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Arquivo da Categoria Planos de saúde

terça-feira, 10 de maio de 2011 Direitos do consumidor, Família, Planos de saúde, Saúde | 13:12

Dê sua opinião sobre o projeto que prevê desconto nos planos de saúde para quem se previne

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A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) está abrindo uma consulta pública para saber a opinião dos usuários a respeito da proposta de dar descontos nos convênios médicos para os pacientes que participarem de programas de prevenção de riscos e doenças e promoção do envelhecimento ativo.

A enquete estará disponível no endereço eletrônico http://www.ans.gov.br/index.php/participacao-da-sociedade/consultas-publicas/582-consulta-publica-42 de 16 de maio a 14 de junho, para ajudar a agência a estabelecer as normas que regularão a criação de mecanismos para incentivar os beneficiários a cuidar da sua saúde pelas operadoras dos planos, as quais dessa maneira devem se envolver mais nas questões que envolvem os cuidados prévios.

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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010 Consumo, Crédito, Direitos do consumidor, Dívidas, Investimentos, Mercado financeiro, Planos de saúde, Previdência | 05:59

Saiba quais são as portabilidades que existem no Brasil e use-as a seu favor

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Portabilidade é poder carregar algum produto ou serviço consigo para qualquer lugar. Significa, então, que o consumidor não é obrigado a se amarrar eternamente às empresas das quais é cliente –conta com a prerrogativa de trocar quando estiver insatisfeito, precisar mudar por algum motivo ou a companhia concorrente lhe oferecer melhores condições, de acordo com as regras estabelecidas.

Atualmente, no Brasil, existem quatro portabilidades:

1 – Telefonia fixa e celular
Consegue-se manter o mesmo número independentemente da operadora, do seu endereço (desde que na mesma área local ou DDD) e plano de serviços.

2 – Plano de saúde
O usuário de assistências médicas e odontológicas não precisa cumprir as carências novamente caso opte por aderir a outro convênio. O principal senão é: essa alternativa ainda não está disponível para os associados de planos coletivos (oferecidos pelos empregadores aos seus funcionários ou adquiridos por meio de sindicato de classe) que desejam contratar um plano individual.

3 – Plano de previdência privada
O trabalhador insatisfeito com a gestão do seu fundo, que quer uma aplicação mais agressiva ou que pretende passar a outro regime de tributação leva o saldo do investimento para outras instituições financeiras sem nenhuma taxa.

4 – Operações de crédito
Encontrando juros e tarifas menores em outro banco, o tomador de um empréstimo ou financiamento –de veículos, imobiliário etc– tem direito de substituir o contrato original por um novo, usufruindo das vantagens oferecidas. Nesse caso, não se cobra IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), custo que o interessado teria se, por exemplo, simplesmente pegasse dinheiro em determinado estabelecimento para quitar a dívida com outro.

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quarta-feira, 1 de setembro de 2010 Planos de saúde | 11:13

Cartão pré-pago para quem não quer ter um plano de saúde

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Quem acha que os planos de saúde são demasiadamente caros porém não quer depender somente do sistema público tem uma alternativa: o cartão pré-pago para serviços médicos.

O usuário adquire um desses cartões e o carrega com créditos da maneira que achar melhor para depois utilizá-lo em clínicas e consultórios conveniados.

Cada consulta sai por R$ 50. Pode-se também fazer exames diversos pelo mesmo valor que as operadoras de plano de saúde repassam aos laboratórios –um preço bem inferior, portanto, ao que se gastaria com o serviço particular. Por exemplo, em São Paulo, uma consulta médica custa a partir de R$ 150.

No momento, o cartão está disponível em algumas partes do Rio de Janeiro, do Espírito Santo, de Minas Gerais e do Pará, e em breve também será encontrado na Bahia e no Paraná. As emissoras do instrumento são diferentes em cada localidade.

“Essa ferramenta facilita o acesso rápido a bons serviços e bons profissionais. Na rede pública, às vezes demora muito para se conseguir marcar uma consulta, o que posterga o início do tratamento. Começar a cuidar de um problema cedo melhora o prognóstico para a doença”, diz Euclides Carpi, presidente da federação de Unimeds do Rio, que lançou a ideia. O cartão da empresa se chama I-Saúde e circula no norte fluminense, no sul capixaba e na região de Pouso Alegre, em Minas.

O instrumento não serve, entretanto, para procedimentos que requeiram internação.

Fora do circuito das Unimeds, o cartão possui a bandeira da rede Sempre e é oferecido por empresas do ramo, como farmácias. Esse é o caso do Pará, onde começará a ser emitido pelo grupo Extra Farma, de Belém.

A recarga pode ser realizada em pontos autorizados e também por meio de boleto bancário.

“Conforme a estrutura for crescendo, o cliente poderá usar o cartão em qualquer clínica credenciada no Brasil”, explica Alberto Techera, diretor da unidade de negócios de saúde da APPI Tecnologia, responsável pelo sistema. A rede ainda possui um programa de fidelidade, que concede pontos de acordo com o uso da ferramenta, os quais podem ser trocados por serviços.

A expectativa da companhia é alcançar 10 milhões de cartões em dois anos. Atualmente, são cerca de 60 mil usuários. Há 600 estabelecimentos médicos conveniados.

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terça-feira, 6 de julho de 2010 COMO FAZER, Direitos, Direitos do consumidor, Planos de saúde | 13:00

PASSO-A-PASSO: Reclamar de problemas com o plano de saúde

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1 – Assim que detectar qualquer problema, procure informar-se sobre os seus direitos. Não se deixe intimidar pela operadora, mesmo que a empresa diga que está tudo certo

2 – De posse do contrato de prestação de serviço, assinado no momento da adesão ao plano, busque uma entidade de defesa do consumidor, como o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) e a Pro Teste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor).

3 – Se realmente houver uma irregularidade ou desrespeito às regras vigentes, reúna as provas necessárias, muna-se também dos trechos da lei que protege o usuário, e tente negociar com a prestadora

4 – Caso não haja conversa, peça a intermediação do Procon (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor)

5 – Denuncie o ocorrido à ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) para que o órgão fiscalize a atuação da operadora

6 – Como última alternativa, acione um advogado para levar o caso à Justiça. Dependendo da gravidade da situação, é possível até obter uma liminar que obrigue ao atendimento médico no mesmo dia, e posteriormente se discute o mérito da causa

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Direitos, Direitos do consumidor, Planos de saúde | 12:59

Reajustes e cobertura são principais reclamações sobre planos de saúde

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Por dez anos consecutivos, os planos de saúde lideram o ranking de reclamações ao Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor). Nesse setor, são duas as principais queixas: sobre reajuste, seja ele anual, por aumento de sinistralidade ou mudança de faixa etária, e sobre cobertura.

“Aí se encaixam, por exemplo, aquelas situações em que a operadora libera uma cirurgia mas não os materiais que serão necessários para realizá-la”, diz Daniela Trettel, advogada do Idec.

Geralmente, quando não se consegue acordo com a operadora, a Justiça tem sido favorável ao usuário.

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