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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011 Crianças, Família, Férias, Seguros, Turismo, Viagem | 10:46

Seguro de viagem se escolhe, sim

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Praticamente todo pacote de viagens comprado hoje no Brasil inclui uma proteção para o caso de o turista e a sua família enfrentarem, durante o passeio, contratempos como extravio de bagagens e emergências médicas. Ninguém presta muita atenção nesse anteparo, entretanto –somente toma-se conhecimento dele quando o serviço se faz necessário. Aí, muitas vezes, o viajante percebe que o auxílio contratado é inadequado à sua necessidade ou difícil demais de usar.

Por esse motivo, é importante dedicar algum tempo à escolha desse instrumento da mesma maneira que se pensa com cuidado no destino das férias e no transporte.

São três os principais pontos em que se deve prestar atenção:

1 – Assistência de viagem não é a mesma coisa que seguro
A maior parte das ferramentas acrescentadas aos pacotes é uma assistência de viagem. Esse produto não prevê reembolso de despesas decorrentes de um evento desagradável. Então, se o turista precisar usar um hospital, tem que ser o indicado pela provedora. Já o seguro (comercializado somente por companhias seguradoras) permite que o viajante escolha o posto da sua preferência e depois receba de volta o dinheiro das despesas. “O mesmo se aplica à hipótese de atraso ou adiamento do vôo –quem tem um seguro pode ficar no hotel que lhe for mais conveniente”, acrescenta André Vasco,  superintendente comercial de alta renda do Itaú Unibanco. 

Essa é a melhor opção, portanto, quando o destino do passeio é isolado ou precário, pois aí existe uma grande chance de a clínica conveniada ficar longe.

2 – Coberturas e valores
Alguns países, como os europeus, fazem exigências quanto ao tipo de assistência ou seguro que o turista deve ter para poder entrar em seu território bem como aos valores das coberturas para gastos médicos, acidentes ou morte. É essencial verificar se a assistência ou o seguro oferecido pela agência cumprem tais requisitos. “Acontece de o turista ser mandado de volta se não dispuser da ferramenta adequada”, frisa Cristiana Vieira, gerente da área de vida e previdência da seguradora Porto Seguro.

Igualmente, recomenda-se adequar os montantes à localidade que se pretende conhecer: quanto mais longe ou mais cara, maiores precisam ser as indenizações para sinistros.

Quando a família já possui um plano de saúde que alcance o Brasil inteiro, pode contratar uma proteção mais simples, freqüentemente fornecida até pelo cartão de crédito.

Entretanto, se o objetivo é fazer um intercâmbio estudantil, que vai durar alguns meses, o auxílio precisa englobar cuidados odontológicos, por exemplo. Um viajante que pretenda praticar esportes radicais também necessita de cobertura ampla.

3 – Quais são os canais de atendimento
Os telefones têm que aceitar ligações a cobrar da cidade de destino e, de preferência, contar com atendentes que falam português. “Em uma situação de emergência, fica-se mais tranqüilo falando no seu próprio idioma”, diz Vieira. O turista deve carregar o número consigo, em vários lugares –na carteira, colado no passaporte, dentro da mala.

Antes de fechar negócio com a agência de viagem, recomenda-se que o turista faça uma pesquisa dos instrumentos disponíveis, por exemplo, no banco do qual é correntista ou da seguradora que fornece a apólice para o seu carro ou a sua casa. Pode-se conseguir condições e preços mais interessantes.

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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011 Crianças, Educação, Família, Seguros | 16:04

Seguro cobre mensalidades escolares em caso de desemprego ou morte do responsável

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Na volta às aulas, quando os pais analisam onde vão comprar o material, como ficará o transporte até o estabelecimento de ensino, de que maneira será organizada a rotina das crianças, outro assunto tem entrado nas discussões: o chamado seguro educacional, que um número cada vez maior de escolas está oferecendo.

O produto quita diretamente na escola as mensalidades se o responsável pelo pagamento ficar desempregado sem justa causa, impossibilitado temporariamente de desempenhar suas funções por causa de um acidente ou doença (por um período de entre três e seis meses), inválido ou morrer (até o final do atual ciclo ou até o aluno concluir seus estudos). “Só quem já passou por uma situação como essa pode explicar plenamente a importância de estar protegido”, diz Álvaro Dabus, diretor executivo da AD Corretora de Seguros.

preço mensal do seguro varia de 2% a 5% da mensalidade do curso, dependendo das coberturas adquiridas.

Mais comumente, é contratado por meio das próprias escolas, as quais negociam com a companhia e convidam os interessados a aderir. (Também é muito conveniente para as instituições que os pais adotem o seguro, afinal, o desemprego é a principal causa da inadimplência que enfrentam.)

Existe a opção de buscar o produto individualmente nas seguradoras –nesse caso, entretanto, o custo acaba saindo um pouco maior.

Quem faz um seguro de vida para beneficiar a família imagina que, na sua falta, parte da indenização seria destinada justamente a bancar os estudos dos filhos. Mas o educacional pode ser usado para complementar o produto principal. Primeiro, porque oferece assistência em momentos de desemprego, o que não é previsto na apólice de vida comum ou nos planos de previdência privada.

“E a responsabilidade de honrar o compromisso fica com o administrador do seguro; ou seja, o pai ou a mãe das crianças nunca precisará se preocupar com isso, é uma tranqüilidade. Ademais, sabemos que as pessoas costumam administrar mal os grandes montantes que recebem de uma vez”, afirma Adriano Martins, diretor superintendente da Bradesco Vida e Previdência.

Uma alternativa seria tentar fazer uma reserva para garantir a escola dos filhos se os pais tiverem algum problema –entretanto, a construção dessa poupança leva tempo, e um incidente pode acontecer amanhã.

São vantagens do seguro educacional, ainda, serviços adicionais como aulas particulares de reforço na eventualidade de estudante precisar se afastar por doença.

O da Liberty Seguros, por exemplo, prevê inclusive ajuda na recolocação profissional do responsável financeiro da família que perde o emprego. “A consultoria auxilia na elaboração do currículo e também proporciona apoio psicológico”, explica Paulo Umeki, diretor técnico da companhia.

Considerando que os produtos e as condições variam entre as corretoras, é importante pesquisar as alternativas existentes no mercado e, antes de fechar o negócio, discutir e esclarecer todas as cláusulas.

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quinta-feira, 16 de dezembro de 2010 Imóveis, Seguros | 12:17

Seguro residencial de verão: contra chuva e roubo

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O brasileiro não costuma contratar seguros para resguardar a sua casa, mas nos últimos anos a demanda por esse tipo de proteção vem subindo e apresenta picos quando o verão se aproxima.

Nesta época do ano, as coberturas mais solicitadas são contra chuva e roubo.

No caso dos fenômenos naturais, geralmente podem ser ressarcidos danos causados por vendaval, furacão, ciclone, tornado e granizo. Os prejuízos a instalações elétricas e aparelhos domésticos provocados por curto-circuito, variação da tensão e queda de raio também são passíveis de indenização. 

Já os produtos que contemplam enchentes e alagamentos têm algumas restrições. Não são comercializados em determinadas regiões muito propensas ao problema, por exemplo, pois nessas partes gerariam perdas consideráveis para as companhias seguradoras. E, em áreas que freqüentemente registram tempestades, como algumas regiões do Estado de Santa Catarina, os preços das apólices estão subindo.

Quem mais teme furtos e roubos são os proprietários de imóveis em zonas litorâneas, os quais vêem crescer bastante a movimentação de pessoas na vizinhança durante as festas de Natal e Ano Novo e as férias de janeiro, e os turistas que viajam para outras cidades com a família por longos períodos agora, deixando os imóveis sozinhos.

“Normalmente, o morador faz um levantamento dos equipamentos e eletrodomésticos que possui e podem ser facilmente carregados por um ladrão, como televisores, máquinas fotográficas, computadores, e aí estipula o valor da indenização que precisaria receber”, ensina Leonardo Cury, da Zampieri Corretores. “Porém, sempre se deve guardar as notas fiscais de todos os itens a fim de comprovar a posse, caso aconteça um furto.”

Além de compensações no caso de sinistro, as apólices residenciais também oferecem uma vasta gama de serviços de assistência ao cliente para resolver pequenos problemas domésticos do dia a dia: colocam à disposição encanador, eletricista, chaveiro e outros prestadores sem nenhum custo extra. É uma maneira de tentar popularizar o próprio seguro.

A melhora da economia, dos salários e do nível de emprego no país nos últimos anos também explica o aumento do interesse –podendo comprar a sua casa própria e equipá-la com TV de tela plana, um belo home theater e o que mais sonhar, o brasileiro deseja cuidar melhor do patrimônio conquistado.

“Cresceu a conscientização a respeito da importância dessa proteção. E, neste momento, são os jovens, os recém-casados que a buscam”, diz Rafael Rodrigues, superintendente de produtos patrimoniais da Allianz Seguros. “Até porque percebeu-se que o custo não é tão elevado como se imaginava.”

Por uma apólice com cobertura média cobra-se a partir de R$ 150 por ano na cidade de São Paulo, valor que pode ser parcelado em até quatro vezes. Existem, nos bancos e corretoras, pacotes fechados, que definem previamente os valores das indenizações e dos prêmios de forma que não seja necessário fazer uma avaliação minuciosa dos bens que o cliente tem. Por esse motivo, é recomendável analisar com cuidado se a apólice realmente atende às necessidades da casa e quais são as suas condições.

O seguro sempre começa a vigorar às 24h do dia em que o contrato é assinado, sem carências.

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sábado, 4 de dezembro de 2010 Família, Saúde, Seguros | 05:59

A lógica do plano odontológico

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O plano de assistência odontológica é um dos benefícios que mais têm ganhado importância na lista de vantagens que as empresas oferecem aos seus funcionários.

Mesmo quem atua em companhias que não proporcionam tal benesse ou trabalha por conta própria tem buscado maneiras de aderir a um plano desses.

É porque a lógica que fundamenta a aquisição da assistência odontológica é um tanto diferente da que leva à contratação dos convênios médicos.

No caso do plano de saúde, é o medo de algum acidente ou de uma doença repentina e grave que leva à inscrição. Trata-se, portanto, de uma atitude essencialmente de prevenção.

Ao contrário, o interesse pelo convênio odontológico surge no momento em que se deseja (ou precisa) realizar algum tratamento. Fazendo as contas, o paciente percebe que, pelo valor que vai gastar daquela vez, poderia quitar várias mensalidades do plano, o qual lhe daria direito a muitas outras visitas ao dentista. É uma decisão pragmática.

“Até parece que a boca não faz parte do corpo, pois não figura entre as grandes prioridades. No entanto, sabemos que muitas doenças começam na boca”, diz Octavio Antonio Filho, diretor de planos odontológicos da seguradora MetLife. “Aos poucos, as pessoas estão percebendo a importância de cuidar do seu sorriso, inclusive pela questão estética, da beleza.”

O processo de escolha do convênio dentário se assemelha bastante ao do médico, e o consumidor precisa ter cuidado.

Como os convênios de todos os tipos são regulados pelo governo e fiscalizados pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), as coberturas oferecidas pelas operadoras são praticamente iguais. No entanto, há duas diferenças importantes às quais o contratante em potencial deve prestar atenção. Primeira, o tamanho e a qualidade da rede credenciada –é recomendável se informar com parentes e amigos que conheçam aquele determinado convênio antes de assinar a adesão. Segunda, a maneira como a empresa trata os seus clientes. Uma boa maneira de verificar é consultar o Procon (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor) do seu Estado e o cadastro de reclamações da ANS. 

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sábado, 23 de outubro de 2010 Seguros, Trabalho | 05:59

Os seguros que o profissional liberal e o autônomo precisam ter

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Sem os benefícios oferecidos por uma empresa com a qual tenha vínculo empregatício, o profissional liberal (médico, dentista, advogado) e o autônomo ficam bastante desprotegidos ante os imprevistos da vida.

Para resguardar a si e à sua família das eventualidades, esse trabalhador pode comprar alguns seguros. As coberturas sugeridas pelos especialistas são:

1 – Renda
No caso de afastamento temporário da sua atividade por doença ou acidente, o contratante recebe uma diária em dinheiro para compensar a perda de rendimentos. “O valor é definido pelo interessado, até o máximo de 1/30 do que costuma ganhar por mês. Mas não é preciso chegar a esse teto –existe a opção de estabelecer a indenização nos montantes correspondentes apenas às despesas da casa, por exemplo”, explica Aline Coropos, superintendente de produtos para pessoa física da Itaú Seguros. No caso da apólice oferecida pelo banco, para se ter uma ideia, existe uma franquia de doze dias, e a cobertura máxima é de 365 dias com diária de R$ 800. Para uma diária de R$ 400, o preço mensal é de R$ 144,63. A vantagem em relação a fazer uma poupança emergencial é que o seguro entra em vigor no dia seguinte à aquisição, enquanto juntar o dinheiro para ter condições de se sustentar pelo tempo em que ficar parado demora mais.

2 – Morte natural ou acidental
Serve para amparar a família no caso de o trabalhador morrer. “Calcular o valor da indenização é simples”, diz Marcelo Fares, gerente de seguros de varejo da seguradora MetLife. “Deve-se calcular por qual porcentagem da renda familiar o interessado é responsável. Aí se multiplica esse valor por um período de cinco anos.” Ou seja, para um rendimento mensal de R$ 4 mil, a cobertura tem que ficar em R$ 240 mil, e os preços de apólices começam em R$ 50. Algumas companhias oferecem como serviço adicional o pagamento das despesas com funeral.

3 – Invalidez
Há opções para reparação financeira no caso de incapacidade permanente causada por acidente ou por doenças degenerativas.

4 – Para imóveis que sirvam como consultórios ou escritórios
Além de proteger a estrutura física, é importante segurar os equipamentos e eletrônicos contidos no prédio.

5 – Para veículos usados na prestação de serviço
Quando o automóvel serve como instrumento de trabalho, deve-se prestar ainda mais atenção nos termos da apólice e nos serviços oferecidos. Substituição temporária do carro em caso de problemas constitui um benefício essencial. 

É sempre importante fazer uma pesquisa ampla entre as instituições financeiras que oferecem tais produtos, porque as condições costumam variar bastante.

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sexta-feira, 15 de outubro de 2010 Casa própria, COMO FAZER, Família, Imóveis, Seguros | 05:59

Saiba escolher o seguro certo para sua casa ou seu apartamento

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Muitas vezes, o seguro para a casa ou apartamento que o consumidor adquire é aquele empurrado pelo gerente do banco quando concede um empréstimo, um produto pré-formatado que não leva em conta preferências e necessidades individuais.

Mas, à medida que o brasileiro compra mais imóveis e recheia o seu lar com mobília e eletrodomésticos, cresce a vontade de proteger as suas conquistas.

As companhias seguradoras compreenderam isso e têm aprimorado as apólices, oferecendo produtos mais personalizados, adequados à realidade de cada cliente, e com maior número de serviços agregados.

Para escolher o seguro mais adequado, é preciso:

1 – Pensar em quais coberturas são necessárias
As mais básicas pagam indenização somente para avarias do imóvel em caso de incêndio, explosão e raio. Em regiões que sofrem com enchentes, por exemplo, também é interessante contratar uma proteção contra os alagamentos. Além de segurar a estrutura, o consumidor pode solicitar a cobertura dos bens guardados na residência em caso de roubo ou dano elétrico. Serviços extras prevêem o pagamento de um aluguel de outra casa e apartamento enquanto o imóvel original é restaurado após um sinistro e danos causados a terceiros. “O consumidor deve listar com cuidado os riscos a que está sujeito e o que deseja resguardar”, explica Guilherme Olivetti, gerente de produtos patrimoniais da Chubb Seguros. É possível, ainda, cobrir itens específicos, como obras de arte e jardins que tenham sido projetados por paisagistas.

2 – Estabelecer os valores das coberturas
Geralmente, não se segura o valor total do imóvel e dos bens. Para fazer uma boa estimativa, o melhor é realizar uma pesquisa para saber o valor de mercado da residência, o preço de móveis e eletrodomésticos, e contratar uma apólice que preveja indenização de entre 50% e 60% do montante. Essa é a referência utilizada no mercado para a cobertura básica (da estrutura do imóvel). As adicionais –como para os equipamentos e na eventualidade de fenômenos da natureza– devem ser estimadas entre 5% e 20% da principal.

3 – Analisar quais serviços extras se quer
Da mesma maneira que os seguros para automóveis começaram a brindar os motoristas com guincho e desconto em estacionamentos, as apólices residenciais proporcionam diversas comodidades para os usuários, como chaveiro e encanador para emergências, e instalação de lâmpadas, cortinas e outros serviços que não sejam emergenciais. “Porém, é essencial selecionar os benefícios que podem ser úteis de fato. O proprietário de um apartamento jamais vai precisar de limpeza de caixa d’água ou substituição de telhas. O cliente tem que pegar somente o que lhe serve”, frisa Andrea Oliveira, superintendente de inovação e processos da seguradora Mapfre. Obviamente, essas vantagens só valem a pena se forem usadas. O que acontece freqüentemente é que o consumidor acaba esquecendo que tem o plano quando precisa acionar o chaveiro. Então, uma boa ideia é afixar o folder da seguradora em algum lugar à vista da família para que sirva de lembrete.

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segunda-feira, 5 de julho de 2010 Casa própria, Comportamento, Consumo, Crédito, Direitos, Dívidas, Dólar, Férias, Fundos, Imóveis, Impostos, Investimentos, Pergunta da Semana, Poupança, Renda extra, Renda Fixa, Seguros, Trabalho, Turismo, Viagem | 10:59

A Pergunta da Semana

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A Seu Dinheiro vai trazer toda semana as recomendações de um consultor especializado para resolver as dificuldades dos leitores na organização do seu orçamento, na administração de investimentos e no planejamento do seu futuro financeiro.

Para participar, basta escrever para a coluna, no endereço dgodoy@ig.com, colocando “Pergunta da Semana” na linha de assunto.

O leitor deve descrever com detalhes o seu problema (Não consegue poupar para comprar a casa própria? Quer um plano para acabar com as dívidas?) e acrescentar à mensagem endereço, número do RG e do telefone. Emails que não atendam a todos os requisitos não serão considerados, bem como questões enviadas pela área de comentários.

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quarta-feira, 30 de junho de 2010 Seguros | 12:06

Seguro de veículo caro é o mal contratado, ensinam especialistas

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Não existe seguro dispendioso demais –o que acontece é que, na hora da aquisição, tanto a corretora quanto o motorista cometem uma série de erros que levam a uma elevação às vezes desnecessária do produto.

Antes de tudo, é essencial buscar uma seguradora e uma corretora idôneas e de competência reconhecida.

Para evitar gastos inúteis e obter o máximo do seguro que se está comprando, o cliente precisa ser absolutamente transparente no momento da entrevista para a contratação. Não adianta omitir as particularidades do uso do veículo a fim de gastar menos –como dizer que é somente o pai da família que usa o veículo se o filho jovem o utiliza sempre para ir à faculdade–, pois, no futuro, dependendo do julgamento da seguradora, a cobertura pode ser prejudicada em alguns incidentes.

O corretor também deve ser específico e cuidadoso ao recolher as informações.

“Freqüentemente, o cliente faz a cotação em 50 corretoras diferentes mas não presta atenção ao que o seguro oferece de fato, então acaba fazendo uma economia errada”, acrescenta Claudio Royo, sócio diretor da corretora Economize no Seguro.

É imensa a gama de mimos extras que as corretoras e seguradoras estão oferecendo aos clientes –por isso, o motorista precisa conhecer as opções disponíveis e exigir que a empresa da qual está adquirindo o seguro as inclua no pacote.

A Economize no Seguro, por exemplo, dá até assessoria jurídica no caso de uma colisão para que o cliente consiga recuperar a franquia negociando com o outro motorista. Outras empresas vendem à parte o seguro para a blindagem do carro, mais solicitado por quem tem modelos importados, e até alguns serviços para residência. Desconto no estacionamento, assistência 24 horas e guincho viraram itens de série –mesmo assim, o cliente deve ler todos os detalhes do contrato para ficar ciente das condições exatas e exceções.

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Seguros | 12:03

Reformulado, seguro de automóvel fica mais barato e acessível

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Com a facilidade para se obter um financiamento, o número de automóveis explodiu no Brasil nos últimos anos. Atualmente, contam-se cerca de 33 milhões de carros no país. No entanto, somente um terço desses possui seguro.

Falta de planejamento e de dinheiro explicam tal número. Mas, observando o mercado em outros países, as seguradoras estão reformulando os produtos para alcançar quem não quis ou não teve condições de adquirir a proteção.

A principal mudança está no foco da cobertura. A maioria das apólices cobre o veículo do contratante e danos a terceiros.

Se o carro é usado e custou R$ 10 mil, pode não valer mesmo a pena gastar R$ 3,5 mil com o seguro –mais fácil é comprar outro no caso de uma batida séria.

O que os motoristas não avaliam quando fazem essa conta, no entanto, é a parte do dano a outras pessoas. O brasileiro prefere confiar que o proprietário do outro veículo usará o seu próprio seguro para reparar eventuais amassados. Se o acidente envolve atropelamento ou qualquer tipo de ferimento, a figura muda completamente. O causador do evento pode ser processado em dezenas de milhares de reais.

É justamente a proteção nessas situações o principal objetivo dos novos seguros de automóvel que estão sendo lançados.

O produto é desmembrado e seus dois componentes são vendidos separados. Desembolsando até R$ 500 (geralmente, parcelados) ao ano, o motorista pode comprar uma apólice que o resguarda na eventualidade de danos corporais, materiais e morais em um acidente com uma cobertura de até R$ 100 mil.

“Nos EUA, 100% da frota é segurada, mas 75% somente no que diz respeito à responsabilidade civil. Só 25% dos usuários contratam apólices para o carro todo”, conta Paulo Umeki, diretor técnico da Liberty Seguros, uma das primeiras a oferecer o novo produto no Brasil.

Quanto mais caro o veículo, mais faz sentido adquirir um seguro completo. “A experiência do motorista também conta, afinal, quando o cliente já possui um certo relacionamento com a seguradora, ela o conhece, então é possível negociar melhor as condições e valores da apólice”, diz Umeki.

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