Publicidade

Arquivo da Categoria Poupança

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011 Ações, Bolsa de Valores, Férias, Fundos, Investimentos, Mercado financeiro, Planejamento financeiro, Poupança, Renda Fixa, Renda variável, Viagem | 05:59

Quem cuida dos seus investimentos quando você sai de férias?

Compartilhe: Twitter

Muitos investidores não conseguem se desligar do mercado financeiro –especialmente da Bolsa de Valores– quando saem de férias, pois têm medo tanto de perder alguma boa oportunidade como de que alguma mudança súbita no cenário lhes cause grandes prejuízos.

Mas é possível planejar-se para conseguir tirar alguns dias de folga de verdade.

Algumas semanas antes da saída, é bom revisar os planos e conversar com o seu corretor ou o consultor sobre vencimentos e acontecimentos importantes esperados para o período, assim como a respeito dos preços-alvos dos ativos.

Os que preferem operar por conta própria, via “home broker”, podem lançar mão de ferramentas automáticas do sistema para deixar programadas ordens de compra e venda quando os valores dos papeis atingem patamares determinados.

As mais comuns são as chamadas “stop loss” (deter o prejuízo) –que manda vender as ações no instante em que o seu preço fica abaixo do limite suportado pelo seu dono– e “start” –a qual autoriza a compra do ativo quando o seu preço se torna atraente. Tais valores podem inclusive ser móveis, reajustando-se sozinhos se os patamares e condições do mercado mudarem.  

“Esses instrumentos funcionam como uma boa proteção e são empregados tanto por grandes investidores quanto pelos menores porque são bastante simples de usar”, diz Paulo Levy, diretor da corretora ICAP Brasil responsável pelo seu “home broker”, o MyCap. “E mostram-se ainda mais úteis em tempos de instabilidade, em que a economia mundial se encontra tão indefinida.”

Clientes que ficam em contato mais próximo com os operadores podem deixar ordens combinadas. As boas gestoras não param em nenhuma época do ano e estão preparadas para agir quando for necessário.

O mais importante é ter uma estratégia bem definida desde o começo. “De modo geral, as decisões em investimentos não são tomadas no curto prazo. Por isso, um mês não muda em nada na vida de um investidor que possui um projeto de longo prazo. Tanto ações quanto fundos são aplicações programadas e decididas por períodos mais extensos”, lembra Marcelo Xandó, sócio diretor da Verax Serviços Financeiros.

SAIBA MAIS:
As perspectivas para os seus investimentos em 2011
Finalmente, um livro sobre fundos de investimento
As ações que mais subiram e as que mais caíram desde o seu lançamento
Bolsa realiza cursos em domicílio sobre o mercado de capitais
A diferença entre as corretoras de valores está nos serviços prestados

LEIA MAIS:
Defina as suas metas financeiras para 2011
Como acionar as entidades de defesa do consumidor
Consulte os preços de combustíveis na sua cidade pelo computador e pelo celular
Aproveite a temporada de liquidações
Bancos criam conta especial para acomodar classe média ascendente
Saiba quais são as portabilidades que existem no Brasil e use-as a seu favor
16 atitudes para transformar sua vida financeira em 2011
Seguro residencial de verão: contra chuva e roubo
Após renegociação, dívida com banco é congelada, mas não extinta
Proteja-se dos golpes dos piratas virtuais ao fazer compras na internet
A sua inflação pessoal
Cinco maneiras de aproveitar o dólar barato
Qual bicho de estimação é mais caro manter, gato ou cachorro?

Autor: Tags: , , , , , , , , , ,

terça-feira, 18 de janeiro de 2011 Ações, Bolsa de Valores, Fundos, Inflação, Investimentos, Mercado financeiro, Poupança, Renda Fixa, Renda variável | 05:59

As perspectivas para os seus investimentos em 2011

Compartilhe: Twitter

É importante reavaliar constantemente a carteira de investimentos –afinal, sempre mudam os objetivos da família, o cenário macroeconômico e as características das aplicações–, mas o início do ano também se apresenta como boa desculpa para uma revisão.

Analisando os movimentos previstos para os próximos meses, as perspectivas para os principais produtos financeiros são as seguintes:

1 – Caderneta de poupança
Apresentou o pior rendimento dentre todas as aplicações no ano passado e não deve apresentar melhor desempenho em 2011, principalmente por causa do esperado aumento da inflação. “O retorno oferecido pela caderneta teria dificuldade para acompanhar a estimada elevação dos preços”, diz Samy Dana, professor de economia da FGV-SP (Fundação Getulio Vargas).
A vantagem é que a poupança não cobra taxa de administração nem imposto de renda. No entanto, essas regras podem mudar, conforme ameaçado pelo governo algumas vezes entre 2009 e 2010.   

2 – Fundos de investimento
Quanto maior é a expectativa de alta da taxa básica de juros da economia brasileira (a Selic), mais interessantes ficam determinados fundos na comparação com a poupança. Os analistas de mercado já apostam em um incremento de 1,5 ponto percentual distribuído pelo primeiro semestre, o que levaria a Selic a 12,5% ao ano.  
Para escolher um fundo, é preciso analisar o perfil do produto, determinado pelos ativos nos quais o gestor coloca o dinheiro dos cotistas. Para este ano, os que acompanham a variação da inflação e dos juros básicos são os mais indicados. Deve-se ficar atento, porém, aos custos cobrados pela instituição financeira e aos tributos.

3 – Títulos públicos
Em vez de aplicar em um fundo, o investidor pode pular os intermediários e comprar títulos públicos do próprio governo pelo programa Tesouro Direto, pagando, assim, taxas pequenas. Novamente, os especialistas recomendam adquirir os atrelados aos preços (NTN-B) e à Selic (LFT) e evitar os prefixados, cujo retorno é determinado antecipadamente, no momento da aplicação.    

4 – Bolsa de Valores
Se o horizonte está bom para as modalidades de investimento de renda fixa (como os títulos públicos), as quais oferecem baixa probabilidade de perdas, a Bolsa fica menos atraente. Afinal, o risco que se corre ao colocar dinheiro em ações é bastante considerável. “Mas em 2011 veremos a BM&FBovespa subir entre 20% e 25%, tanto por causa do crescimento da economia brasileira quanto pelo cenário externo favorável, já que a situação dos Estados Unidos também está melhorando”, afirma Ricardo Fontes, consultor financeiro e professor. “Só não pode melhorar demais, senão os estrangeiros tiram os seus recursos do mercado local para colocar nos títulos do governo americano. E é importante observar desdobramentos negativos da crise europeia, que atrapalhariam essas projeções.”

SAIBA MAIS:
Finalmente, um livro sobre fundos de investimento
As ações que mais subiram e as que mais caíram desde o seu lançamento
Bolsa realiza cursos em domicílio sobre o mercado de capitais
Estratégia para investir em renda fixa quando os juros sobem
O que são títulos públicos
Como investir em títulos públicos pelo Tesouro Direto
A diferença entre as corretoras de valores está nos serviços prestados

LEIA MAIS:
Consulte os preços de combustíveis na sua cidade pelo computador e pelo celular
Aproveite a temporada de liquidações
Bancos criam conta especial para acomodar classe média ascendente
16 atitudes para transformar sua vida financeira em 2011
Saiba quais são as portabilidades que existem no Brasil e use-as a seu favor
Seguro residencial de verão: contra chuva e roubo
Após renegociação, dívida com banco é congelada, mas não extinta
Proteja-se dos golpes dos piratas virtuais ao fazer compras na internet
A sua inflação pessoal
Cinco maneiras de aproveitar o dólar barato
Qual bicho de estimação é mais caro manter, gato ou cachorro?

Autor: Tags: , , , , , , , , , , , ,

sexta-feira, 1 de outubro de 2010 Ações, Bancos, Fundos, Investimentos, Mercado financeiro, Poupança, Renda extra, Renda Fixa, Renda variável | 05:59

Estratégia para começar a investir: aplique o dinheiro da Nota Paulista

Compartilhe: Twitter

O governo do Estado de São Paulo libera, hoje, os créditos da nota fiscal referentes ao período de janeiro a junho deste ano. Não se trata exatamente de uma soma vultuosa, mas, por isso mesmo, esses recursos podem representar um ótimo começo para quem ainda não tem o hábito de poupar e de investir.

“O que realmente importa não é a quantia e sim a atitude. Sempre é necessário dar o primeiro passo. E a riqueza vem do hábito”, frisa Ricardo Torres, professor de finanças da Brazilian Business School.

Esse raciocínio se aplica a todas as receitas extras que se recebe, como comissões, 13º. salário ou a restituição do imposto de renda –fica muito mais fácil reservar o recurso que não faz parte do fluxo de caixa cotidiano da família. “Do contrário, tal dinheiro é gasto sem que se note”, diz o consultor Mauro Calil, do Centro Calil & Calil de Estudos e Formação de Patrimônio.

Algumas opções para dar início a uma carteira de investimentos são:

Caderneta de poupança: Acaba com todas as desculpas: é o instrumento mais fácil, acessível e democrático, e tem custo zero para começar.

Títulos do Tesouro Nacional: Pelo programa Tesouro Direto, a partir de R$ 200 já dá para comprar algumas promissórias do governo federal, as quais oferecem um retorno bastante interessante.

Outros instrumentos de renda fixa: O gerente do banco pode indicar diversas alternativas, como CDB e fundos DI.

Bolsa de Valores: Quem tem curiosidade a respeito do mercado acionário pode obter um benefício duplo dos créditos da Nota Fiscal Paulista. Além de se acostumar a guardar um pouco das suas receitas, aprender a aplicar na Bolsa. “Um fundo de ações é uma boa ideia, assim como os ETFs (Exchange Traded Funds, ou fundos de índice). Dessa maneira, não é preciso estudar a fundo antes de escolher; dá-se condições ao principiante de ir devagar”, sugere Torres.

Daqui até o final do ano, já é possível conseguir algum rendimento e, com os montantes, comprar um presente melhor para as crianças no Natal.

Entretanto, se o consumidor tiver compromissos atrasados, o melhor é quitá-los antes de pensar em investir. “Por um motivo simples: os ganhos que se obtém com as aplicações não cobrem os juros cobrados das dívidas”, explica Calil.

SAIBA MAIS:
Prepare-se já para as despesas de final de ano
Como limpar o nome em caso de dívidas atrasadas
O que são títulos públicos
Como investir em títulos públicos pelo Tesouro Direto
Fundos de índice são porta de entrada para a Bolsa

SOBRE A NOTA FISCAL PAULISTA:
Saiba como participar da Nota Fiscal Paulista
Como participar dos sorteios da Nota Fiscal Paulista

Autor: Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

quinta-feira, 26 de agosto de 2010 Bancos, Direitos do consumidor, Investimentos, Mercado financeiro, Poupança | 11:15

Como ficam, após a decisão do STJ, as ações que pedem a correção da poupança

Compartilhe: Twitter

Depois que o STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidiu, ontem, diminuir de vinte para cinco anos o prazo legal para que os poupadores recorram à Justiça em ações coletivas pedindo a correção da aplicação que não foi concedida durante a vigência dos planos econômicos Bresser (1987), Verão (1989), Collor 1 (1990) e Collor 2 (1991), ficou muito pequena a margem para contestação. “Mas a causa não está perdida”, frisa Maria Elisa Novais, assessora jurídica do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor). As associações e entidades que iniciaram tais processos já disseram que vão entrar com recurso.

Uma ação civil pública como essas que dizem respeito à correção da poupança nos planos econômicos são genéricas, abertas em nome de todos os cidadãos potencialmente afetados pelo problema. As condenações são igualmente genéricas; porém, no caso de uma decisão favorável aos consumidores, todos são beneficiados, e a distribuição dos valores devidos é personalizada. Considerando os processos sobre a poupança, a divisão é realizada de acordo com o montante que cada poupador tinha na caderneta na época dos planos. Para receber, se não for membro de uma das associações ou entidades que entraram com o processo, o consumidor vai precisar acionar um advogado.

No entanto, a resolução do STJ de encurtar o prazo para o início dos processos derrubou 1.015 das 1.030 ações coletivas existentes. Então, como muitas das que restaram não possuem alcance nacional, uma parte considerável dos poupadores vai ficar de fora do veredicto quando houver o julgamento final.

O limite de vinte anos ainda vale para as ações individuais, aquelas nas quais o poupador que se sentiu injustiçado procura um advogado para entrar com um processo. Ainda é possível, portanto, acionar a Justiça no caso do plano Collor 2 –só até março de 2011, entretanto. Herdeiros de poupadores que já morreram também podem entrar com o pedido. Para isso, primeiro é preciso procurar o banco no qual se tinha caderneta e solicitar um extrato da conta de dezembro de 1990, janeiro de 1991, fevereiro e março. A instituição financeira é obrigada a fornecer os documentos. Quando procurar um advogado, o melhor é que o interessado verifique se o escritório já cuida de ações do gênero, para facilitar e agilizar os trâmites. Os cálculos incluem juros e correção monetária, e os bancos podem até ter que arcar com os custos do processo.

Para os que já ajuizaram uma ação individual, o julgamento de ontem nada altera a situação: o entendimento do Tribunal continua sendo favorável ao pleito dos poupadores, como explicitado em decisões anteriores.

SAIBA MAIS:
STJ manda bancos pagarem correção da poupança de planos econômicos
“Direito de 99% dos poupadores foi prejudicado”, diz Idec sobre decisão do STJ
Dia D para os processos de correção da poupança nos planos Bresser, Verão e Collor

Autor: Tags: , , , , , , ,

segunda-feira, 23 de agosto de 2010 Bancos, Direitos do consumidor, Investimentos, Poupança | 19:36

Dia D para os processos de correção da poupança nos planos Bresser, Verão e Collor

Compartilhe: Twitter

Na próxima quarta-feira, o STJ (Superior Tribunal de Justiça) vai decidir o destino dos processos que pedem a correção da caderneta de poupança nas épocas dos planos Bresses, Verão, Collor I e Collor II. A deliberação uniformiza o entendimento do tribunal sobre o tema, que deverá ser adotado pelo judiciário em todo o país.

Serão julgados os recursos que dizem respeito ao índice de correção a ser aplicado, à legitimidade do banco para responder pelas ações e à capitalização dos juros na correção.

Mas o que preocupa, mesmo, é a discussão sobre o prazo de prescrição dos processos, o limite para que os cidadãos entrem na Justiça solicitando a compensação.  Segundo os órgãos de defesa do consumidor, esse tipo de ação só deve caducar em vinte anos, mas uma decisão recente do STJ indicou que o prazo é de cinco anos.

“Se ficar de fato valendo o prazo menor, instantaneamente 1.015 dos 1.030 processos nesse escopo são extintos”, diz Maria Elisa Novais, gerente jurídica do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor).

Em todos os outros quesitos, não existe nenhuma controvérsia –o entendimento do STJ tem sido favorável aos consumidores. “Essa questão do prazo abre uma brecha para acabar com as ações”, afirma Maria Elisa.

LEIA MAIS:
PlayStation 3 por R$ 21?

Autor: Tags: , , , ,

quinta-feira, 8 de julho de 2010 Imposto de Renda, Impostos, Investimentos, Mercado financeiro, Poupança, Renda Fixa | 10:43

Use o dinheiro do imposto de renda para realizar seus sonhos

Compartilhe: Twitter

O dinheiro da restituição do imposto de renda, R$ 1,1 mil em média, também pode ser investido para ajudar na realização de algum objetivo de vida ou sonho –como pagar um curso de idiomas no exterior.

Rendimento passado não é garantia de ganho futuro, mas, apenas como hipótese, para um exercício de comparação, supondo-se que a poupança ofereça um retorno de 3,8% ao ano –aproximadamente a taxa obtida em 12 meses pelas cadernetas que fazem aniversário hoje–, em julho de 2012 o montante recebido de volta da Receita Federal hoje terá rendido R$ 87 em juros. Se colocado em renda fixa, também considerando taxas atuais, serão R$ 112. No DI, R$ 100.

Existem opções mais arriscadas, como a Bolsa de Valores, que por isso pedem um tempo superior de aplicação, de ao menos três anos. De julho de 2007 até agora, o índice Ibovespa, o principal da Bolsa brasileira, que reflete a média do mercado, avançou 16,7%. Os R$ 1,1 mil renderiam R$ 183,7.

LEIA MAIS:
Pague suas dívidas com o dinheiro do imposto de renda
Receita libera consulta ao segundo lote do IR
Tudo sobre o imposto de renda no iG

Autor: Tags: , , , ,

segunda-feira, 5 de julho de 2010 Casa própria, Comportamento, Consumo, Crédito, Direitos, Dívidas, Dólar, Férias, Fundos, Imóveis, Impostos, Investimentos, Pergunta da Semana, Poupança, Renda extra, Renda Fixa, Seguros, Trabalho, Turismo, Viagem | 10:59

A Pergunta da Semana

Compartilhe: Twitter

A Seu Dinheiro vai trazer toda semana as recomendações de um consultor especializado para resolver as dificuldades dos leitores na organização do seu orçamento, na administração de investimentos e no planejamento do seu futuro financeiro.

Para participar, basta escrever para a coluna, no endereço dgodoy@ig.com, colocando “Pergunta da Semana” na linha de assunto.

O leitor deve descrever com detalhes o seu problema (Não consegue poupar para comprar a casa própria? Quer um plano para acabar com as dívidas?) e acrescentar à mensagem endereço, número do RG e do telefone. Emails que não atendam a todos os requisitos não serão considerados, bem como questões enviadas pela área de comentários.

Autor: Tags:

segunda-feira, 28 de junho de 2010 Mercado financeiro, Poupança | 09:35

Loteria é o melhor lado da capitalização

Compartilhe: Twitter

A imagem ruim que uma considerável parte dos consumidores tem dos títulos de capitalização possui duas explicações.

A primeira é histórica. Décadas atrás, os títulos não ofereciam correção monetária. Então, em tempos de crise e inflação elevada, viravam pó, deixando para os seus detentores o gosto amargo de perder todo o dinheiro.

A segunda vem da maneira torta como muitas vezes o título é vendido: empurrado pelo gerente do banco quando o correntista pede um empréstimo.

“Mas não haveria cerca 24 milhões de clientes de capitalização no país se fosse assim tão negativo”, pondera Rita Batista, presidente da comissão de produtos e coordenação da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap).

Para a entidade, as más impressões têm origem em um entendimento errado a respeito do instrumento. “Não se trata de um investimento, porque não paga juros”, explica Rita. “O uso correto é como uma forma de poupança programada, já que existe a obrigatoriedade de quitar um valor determinado todo mês. Ao final do período contratado, o consumidor recebe o seu dinheiro de volta devidamente corrigido mais a variação da TR (taxa referencial).”

A capitalização teria, então, uma função educativa, ensinando quem não costuma guardar dinheiro a ter esse hábito.

Embora as empresas que emitem os títulos afirmem que os prêmios devem ter uma influência menor, para o cliente, na decisão de contratar o produto, é a possibilidade de ser contemplado nos sorteios periódicos que atrai o consumidor.

E, na avaliação dos especialistas em finanças, encarar o título como uma loteria é de fato a melhor forma de compreender o produto.

Quem aposta toda semana os três joguinhos do volante na Mega Sena desembolsa R$ 24 por mês. Com aproximadamente R$ 20 já pode adquirir um título de capitalização, que lhe dá uma chance de uma ou duas em 100 mil –dependendo das características do produto– de ganhar, enquanto, na Mega Sena, a possibilidade é de uma em mais de 50 milhões.

“O brasileiro é sonhador, por isso essa parte lúdica do produto funciona”, concede Rita.

Autor: Tags: ,

segunda-feira, 21 de junho de 2010 Comportamento, Consumo, Dívidas, Poupança | 06:01

Nem gastador, nem pão-duro

Compartilhe: Twitter

Em 16 anos de estabilidade econômica, o brasileiro ainda está aprendendo a lidar com rendimentos, planos, despesas e poupança. Mas o momento atual, de uma prosperidade não vista pelo menos desde o final da década de 1990, é excelente para que compreenda o papel do dinheiro na sua vida e defina como será o seu relacionamento com ele, dizem os especialistas.    

Para reflexão, a psicóloga Patrícia de Rezende, orientadora de finanças pessoais, propõe que se pense com cuidado sobre as seguintes questões:

1 – Como as notas de dinheiro recebidas são guardadas? Acabam amassadas, ficam jogadas ou arrumadinhas na carteira?

2 – O que é feito dos trocados de compras? Gasta-se com bobagens?

3 – De que maneira se trata as contas do dia a dia? Evitando ver, deixando que outro tome conta delas, ou organizando dentro do orçamento familiar?

4 – Existe o hábito de poupar uma parte do salário?

5 – Fazendo compras, o produto adquirido é realmente uma necessidade ou serve apenas para distrair de uma emoção ruim?

As respostas a essas perguntas dão uma boa indicação sobre o perfil financeiro de cada um.

O gastador é aquele que não sabe quanto ganha ou gasta. “Possui uma mentalidade meio infantil, porque no fundo acha que os seus problemas se resolverão sozinhos, como por encanto”, diz Patrícia.

No outro extremo está o pão-duro, o qual controla excessivamente os seus recursos. “Este pode sofrer com problemas de relacionamento, porque, por exemplo, deixa de ao cinema com a mulher para economizar ou deixa de freqüentar as festas da família, assim não precisa dar presentes”, explica a psicóloga.

Entre as duas pontas enfileiram-se diversas nuances de comportamento. Equilíbrio há quando o dinheiro é encarado como exatamente é: apenas uma forma de tornar concretos os objetivos individuais.

Autor: Tags:

quinta-feira, 6 de maio de 2010 Poupança | 07:00

Rentabilidade da poupança – 6 de maio

Compartilhe: Twitter

As cadernetas de poupança que fazem aniversário nesta quinta-feira, dia 6 de maio, rendem 0,5332%. Fonte: Banco Central

Autor: Tags:

  1. Primeira
  2. 1
  3. 2
  4. 3
  5. 4
  6. 5
  7. 10
  8. Última