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terça-feira, 11 de janeiro de 2011 Família, Impostos, veículos | 12:19

Termina hoje prazo para pagar IPVA de carro de placa final 1 com desconto em SP

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Hoje é o último dia para a quitação do IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) de 2011 de carros e caminhões em parcela única, com desconto, no Estado de São Paulo. O abatimento é de 3%.

Se não pagar o tributo hoje, o contribuinte proprietário de automóveis ainda pode liquidá-lo à vista em fevereiro (até o dia 11), mas pelo valor cheio.

Optando pelo parcelamento, a primeira prestação também deve ser honrada até hoje. A segunda expira em 11 de fevereiro e a terceira, em 11 de março.

O calendário completo dos vencimentos pode ser consultado no endereço http://www3.fazenda.sp.gov.br/ipvanet/paginas/tabelas.shtm.

Os moradores do Estado do Rio de Janeiro encontram maiores informações no site http://www.fazenda.rj.gov.br/portal/index.portal?_nfpb=true&_pageLabel=ipva&codigo=2356037&sitio=fazenda&file=/informacao/ipva/2011/index.shtml.

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COMO FAZER, Consumo, Crianças, Família, Impostos | 11:07

Como organizar as despesas de início de ano

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As contas não tiram férias.

Nem direito passaram o Natal e o Réveillon e já vêm IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) e os gastos com material escolar despertar as famílias do clima de comemoração. Eventualmente, também se apresenta uma fatura de cartão de crédito com as comprinhas de final de ano e as despesas das férias.

O ideal, sempre, é que se faça uma provisão para tais dispêndios com alguns meses de antecedência, assim os montantes podem ser divididos ao longo do tempo e não pesam demais de uma vez só.

Caso não haja uma reserva específica para esse fim, deve-se analisar as economias da casa e identificar –levando em consideração os rendimentos, os tempos de aplicação e impostos a pagar– de onde se pode tirar os recursos para honrar os compromissos. Com dinheiro na mão, é muito mais fácil planejar e conseguir descontos quando cabível.

Precisam ter prioridade na quitação as contas que cobram grandes juros e aquelas cujo atraso pode trazer problemas, como a matrícula da escola das crianças.    

Aí traça-se a estratégia. “A maneira adequada de enfrentar essas despesas depende principalmente da situação da família, dos recursos  que possui disponíveis agora e nos próximos meses”, diz Maíra Feltrin Alves, advogada do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor). “Por isso, uma análise detalhada das receitas e depesas nesse período é indispensável.”     

1 – IPTU
A prefeitura da cidade informa quais são as condições para o pagamento do tributo. Geralmente, há descontos para os contribuintes que quitam a obrigação à vista –nesse caso, deve-se comparar a porcentagem do abatimento com o tamanho do retorno que se consegue nas aplicações financeiras escolhidos pela família. Sendo o segundo maior, parcelar é a opção mais vantajosa. No entanto, muita gente escolhe liquidar o imposto de uma vez simplesmente para não ter que se preocupar com mais uma prestação pelo ano, o que também é válido.

2 – IPVA
Da mesma forma, deve-se comparar o desconto oferecido com o retorno médio das aplicações da família.

“Mesmo para quem não tem uma poupancinha vale a pena apertar um pouco o orçamento de janeiro e tentar resolver tudo de uma vez só”, ensina André Cillo, professor de contabilidade e finanças do Unisal (Centro Universitário Salesiano de São Paulo).

O parcelamento é o mais recomendado, óbvio, quando o contribuinte não tem recursos para quitar à vista –não se deve fazer empréstimos nem entrar no cheque especial para cobrir tais gastos.   

3 – Material escolar
Primeiro, é fundamental pesquisar os preços, pois a diferença entre as lojas costuma ser bem grande. Os órgãos de defesa do consumidor lembram que o estabelecimento de ensino não pode exigir que a compra seja realizada em lugares por ele determinados.
À vista, o consumidor pode até decidir adquirir os itens mais baratos de cada papelaria e ainda pedir um desconto adicional. Preferindo parcelar, o mais indicado é escolher uma loja apenas e negociar condições interessantes para o escalonamento. “Até porque estamos tratando da compra de itens que serão usados por todo o ano –ou seja, faz sentido diluir a despesa também”, considera Cillo. 

Tão importante quanto encontrar o jeito mais conveniente de abraçar esses gastos sazonais é mantê-los sob controle. As parcelas –no cheque ou no cartão de crédito– têm que ser devidamente lançadas no orçamento dos próximos meses.  

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sexta-feira, 7 de janeiro de 2011 Bolsa de Valores, Fundos, Investimentos, Livros, Mercado financeiro, Renda Fixa, Renda variável | 16:44

Finalmente, um livro sobre fundos de investimento

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Sim, a poupança registrou recorde de depósitos em 2010, mas buscar alternativas mais sofisticadas de aplicação faz parte da segunda fase do aprendizado sobre dinheiro que o Brasil vive neste momento.

Para quem possui algum conhecimento sobre o mercado financeiro e aceita correr riscos em troca das possibilidades de ganhos superiores, os fundos de investimento são o próximo passo natural.

Mas os que procuravam esclarecimentos sobre essa modalidade não conseguiam encontrar muitas respostas –e confiáveis.

A fim de corrigir essa deficiência, Luiz Roberto Calado está lançando agora o livro “Fundos de investimento”, pela coleção Expo Money, da editora Campus. O autor é gerente de educação e certificação profissional da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) e vice-presidente do Ibef (Instituto Brasileiro dos Executivos de Finanças), doutor em finanças e sustentabilidade pela Universidade de Bonn (Alemanha).

“O setor sofreu profundas alterações nos últimos dois anos, achei que os investidores estavam precisando desses esclarecimentos”, diz Calado.

Quando lhe perguntam como efetivamente conseguir multiplicar as suas economias, armar-se de informação é a principal dica que dá. “As pessoas perdem muito tempo para comprar sapato, carro, mas não tentam entender as ferramentas de investimento. Preferem ficar atrás de fórmulas mágicas”, afirma.

E compreender os fundos é simples, destaca o estudioso.

Primeiro, é essencial saber em que ativos o produto coloca os recursos –ações de empresas na Bolsa de Valores, títulos de dívida pública ou de companhias de vários setores. “Esses dados estão sempre descritos no prospecto, escrito em uma linguagem clara e objetiva, dirigida justamente aos não-especialistas”, ensina Calado. Geralmente, o documento compõe-se de cinco ou seis páginas, e vale a pena estudá-las com cuidado antes de aderir. “O interessado precisa estar ciente do tipo de risco que está assumindo.”

É bom, ainda, alimentar expectativas realistas quanto aos rendimentos e estar ciente de que, embora o gerente do banco tenha as suas convicções, é impossível projetar com exatidão qual será o retorno do fundo. A rentabilidade apresentada nos últimos anos não é garantia de bom desempenho no futuro, porém deve ser considerada.

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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011 Bolsa de Valores, Investimentos, Mercado financeiro, Renda variável | 08:31

As ações que mais subiram e as que mais caíram desde o seu lançamento

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Ofertas iniciais de ações são caixinhas de surpresas.

Para quem investiu na Hypermarcas quando a companhia decidiu abrir o seu capital na BM&FBovespa, entretanto, a surpresa foi bastante positiva: desde então (abril de 2008), a cotação do papel subiu 200,88% (até outubro de 2010), descontando a rentabilidade média do mercado no período. Do ponto de vista dos rendimentos para o investidor, essa foi a operação mais bem sucedida da história da Bolsa de Valores brasileira.

Em segundo lugar, vem a ação da Localiza, com retorno de 191,07% entre 2005 e 2010. A terceira posição fica com a Totvs e os seus 182,44% de valorização a partir de 2006.

Mas para quem apostou na Brasil Ecodiesel o gosto que ficou foi amargo. Entre 2006 e 2010, as perdas da ação foram de 92,84% –daí o papel ter ganhado dos investidores o apelido de Micodiesel.

As ações da Laep (controladora da Parmalat no país) recuaram 90,53% a partir de 2007 e os da Santos Brasil caíram 88,46% desde 2006, quando as ações estrearam na Bolsa.

O ranking completo está na edição de janeiro na revista AméricaEconomia, que chega às bancas hoje.

Em 2011, os analistas consultados pela publicação prevêem que brilharão mais os papeis dos setores de varejo –ainda graças à pujança do mercado interno brasileiro–, petróleo e ferro.

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quarta-feira, 5 de janeiro de 2011 Consumo, E-Commerce | 13:03

Aproveite a temporada de liquidações

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Foi dada a largada para as liquidações de início de ano. Costumava-se chamar essas grandes vendas de queimas de estoque, mas isso foi antes do espetáculo do crescimento da economia brasileira. Os varejistas dizem que praticamente não sobraram produtos do natal de 2010, por isso foi necessário criar novas promoções para atender o consumidor que costuma esperar janeiro para satisfazer os seus desejos.

O Extra, depois de um saldão realizado entre 26 de dezembro e 31 de janeiro, agora lançou uma campanha que oferece eletrodomésticos com descontos e parcelamento em até 18 vezes nos cartões de crédito da rede (a TV de 42 polegadas passou de R$ 2.100 para R$ 1.599, por exemplo) e redução de até 30% nos valores dos produtos de beleza. A empresa também sorteará entre os seus clientes viagens com acompanhantes com todas as despesas pagas para destinos como São Paulo, Recife, Salvador e Rio de Janeiro.

As condições são válidas para os estabelecimentos físicos e virtuais.

E na próxima sexta-feira, dia 7 de janeiro, o Magazine Luiza promove a sua tradicional “Liquidação Fantástica”, que leva os consumidores a passar a madrugada em filas na entrada das lojas. Os pontos da Grande São Paulo abrirão as portas às 5h, e os do interior, às 6h (não participam as do nordeste do país nem a gigante localizada na Marginal Tietê, na capital paulista). A empresa promete até 70% de abatimento nas mercadorias, e o comprador fica responsável por transportar as suas aquisições.

Enquanto durarem as vendas nos estabelecimentos físicos –até o final dos estoques–, o site do magazine estará fechado. Depois, reabre com novas ofertas.

Nas Casas Bahia, a liquidação também dá até 70% de desconto e permite que o pagamento seja dividido em até 24 vezes no cartão da loja ou 10 vezes nos demais. A promoção vale para toda a sua rede e deve seguir até o esgotamento dos estoques.

Fora esses varejistas, outras lojas na internet, de shoppings e de bairro promovem as suas liquidações. Fazer uma visitinha ao seu estabelecimento favorito neste momento, para garimpar, pode render boas pechinchas.

O ideal é que a verba destinada a essas compras tenha sido especialmente guardada ao longo dos meses, assim não é necessário fazer dívidas para usufruir das vantagens. E, tomando três precauções simples, dá para aproveitar bastante:  

1 – Faça uma lista, mesmo genérica, do que realmente está precisando
Consultando a relação nos momentos de maior euforia, evita-se o risco de levar para casa um multiprocessador de alimentos inútil ou o décimo par de tênis quando faltam sandálias no armário. Às mulheres, um alerta especial: resistam à tentação de comprar um vestido lindo dois números menor do que o seu, o último da arara, porque existe um plano de emagrecer cinco quilos nas próximas duas semanas.

2 – Pesquise os preços antes de mergulhar nas prateleiras
Não se deixe seduzir pelos números enormes que anunciam os descontos. Mesmo com a redução, o valor de determinado item ainda pode maior do que o encontrado na concorrência.

3 – Fique atento às condições dos produtos e da entrega
Às vezes, as mercadorias disponíveis são de mostruário ou de linhas em breve extintas pelos fabricantes, e o frete não é oferecido ou então custa muito caro.

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terça-feira, 4 de janeiro de 2011 Ações, Bolsa de Valores, Educação Financeira, Investimentos, Mercado financeiro, Renda variável | 19:01

Bolsa realiza cursos em domicílio sobre o mercado de capitais

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É o delivery da Bolsa de Valores: qualquer cidadão, empresa ou instituição pode requisitar à BM&FBovespa a realização de um seminário sobre os mercados de ações e de futuros.

Para palestras, deve-se reunir um grupo de ao menos cem pessoas; para cursos (júnior, destinado a pré-adolescentes entre 11 e 14 anos; teen, para jovens de 15 a 18 anos; e terceira idade), a audiência precisa ter no mínimo 60 pessoas.

A solicitação pode ser feita pelo site www.bmfbovespa.com.br, no menu “Educacional”, clicando em “Palestras Institucionais”.

Não há custo para o contratante. As aulas duram de uma a duas horas, e o seu conteúdo é adaptado para o perfil, as necessidades e os interesses dos participantes.

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segunda-feira, 3 de janeiro de 2011 veículos | 16:00

Recarregue seu Bilhete Único em SP antes do aumento da tarifa do ônibus

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As passagens dos ônibus municipais da cidade de São Paulo sobem de R$ 2,70 para R$ 3 no dia 5 de janeiro –depois de amanhã.

O usuário que recarregar seu Bilhete Único até as 23h59 do dia 4 pode continuar usufruindo do preço atual até que se esgotem os créditos, que não têm data para expirar. No entanto, o teto por operação é de R$ 100, e o cartão tem limite de R$ 200.

Para aproveitar mais o valor de R$ 2,70, uma ideia interessante é adquirir alguns bilhetes extras e colocar neles o montante total permitido. 

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Bancos, Crédito, Mercado financeiro | 14:11

Bancos criam conta especial para acomodar a classe média ascendente

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Nos últimos dois anos, no país, comemorou-se a entrada de dezenas de milhões de brasileiros na classe C, a chamada nova classe média, saindo da pobreza.

Entretanto, os que se encontravam, anteriormente, nessa camada intermediária de renda também viram as suas condições melhorarem bastante, e agora estão no topo do estrato, caminhando para virar elite. Compõem a classe média ascendente. 

A tais consumidores não basta ter carro zero, poder financiar a casa própria, comprar eletrodomésticos de última geração e roupas de luxo. Quem sobe na escala social junto com a evolução recente da economia no país quer, ainda, gozar de um tratamento especial no banco.

Percebendo a demanda, as instituições financeiras, que possuíam basicamente apenas três tipos de conta para alojar os clientes –comum, cheque especial e VIP, fora o destinado aos milionários, bem mais acima– começaram a criar mais um  para conseguir atender os desejos desse público, de rendimentos mensais entre R$ 4 mil e R$ 7 mil, aproximadamente.

“A classificação segue o momento de vida do correntista”, explica André Sapoznik, diretor do segmento Personnalité do Itaú Unibanco. Primeiro a identificar o movimento, o banco decidiu aproveitar produtos já existentes para focar com maior precisão os seus clientes.

O Personnalité, que antes da fusão das instituições era o topo do Itaú, ficou como a faixa mais elevada, e o Uniclass, anteriormente do Unibanco, passou a receber a classe média ascendente. “Falamos de alguém que está embalando na carreira, adquirindo o primeiro automóvel, o primeiro apartamento. Então, precisa de uma boa assessoria sobre crédito e investimento”, afirma Tadeu Sassi, diretor do Uniclass.

A ideia é oferecer os serviços adequados a cada grupo, o que significa inclusive dar treinamentos diferenciados aos gerentes. Os que tratam com correntistas que estão construindo o seu patrimônio devem usar uma linguagem mais simples na hora de abordar as alternativas de aplicações, por exemplo.

Outros bancos seguem a iniciativa. O HSBC estruturou a Advance com o mesmo espírito, e o Santander prepara a sua nova conta especial, mas faz suspense sobre a estratégia.

“A Van Gogh, que era a faixa de alta renda do Real, foi mantida [após a fusão do banco com a instituição espanhola]. Percebemos claramente que o avanço do país deixou os clientes mais informados e exigentes –querem serviços de qualidade superior, especialmente os correntistas da classe média emergente. Todos os bancos terão que evoluir nas segmentações”, diz Robert Wieselberg, superintendente executivo do Van Gogh, sem dar detalhes dos planos do Santander.

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sexta-feira, 31 de dezembro de 2010 COMO FAZER, Comportamento, Consumo, Crédito, Dívidas, Família, Investimentos, Planejamento financeiro | 05:59

16 atitudes para transformar sua vida financeira em 2011

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Curtir o salário, pagar todas as contas em dia, acabar com as pendências, começar a investir –administrar bem o seu dinheiro com certeza é parte da lista de desejos de muitos brasileiros às vésperas de começar um novo ano.

Para passar da promessa à ação e de fato mudar de vida em 2011, eis 16 ideias super eficazes:

1 – Tenha um grande objetivo
Começar a se organizar e poupar fica bem mais fácil quando existe um sonho que os recursos podem ajudar a tornar real, como a compra da casa própria ou uma viagem de intercâmbio cultural. Separar já no começo do mês os montantes destinados a formar uma reserva e só depois montar o orçamento da casa com o que sobra, e não o contrário, é uma estratégia que funciona bem.

Sugestões de Conrado Navarro, consultor do programa Consumidor Consciente, da Mastercard:

2 – Abandone o complexo de vítima
Muitas pessoas culpam o governo, os bancos, as lojas e a família pela sua realidade financeira ruim. A verdade, porém, é que os apertos são resultado da falta de planejamento e de más decisões tomadas. Assumir a responsabilidade por cada ato é fundamental para conseguir mudar.

3 – Tome pé da situação
Não é necessário adotar planilhas nem sistemas complexos. Em um singelo caderninho pode-se anotar, com rigor, todos os gastos da família. A contabilidade feita somente na cabeça engana.

4 – Automatize os investimentos
Não havendo o hábito de economizar uma parte das receitas da casa, programar aplicações para determinadas datas (por exemplo, o dia em que o salário cai na conta corrente) é a solução para evitar esquecimentos.

5 – Assuma o compromisso de fugir das dívidas caras
O cartão de crédito e o cheque especial são ferramentas bastante úteis, mas com indicações e formas de uso específicas. Rolar a fatura do cartão e deixar o cheque especial descoberto por descuido significa pagar juros altíssimos. Trocando tais débitos por outros mais baratos, como o empréstimo consignado, e proibindo-se de voltar a abusar deles, o consumidor já aprimora a qualidade das suas finanças.

6 – Dedique tempo para se educar e aprender a gerir o seu dinheiro
Em livros, jornais, sites, blogs e cursos especializados, pode-se obter muito conhecimento que auxilia na administração dos recursos e dos projetos. É ótimo entender, finalmente, o que o gerente do banco está dizendo e se sentir no controle.

7 – Pesquise preços
Vale a pena andar um pouco mais e não comprar no primeiro estabelecimento que aparece. De centavo em centavo, no final a diferença pode ser bem grande.

8 – Concentre-se na sua qualidade de vida
O dinheiro é um meio para se viver bem; não precisa, portanto, virar uma fonte de preocupações e problemas. Esse conceito é que se deve ter em mente na hora de estudar as maneiras de ganhá-lo e gastá-lo.

Sugestões de Mauro Calil, diretor do Centro Calil & Calil de Estudos e Formação de Patrimônio e autor do livro “A Receita do Bolo” (Clube de Autores):

9 – Saiba exatamente quanto você ganha
Geralmente, a contabilidade da casa contempla as receitas brutas de cada um dos membros, e aproximada –é nacional a mania de arredondar os valores para cima, em uma matemática torta pela qual começam os erros na administração dos recursos.

10 – Estude com cuidado suas despesas para realizar cortes e substituições
Examine com lupa cada gasto e avalie se existe alguma forma de reduzi-lo. O excesso pode estar escondido nos 200 canais da TV a cabo ou nas pizzas que substituem o jantar caseiro noite sim, noite também.

11 – Diminua os limites dos cartões de crédito para 50% da sua renda líquida e o do cheque especial, para 10%
 Trata-se de é uma tática para controlar a tentação de comprar mais do que se deve, comprometendo o orçamento da casa. Somando todos os cartões, o montante disponível para compras deve ser de, no máximo, metade das receitas da família. Afinal, além da fatura, outras contas devem ser pagas: energia elétrica, condomínio, aluguel… O cheque especial precisa ter apenas o tamanho adequado para cumprir a sua função, que é a de solucionar alguma emergência.

12 – Mantenha uma reserva de recursos para aproveitar as promoções
Ofertas de produtos que são muito demandados em casa (fraldas, material escolar, mantimentos etc) apresentam-se como uma ótima chance de economia. Por isso, é recomendável separar uma quantia do orçamento justamente para ser gasta quando aparecem essas boas oportunidades. Lançar mão do estratagema requer, entretanto, que o consumidor saiba exatamente quanto gasta com cada item, pois assim pode identificar bem as vantagens.

Sugestões de Cristiana Dias Baptista, planejadora financeira certificada:

13 – Planeje suas aquisições
É preferível poupar um pouquinho todo mês até ter dinheiro suficiente para comprar um bem do que parcelar. Mesmo sem juros, dividir o pagamento dá a falsa sensação de ter dinheiro sobrando.

14 – Não parcele compras que se repetem todos os meses
De nada adianta dividir despesas recorrentes, como as de farmácia e supermercado. Em pouco tempo, as parcelas vão se sobrepor, criando uma bola de neve.

15 – Evite ir ao shopping com a cabeça cheia
Problemas e estresse são péssimos conselheiros na hora de fazer compras.

16 – Espalhe pela casa avisos lembrando a si mesmo da sua decisão de cuidar das suas finanças
Como faz quem está de dieta, colocar no papel, ler, refletir e repetir as resoluções sobre dinheiro tomadas contribui para fixá-las e fortalecê-las internamente.

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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010 Consumo, Crédito, Direitos do consumidor, Dívidas, Investimentos, Mercado financeiro, Planos de saúde, Previdência | 05:59

Saiba quais são as portabilidades que existem no Brasil e use-as a seu favor

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Portabilidade é poder carregar algum produto ou serviço consigo para qualquer lugar. Significa, então, que o consumidor não é obrigado a se amarrar eternamente às empresas das quais é cliente –conta com a prerrogativa de trocar quando estiver insatisfeito, precisar mudar por algum motivo ou a companhia concorrente lhe oferecer melhores condições, de acordo com as regras estabelecidas.

Atualmente, no Brasil, existem quatro portabilidades:

1 – Telefonia fixa e celular
Consegue-se manter o mesmo número independentemente da operadora, do seu endereço (desde que na mesma área local ou DDD) e plano de serviços.

2 – Plano de saúde
O usuário de assistências médicas e odontológicas não precisa cumprir as carências novamente caso opte por aderir a outro convênio. O principal senão é: essa alternativa ainda não está disponível para os associados de planos coletivos (oferecidos pelos empregadores aos seus funcionários ou adquiridos por meio de sindicato de classe) que desejam contratar um plano individual.

3 – Plano de previdência privada
O trabalhador insatisfeito com a gestão do seu fundo, que quer uma aplicação mais agressiva ou que pretende passar a outro regime de tributação leva o saldo do investimento para outras instituições financeiras sem nenhuma taxa.

4 – Operações de crédito
Encontrando juros e tarifas menores em outro banco, o tomador de um empréstimo ou financiamento –de veículos, imobiliário etc– tem direito de substituir o contrato original por um novo, usufruindo das vantagens oferecidas. Nesse caso, não se cobra IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), custo que o interessado teria se, por exemplo, simplesmente pegasse dinheiro em determinado estabelecimento para quitar a dívida com outro.

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