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Arquivo da Categoria Wall Street

terça-feira, 4 de maio de 2010 BRICs, Wall Street | 18:00

Por que a crise na Europa derruba a Bolsa e puxa o dólar

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O mercado financeiro viveu mais um dia de mau humor nesta terça-feira, dia 4 de maio. A preocupação dos investidores foi que o pacote de 110 bilhões de euros (US$ 160 bilhões) de ajuda da União Europeia ao governo da Grécia seja insuficiente para conter a crise. Além da Grécia, a bolsa de apostas agora prevê que Portugal e Espanha terão de pedir socorro aos vizinhos.

O que isso tem a ver com a Bolsa brasileira e com a relação entre reais e dólares? As notícias de fora afetam as cotações daqui porque o mercado é globalizado. A palavra “globalização” serve para muitos usos, mas, na prática, ela quer dizer que os investidores internacionais podem colocar e tirar dinheiro do Brasil com muita facilidade. Ou seja, na prática o fato de o governo europeu destinar US$ 160 bilhões à Grécia quer dizer que haverá menos US$ 160 bilhões disponíveis no mercado para investimentos.

Uma fração desse dinheiro viria para o Brasil. Como o mercado trabalha com expectativas, a expectativa de que esse dinheiro deixe de vir pressiona as ações para baixo (menos investidores comprando) e o dólar para cima (menos dólares chegando). Esse movimento deverá continuar por mais alguns dias, até que haja mais clareza com relação à situação na Europa.

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terça-feira, 27 de abril de 2010 Wall Street | 16:55

Investidor brasileiro terá ligação de alta velocidade com Wall Street

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Os investidores brasileiros que quiserem aplicar em Wall Street terão mais uma alternativa para fechar negócios. A Bolsa de Nova York (New York Stock Exchange – NYSE) anunciou nesta terça-feira uma parceria com a empresa brasileira Unitelco para fornecer serviços de transmissão de dados via internet entre São Paulo e Nova York.

Segundo Antonio Gonçalves, responsável pelas vendas da Bolsa de Nova York na América Latina, o sistema permitirá que investidores interessados em operar no mercado americano coloquem ordens com uma agilidade comparável à dos investidores localizados nos Estados Unidos. “Acreditamos que essa possibilidade vai elevar a liquidez nas duas praças, ao permitir operações de arbitragem entre os mercados”, diz ele.

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segunda-feira, 26 de abril de 2010 Wall Street | 18:30

Seja sócio de Bill Gates pagando em reais

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Que tal ser sócio de Bill Gates, o fundador da Microsoft? Ou dos herdeiros de Sam Walton, o fundador da Wal-Mart? Ou ainda aproveitar-se financeiramente a cada clique na ferramenta de busca Google? E tudo isso sem precisar enfrentar a fila do consulado americano na hora de tirar o visto nem tendo de mandar o dinheiro para o exterior.

Isso será possível no início do segundo semestre, quando a bolsa de valores de São Paulo permitir o início dos negócios com Brazilian Depositary Receipts (BDR) de empresas não patrocinadas.

O que? Agora em português: na Bolsa é possível comprar e vender diversos ativos financeiros. Os mais representativos são as ações de empresas abertas brasileiras. No entanto, também é possível negociar papéis de empresas estrangeiras. Não são ações, mas BDR – papéis que representam ações de empresas que nasceram fora do Brasil, como o banco argentino Patagonia (recentemente comprado pelo Banco do Brasil) e a suíça Dufry, proprietária das lojas livres de impostos na maioria dos aeroportos internacionais.

Esses papéis são patrocinados pelas empresas emissoras, que querem o dinheiro dos investidores brasileiros. Agora, a Bolsa vai lançar BDR não patrocinados. Na prática, quer dizer que as empresas não necessariamente vão lançar seus papéis aqui, mas as negociações serão realizadas em reais e intermediadas por corretoras brasileiras.

A princípio, os dez BDR serão das seguintes empresas: Apple, Google, Mc Donald’s, Wal-Mart e Pfizer, e outras menos conhecidas do grande público como a siderúrgicaArcelor Mittal, os bancos Bank of America e Goldman Sachs, a petrolífera Exxon Mobil e a mineradora Billiton.

Vale a pena? Ações sempre são um investimento de risco e, nos últimos tempos, a economia americana vem dando mais notícias ruins do que boas aos investidores. No entanto, a possibilidade de comprar ações de fora do Brasil permite aos investidores daqui aproveitar de ondas de prosperidade que se levantam em tempos diferentes e a ganhar dinheiro mesmo quando o mercado daqui não apresenta boas promessas.

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terça-feira, 30 de março de 2010 BRICs, Wall Street | 17:41

Qual a vantagem de investir no exterior?

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Está em discussão na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a autoridade máxima do mercado de capitais brasileiro, o lançamento de produtos de investimento internacionais de varejo, os fundos negociados em bolsa, os Exchange Traded Funds (ETF). Uma das propostas em discussão é um fundo que reproduza o índice de ações Standard & Poor’s 500, um dos mais importantes da bolsa dos Estados Unidos.

Hoje, o brasileiro que quiser aplicar seu dinheiro fora do País tem de registrar-se como investidor internacional, um procedimento trabalhoso na CVM e na Receita Federal – e que só compensa para quem tem muito dinheiro. Com o lançamento dos ETFs, o investidor poderá operar em reais a partir de uma das corretoras registradas na Bolsa.

Qual a vantagem de poder investir no exterior? Daniel Gamba, principal executivo para a América Latina da Black Rock, uma empresa americana especializada na montagem de ETFs, diz que esses produtos são indicados para o investidor que deseja diversificar suas aplicações.

Ele explica que os países da América Latina que estabilizaram suas economias avançaram bastante no processo de internacionalização do mercado de capitais. “Um bom exemplo é o Chile, onde os fundos de pensão podem investir em ativos internacionais há mais de 15 anos”, diz Gamba.

O investidor brasileiro tem uma dificuldade operacional. É muito difícil montar uma estratégia defensiva, que vá contra a corrente do mercado. Os três grandes grupos de investimentos brasileiros – renda fixa, ações e dólar – oscilam de maneira muito parecida: quando a economia vai bem, juros e dólar caem e a bolsa sobe. Quando a economia vai mal, o sentido é inverso. “A possibilidade de investir em ativos fora do País permite a diversificação das estratégias”, diz Gamba.

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Ações, Bancos, Wall Street | 13:00

Os bancos americanos ganham mais, os brasileiros ganham melhor

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Um levantamento da empresa Economática, especializada em informações sobre companhias abertas, mostrou que os bancos americanos têm os maiores lucros, mas os bancos brasileiros têm maior rentabilidade patrimonial – ou seja, ganham mais dinheiro em relação a seu tamanho.

A rentabilidade patrimonial é o principal indicador da qualidade financeira de um negócio. O conceito é simples: o empresário (ou o investidor) aplicou, por exemplo, R$ 1 000 em uma determinada empresa. Se ele obteve um lucro de R$ 100 depois de um ano, sua rentabilidade patrimonial é de 10%.

É bom negócio? Supondo-se que uma aplicação financeira sem risco, como por exemplo os investimentos em renda fixa, proporcionem uma rentabilidade de 8%, é melhor negócio investir na empresa.

Nesse aspecto, quem investiu em bancos e preferiu os brasileiros se deu bem. Segundo a Economática, os bancos americanos apresentaram os maiores lucros em 2009: o maior ganho foi do Goldman, Sachs, que lucrou US$ 13,3 bilhões. Para comparar, o Banco do Brasil lucrou US$ 5,8 bilhões em 2009, menos da metade.

No entanto, os bancos brasileiros devolveram mais dinheiro aos acionistas para cada real (ou dólar) aplicado. Apesar do lucro gigantesco, o investidor que colocou US$ 100 no Goldman Sachs recebeu US$ 19,82 de volta. Já quem colocou R$ 100,00 no Banco do Brasil recebeu R$ 34,74 em retorno (neste caso é possível comparar reais e dólares, pois a conta é percentual).

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Ações, Wall Street | 11:41

Índice Bovespa a 70 000 pontos indica bolsa cara

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Pela primeira vez desde meados de janeiro, o Índice Bovespa, principal indicador do mercado acionário brasileiro, supera 70 000 pontos. O índice está cotado a 70 285 pontos, alta de 0,5% em relação ao fechamento da segunda-feira, dia 29 de março.

Segundo Clodoir Vieira, economista-chefe da corretora Souza Barros, a alta do índice foi puxada pelas ações de empresas de mineração e siderurgia, como Vale do Rio Doce, Usiminas e Gerdau. Os papéis dessas empresas subiram devido à perspectiva de bons ganhos.

Como a Vale do Rio Doce conseguiu reajustar os preços do minério de ferro em 90% pelos próximos três meses em negociações preliminares, os profissionais do mercado financeiro esperam bons lucros para a mineradora. As ações das empresas siderúrgicas, cujos produtos também devem ser reajustados, também subiram.

É hora de comprar? Na ponta do lápis, o índice a 70 000 pontos indica que a bolsa está cara. “Os investidores estrangeiros, que são o principal combustível de alta do mercado, não trouxeram muito dinheiro em março e não parecem ter muito apetite”, diz Vieira. Ou seja, é mais provável que as ações se desvalorizem no curto prazo – uma ou duas semanas – antes de voltar a subir.

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segunda-feira, 29 de março de 2010 Ações, Wall Street | 17:00

Acordo com siderúrgicas asiáticas faz ações da Vale disparar

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As ações da Vale do Rio Doce estão fechando com uma forte alta nesta segunda-feira. As cotações das ações ordinárias, com direito a voto, estão subindo 2,5% e as preferenciais, sem direito a voto, estão encerrando o dia com uma alta de 1,75%. Se confirmado, será o maior fechamento desde junho de 2008, pouco antes do agravamento da crise financeira internacional.

A razão para uma alta tão expressiva foi o fechamento de um contrato entre a Vale e a siderúrgica japonesa Nippon Steel, que garantiu à mineradora um reajuste de 90% nos preços do minério de ferro no trimestre entre abril e junho. O minério será vendido por US$ 105 por tonelada.

Esse preço ainda não é definitivo mas, segundo analistas de mercado, o número final pode representar o maior valor já acertado entre a Vale e um de seus clientes asiáticos.

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Ações, Wall Street | 17:00

Acordo com siderúrgicas asiáticas faz ações da Vale disparar

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As ações da Vale do Rio Doce estão fechando com uma forte alta nesta segunda-feira. As cotações das ações ordinárias, com direito a voto, estão subindo 2,5% e as preferenciais, sem direito a voto, estão encerrando o dia com uma alta de 1,75%. Se confirmado, será o maior fechamento desde junho de 2008, pouco antes do agravamento da crise financeira internacional.

A razão para uma alta tão expressiva foi o fechamento de um contrato entre a Vale e a siderúrgica japonesa Nippon Steel, que garantiu à mineradora um reajuste de 90% nos preços do minério de ferro no trimestre entre abril e junho. O minério será vendido por US$ 105 por tonelada.

Esse preço ainda não é definitivo mas, segundo analistas de mercado, o número final pode representar o maior valor já acertado entre a Vale e um de seus clientes asiáticos.

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Fundos, Wall Street | 16:52

Brasileiros poderão investir diretamente em Wall Street

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A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) está estudando autorizar que os investidores brasileiros possam investir em Wall Street sem ter de levar seu dinheiro para fora do Brasil. A alternativa é um instrumento que vem ganhando popularidade no mercado, os chamados fundos negociados em bolsa, conhecidos pelo nome inglês “exchange traded funds”, ou ETF.

Os ETFs funcionam como um fundo de investimentos, com a diferença que o investidor compra ou vende suas cotas que são negociadas em bolsa, em vez de investir no fundo por meio de um banco. Hoje, para aplicar em ações nos Estados Unidos, o investidor teria de enviar seu dinheiro para fora do Brasil e registrar-se como investidor em uma instituição financeira internacional, um processo complicado e acessível apenas para quem tem muito dinheiro.

A CVM vai colocar em discussão uma mudança na lei que permitirá que fundos que reproduzam o índice Standard & Poor’s de 500 açõs (S&P 500) sejam negociados na BM&FBovespa. Assim, o investidor poderá comprar ou vender essas cotas de fundo usando reais.

Ainda não está claro como pontos importantes como variações no preço do dólar vão afetar esse fundo. No entanto, a possibilidade de fazer investimentos internacionais oferece mais uma alternativa para os investidores.

Os ETFs vêm crescendo bastante, e vários deles foram lançados recentemente pela BM&FBovespa. Leia mais sobre eles aqui.

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Fundos, Wall Street | 16:52

Brasileiros poderão investir diretamente em Wall Street

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A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) está estudando autorizar que os investidores brasileiros possam investir em Wall Street sem ter de levar seu dinheiro para fora do Brasil. A alternativa é um instrumento que vem ganhando popularidade no mercado, os chamados fundos negociados em bolsa, conhecidos pelo nome inglês “exchange traded funds”, ou ETF.

Os ETFs funcionam como um fundo de investimentos, com a diferença que o investidor compra ou vende suas cotas que são negociadas em bolsa, em vez de investir no fundo por meio de um banco. Hoje, para aplicar em ações nos Estados Unidos, o investidor teria de enviar seu dinheiro para fora do Brasil e registrar-se como investidor em uma instituição financeira internacional, um processo complicado e acessível apenas para quem tem muito dinheiro.

A CVM vai colocar em discussão uma mudança na lei que permitirá que fundos que reproduzam o índice Standard & Poor’s de 500 açõs (S&P 500) sejam negociados na BM&FBovespa. Assim, o investidor poderá comprar ou vender essas cotas de fundo usando reais.

Ainda não está claro como pontos importantes como variações no preço do dólar vão afetar esse fundo. No entanto, a possibilidade de fazer investimentos internacionais oferece mais uma alternativa para os investidores.

Os ETFs vêm crescendo bastante, e vários deles foram lançados recentemente pela BM&FBovespa. Leia mais sobre eles aqui.

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