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Arquivo da Categoria Viagem

sábado, 26 de março de 2011 Cartões, Crédito, Dólar, Família, Férias, Turismo, Viagem | 05:59

Cartão pré-pago é alternativa ao de crédito após aumento de imposto para compras no exterior

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O governo federal até pode conseguir segurar a inadimplência com cartões de crédito aumentando de 2,38% para 6,38% o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) incidente nas compras realizadas no exterior, como pretende com um novo decreto a ser publicado no Diário Oficial no início da próxima semana. Mas reduzir os gastos dos brasileiros em outros países –despesas que, no primeiro trimestre deste ano, chegaram a US$ 3,074 bilhões, conforme informou o banco Central ontem– vai ser mais complicado, porque o turista pode simplesmente usar outros meios de pagamento, mesmo precisando antecipar valores que, com esse tipo de dinheiro de plástico, só desembolsaria mais tarde.

O primeiro a se candidatar a substituto é o cartão de débito pré-pago, evolução tecnológica dos traveller checks.  Ao solicitar um plástico desse tipo, o turista carrega-o com o montante que pretende gastar, na moeda estrangeira de que necessitar, pela taxa de câmbio do dia. Depois, utiliza-o no seu destino como um cartão de débito comum. Se a divisa de carregamento for diferente da local –suponhamos, o cartão está cheio de dólares, mas o viajante se encontra no Japão–, a conversão –de dólar americano para ienes, como no exemplo– é realizada no momento do uso. 

De 1996 até a semana passada, o Visa Travel Money reinava absoluto como única opção disponível no Brasil. Agora, saíram praticamente juntos o MasterCard Cash Passport e o American Express GlobalTravel, dispostos a abocanhar uma parte desse mercado.

O cliente deve observar as diferenças de vantagens, serviços e encargos para escolher o produto que melhor atende às suas necessidades:


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sábado, 12 de março de 2011 Família, Imposto de Renda, Impostos, Turismo, Viagem | 05:59

Quem mora fora do Brasil também precisa fazer sua declaração do imposto de renda

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Entre as principais novidades da atual rodada de acerto de contas das pessoas físicas com o Leão está a declaração do emigrado –que, anteriormente, era entregue em qualquer época do ano, seguindo prazos relacionados ao momento e à duração da viagem.

Até o próximo dia 29 de abril, então, quem em 2010 mudou-se do Brasil deve preencher o relatório, exatamente como qualquer outro contribuinte. Mas, logo no início do sistema, baixado do site da secretaria na internet, escolhe a alternativa “declaração de saída definitiva do país”. A inclusão de dados de rendimentos, despesas e patrimônio contabilizados no ano passado transcorre de forma idêntica à dos demais.

Nos exercícios seguintes, o chamado não-residente –que está fora em caráter permanente ou temporário por mais de doze meses– fica dispensado de dar satisfações. Entretanto, se não avisar à Receita Federal que passou a morar em outra localidade, continua incluído entre os que ainda têm essa obrigação.

A declaração do imposto de renda como “saída definitiva” é apenas a segunda parte do processo de notificação à secretaria dessa condição de expatriado. A primeira é enviar a “comunicação de saída definitiva do país” assim que a decisão de retirar-se para sempre é tomada ou quando se completam doze meses da viagem, obedecendo ao calendário da Receita.

“O problema de não comunicar a sua transferência de domicílio é que, ao regressar, o contribuinte não consegue explicar os recursos e bens eventualmente amealhados no exterior”, alerta Edino Garcia, consultor da assessoria especializada DeclareCerto IOB. “Se o seu o patrimônio surge do nada, acaba tributado na totalidade. Por exemplo, no caso de um imóvel comprado por R$ 300 mil, cobram-se impostos sobre os R$ 300 mil.”

“E o cidadão também pode ser chamado a fornecer esclarecimentos e inclusive pagar multa por se encontrar em falta com as suas responsabilidades”, acrescenta Elaine Varella, sócia da Escola de Negócios Contábeis e da consultoria Companhia Contábil.

Continue lendo sobre a declaração do imposto de renda em 2011:

O iG tira todas as suas dúvidas sobre o imposto de renda!

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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011 Crianças, Família, Férias, Turismo, Viagem | 05:59

Cinco pequenos luxos de viagem que valem a pena

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Muitos turistas, quando planejam um roteiro, só se preocupam em conseguir o transporte e o hotel mais baratos. Nem prestam atenção às características da passagem e da hospedagem, desde que o seu preço seja pequeno.   

Entretanto, usar o custo como principal critério para organizar o passeio é um erro, porque parte do prazer da experiência de viajar está justamente em curtir o trajeto até o destino e descansar em um lugar agradável e diferente de casa.    

A seguir, indicados por especialistas, cinco pequenos luxos que tornam a jornada mais confortável e divertida:    

1 – Comprar uma passagem aérea que permite trocar as datas sem pagar multa
Quem adquire o bilhete com muita antecedência já paga uma tarifa bem baixa. Optar por ter a possibilidade de mudar os dias e os horários depois sem penalizações –para o caso de o seu esquema inicial mudar– significa um acréscimo mínimo na comparação com o benefício.   

Banheiro do avião que o empresário holandês Ben Thijssen converteu em hotel de luxo (foto: Michel Porro/Getty Images)

2 – Usar as milhas do cartão de crédito para fazer um upgrade de classe no avião
Especialmente nos deslocamentos longos, contar com espaço para as pernas e poltronas com maior inclinação faz diferença. E o gostinho da mordomia também permanece como uma agradável lembrança.   

3 – Chegar ao destino no horário comercial
As passagens da madrugada são mais em conta, é verdade; porém, aportando em uma localidade desconhecida no meio da noite, corre-se o risco de não encontrar táxis para o hotel e lugares abertos para fazer um lanche –um enorme aborrecimento.    

4 – Tirar um tempinho para descansar antes de partir para a exploração  
Em vez de largar a mala no quarto e sair correndo para conhecer o lugar, é uma boa ideia gastar algumas horas –o que significa ampliar a estadia em um período– desempacotando a mala com cuidado, conhecendo o hotel, fazendo uma refeição e revisando o cronograma. Repousado, aproveita-se melhor as atividades.   

O hotel britânico Coworth Park, que tem programação especial para crianças (foto: Divulgação)

 5 – Ficar em um hotel com boa área de lazer infantil
Pousadas pequenas são charmosas, mas oferecem muito poucas opções de entretenimento para as crianças se, por exemplo, chove e não se pode sair. “É como diz o velho ditado: se os filhos estão felizes, os pais também estão”, resume Ania Zdunek, diretora de comunicação do Coworth Park, um hotel de campo localizado no Reino Unido, a vinte minutos de Londres. A hospedaria oferece uma programação especial para a garotada –com piquenique, caça ao tesouro e trilhas— e serviço de babás e monitores.    

Cada turista pode escolher as facilidades que melhor servem à sua família. Bob Rossato, sócio-fundador da agência de viagens on-line ViajaNet, por exemplo, prefere economizar ao máximo com as passagens para poder se hospedar bem. “O tempo que se passa dentro de uma aeronave é pequeno”, explica. “Um hotel bom, no entanto, significa a oportunidade de fazer coisas especiais.”  

Qual é o seu pequeno luxo de viagem? Deixe um comentário!  

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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011 Crianças, Família, Férias, Seguros, Turismo, Viagem | 10:46

Seguro de viagem se escolhe, sim

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Praticamente todo pacote de viagens comprado hoje no Brasil inclui uma proteção para o caso de o turista e a sua família enfrentarem, durante o passeio, contratempos como extravio de bagagens e emergências médicas. Ninguém presta muita atenção nesse anteparo, entretanto –somente toma-se conhecimento dele quando o serviço se faz necessário. Aí, muitas vezes, o viajante percebe que o auxílio contratado é inadequado à sua necessidade ou difícil demais de usar.

Por esse motivo, é importante dedicar algum tempo à escolha desse instrumento da mesma maneira que se pensa com cuidado no destino das férias e no transporte.

São três os principais pontos em que se deve prestar atenção:

1 – Assistência de viagem não é a mesma coisa que seguro
A maior parte das ferramentas acrescentadas aos pacotes é uma assistência de viagem. Esse produto não prevê reembolso de despesas decorrentes de um evento desagradável. Então, se o turista precisar usar um hospital, tem que ser o indicado pela provedora. Já o seguro (comercializado somente por companhias seguradoras) permite que o viajante escolha o posto da sua preferência e depois receba de volta o dinheiro das despesas. “O mesmo se aplica à hipótese de atraso ou adiamento do vôo –quem tem um seguro pode ficar no hotel que lhe for mais conveniente”, acrescenta André Vasco,  superintendente comercial de alta renda do Itaú Unibanco. 

Essa é a melhor opção, portanto, quando o destino do passeio é isolado ou precário, pois aí existe uma grande chance de a clínica conveniada ficar longe.

2 – Coberturas e valores
Alguns países, como os europeus, fazem exigências quanto ao tipo de assistência ou seguro que o turista deve ter para poder entrar em seu território bem como aos valores das coberturas para gastos médicos, acidentes ou morte. É essencial verificar se a assistência ou o seguro oferecido pela agência cumprem tais requisitos. “Acontece de o turista ser mandado de volta se não dispuser da ferramenta adequada”, frisa Cristiana Vieira, gerente da área de vida e previdência da seguradora Porto Seguro.

Igualmente, recomenda-se adequar os montantes à localidade que se pretende conhecer: quanto mais longe ou mais cara, maiores precisam ser as indenizações para sinistros.

Quando a família já possui um plano de saúde que alcance o Brasil inteiro, pode contratar uma proteção mais simples, freqüentemente fornecida até pelo cartão de crédito.

Entretanto, se o objetivo é fazer um intercâmbio estudantil, que vai durar alguns meses, o auxílio precisa englobar cuidados odontológicos, por exemplo. Um viajante que pretenda praticar esportes radicais também necessita de cobertura ampla.

3 – Quais são os canais de atendimento
Os telefones têm que aceitar ligações a cobrar da cidade de destino e, de preferência, contar com atendentes que falam português. “Em uma situação de emergência, fica-se mais tranqüilo falando no seu próprio idioma”, diz Vieira. O turista deve carregar o número consigo, em vários lugares –na carteira, colado no passaporte, dentro da mala.

Antes de fechar negócio com a agência de viagem, recomenda-se que o turista faça uma pesquisa dos instrumentos disponíveis, por exemplo, no banco do qual é correntista ou da seguradora que fornece a apólice para o seu carro ou a sua casa. Pode-se conseguir condições e preços mais interessantes.

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sábado, 12 de fevereiro de 2011 Direitos do consumidor, Família, Férias, Turismo, Viagem | 05:59

Juizados nos aeroportos conseguem acordo amigável em 30% dos casos

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Um passageiro de avião que enfrente dificuldades com o seu vôo pode, no ato, procurar os juizados especiais instalados nos principais aeroportos brasileiros para relatar o seu problema e pedir providências.

O órgão primeiro tentará a conciliação com a empresa aérea ou a administração do terminal. Não sendo possível, o interessado pode abrir um processo que tramitará na vara mais próxima do seu domicílio.

Segundo o Conselho Nacional de Justiça, em janeiro último, auge da demanda por causa das férias escolares, os juizados nos aeroportos de Guarulhos (São Paulo), Galeão, Santos Dumont (Rio de Janeiro) e Juscelino Kubitschek (Brasília) atenderam aproximadamente 3.500 viajantes com reclamações sobre “overbooking”, atrasos e cancelamentos de voos, e extravio de bagagens, por exemplo. Desses, cerca de 1.000 (30%) conseguiram um acordo amigável.

Desde que entraram em funcionamento, em julho de 2010, esses postos receberam 8.000 mil queixas, e obteve-se uma resolução pacífica em 2.477.

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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011 Bolsa de Valores, Educação Financeira, Eventos, Férias, Viagem | 13:05

Indo para Orlando? Visite o parque de diversões do investidor

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Entre 9 e 12 de fevereiro acontece em Orlando, nos Estados Unidos, a 33ª. “The World MoneyShow”, a mais importante feira mundial sobre investimentos e finanças pessoais. Outras edições, menores, são realizadas ao longo do ano em diversos países.

Gratuitas, as inscrições para participar do evento na Flórida na próxima semana dão acesso a uma programação de mais de 300 palestras e workshops com 150 especialistas renomados durante as quais se discutirá a economia global e as perspectivas para as aplicações financeiras em 2011.

Companhias que têm ações negociadas em Bolsa também montam os seus estandes para atrair a atenção (e os recursos) dos pequenos investidores. No pavilhão brasileiro, estarão presentes Bradesco, Petrobras e Vale, entre outras, junto com a Expo Money, que é a feira brasileira do setor.

Trata-se de uma boa chance, ainda, para abordar os gestores de grandes fundos internacionais e administradoras de recursos a fim de trocar impressões e pedir dicas.

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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011 Consumo, Crédito, Família, Férias, Planejamento financeiro, Turismo, Viagem | 12:46

Crédito para o começo do ano

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Fazer um empréstimo deve ser a última opção de quem não está conseguindo pagar todos os compromissos do início do ano –impostos, material escolar, os parcelamentos dos presentes de Natal, as contas da viagem de férias–, porque o crédito tem a função de impulsionar projetos, não de cobrir buracos.

Não havendo mesmo outra saída, o consumidor precisa escolher com cuidado a ferramenta da qual lançar mão. Entrar no cheque especial e usar o rotativo do cartão são as piores possibilidades, caras demais.

Desde o final de 2010, diversas instituições financeiras têm lançado financiamentos especiais para a situação. Trata-se principalmente, entretanto, de modalidades de crédito pessoal, com taxas de juros bastante elevadas –entre 2,5% e 6% ao mês, em média.

Solução mais barata é o empréstimo consignado, que permite o desconto das prestações diretamente do holerite do trabalhador. Para contratá-lo, é necessário procurar o banco por meio do qual se recebe o salário todo mês.

E, agora, já estão sendo liberadas as linhas de antecipação do 13º. salário, que também apresentam custos menores.

Sempre vale a pena pesquisar as alternativas oferecidas, e não só pelo banco do qual se é correntista. As cooperativas formadas por empresas, sindicatos ou categorias profissionais costumam socorrer os seus associados nesta época com produtos especiais.

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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011 Ações, Bolsa de Valores, Férias, Fundos, Investimentos, Mercado financeiro, Planejamento financeiro, Poupança, Renda Fixa, Renda variável, Viagem | 05:59

Quem cuida dos seus investimentos quando você sai de férias?

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Muitos investidores não conseguem se desligar do mercado financeiro –especialmente da Bolsa de Valores– quando saem de férias, pois têm medo tanto de perder alguma boa oportunidade como de que alguma mudança súbita no cenário lhes cause grandes prejuízos.

Mas é possível planejar-se para conseguir tirar alguns dias de folga de verdade.

Algumas semanas antes da saída, é bom revisar os planos e conversar com o seu corretor ou o consultor sobre vencimentos e acontecimentos importantes esperados para o período, assim como a respeito dos preços-alvos dos ativos.

Os que preferem operar por conta própria, via “home broker”, podem lançar mão de ferramentas automáticas do sistema para deixar programadas ordens de compra e venda quando os valores dos papeis atingem patamares determinados.

As mais comuns são as chamadas “stop loss” (deter o prejuízo) –que manda vender as ações no instante em que o seu preço fica abaixo do limite suportado pelo seu dono– e “start” –a qual autoriza a compra do ativo quando o seu preço se torna atraente. Tais valores podem inclusive ser móveis, reajustando-se sozinhos se os patamares e condições do mercado mudarem.  

“Esses instrumentos funcionam como uma boa proteção e são empregados tanto por grandes investidores quanto pelos menores porque são bastante simples de usar”, diz Paulo Levy, diretor da corretora ICAP Brasil responsável pelo seu “home broker”, o MyCap. “E mostram-se ainda mais úteis em tempos de instabilidade, em que a economia mundial se encontra tão indefinida.”

Clientes que ficam em contato mais próximo com os operadores podem deixar ordens combinadas. As boas gestoras não param em nenhuma época do ano e estão preparadas para agir quando for necessário.

O mais importante é ter uma estratégia bem definida desde o começo. “De modo geral, as decisões em investimentos não são tomadas no curto prazo. Por isso, um mês não muda em nada na vida de um investidor que possui um projeto de longo prazo. Tanto ações quanto fundos são aplicações programadas e decididas por períodos mais extensos”, lembra Marcelo Xandó, sócio diretor da Verax Serviços Financeiros.

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sábado, 27 de novembro de 2010 Alimentação, Comportamento, Consumo, Crianças, Dólar, E-Commerce, Educação, Eletrodomésticos, Família, Férias, Livros, Supermercado, Turismo, Varejo, Viagem | 05:59

Cinco maneiras de aproveitar o dólar barato

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O dólar comercial subiu um pouquinho neste mês de novembro por causa dos desdobramentos da crise europeia, mas, ainda assim, oscilando perto de R$ 1,70, está nos menores níveis da história.

Confira algumas ideias para usufruir dessa taxa de câmbio favorável ao consumidor: 

1 – Conheça outro país nas férias de verão
Nunca foi tão fácil viajar para o exterior. Passagens e hospedagem podem ser parcelados em até dez vezes sem juros e considerando a cotação do dólar no momento no qual o negócio é fechado, o que facilita o planejamento do turista. Os destinos favoritos dos brasileiros são os Estados Unidos (Miami, Orlando e Nova York) e a Argentina.

2 – Proporcione um intercâmbio educativo para os filhos em 2011
“O recente crescimento da economia do país também levou à maior concorrência pelos bons empregos. Então, o trabalhador percebeu que uma vivência internacional é um grande diferencial no currículo”, diz Luiza Vianna, gerente de cursos no exterior da agência CI (Central de Intercâmbio). Escolas americanas, da Inglaterra, da Austrália e do Canadá têm sido as preferidas tanto para cursos de idiomas de curta duração como de Ensino Médio, especialização e pós-graduação. Os valores podem ser divididos em até 18 prestações iguais no cartão ou no cheque.

3 – Leve para casa aquele vinho bacana ou o azeite especial que antes estava fora de alcance
Com a desvalorização do dólar nos últimos anos, os vinhos estrangeiros ficaram entre 10% e 20% mais baratos no mercado nacional. Quem já apreciava a bebida passou a se dar ao luxo de adquirir garrafas melhores, e uma legião de neófitos invadiu as adegas. “Os vinhos argentinos e chilenos são o destaque desse crescimento da demanda. Pela qualidade que apresentam, suas vendas devem continuar crescendo”, prevê Ciro Lilla, presidente da importadora Mistral, uma das maiores do país.
Alimentos mais sofisticados vindos do exterior, como azeites e chocolates, também estão ganhando espaço nos carrinhos de supermercado.

4 – Vá ao Paraguai comprar os presentes de Natal da família
Perfumes e maquiagem, eletrônicos, celulares, artigos de papelaria, brinquedos. Basta atravessar a Ponte da Amizade de Foz do Iguaçu, no Paraná, até chegar a Ciudad Del Este para encontrar todos esses produtos a preços bem mais atraentes do que os praticados no Brasil. Saindo do Estado de São Paulo, as excursões de ônibus ao Paraguai, que costumam durar dois dias, custam por volta de R$ 250, mas a economia e a variedade de mercadorias valem a pena. É importante ficar atento aos impostos de importação, entretanto. Considerados bens de uso pessoal, um relógio de pulso, uma câmera fotográfica e um telefone celular por pessoa não precisam ser declarados e estão isentos de tributos. O cidadão que retornou ao país por via terrestre possui uma cota de apenas US$ 300 livres de impostos para compras –aqui devem ser incluídos notebooks e filmadoras, por exemplo.

5 – Encha a estante com os livros, CDs e DVDs só encontrados nas lojas virtuais estrangeiras
Muitas vezes, só é possível encontrar obras muito específicas, como de artes plásticas, medicina e engenharia, no exterior. O mesmo acontece com CDs e DVDs antigos e raros. Mesmo pagando os impostos e as taxas de postagem, vale a pena.

E você, como tira vantagem dessa taxa de câmbio? Deixe um comentário!

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terça-feira, 23 de novembro de 2010 Direitos, Direitos do consumidor, Família, Férias, Turismo, Viagem | 15:11

Anac proíbe o que já era proibido

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A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) anunciou ontem que as companhias aéreas que operam no Brasil estão proibidas de vender ao público mais passagens do que o número de assentos existentes nos seus aviões –prática conhecida como “overbooking”– durante o período de 17 de dezembro deste ano a 3 de janeiro de 2011.

Mas, na verdade, esse expediente já era desautorizado pelo Código de Defesa do Consumidor. O artigo 35 diz:

Se o fornecedor de produtos ou serviços recusar cumprimento à oferta, apresentação ou publicidade, o consumidor poderá, alternativamente e à sua livre escolha:
I – exigir o cumprimento forçado da obrigação, nos termos da oferta, apresentação ou publicidade;
II – aceitar outro produto ou prestação de serviço equivalente;
III – rescindir o contrato, com direito à restituição de quantia eventualmente antecipada, monetariamente atualizada, e a perdas e danos

Em bom português, isso significa que empresa nenhuma pode oferecer um produto ou serviço que não tenha condições de entregar. É com base nessa lei que a Justiça sempre reconhece o direito a uma reparação de todos os consumidores prejudicados pelo “overbooking”.

“Portanto, a fiscalização da Anac que tem como objetivo coibir tal ilegalidade deveria funcionar durante o ano todo, e não somente em uma época específica”, explica Maíra Feltrin Alves, advogada do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor).

Caso, a qualquer momento, um passageiro se veja impossibilitado de embarcar em uma aeronave por causa de superlotação, deve buscar os postos de atendimento do juizado especial cível existentes em determinados aeroportos do país, os quais geralmente oferecem uma solução rápida para a queixa, ou entidades como o Procon.

O cliente pode exigir viajar nas mesmas condições que havia contratado –aí a companhia teria que alocá-lo em outro vôo semelhante– ou pedir o seu dinheiro de volta.

Também lhe é garantida indenização por danos morais e materiais que a falha da empresa tenha provocado, incluindo gastos imprevistos com alimentação, deslocamento e telefone. Por isso, recomenda-se guardar todos os comprovantes das despesas. “Vale tanto para viagens a trabalho quanto de turismo. No caso de alguém que só tenha conseguido tirar cinco dias de folga para passear com a família, por exemplo, a perda é considerável”, afirma Erika Tramarim, especialista do escritório Mansur Murad Advogados. “Mas, antes de entrar na Justiça, sugerimos que o passageiro busque primeiro se entender com a companhia para tentar um acordo amigável. É de todo interesse das empresas solucionar o problema para não perder o cliente.”

Com reportagem de Mariana Sant’Anna

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