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quarta-feira, 19 de janeiro de 2011 Sem categoria | 05:59

Carros com placa final 7 pagam IPVA com desconto até hoje em SP

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Os proprietários paulistas de carros cujas placas terminam em 7 precisar pagar o IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) de 2011 em parcela única hoje se quiserem aproveitar o desconto de 3% concedido pelo governo do Estado.

Depois, ainda será possível liquidar o tributo à vista, mas sem desconto, até 21 de fevereiro.

Outra alternativa é parcelar a obrigação em três vezes –nesse caso, o motorista deve quitar a primeira hoje, a segunda em 21 de fevereiro e a última, em 21 de março.

Amanhã é o prazo final para os donos de automóveis de placa final 8 pagarem o IPVA com desconto.

O calendário completo dos vencimentos do imposto no Estado de São Paulo está disponível no endereço http://www3.fazenda.sp.gov.br/ipvanet/paginas/tabelas.shtm.

Os moradores do Estado do Rio de Janeiro encontram maiores informações no site http://www.fazenda.rj.gov.br/portal/index.portal?_nfpb=true&_pageLabel=ipva&codigo=2356037&sitio=fazenda&file=/informacao/ipva/2011/index.shtml.

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quarta-feira, 20 de outubro de 2010 Sem categoria | 05:59

Limpe o seu nome para as compras de final de ano

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Quem está com alguma dívida atrasada não vai conseguir crédito para adquirir os presentes de Natal.

Regularizar a situação a tempo de aproveitar a grande temporada de consumo pede uma estratégia eficiente. As recomendações dos especialistas são:

1 – Tomar pé do problema
É essencial saber exatamente quanto e para quem se deve. Procurando o SPC (Serviço de Proteção ao Crédito) ou a Serasa Experian, por exemplo, consegue-se um levantamento completo das pendências. Contas sobre as quais incidam juros maiores, como o cheque especial e o cartão de crédito, devem ser prioridade.

2 – Avaliar qual é o volume de recursos disponíveis para usar no pagamento
Na somatória de esforços para tentar liquidar os débitos à vista, devem entrar verbas extras, como o 13º. salário e o adicional de férias. Se esses montantes não forem suficientes para quitar os débitos, é preciso analisar o tamanho de parcelas que cabem no orçamento regular da família –o ideal é não ultrapassar 30% da renda. “Cuidado com a empolgação para voltar a comprar. Não adianta assumir uma prestação que não será possível honrar depois”, frisa Roseli Garcia, superintendente de produtos e serviços da ACSP (Associação Comercial de São Paulo).  

3 – Procurar os credores para negociar
Demonstrar vontade de saldar os débitos é a primeira arma a ser empregada. Aí, é necessário estudar os valores junto com a loja ou o banco e pedir boas condições para o acerto, como descontos das penalidades cobradas. Interessa muito que o devedor liquide as pendências e volte a gastar, mas o comerciante ou a instituição financeira podem endurecer a fim de receber os montantes totais. “O consumidor tem que ser persistente e mostrar que a quitação do principal já é favorável para a empresa, a qual limpa a sua carteira de inadimplência e fica com dinheiro no caixa. Pode-se argumentar, também, que os encargos e as taxas estabelecidas são abusivos”, ensina Ione Amorim, economista do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor). A lei permite a aplicação de uma multa de no máximo 2%, correção monetária e juros que não ultrapassem 1% ao mês.

O prazo para que o nome do consumidor seja retirado dos cadastros de inadimplentes é de cinco dias úteis a partir do acordo.

Não havendo conciliação, a saída é buscar o Procon do seu Estado ou um advogado. Quanto mais rápido se resolve a pendenga, melhor, porque os juros cobrados pelo atraso costumam ser bem altos.

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terça-feira, 29 de junho de 2010 Ações, Bancos, COMO FAZER, Investimentos, Mercado financeiro, Sem categoria | 06:03

PASSO-A-PASSO: Investir em ofertas públicas de ações

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1 – O investimento em Bolsa de Valores é considerado de alto risco. Antes de pensar em comprar ações em uma oferta, analise se essa é a sua melhor opção. Para isso, responda as seguintes questões:

– A família tem uma boa reserva para emergências?
– Quanto dinheiro há disponível para adquirir os papeis? Vai-se precisar dele em um período inferior a três anos?
– Qual é o objetivo final para esses recursos?
– Prejuízos financeiros produzem um desconforto insuportável, gerando insônia e nervosismo?

Aplicações na Bolsa devem ser realizadas usando uma parte menor das economias da família, a qual não será utilizada para outro fim no médio e longo prazo (pelo menos três anos). Como as cotações oscilam bastante, também é essencial que o investidor tenha condições emocionais de suportar eventuais perdas

2 – Tomada a decisão de começar a negociar na Bolsa, procure informações sobre a situação da economia do país e a mundial. Instabilidades e crises em potencial podem provocar quedas nas Bolsas, fazendo as ações se desvalorizarem

3 – Busque conhecer a empresa que está fazendo a oferta. Qual é exatamente o seu negócio? Para que a companhia vai utilizar os recursos arrecadados na operação? Existe uma estratégia de crescimento? Quais são as perspectivas para o seu futuro? Leia o prospecto da operação

4 – Procure uma corretora de valores (no site da   BM&FBNovespa, há uma lista das instituições autorizadas a operar pelo Banco Central: http://www.bmfbovespa.com.br/corretoras/como-escolher.aspx?Idioma=pt-br). Pesquise quais são as tarifas cobradas antes de escolher qual contratar

5 – Abrindo uma conta, peça orientações para os consultores de investimento da corretora sobre as possibilidades de aplicação: com contato direto com a instituição ou pela internet (pelo sistema de “home broker”)

6 – Por meio da corretora, peça a reserva do montante de ações que deseja comprar

7 – Depois de adquirir os papeis, acompanhe os seus investimentos. Não é recomendável ficar conferindo as cotações de hora em hora, mas é bom ter uma noção do que está acontecendo no mercado e com a empresa

8 – Faça cursos e leia livros e publicações especializadas para entender melhor o funcionamento da Bolsa de Valores

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Tire suas dúvidas sobre a oferta do BB

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Ações, Bancos, Investimentos, Mercado financeiro, Sem categoria | 06:02

Tire suas dúvidas sobre a oferta do BB

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Leia abaixo esclarecimentos para as principais questões relacionadas à oferta pública de ações do Banco do Brasil, cujo período de reserva se encerra hoje.

Pergunta: Qual é a diferença entre uma OPA (Oferta Pública de Ações) como essa do BB e um IPO (Oferta Pública Inicial)?
Resposta: Um IPO é realizado quando a empresa ainda não tem ações em Bolsa. Diz-se que está abrindo o capital. A OPA acontece quando os papeis da companhia já são negociados no mercado.

Pergunta: Na operação do BB, é possível usar o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para comprar as ações do BB?
Resposta: Não.

Pergunta: É necessário mesmo procurar uma corretora para participar da operação?
Resposta: Sim. A única maneira de comprar e vender ações é por meio de uma corretora de valores. O investidor vai abrir uma conta com a instituição para poder negociar. Quase todo banco possui a sua própria corretora –então, quando o gerente fala ao cliente que ele pode operar diretamente com a instituição da qual é correntista, na verdade quer dizer que vai fazer o seu cadastro com a corretora do banco.

Pergunta: Como encontro uma corretora?
Resposta: No site da BM&FBovespa, há uma lista das instituições devidamente credenciadas pelo Banco Central. O endereço é: http://www.bmfbovespa.com.br/corretoras/como-escolher.aspx?Idioma=pt-br.

Pergunta: Quais taxas a corretora cobra?
Resposta: Cada instituição tem as suas próprias políticas de tarifas. Algumas cobram uma taxa para abertura de conta. Depois, existe a taxa de corretagem, que incide sobre as operações de compra e venda propriamente ditas –no caso de uma oferta pública, como a do BB, não se cobra essa tarifa no momento da aquisição, somente depois, quando o investidor for realizar outras transações com o papel. Podem ser valores fixos ou porcentagens sobre os valores negociados. A taxa de custódia é mensal, refere-se à manutenção da conta. Por último, vêm os emolumentos, que são a taxa cobrada pela Bolsa para operação. É muito importante que o investidor realize uma pesquisa antes de escolher uma corretora para escolher a que oferece condições mais vantajosas –várias dão descontos e até eliminam certas tarifas dependendo da movimentação do cliente e de outros critérios.

Pergunta: Qual o valor mínimo para investir?
Resposta: É de R$ 1 mil no caso de compra direta de papeis ou de R$ 200 para quem preferir adquirir uma cota do FIA-BB (Fundo de Investimento em Ações do banco do Brasil).

Pergunta: Quanto custam as ações?
Resposta: O preço final dos papeis só será definido depois que a operação se encerrar. Ontem, a cotação da ação do BB era de R$ 26,60.

Pergunta: As ações do BB pagam dividendos?
Resposta: Sim. A diferença das ações PN (preferenciais) para as ON (ordinárias) é que as do primeiro tipo pagam mais dividendos. Entretanto, o BB somente possui ações ON.

Pergunta: Qual é a política de distribuição de dividendos para quem possui ações do BB?
Resposta: Toda divisão de dividendos é proporcional à participação do investidor na companhia (número de ações que possui). Nos últimos anos, o banco tem realizado uma média de oito distribuições por ano, contando o pagamento de juros sobre capital próprio, que é outra forma de remunerar o acionista.

Pergunta: O que acontece se os pedidos de reserva superarem o montante de ações oferecido? Resposta: Depois de encerrada a operação, faz-se um rateio proporcional entre os investidores que solicitaram a reserva.

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Ação do BB é investimento para médio e longo prazo
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COMO FAZER: Investir em ofertas públicas de ações

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segunda-feira, 28 de junho de 2010 COMO FAZER, Consumo, Emprego, Negócios, Sem categoria, Trabalho | 06:02

PASSO-A-PASSO: Tornar-se revendedora direta de cosméticos

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1 – Faça uma pesquisa para descobrir quais são as empresas de cosméticos que oferecem o sistema de venda direta no Brasil. Converse com amigas e conhecidas que já trabalham com esses produtos, peça indicações

2 – Procure o telefone e o email das empresas, entre em contato com o departamento responsável por receber as novas revendedoras

3 – Solicite amostras das mercadorias. Teste e experimente: é essencial escolher, para representar, uma marca de que se goste muito e com a qual se identifique

4 – Volte a falar com as empresas para saber mais sobre os seus valores e filosofia, que devem ser considerados na seleção

5 – Depois de escolher a marca, é hora de fazer um cadastro na empresa. Geralmente, as companhias designam as vendedoras seniores para acompanharem e instruírem as novatas –encontre-se com as mais experientes para aprender as estratégias do negócio

6 – Para começar, é preciso adquirir um kit básico de produtos que vai servir de mostruário. Os valores começam perto dos R$ 50 e costumam ser parcelados. Peça catálogos, amostras grátis e todo material de divulgação disponível

7 – Participe dos cursos e treinamentos realizados pela empresa

8 – Quando estiver preparada, comece a buscar clientes. Avise os vizinhos, os amigos, a família, os colegas de trabalho. Anuncie no jornal do bairro, distribua panfletos no supermercado, na padaria, no cabeleireiro

10 – Invista em estratégias de marketing diferentes. Por exemplo, convide as pessoas próximas para um bolo com café em casa e aproveite para apresentar os lançamentos

11 – Depois de captar as encomendas, envie o pedido para a empresa. Normalmente, as companhias dão às revendedoras um prazo para pagar, o que lhes possibilita receber dos consumidores primeiro

12 – Facilite o pagamento, se puder

13 – Entregue os produtos para os clientes. Dê a eles toda assistência: pergunte posteriormente se os itens agradaram e coloque-se à disposição para trocar o que não veio exatamente como esperado. Isso é possível até no caso de maquiagem cuja cor real era diferente da apresentada no catálogo

14 – Elabore um cadastro de todos os consumidores para manter uma relação próxima com eles

15 – Sempre troque idéias com colegas revendedoras

16 – Aos poucos, vá construindo um estoque maior para poder atender com pronta-entrega

17 – Pense em maneiras de surpreender o cliente de tempos em tempos. Busque formas interessantes para apresentars as novidades

LEIA MAIS:
Os segredos das campeãs da venda direta

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Consumo, Emprego, Negócios, Renda extra, Sem categoria, Trabalho | 06:00

Conhecer o produto e ter estoque são os segredos da venda direta

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Maria Isabel Gimenes, 27, é formada em Direito pela PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo) porém não exerce a profissão. “Com os produtos da Avon, obtenho uma renda maior do que a de um advogado iniciante”, explica ela, que entrou no negócio meio sem querer há seis anos. “Minha intenção era me cadastrar como vendedora somente para conseguir comprar maquiagem e perfumes com desconto. Mas comecei a oferecer para a família, as colegas de cursinho, e foi crescendo.” Hoje, Maria Isabel mantém um escritório no qual trabalham, ainda, uma funcionária, a mãe e a sogra para atender os seus clientes.

É grande e crescente o número de vendedoras de cosméticos que faz da atividade a sua carreira –muitas vezes, acabam se tornando o maior rendimento da família. Diante do forte crescimento do Brasil e das boas perspectivas para os próximos anos, as oportunidades nesse setor também são bastante atraentes.

A revendedora da Avon Maria Isabel Gimenes

As campeãs de vendas das maiores marcas atuantes no Brasil apontam que são dois os principais segredos para cativar os consumidores e melhorar constantemente o seu desempenho.

Primeiro, conhecer muito bem a mercadoria, suas características e indicações. “É essencial responder com segurança as perguntas sobre fragrâncias e texturas. Assim, a cliente confia, compra e indica”, diz Ana Claudia de Jesus, 37, consultora da Natura há oito anos. Maria Isabel chegou a se profissionalizar como maquiadora a fim de apresentar para as consumidoras as melhores opções de cores e produtos para cada uma.

A segunda tática resulta da percepção de que um dos pilares da venda direta, a encomenda a partir de um catálogo, pode não atender mais tão bem o consumidor atual: as vendedoras têm investido na construção de um bom e diversificado estoque para atender as demandas com pronta-entrega. “Esse certamente é um grande diferencial no meu trabalho. Dificilmente, hoje em dia, a cliente espera até a mercadoria chegar: se gostou, quer usar no mesmo dia. Até quando viajo levo comigo alguns itens para mostrar se há interesse”, conta Patricia Salopa, 36, há dois anos representante da Jequiti.

LEIA MAIS:
COMO FAZER: O passo a passo para se tornar uma revendedora direta de cosméticos

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sábado, 17 de abril de 2010 Sem categoria | 18:02

As melhores e as piores dezenas para apostar na Mega Sena

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A Mega Sena é o mais famoso dos vários sorteios lotéricos realizados pela Caixa Econômica Federal. Seus 1 170 sorteios, que são realizados desde novembro de 1996, já distribuíram mais de R$ 4 bilhões em prêmios.

É o melhor investimento que existe: com uma aposta de apenas R$ 2,00, o apostador pode receber um prêmio que, na média, é de R$ 13,2 milhões. Cerca de 21% dos sorteios têm pelo menos um ganhador da Mega-Sena.

As regras são simples: basta escolher seis números e torcer bastante. Teoricamente, tantas dezenas sorteadas (7020 em 1170 sorteios) deveriam garantir que a probabilidade de todos os números é igual. No entanto, um levantamento de todos os resultados mostra que na prática isso não ocorre.

As seis dezenas mais sorteadas foram os números:

– 5 e 41: saíram 137 vezes, ou em 11,7% dos sorteios;

– 33: saiu 136 vezes, ou em 11,6% dos sorteios;

– 4 e 42: saíram 134 vezes, ou em 11,5% dos sorteios; e, finalmente

– 17: saiu 132 vezes, ou 11,3% dos sorteios.

Portanto, a combinação mais freqüente é: 4, 5, 17, 33, 41 e 42.

E as seis dezenas menos sorteadas? São as seguintes:

– 26: o menos comum, foi sorteado apenas 87 vezes, ou em 7,4% dos sorteios;

– 39: foi sorteado 97 vezes, em 8,3% dos sorteios;

– 9: foi sorteado 98 vezes, ou em 8.4% dos sorteios;

– 22: foi sorteado 100 vezes, ou em 8,5% dos sorteios;

– 2: foi sorteado 101 vezes, ou em 8,6% dos sorteios;

– 11: foi sorteado 102 vezes, ou 8,7% dos sorteios.

Por uma daquelas complexas leis da probabilidade, o fato de um número ter sido mais sorteado até agora não quer dizer que ele continuará sendo o mais sorteado. Ou seja, não dá para dizer que a aposta 4, 5, 17, 33, 41 e 42 tem mais probabilidade de ganhar do que a aposta 2, 9, 11, 22, 26 e 39.

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terça-feira, 6 de abril de 2010 Sem categoria | 18:48

Não conseguiu chegar no trabalho? Veja como proceder

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Os transtornos provocados pelo excesso de chuvas vão desde desabamentos e afogamentos até a impossibilidade de as pessoas chegarem no trabalho. O que fazer nesses casos?

Teoricamente, o trabalhador não pode ser descontado por não ter conseguido chegar ao escritório devido à chuva. “O atraso ou a ausência são justificáveis por motivo de força maior”, diz a especialista em direito trabalhista Ângela Drumond. “O empregado não compareceu devido a uma impossibilidade de acesso que estava além de sua capacidade de resolver.”

No entanto, os empregadores não estão necessariamente obrigados a concordar, pois, nesse ponto, a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) não é clara na defesa do trabalhador. “As cláusulas da CLT que tratam da ausência do funcionário tratam formalmente de casamento, falecimento na família, alistamento militar e outros”, diz Drumond. “O argumento da força maior está muito mais voltado à defesa do empregador do que do empregado.”

Por isso, explica a especialista, quem não conseguiu chegar ao trabalho devido à interrupção dos transportes coletivos ou ao engarrafamento do trânsito deve tentar comprovar o ocorrido. “Pode ser uma notícia veiculada na imprensa ou mesmo uma foto tirada de um celular com data, algo que comprove que, naquela hora, era impossível passar”, diz Drumond. “Esses recursos aumentam a credibilidade do argumento do empregado e ajudam a provar seu ponto de vista na empresa.”

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sexta-feira, 26 de março de 2010 Frases, Sem categoria | 09:17

Frase do dia – 26 de março

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O dinheiro é um sexto sentido – sem o qual é impossível desfrutar dos outros cinco.

William Somerset Maughan, escritor inglês (1874 – 1965)

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