais dez e dividir por vinte. No caso de um trabalhador de trinta anos que recebe R$ 5 mil por mês, fica assim: 66,5 mil x 40 / 20 = R$ 133 mil. Esse é, portanto, o objetivo a ser perseguido na próxima década, e deve-se repetir a conta todo ano ou a cada mudança na renda.

Pensando nos grandes propósitos individuais e nos daqueles a que se quer bem, toda essa conversa sobre valores, orçamento e fluxo de caixa adquire um sentido verdadeiro. “Sonhar com o que se deseja obter e realizar provê a família da força necessária para se programar”, frisa Novaes. Do site da Life, pode-se baixar o guia “Livro dos Sonhos”, que ajuda a ordenar todas as vontades, ambições e expectativas.

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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011 Consumo, Crédito, Família, Férias, Planejamento financeiro, Turismo, Viagem | 12:46

Crédito para o começo do ano

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Fazer um empréstimo deve ser a última opção de quem não está conseguindo pagar todos os compromissos do início do ano –impostos, material escolar, os parcelamentos dos presentes de Natal, as contas da viagem de férias–, porque o crédito tem a função de impulsionar projetos, não de cobrir buracos.

Não havendo mesmo outra saída, o consumidor precisa escolher com cuidado a ferramenta da qual lançar mão. Entrar no cheque especial e usar o rotativo do cartão são as piores possibilidades, caras demais.

Desde o final de 2010, diversas instituições financeiras têm lançado financiamentos especiais para a situação. Trata-se principalmente, entretanto, de modalidades de crédito pessoal, com taxas de juros bastante elevadas –entre 2,5% e 6% ao mês, em média.

Solução mais barata é o empréstimo consignado, que permite o desconto das prestações diretamente do holerite do trabalhador. Para contratá-lo, é necessário procurar o banco por meio do qual se recebe o salário todo mês.

E, agora, já estão sendo liberadas as linhas de antecipação do 13º. salário, que também apresentam custos menores.

Sempre vale a pena pesquisar as alternativas oferecidas, e não só pelo banco do qual se é correntista. As cooperativas formadas por empresas, sindicatos ou categorias profissionais costumam socorrer os seus associados nesta época com produtos especiais.

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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011 Ações, Bolsa de Valores, Férias, Fundos, Investimentos, Mercado financeiro, Planejamento financeiro, Poupança, Renda Fixa, Renda variável, Viagem | 05:59

Quem cuida dos seus investimentos quando você sai de férias?

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Muitos investidores não conseguem se desligar do mercado financeiro –especialmente da Bolsa de Valores– quando saem de férias, pois têm medo tanto de perder alguma boa oportunidade como de que alguma mudança súbita no cenário lhes cause grandes prejuízos.

Mas é possível planejar-se para conseguir tirar alguns dias de folga de verdade.

Algumas semanas antes da saída, é bom revisar os planos e conversar com o seu corretor ou o consultor sobre vencimentos e acontecimentos importantes esperados para o período, assim como a respeito dos preços-alvos dos ativos.

Os que preferem operar por conta própria, via “home broker”, podem lançar mão de ferramentas automáticas do sistema para deixar programadas ordens de compra e venda quando os valores dos papeis atingem patamares determinados.

As mais comuns são as chamadas “stop loss” (deter o prejuízo) –que manda vender as ações no instante em que o seu preço fica abaixo do limite suportado pelo seu dono– e “start” –a qual autoriza a compra do ativo quando o seu preço se torna atraente. Tais valores podem inclusive ser móveis, reajustando-se sozinhos se os patamares e condições do mercado mudarem.  

“Esses instrumentos funcionam como uma boa proteção e são empregados tanto por grandes investidores quanto pelos menores porque são bastante simples de usar”, diz Paulo Levy, diretor da corretora ICAP Brasil responsável pelo seu “home broker”, o MyCap. “E mostram-se ainda mais úteis em tempos de instabilidade, em que a economia mundial se encontra tão indefinida.”

Clientes que ficam em contato mais próximo com os operadores podem deixar ordens combinadas. As boas gestoras não param em nenhuma época do ano e estão preparadas para agir quando for necessário.

O mais importante é ter uma estratégia bem definida desde o começo. “De modo geral, as decisões em investimentos não são tomadas no curto prazo. Por isso, um mês não muda em nada na vida de um investidor que possui um projeto de longo prazo. Tanto ações quanto fundos são aplicações programadas e decididas por períodos mais extensos”, lembra Marcelo Xandó, sócio diretor da Verax Serviços Financeiros.

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domingo, 23 de janeiro de 2011 COMO FAZER, Planejamento financeiro | 05:59

Defina as suas metas financeiras para 2011

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Estabelecer prioridades é o primeiro passo para de fato cumprir aquela resolução da virada do ano de administrar melhor a vida financeira.

Mas determinar uma meta que funcione como estímulo e ainda balize as decisões que serão tomadas em 2011 também demanda bastante método:

1 – Tenha foco
Os seus propósitos precisam ser claros e específicos. Não adianta muito dizer apenas “sair do aperto” ou “viver melhor com o salário”. É preferível usar “eliminar as dívidas” e “poupar 10% da renda todo mês”.

2 – Escolha alvos relevantes e atingíveis
Cada um sabe o que é mais importante para si. A sua escala de valores ditará, então, as causas que estarão em primeiro lugar neste ano. “Todos queremos muitas coisas ao mesmo tempo, claro. Por isso é altamente recomendável hierarquizar os desejos, senão acabamos nos perdendo”, ensina Sabrina Sciama, gerente de relações corporativas do Brasil e responsável pelo programa “Finanças Práticas”, da instituição, que acaba de lançar o guia “50 dicas para cuidar da sua saúde financeira”, disponível para download no endereço http://www.financaspraticas.com.br/50ways_port.pdf.E é essencial ser realista no planejamento, para não desanimar pelo caminho. Por exemplo, trocar o encanamento e a fiação da casa inteira em três meses é complicado –mas aprontar a sala de visitas e o banheiro principal a tempo de comemorar o Dia das Mães parece factível.

3 – Mensure o objetivo
Significa traduzir o sonho em valores, para saber exatamente onde se está, onde se quer chegar e o tamanho dos passos para percorrer o trajeto. E a estimativa, realizada após bastante pesquisa, deve ser exata até os centavos.  

4 – Coloque prazos e divida-os em etapas
Os esforços requerem data para começar e para terminar. E o período tem que ser dividido em fases menores. Dessa maneira, fica fácil medir o progresso da missão e corrigir eventuais falhas. “Daí se consegue traçar um plano de ação. O melhor é inclusive colocar no papel, para favorecer o controle”, sugere Sabrina.

Conquistar o apoio da família para a missão é indispensável, pois será necessário fazer sacrifícios em determinadas áreas.

Você já decidiu as suas prioridades financeiras para 2011? Divida com os demais leitores!

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sexta-feira, 31 de dezembro de 2010 COMO FAZER, Comportamento, Consumo, Crédito, Dívidas, Família, Investimentos, Planejamento financeiro | 05:59

16 atitudes para transformar sua vida financeira em 2011

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Curtir o salário, pagar todas as contas em dia, acabar com as pendências, começar a investir –administrar bem o seu dinheiro com certeza é parte da lista de desejos de muitos brasileiros às vésperas de começar um novo ano.

Para passar da promessa à ação e de fato mudar de vida em 2011, eis 16 ideias super eficazes:

1 – Tenha um grande objetivo
Começar a se organizar e poupar fica bem mais fácil quando existe um sonho que os recursos podem ajudar a tornar real, como a compra da casa própria ou uma viagem de intercâmbio cultural. Separar já no começo do mês os montantes destinados a formar uma reserva e só depois montar o orçamento da casa com o que sobra, e não o contrário, é uma estratégia que funciona bem.

Sugestões de Conrado Navarro, consultor do programa Consumidor Consciente, da Mastercard:

2 – Abandone o complexo de vítima
Muitas pessoas culpam o governo, os bancos, as lojas e a família pela sua realidade financeira ruim. A verdade, porém, é que os apertos são resultado da falta de planejamento e de más decisões tomadas. Assumir a responsabilidade por cada ato é fundamental para conseguir mudar.

3 – Tome pé da situação
Não é necessário adotar planilhas nem sistemas complexos. Em um singelo caderninho pode-se anotar, com rigor, todos os gastos da família. A contabilidade feita somente na cabeça engana.

4 – Automatize os investimentos
Não havendo o hábito de economizar uma parte das receitas da casa, programar aplicações para determinadas datas (por exemplo, o dia em que o salário cai na conta corrente) é a solução para evitar esquecimentos.

5 – Assuma o compromisso de fugir das dívidas caras
O cartão de crédito e o cheque especial são ferramentas bastante úteis, mas com indicações e formas de uso específicas. Rolar a fatura do cartão e deixar o cheque especial descoberto por descuido significa pagar juros altíssimos. Trocando tais débitos por outros mais baratos, como o empréstimo consignado, e proibindo-se de voltar a abusar deles, o consumidor já aprimora a qualidade das suas finanças.

6 – Dedique tempo para se educar e aprender a gerir o seu dinheiro
Em livros, jornais, sites, blogs e cursos especializados, pode-se obter muito conhecimento que auxilia na administração dos recursos e dos projetos. É ótimo entender, finalmente, o que o gerente do banco está dizendo e se sentir no controle.

7 – Pesquise preços
Vale a pena andar um pouco mais e não comprar no primeiro estabelecimento que aparece. De centavo em centavo, no final a diferença pode ser bem grande.

8 – Concentre-se na sua qualidade de vida
O dinheiro é um meio para se viver bem; não precisa, portanto, virar uma fonte de preocupações e problemas. Esse conceito é que se deve ter em mente na hora de estudar as maneiras de ganhá-lo e gastá-lo.

Sugestões de Mauro Calil, diretor do Centro Calil & Calil de Estudos e Formação de Patrimônio e autor do livro “A Receita do Bolo” (Clube de Autores):

9 – Saiba exatamente quanto você ganha
Geralmente, a contabilidade da casa contempla as receitas brutas de cada um dos membros, e aproximada –é nacional a mania de arredondar os valores para cima, em uma matemática torta pela qual começam os erros na administração dos recursos.

10 – Estude com cuidado suas despesas para realizar cortes e substituições
Examine com lupa cada gasto e avalie se existe alguma forma de reduzi-lo. O excesso pode estar escondido nos 200 canais da TV a cabo ou nas pizzas que substituem o jantar caseiro noite sim, noite também.

11 – Diminua os limites dos cartões de crédito para 50% da sua renda líquida e o do cheque especial, para 10%
 Trata-se de é uma tática para controlar a tentação de comprar mais do que se deve, comprometendo o orçamento da casa. Somando todos os cartões, o montante disponível para compras deve ser de, no máximo, metade das receitas da família. Afinal, além da fatura, outras contas devem ser pagas: energia elétrica, condomínio, aluguel… O cheque especial precisa ter apenas o tamanho adequado para cumprir a sua função, que é a de solucionar alguma emergência.

12 – Mantenha uma reserva de recursos para aproveitar as promoções
Ofertas de produtos que são muito demandados em casa (fraldas, material escolar, mantimentos etc) apresentam-se como uma ótima chance de economia. Por isso, é recomendável separar uma quantia do orçamento justamente para ser gasta quando aparecem essas boas oportunidades. Lançar mão do estratagema requer, entretanto, que o consumidor saiba exatamente quanto gasta com cada item, pois assim pode identificar bem as vantagens.

Sugestões de Cristiana Dias Baptista, planejadora financeira certificada:

13 – Planeje suas aquisições
É preferível poupar um pouquinho todo mês até ter dinheiro suficiente para comprar um bem do que parcelar. Mesmo sem juros, dividir o pagamento dá a falsa sensação de ter dinheiro sobrando.

14 – Não parcele compras que se repetem todos os meses
De nada adianta dividir despesas recorrentes, como as de farmácia e supermercado. Em pouco tempo, as parcelas vão se sobrepor, criando uma bola de neve.

15 – Evite ir ao shopping com a cabeça cheia
Problemas e estresse são péssimos conselheiros na hora de fazer compras.

16 – Espalhe pela casa avisos lembrando a si mesmo da sua decisão de cuidar das suas finanças
Como faz quem está de dieta, colocar no papel, ler, refletir e repetir as resoluções sobre dinheiro tomadas contribui para fixá-las e fortalecê-las internamente.

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segunda-feira, 13 de dezembro de 2010 Consumo, Crédito, Dívidas, Educação Financeira, Planejamento financeiro | 13:54

Procon-SP começa hoje a ajudar os consumidores superendividados

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A Fundação Procon do Estado de São Paulo começa a receber hoje inscrições de consumidores que se encontram superendividados para participar de um programa especial de aconselhamento. Os objetivos são: ensiná-los a organizar melhor as suas finanças e ajudá-los na renegociação de todos os compromissos que deixaram de ser honrados.

O projeto, piloto, tem neste momento capacidade para atender 300 cidadãos.

Os interessados devem procurar os postos da entidade nos Poupatempos Sé, Santo Amaro e Itaquera levando documentos como comprovantes de renda da família e carnês e boletos atrasados.

A primeira fase do atendimento é de triagem. Os consumidores selecionados passarão, depois, por um encontro individual com um técnico do Procon-SP e deverão assistir a algumas palestras.

A última etapa é de audiências de conciliação do devedor com os seus credores, coordenadas pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, com a presença de um juiz que homologará os acordos.

Dependo do seu sucesso, a campanha poderá ser ampliada e estendida.

Se você está superendividado, leia aqui as orientações do Procon-SP para resolver o problema.

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terça-feira, 30 de novembro de 2010 Consumo, Dívidas, Família, Investimentos, Planejamento financeiro, Renda extra | 05:59

Sete respostas para as suas dúvidas sobre o 13º. salário

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Hoje é o último dia para as empresas depositarem a primeira parcela do 13º. salário dos seus funcionários –a segunda tem que cair até 20 de dezembro.

Confira abaixo as respostas para algumas questões relacionadas à chamada gratificação natalina e aproveite bem os recursos:

1 – Quem tem direito ao 13º.?
Trabalhadores registrados em carteira, de empresas de qualquer tamanho; empregados domésticos; trabalhadores avulsos, contratados por meio de sindicatos, como os portuários; aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e da previdência pública estadual e municipal; trabalhadores rurais; trabalhadores com contrato temporário (o benefício é proporcional ao período de atuação).

2 – Como calcular o valor que vou receber?
Dividindo o salário de dezembro por 12 e depois multiplicando pelo número de meses trabalhados em 2010. Quem fez hora extra ou recebeu comissão, como os vendedores, precisa levar em conta esses montantes também ao calcular a média da sua renda durante o ano. Do valor obtido, são descontados, basicamente, a contribuição ao INSS e o imposto de renda –essa dedução só é feita da segunda parcela, mas considerando o montante total. Também podem ser subtraídos valores que dizem respeito a eventuais faltas do colaborador durante o ano.

3 – Estou trabalhando desde janeiro, mas somente fui registrado em outubro. De quanto será o meu 13º.?
É ilegal contratar funcionários sem o devido registro. Quando acontece, porém, as empresas costumam pagar somente o 13º. relativo ao tempo oficial de atividade naquele emprego. Ou seja, no caso relatado na pergunta, o colaborador receberia apenas os valores correspondentes aos meses de outubro, novembro e dezembro.

4 – O que faço se a empresa atrasar o pagamento?
O problema deve ser denunciado ao Ministério do Trabalho ou ao Ministério Público do Trabalho. A multa é de R$ 170,26 por funcionário. Atenção: a companhia decidindo quitar o 13º. em parcela única, deve fazê-lo até 30 de novembro, senão está cometendo infração.      

5 – Qual é o melhor uso que posso fazer dessa renda extra?
Depende da sua situação financeira. Caso se encontre endividado, o melhor é renegociar as pendências e usar o 13º. para quitá-las. Estando mais tranqüilo, pode canalizar uma parte para as compras de Natal e, com o restante, começar uma poupança para realizar seu sonho de comprar a casa própria, tirar férias com a família ou garantir a faculdade dos filhos. Outra sugestão é tentar antecipar –pedindo descontos, claro– o pagamento de compromissos de 2011. Escolas e faculdades costumam permitir que os alunos quitem as mensalidades daquele período letivo de uma vez. Não dá para esquecer, ainda, das contas que vencem no início do ano: IPTU (Imposto Predial Territorial Urbano, IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) e outras.

6 – Vale mesmo a pena poupar o dinheiro? É tão pouco, gastar de uma vez parece mais lógico…
O 13º. salário de fato não representa nenhuma soma fantástica, mas pode fazer a diferença no longo prazo. Um trabalhador que consiga guardar o seu 13º. salário de R$ 2.000 todo ano, começando aos 30, chega aos 65 com uma reserva de R$ 222.869 se aplicar em algum instrumento que dê retorno de 6% (reais) ao ano. Tal montante significa um acréscimo de R$ 1 mil na sua aposentadoria por aproximadamente dezoito anos.   

7 – Comecei a minha carreira agora e acho muito cedo para pensar na aposentadoria. Alguma ideia de outro bom destino que posso dar a essa grana?
Invista em você, no seu desenvolvimento. “Fluência em inglês é o básico exigido por toda empresa”, frisa Renato Grinberg, diretor geral do portal de empregos Trabalhando.com no Brasil. “Dominando o inglês, pode pensar em aprender um terceiro idioma. Para a nossa realidade, o espanhol é o mais útil.” Saber manejar programas de computador é igualmente um trunfo. “O Excel é um diferencial para quem atua na área de humanas –muitos não gostam de lidar com números, embora essa habilidade seja necessária a diversas tarefas”, diz Grinberg.

Colaborou Marina Gazzoni  

TUDO SOBRE O 13o. NA COLUNA SEU DINHEIRO:
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sábado, 20 de novembro de 2010 Crianças, Família, Planejamento financeiro | 05:59

Qual bicho de estimação é mais caro manter, gato ou cachorro?

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No que diz respeito às despesas fixas básicas para cuidar bem de um mascote, é mais dispendioso ter um cachorro do que um gato.

Os gastos mensais aproximados são os seguintes:

 

CACHORRO (de tamanho médio, pesando entre cinco e dez quilos)
– ração: de R$ 40 a R$ 70
– biscoito: R$ 40
– banho e tosa: R$ 150
– tapete higiênico: entre R$ 80 e R$ 120
– consulta veterinária*: de R$ 6 a R$ 17
– tratamento periodontal**: de R$ 33 a R$ 84
TOTAL: de R$ 316 a R$ 397, subindo para até R$ 481 na velhice do cão

GATO
– ração: de R$ 32 a R$ 68
– patê: R$ 30
– biscoito: R$ 15
– areia higiênica: de R$ 30 a R$ 80
– consulta veterinária*: de R$ 6 a R$ 17
– tratamento periodontal**: de R$ 33 a R$ 84
TOTAL: de R$ 113 a R$ 210, podendo chegar a R$ 294 na velhice do felino

*preço do check-up anual dividido por doze, para permitir uma estimativa mensal
**só quando o bichinho fica mais velho
Todos os valores foram pesquisados em pet shops da capital paulista em novembro de 2010

Mascote que não dá despesa é só este --não dá amor também (Foto: Getty Images)

“O volume de despesas é maior para o cachorro, mas o proprietário do gato investe mais no seu bichinho. Compra o arranhador mais caro, enche a casa de acessórios”, nota Carla Alice Berl, veterinária e diretora do hospital e loja Pet Care, de São Paulo.  

“Alguns supérfluos realmente podem ser eliminados. Brinquedos, por exemplo. Para se divertir, o felino gosta mesmo de uma bolinha de papel e de um cadarço de tênis. É suficiente”, defende Glória Linares, dona de onze animais e vice-presidente da Amacoon (associação que reúne os criadores profissionais de gatos da raça Maine Coonm no Brasil).

Mas com determinados itens não dá para economizar, nem os donos de cães nem os apreciadores dos felinos.

Alimentação, por exemplo. “As rações para gatos ruins contêm carboidrato demais, o que leva os felinos a desenvolverem diabetes. Para os cães, as conseqüências são obesidade e excesso de fezes”, explica Carla.

Deixar de visitar o médico quando o animal apresenta algum sintoma pode fazer com que um problema simples vire crônico, inclusive diminuindo o tempo de vida do mascote. “Os cuidados preventivos são essenciais”, frisa a veterinária.

A areia sanitária e o tapetinho que os bichos usam para fazer as suas necessidades dentro de casa também precisa ser de boa qualidade, do contrário serão ineficientes.

Ter um plano de saúde para os animais ajuda a manter esse tipo de gasto sob controle. “E eu faço uma poupança destinada a cobrir despesas emergenciais. Deposito um pouco a cada mês por gato –quando acontece uma emergência, essa reserva se esgota num instante”, ensina Glória.

Como você organiza as despesas com o seu bichinho de estimação? No que gasta mais e o que dispensa? Deixe um comentário!

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