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sábado, 27 de novembro de 2010 Alimentação, Comportamento, Consumo, Crianças, Dólar, E-Commerce, Educação, Eletrodomésticos, Família, Férias, Livros, Supermercado, Turismo, Varejo, Viagem | 05:59

Cinco maneiras de aproveitar o dólar barato

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O dólar comercial subiu um pouquinho neste mês de novembro por causa dos desdobramentos da crise europeia, mas, ainda assim, oscilando perto de R$ 1,70, está nos menores níveis da história.

Confira algumas ideias para usufruir dessa taxa de câmbio favorável ao consumidor: 

1 – Conheça outro país nas férias de verão
Nunca foi tão fácil viajar para o exterior. Passagens e hospedagem podem ser parcelados em até dez vezes sem juros e considerando a cotação do dólar no momento no qual o negócio é fechado, o que facilita o planejamento do turista. Os destinos favoritos dos brasileiros são os Estados Unidos (Miami, Orlando e Nova York) e a Argentina.

2 – Proporcione um intercâmbio educativo para os filhos em 2011
“O recente crescimento da economia do país também levou à maior concorrência pelos bons empregos. Então, o trabalhador percebeu que uma vivência internacional é um grande diferencial no currículo”, diz Luiza Vianna, gerente de cursos no exterior da agência CI (Central de Intercâmbio). Escolas americanas, da Inglaterra, da Austrália e do Canadá têm sido as preferidas tanto para cursos de idiomas de curta duração como de Ensino Médio, especialização e pós-graduação. Os valores podem ser divididos em até 18 prestações iguais no cartão ou no cheque.

3 – Leve para casa aquele vinho bacana ou o azeite especial que antes estava fora de alcance
Com a desvalorização do dólar nos últimos anos, os vinhos estrangeiros ficaram entre 10% e 20% mais baratos no mercado nacional. Quem já apreciava a bebida passou a se dar ao luxo de adquirir garrafas melhores, e uma legião de neófitos invadiu as adegas. “Os vinhos argentinos e chilenos são o destaque desse crescimento da demanda. Pela qualidade que apresentam, suas vendas devem continuar crescendo”, prevê Ciro Lilla, presidente da importadora Mistral, uma das maiores do país.
Alimentos mais sofisticados vindos do exterior, como azeites e chocolates, também estão ganhando espaço nos carrinhos de supermercado.

4 – Vá ao Paraguai comprar os presentes de Natal da família
Perfumes e maquiagem, eletrônicos, celulares, artigos de papelaria, brinquedos. Basta atravessar a Ponte da Amizade de Foz do Iguaçu, no Paraná, até chegar a Ciudad Del Este para encontrar todos esses produtos a preços bem mais atraentes do que os praticados no Brasil. Saindo do Estado de São Paulo, as excursões de ônibus ao Paraguai, que costumam durar dois dias, custam por volta de R$ 250, mas a economia e a variedade de mercadorias valem a pena. É importante ficar atento aos impostos de importação, entretanto. Considerados bens de uso pessoal, um relógio de pulso, uma câmera fotográfica e um telefone celular por pessoa não precisam ser declarados e estão isentos de tributos. O cidadão que retornou ao país por via terrestre possui uma cota de apenas US$ 300 livres de impostos para compras –aqui devem ser incluídos notebooks e filmadoras, por exemplo.

5 – Encha a estante com os livros, CDs e DVDs só encontrados nas lojas virtuais estrangeiras
Muitas vezes, só é possível encontrar obras muito específicas, como de artes plásticas, medicina e engenharia, no exterior. O mesmo acontece com CDs e DVDs antigos e raros. Mesmo pagando os impostos e as taxas de postagem, vale a pena.

E você, como tira vantagem dessa taxa de câmbio? Deixe um comentário!

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segunda-feira, 6 de setembro de 2010 COMO FAZER, Consumo, E-Commerce, Renda extra, Varejo | 05:59

Internet é boa opção para vender o que está sobrando em casa

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Os quatro dias de feriado prolongado se apresentam como uma ótima oportunidade de fazer uma arrumação geral em casa. Na faxina, sempre se descobre uma porção de artigos que não têm mais utilidade: o carrinho do bebê que já não é mais bebê, o segundo liquidificador ganho de presente de casamento, o par de sapatos que era lindo na loja mas não combina com peça alguma do guarda-roupa.

Todos esses itens podem ser vendidos facilmente pela internet, gerando renda extra e liberando espaço nos armários.

O processo para se tornar um bom vendedor à distância do que está sobrando é o seguinte:

1 – Fazer uma pesquisa na rede, selecionar os sites que serão utilizados e se cadastrar
Pode-se anunciar os produtos em mais de um portal. Deve-se, entretanto, ler com cuidado as regras para participação –há os que cobram uma comissão sobre a venda e outros gratuitos, aqueles nos quais se realiza um leilão (leva quem oferecer o maior valor) ou é necessário estabelecer um preço fixo. É importante, ainda, verificar o espaço disponível para falar sobre o item, as condições de segurança para as transações e outros serviços oferecidos, como o financiamento para o comprador

2 – Estabelecer o preço
É recomendável verificar quanto o artigo novo custa nas lojas convencionais e também dar uma olhada em outros itens que já estão nos classificados dos sites a fim de se ter uma ideia dos montantes propostos. Quem tem pressa ou quer aparecer mais coloca valores baixos

3 – Informar-se melhor sobre o produto
Às vezes, nem se conhece bem o item que se deseja vender. Saber a fundo como funciona e para que serve ajuda bastante a negociar

4 – Escrever um anúncio chamativo, com título vistoso e interessante e fotos nítidas de todos os ângulos e detalhes
“Recomendamos que a descrição do produto seja a mais honesta e completa possível, explicando exatamente qual é o seu estado, se está na caixa, é novo mas já tem dois anos, se tem riscos”, diz Helisson Lemos, diretor geral de operações do MercadoLivre, um dos sites mais famosos do ramo no Brasil. O texto adequado ainda ajuda que o artigo seja encontrado pelas ferramentas de busca

5 – Oferecer frete grátis
Vá ao correio, calcule quanto vai gastar com o envio para qualquer lugar do Brasil e ofereça-se para arcar com a despesa da entrega. Dessa forma, consegue-se atrair mais compradores e simplificar os trâmites

6 – Avisar sobre a venda também aos amigos e parentes
“Colocando vários produtos à venda, dá até para montar uma vitrine com todos os itens e enviar o link para os conhecidos”, ensina Fernando Juno, gerente do QueBarato!, também um grande portal do gênero no país

7 – Responder rapidamente às perguntas feitas pelos interessados
Obviamente, não adianta anunciar e esquecer do assunto. Deve-se acompanhar de perto a demanda e prestar todos os esclarecimentos a quem o procura

8 – Cobrar que o comprador preencha a avaliação sobre o vendedor
A maioria dos sites permite que os internautas dêem uma nota para as pessoas de quem adquiriram algum produto. Com opiniões positivas, o vendedor vai construindo a sua reputação, o que facilita futuros negócios

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sexta-feira, 16 de julho de 2010 Consumo, Supermercado, Varejo | 12:28

Os preços no varejo estão caindo mesmo?

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Segundo medição da Fecomercio (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo), os preços no varejo paulista recuaram, em média, 0,06% em junho. Em maio, tinham avançado 0,22%, e no ano acumulam alta de 1,62%.

No mês passado, os preços praticados nos supermercados caíram 0,71%. As maiores quedas foram verificadas em itens como adoçantes, legumes, leite e aves. Nas feiras livres, a redução foi de 2,94%.

Mas sempre há quem duvide dos números da inflação, dizendo que na verdade os preços estão subindo, e a um ritmo maior do que o mostrado pelo resultado das pesquisas.

Essa discordância se deve, primeiro, ao trauma da hiperinflação –muita gente que viveu a época do descontrole dos preços ainda não se acostumou com a estabilidade.

Além disso, a variação dos valores é sentida de forma diferente por cada família, porque a inflação é uma média: cada um presta atenção nos produtos que consome.

No orçamento das de classe mais baixa, por exemplo, a alimentação é o que pesa mais; então, aumentos ou diminuições de preços desses gêneros acabam sendo percebidos mais fortemente por tais consumidores. Da mesma forma, os estratos de renda elevados sofrem mais com reajustes nas mensalidades escolares.

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