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Arquivo da Categoria Trabalho

sexta-feira, 17 de junho de 2011 Casa, Família, Trabalho | 18:24

Quanto custaria uma empregada doméstica após a equiparação de direitos

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A OIT (Organização Internacional do Trabalho), um braço da ONU (Organização das Nações Unidas), convencionou, ontem, que os domésticos devem ter os mesmos direitos fundamentais de empregados de outras categorias profissionais.

Embora o governo brasileiro tenha afirmado que pretende ratificar a resolução o mais rápido possível, o processo deve demorar alguns anos ainda, porque a extensão das regras demanda uma alteração da Constituição.

Para os patrões, o custo dessa medida seria relativamente pequeno.

As leis vigentes no momento determinam que a empregada doméstica seja devidamente registrada em carteira, não podendo, assim, receber um salário menor do que o mínimo oficial. No Estado de São Paulo, desde abril, esse valor é de R$ 600.

Usando esse montante como exemplo, os demais encargos são os seguintes:

13º. salário – R$ 50 por mês (R$ 600 / 12)
1/3 adicional de férias – R$ 16,66 por mês (R$ 200 / 12)
Contribuição ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) – R$ 72 por mês (12% nessa faixa salarial). A parte do funcionário, 8%, é de R$ 48
Total: R$ 738,66, sem contar o vale-transporte. Na prática, a maioria dos patrões não desconta a parcela do INSS que cabe ao trabalhador, então o total fica em R$ 786,66.

Com a equiparação de direitos, a doméstica teria direito ao FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), 8% do salário a serem recolhidos para o Ministério do Trabalho. Ainda tomando os R$ 600 do mínimo paulista como referência, o encargo somaria R$ 48. Basicamente, portanto, o gasto fixo básico subiria para R$ 786,66 para quem desconta o INSS do empregado ou R$ 834,66 para os que não o fazem.

Mas uma maneira de absorver esse aumento seria justamente passar a cobrar do funcionário a sua parte no INSS.

Os direitos que poderiam onerar bem mais a contratação do doméstico e provocam maior debate são os que dizem respeito a horas extras (50% mais do que a regular) e adicional noturno (20% do salário mínimo). Eventualmente, as funcionárias poderiam solicitar, também, adicional de periculosidade, de 20% sobre o mínimo, e de insalubridade, o qual varia entre 10% e 40% do mínimo.

A discussão desses quesitos passa pelo entendimento da natureza desse tipo de trabalho, tida, por alguns especialistas, como mais flexível que as demais.

Atualmente, o início e o fim do dia e a folga semanal são estabelecidos em acordo entre as duas partes –com as mudanças, seria talvez necessário colocar um relógio de ponto nas residências, já que a jornada seria limitada a 44 horas semanais.

Outra dúvida cerca o adicional noturno. Não se sabe como seria computado se o empregado dorme na casa dos patrões e precisa se levantar de vez em quando para atender idosos ou crianças.

Continue lendo no iG sobre os novos direitos dos empregados domésticos:

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terça-feira, 7 de junho de 2011 Férias, Trabalho | 14:45

Julho terá 16 mil vagas de trabalho temporário em todo o país

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Segundo levantamento realizado pelo Instituto de Pesquisa Manager para a Asserttem (Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário), devem ser abertas 16,2 mil vagas no próximo mês, 8% mais do que nas férias de julho do ano passado.

Os postos de trabalho estarão concentrados nos setores de lazer e entretenimento. Parques, clubes, hotéis e pousadas serão responsáveis por gerar 12 mil oportunidades. As demais ficarão nos setores de comércio e indústria.

O trabalho temporário é uma chance de ganhar um dinheiro extra e também uma porta de entrada no mercado formal. Para a Asserttem, ao menos 10% dos funcionários contratados em caráter provisório neste meio de ano têm boa probabilidade de efetivação.

Continue lendo sobre trabalho temporário:

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quinta-feira, 5 de maio de 2011 Renda extra, Trabalho | 05:59

Por que nos deixamos enganar?

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(Esta análise refere-se à reportagem Com promessa de dinheiro fácil, rede Dinastia quer ganhar o país)

O imediato sentimento de qualquer um que se vê diante de uma proposta que envolve dinheiro rápido e possível de ser obtido sem dificuldades é de desconserto –exatamente a reação provocada por uma miragem: o coração quer acreditar, mas a razão sabe que existe algo errado com a oferta, embora não consiga discernir exatamente o que.

A confusão decorre da estratégia utilizada pelos vendedores dessas ideias, um discurso complexo, cheio de contradições e de jogos de palavras, elaborado para seduzir e ao mesmo tempo atordoar.

“A ideia de uma grande satisfação que não demanda labuta intensa é simplesmente um apelo forte demais para a mente humana”, explica Márcia Tolotti, psicanalista e consultora em educação financeira, autora do livro “As Armadilhas do Consumo” (coleção Expomoney). “Dinheiro fácil, dieta sem esforço, programas de leitura dinâmica… Vai que dá certo?”

Correntes do gênero da Dinastia Soluções Financeiras conseguem cativar integrantes tanto em momentos de vacas magras, nos quais os cidadãos desempregados desesperam-se em busca de oportunidades de fazer dinheiro, quanto nos momentos de economia pujante. De auto-estima elevada pelos avanços dos últimos anos, acreditando firmemente no seu poder de realização, os brasileiros agora representam ouvidos atentos a esse tipo de promessa de negócio “milagroso”, de lucratividade “garantida” e “praticamente sem riscos”.

Afinal, sonhar com renda extra de milhares de reais por mês acalma a dor momentânea de uma conta corrente no vermelho e proporciona algum ânimo na hora de levantar da cama para mais um dia resolvendo problemas no escritório.  É o motivo que leva, também, milhões de apostadores às casas lotéricas. O gostinho do prêmio é real, plenamente sentido.  

O imenso apelo que essas ilusões apresentam revela, ainda, uma instigante faceta da nossa relação com o trabalho hoje em dia. Não interessa exatamente o que se faz –importa mesmo é ficar milionário, de preferência antes dos 30. Entre criar um produto inovador, o que leva anos de pesquisa e suor, e viver da herança deixada por um pai milionário, grande parte das pessoas assinala a segunda opção sem pensar.

Abdica-se, dessa maneira, do prazer de transformar uma matéria bruta em resultado –que é a essência da ação humana– pois não se deseja mais pagar o preço do suor e do tempo.

Irônico é que um dos pilares da liturgia da Dinastia e de outras empresas similares é justamente a supervalorização do mérito e do empenho individual –mas, se os associados de fato acreditassem na sua capacidade, saberiam que podem ter sucesso na sua profissão original, sem precisar se lançar a atividades mágicas.  

“No entanto, uma das grandes frustrações do ser humano é a sua limitação, a sua fragilidade. Então, se alguém nos diz que podemos ser deuses, os imperadores do universo, acreditamos sem pensar”, comenta Vera Rita de Mello Ferreira, doutora, e autora do livro “Psicologia Econômica” (coleção Expomoney).

Conheça a rede Dinastia e entenda a polêmica que cerca a sua operação:

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quarta-feira, 24 de novembro de 2010 Emprego, Renda extra, Trabalho | 14:44

Ainda dá tempo! Comércio e indústria têm 45 mil vagas temporárias abertas

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Das 139 mil vagas temporárias que devem ser abertas neste final de ano no país, aproximadamente 45 mil ainda não foram preenchidas, segundo levantamento da Asserttem (Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e Trabalho Temporário). Dessas, 39 mil estão no comércio e seis mil, na indústria.

Papai Noel é um dos postos disponíveis no comércio (Foto: Lisa Maree Williams/Getty Images)

As principais funções demandadas no varejo são: analista de crédito, atendente, embalador, estoquista, etiquetador, fiscal de caixa, fiscal de loja, operador de telemarketing, Papai Noel, vendedor e repositor de prateleiras. Nesse setor, a remuneração média fica em R$ 770, com vale-transporte e vale-refeição. Algumas empresas também pagam bônus quando as metas são atingidas.

Entre as manufaturas, as que estão contratando mais são as de bens de consumo (alimentos, bebidas, brinquedos, eletrônicos, vestuário e papel), para os seguintes cargos: auxiliar administrativo, auxiliar de departamento financeiro, auxiliar de laboratório, auxiliar de serviços gerais, motorista, nutricionista, operador de empilhadeira, operador de máquinas, técnico em manutenção industrial e técnico em segurança do trabalho. O salário médio está em R$ 950, com benefícios.

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Você já trabalhou como temporário no final do ano ou nas férias? Conte a sua experiência!

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terça-feira, 26 de outubro de 2010 Capacitação profissional, Emprego, Família, Férias, Renda extra, Trabalho | 05:59

Cinco comportamentos a adotar e um a evitar para que o trabalho temporário de final de ano vire efetivo

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Cerca de 139 mil postos de trabalho temporário devem ser abertos no país neste final de ano em todos os setores da economia. Trata-se de uma grande oportunidade se a vaga for efetivamente vista dessa forma –como uma chance de mostrar serviço para obter uma colocação permanente.

São cinco as melhores atitudes que o funcionário recém-chegado precisa tomar a fim de garantir uma posterior contratação:

1 – Desde o primeiro dia, agir como se fosse um colaborador fixo
Ver o trabalho temporário como apenas um bico para se fazer um dinheirinho extra é um erro que acaba com as chances de ser efetivado. Chegar no horário, cumprir as metas, atingir resultados favoráveis e demonstrar boa vontade demonstram seriedade e profissionalismo. “Esse emprego abre portas mesmo, e não só naquele lugar. Caso não haja condições de continuar depois do fim do contrato, o chefe certamente pode indicar o bom funcionário para outras vagas e dar recomendações”, frisa Renato Grinberg, diretor geral do portal de empregos Trabalhando.com no Brasil.

2 – Conhecer a fundo os produtos e serviços da companhia
Essa é a principal condição para se obter um bom desempenho em qualquer área, desde vendas até planejamento financeiro.

3 – Comprometer-se
É o popular “vestir a camisa”, que significa oferecer-se para ficar até mais tarde no escritório se necessário, buscar soluções para as dificuldades que surgirem e refazer o serviço que não ficou legal até atingir o nível requerido pelo supervisor. Importantíssimo, ainda, é sempre pedir feedback para mudar o que não está agradando.

4 – Integrar-se à equipe
Nem tímido nem excessivamente falante, o novato tem que observar como os demais se portam e seguir o padrão. É essencial ser respeitoso e educado e participar das atividades coletivas, como o almoço ou o happy hour. Forçar intimidade pega mal –nada de perguntar sobre intimidades e a vida pessoal dos outros e nem de falar dos seus problemas conjugais e familiares, portanto. Também se prejudica quem fica tentando cativar demais o chefe.

5 – Ser positivo
Sorriso no rosto, palavras otimistas e ânimo são armas eficientes para conquistar o cliente, os colegas e os gestores.

E existe um comportamento que deve ser evitado:

1 – Querer modificar tudo na empresa de cara
É tênue a linha que separa a proatividade da invasão e da arrogância. “Naturalmente, o funcionário chega empolgado e com ideias para aprimorar processos. Mas a ansiedade coloca tudo a perder”, diz Daniella Correa, consultora de RH da Catho Online, site de classificados de currículos e empregos. “Antes de dar sugestões, o novato precisa observar com atenção a cultura corporativa e perguntar por que as coisas são como são –devem existem bons motivos para que funcionem daquela maneira.”

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sábado, 23 de outubro de 2010 Seguros, Trabalho | 05:59

Os seguros que o profissional liberal e o autônomo precisam ter

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Sem os benefícios oferecidos por uma empresa com a qual tenha vínculo empregatício, o profissional liberal (médico, dentista, advogado) e o autônomo ficam bastante desprotegidos ante os imprevistos da vida.

Para resguardar a si e à sua família das eventualidades, esse trabalhador pode comprar alguns seguros. As coberturas sugeridas pelos especialistas são:

1 – Renda
No caso de afastamento temporário da sua atividade por doença ou acidente, o contratante recebe uma diária em dinheiro para compensar a perda de rendimentos. “O valor é definido pelo interessado, até o máximo de 1/30 do que costuma ganhar por mês. Mas não é preciso chegar a esse teto –existe a opção de estabelecer a indenização nos montantes correspondentes apenas às despesas da casa, por exemplo”, explica Aline Coropos, superintendente de produtos para pessoa física da Itaú Seguros. No caso da apólice oferecida pelo banco, para se ter uma ideia, existe uma franquia de doze dias, e a cobertura máxima é de 365 dias com diária de R$ 800. Para uma diária de R$ 400, o preço mensal é de R$ 144,63. A vantagem em relação a fazer uma poupança emergencial é que o seguro entra em vigor no dia seguinte à aquisição, enquanto juntar o dinheiro para ter condições de se sustentar pelo tempo em que ficar parado demora mais.

2 – Morte natural ou acidental
Serve para amparar a família no caso de o trabalhador morrer. “Calcular o valor da indenização é simples”, diz Marcelo Fares, gerente de seguros de varejo da seguradora MetLife. “Deve-se calcular por qual porcentagem da renda familiar o interessado é responsável. Aí se multiplica esse valor por um período de cinco anos.” Ou seja, para um rendimento mensal de R$ 4 mil, a cobertura tem que ficar em R$ 240 mil, e os preços de apólices começam em R$ 50. Algumas companhias oferecem como serviço adicional o pagamento das despesas com funeral.

3 – Invalidez
Há opções para reparação financeira no caso de incapacidade permanente causada por acidente ou por doenças degenerativas.

4 – Para imóveis que sirvam como consultórios ou escritórios
Além de proteger a estrutura física, é importante segurar os equipamentos e eletrônicos contidos no prédio.

5 – Para veículos usados na prestação de serviço
Quando o automóvel serve como instrumento de trabalho, deve-se prestar ainda mais atenção nos termos da apólice e nos serviços oferecidos. Substituição temporária do carro em caso de problemas constitui um benefício essencial. 

É sempre importante fazer uma pesquisa ampla entre as instituições financeiras que oferecem tais produtos, porque as condições costumam variar bastante.

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sexta-feira, 27 de agosto de 2010 Previdência, Trabalho | 06:59

Trabalho temporário nas eleições também deve ser formalizado

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Candidatos ao Executivo e ao Legislativo costumam contratar trabalhadores temporários na época das eleições para diversas funções, desde as administrativas realizadas no comitê até as de campanha na rua, como distribuir santinhos.

Todos esses empregos deveriam ser formalizados, mas não é o que geralmente acontece. A praxe é que tais funcionários recebam pelos dias trabalhados sem nenhum tipo de contrato ou registro.

Segundo a lei número 6.019/74, que trata do assunto, todo temporário precisa ter registro na carteira de trabalho, não importando o tamanho do intervalo pelo qual atuará.

Para os empregados nas campanhas, as vantagens de ser devidamente formalizado são várias. “O período é contabilizado para a aposentadoria. Todos os direitos –como férias, 13º. proporcional, hora extra e adicional noturno– se aplicam, exceto o que diz respeito à multa de 40% do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) na dispensa e ao aviso prévio”, explica Jismália de Oliveira Alves, diretora de comunicação da Asserttem (Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário). A atividade não gera vínculo empregatício, entretanto.

É uma boa ideia, também, acertar com o empregador previamente detalhes como o tamanho da jornada e pausas para descanso e alimentação, já que algumas funções são realizadas ao ar livre, debaixo de sol e chuva.

Outra possibilidade é que o trabalhador seja tratado como autônomo. Mas, mesmo assim, deve haver um contrato formal que deixe claro quais são os direitos e deveres das duas partes.

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segunda-feira, 5 de julho de 2010 Casa própria, Comportamento, Consumo, Crédito, Direitos, Dívidas, Dólar, Férias, Fundos, Imóveis, Impostos, Investimentos, Pergunta da Semana, Poupança, Renda extra, Renda Fixa, Seguros, Trabalho, Turismo, Viagem | 10:59

A Pergunta da Semana

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A Seu Dinheiro vai trazer toda semana as recomendações de um consultor especializado para resolver as dificuldades dos leitores na organização do seu orçamento, na administração de investimentos e no planejamento do seu futuro financeiro.

Para participar, basta escrever para a coluna, no endereço dgodoy@ig.com, colocando “Pergunta da Semana” na linha de assunto.

O leitor deve descrever com detalhes o seu problema (Não consegue poupar para comprar a casa própria? Quer um plano para acabar com as dívidas?) e acrescentar à mensagem endereço, número do RG e do telefone. Emails que não atendam a todos os requisitos não serão considerados, bem como questões enviadas pela área de comentários.

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sexta-feira, 2 de julho de 2010 Ações, Investimentos, Mercado financeiro, Trabalho | 10:32

Operadores e corretoras reclamam do baixo movimento na Copa

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Bares e restaurantes estão comemorando a melhora do movimento durante a Copa, mas também não falta quem reclame. No mercado financeiro, o chororô é geral por causa da diminuição do número de negócios nos dias de jogo do Brasil. E, sem transações, os operadores não ganham comissão e a corretora não fatura.

Na BM&FBovespa, o volume de operações tem caído à metade nos pregões em que a seleção de Dunga entra em campo. Quando é sexta-feira, como hoje, pior ainda, porque quem pode emenda o final de semana sem querer saber como estão as suas ações.

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segunda-feira, 28 de junho de 2010 COMO FAZER, Consumo, Emprego, Negócios, Sem categoria, Trabalho | 06:02

PASSO-A-PASSO: Tornar-se revendedora direta de cosméticos

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1 – Faça uma pesquisa para descobrir quais são as empresas de cosméticos que oferecem o sistema de venda direta no Brasil. Converse com amigas e conhecidas que já trabalham com esses produtos, peça indicações

2 – Procure o telefone e o email das empresas, entre em contato com o departamento responsável por receber as novas revendedoras

3 – Solicite amostras das mercadorias. Teste e experimente: é essencial escolher, para representar, uma marca de que se goste muito e com a qual se identifique

4 – Volte a falar com as empresas para saber mais sobre os seus valores e filosofia, que devem ser considerados na seleção

5 – Depois de escolher a marca, é hora de fazer um cadastro na empresa. Geralmente, as companhias designam as vendedoras seniores para acompanharem e instruírem as novatas –encontre-se com as mais experientes para aprender as estratégias do negócio

6 – Para começar, é preciso adquirir um kit básico de produtos que vai servir de mostruário. Os valores começam perto dos R$ 50 e costumam ser parcelados. Peça catálogos, amostras grátis e todo material de divulgação disponível

7 – Participe dos cursos e treinamentos realizados pela empresa

8 – Quando estiver preparada, comece a buscar clientes. Avise os vizinhos, os amigos, a família, os colegas de trabalho. Anuncie no jornal do bairro, distribua panfletos no supermercado, na padaria, no cabeleireiro

10 – Invista em estratégias de marketing diferentes. Por exemplo, convide as pessoas próximas para um bolo com café em casa e aproveite para apresentar os lançamentos

11 – Depois de captar as encomendas, envie o pedido para a empresa. Normalmente, as companhias dão às revendedoras um prazo para pagar, o que lhes possibilita receber dos consumidores primeiro

12 – Facilite o pagamento, se puder

13 – Entregue os produtos para os clientes. Dê a eles toda assistência: pergunte posteriormente se os itens agradaram e coloque-se à disposição para trocar o que não veio exatamente como esperado. Isso é possível até no caso de maquiagem cuja cor real era diferente da apresentada no catálogo

14 – Elabore um cadastro de todos os consumidores para manter uma relação próxima com eles

15 – Sempre troque idéias com colegas revendedoras

16 – Aos poucos, vá construindo um estoque maior para poder atender com pronta-entrega

17 – Pense em maneiras de surpreender o cliente de tempos em tempos. Busque formas interessantes para apresentars as novidades

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