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terça-feira, 10 de maio de 2011 Direitos do consumidor, Família, Planos de saúde, Saúde | 13:12

Dê sua opinião sobre o projeto que prevê desconto nos planos de saúde para quem se previne

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A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) está abrindo uma consulta pública para saber a opinião dos usuários a respeito da proposta de dar descontos nos convênios médicos para os pacientes que participarem de programas de prevenção de riscos e doenças e promoção do envelhecimento ativo.

A enquete estará disponível no endereço eletrônico http://www.ans.gov.br/index.php/participacao-da-sociedade/consultas-publicas/582-consulta-publica-42 de 16 de maio a 14 de junho, para ajudar a agência a estabelecer as normas que regularão a criação de mecanismos para incentivar os beneficiários a cuidar da sua saúde pelas operadoras dos planos, as quais dessa maneira devem se envolver mais nas questões que envolvem os cuidados prévios.

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sábado, 26 de março de 2011 Consumo, Direitos do consumidor, Família, Saúde | 14:32

Farmácias usam imitações de embalagem contra lei que proíbe exposição de remédios

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Parece que as farmácias e os fabricantes encontraram uma maneira de contornar a resolução nacional de fevereiro de 2010 que proibiu deixar ao alcance do público remédios que não pedem prescrição médica, como analgésicos, antiácidos e antigripais.

Nos nichos das prateleiras das áreas de circulação do estabelecimento, onde antes ficavam as cartelas e blisters de comprimidos, agora empilham-se, imitando a disposição antiga, pequenos cartões de papelão e plástico que reproduzem fielmente as embalagens originais dos produtos. O objetivo, explica a atendente de uma farmácia que está utilizando tal recurso (unidade da avenida Henrique Schaumann, em São Paulo, da rede Onofre), é ajudar o cliente a se recordar dos remédios de que gosta e que costuma tomar –os quais pelas novas regras passaram a ser guardados atrás dos balcões. De posse do lembrete, o paciente simplesmente solicita a droga ao balconista.

Cartões que imitam blisters de medicamentos (Foto: Denyse Godoy/iG)

Imitações de embalagens de remédios em farmácia de São Paulo (Foto: Denyse Godoy/iG)

Ao propor a mudança, o objetivo da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) era coibir a automedicação e forçar o consumidor a conversar com o farmacêutico plantonista da farmácia para se orientar melhor sobre indicações e efeitos desses remédios de venda livre.  Mas, com os cartõezinhos, o paciente continua podendo escolher livremente no ponto de venda o que vai tomar.

Representantes da Anvisa, da rede Onofre e da ABCFarma (Associação Brasileira do Comércio Farmacêutico) não foram localizados, até a publicação deste texto, para comentar o assunto. 

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sábado, 4 de dezembro de 2010 Família, Saúde, Seguros | 05:59

A lógica do plano odontológico

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O plano de assistência odontológica é um dos benefícios que mais têm ganhado importância na lista de vantagens que as empresas oferecem aos seus funcionários.

Mesmo quem atua em companhias que não proporcionam tal benesse ou trabalha por conta própria tem buscado maneiras de aderir a um plano desses.

É porque a lógica que fundamenta a aquisição da assistência odontológica é um tanto diferente da que leva à contratação dos convênios médicos.

No caso do plano de saúde, é o medo de algum acidente ou de uma doença repentina e grave que leva à inscrição. Trata-se, portanto, de uma atitude essencialmente de prevenção.

Ao contrário, o interesse pelo convênio odontológico surge no momento em que se deseja (ou precisa) realizar algum tratamento. Fazendo as contas, o paciente percebe que, pelo valor que vai gastar daquela vez, poderia quitar várias mensalidades do plano, o qual lhe daria direito a muitas outras visitas ao dentista. É uma decisão pragmática.

“Até parece que a boca não faz parte do corpo, pois não figura entre as grandes prioridades. No entanto, sabemos que muitas doenças começam na boca”, diz Octavio Antonio Filho, diretor de planos odontológicos da seguradora MetLife. “Aos poucos, as pessoas estão percebendo a importância de cuidar do seu sorriso, inclusive pela questão estética, da beleza.”

O processo de escolha do convênio dentário se assemelha bastante ao do médico, e o consumidor precisa ter cuidado.

Como os convênios de todos os tipos são regulados pelo governo e fiscalizados pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), as coberturas oferecidas pelas operadoras são praticamente iguais. No entanto, há duas diferenças importantes às quais o contratante em potencial deve prestar atenção. Primeira, o tamanho e a qualidade da rede credenciada –é recomendável se informar com parentes e amigos que conheçam aquele determinado convênio antes de assinar a adesão. Segunda, a maneira como a empresa trata os seus clientes. Uma boa maneira de verificar é consultar o Procon (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor) do seu Estado e o cadastro de reclamações da ANS. 

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