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quinta-feira, 9 de setembro de 2010 Comportamento, Consumo, Crédito | 11:17

Homens passam mais cheques sem fundos do que mulheres

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Dos cheques sem fundos emitidos no Brasil no primeiro semestre deste ano, 52% foram emitidos por homens e 48%, por mulheres, segundo pesquisa realizada pela OK Garante, uma divisão da Rede Check OK, que oferece a comerciantes tecnologia para consulta e asseguração de cheques.

“A razão para essa diferença é que o consumidor do sexo masculino costuma ser mais descontrolado do que o do feminino”, explica Antonio Afonso, executivo da OK Garante.

Ambos cedem aos impulsos do consumo. Mas a mulher anota todos os seus compromissos e controla o fluxo da conta corrente, enquanto o homem se mostra inclinado à desorganização e displicência. Então, quando está chegando o dia em que um cheque pré-datado vai cair, por exemplo, a consumidora já se aperta para cobri-lo; ele, diferentemente, só vai se dar conta de que o documento foi devolvido alguns dias depois.

“A mulher também se preocupa mais em ficar com o seu nome sujo, especialmente com a sua reputação ante a família”, acrescenta Afonso.

Aqueles estabelecimentos comerciais mais atraentes para cada sexo vêem uma disparidade ainda superior à média.

Nos supermercados, os consumidores do sexo masculino somam 57% dos inadimplentes com cheque; elas respondem por 43% dos documentos sem fundos. Nas lojas de material de construção, as porcentagens são de 60% e 40%, respectivamente.

As consumidoras emitem 54% dos cheques sem fundos dados a lojas de calçados e vestuário, e os homens passam 46%.

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quarta-feira, 8 de setembro de 2010 Consumo, Inflação, veículos | 17:00

Manutenção do carro sobe menos do que a inflação

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Além dos preços atraentes e da facilidade para financiar, há mais um argumento para convencer os interessados em comprar um automóvel: os custos de uso e manutenção do veículo estão subindo bem menos do que a inflação no Brasil.

Em agosto, as despesas com o carro (o que inclui produtos utilizados, serviços, impostos sobre circulação e seguros) subiram 0,65%, segundo a pesquisa realizada mensalmente pela Agência AutoInforme. No ano, a alta acumulada é de 1,5%. O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) ainda não divulgou os números do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo, o oficial do país) relativos a agosto, mas, até julho, o indicador já somava elevação de 3,31% em 2010.

Os artigos relativos ao automóvel que mais subiram no mês passado foram:

lona de freio: +4,08%
estacionamento: +2,65%
lavagem completa: +2,5%
álcool: +2,21%
filtro de ar: +2,11%

Os que mais recuaram no período foram:

alinhamento: -1,97%
mão-de-obra: -1,05%
gasolina: -0,97%
óleo de motor: -0,76%
pneus: -0,47%

“O gasto de maior impacto é o que diz respeito ao combustível, que significa cerca de 30% do custo total”, explica Joel Leite, diretor da Agência AutoInforme. “Aí, a variação dos preços do álcool mexem com o índice. Quando a safra da cana-de-açúcar acaba, no final do ano, as despesas sobem; tornam a cair a partir de março.”

A pesquisa realizada pela AutoInforme considera o uso normal do veículo, não para trabalho. Todo mês, mede-se o preço de cerca de trinta itens na Grande São Paulo, mas a curva é semelhante para todo o país.

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Bancos, COMO FAZER, Crédito, Turismo, Viagem | 13:06

Como escolher cartões de crédito pelos benefícios que oferecem

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Seguro contra o extravio das malas durante uma viagem, desconto em supermercados, acumulação de pontos que podem ser trocados por eletrodomésticos. Na disputa pelos consumidores, as administradoras e as emissoras de cartão de crédito estão se esforçando cada vez mais na criação de serviços e benefícios agregados a essa ferramenta de pagamento.

Naturalmente, os clientes acabam perdidos diante de tantas posibilidades.

“Para escolher, em primeiro lugar o interessado deve procurar as instituições financeiras e se informar sobre as vantagens oferecidas e também os custos, como a anuidade e os juros cobrados no caso de não quitação do total da fatura na data de vencimento”, recomenda José Alípio dos Santos, superintendente da ABECS (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços). Não é preciso ser correntista de determinado banco para solicitar o seu cartão de crédito, daí a importância de pesquisar quais todas as alternativas existentes. Na negociação das tarifas aplicadas, entretanto, faz diferença ter conta naquela instituição.

Depois, é essencial fazer uma análise do seu perfil: renda, idade, interesses. “O usuário prefere ter pequenas regalias distribuídas com grande periodicidade ou consegue esperar para obter um ganho maior depois de um certo tempo?”, pergunta Felipe Maffei, diretor de produtos da Visa do Brasil. Eis um ponto importante a considerar, porque, no caso de abatimentos em estabelecimentos comerciais, os privilégios são imediatos; as trocas de milhas por passagens aéreas, por exemplo, demoram mais. Se o objetivo é acumular pontos ou milhas, a melhor tática reside em ter apenas um cartão, concentrando nele todas as compras e transações.

É bom estudar com calma, ainda, quais e como os benefícios serão efetivamente utilizados. Quem não viaja muito para o exterior nem faz compras pela internet em lojas de outros países não precisa de um cartão de crédito internacional, cujos custos são mais elevados.

Mas, como as pessoas de todas as classes sociais efetivamente estão passeando mais, a linha de vantagens associadas ao turismo aumenta dia a dia.

“Essa é uma tendência que está se consolidando”, diz Fábio Estrella, diretor de soluções para usuários de cartão da MasterCard. “Aí, cada tipo de cartão apresenta benefícios próprios.”

O mais simples é o seguro que garante ressarcimento ao turista quando a sua bagagem se perde. Os cartões topo de linha dão direito a concierge na cidade de destino –o qual indica restaurantes e dá sugestões de peças de teatro às quais assistir–, sala vip em aeroportos e assistência médica em emergências. “É o tipo de serviço que salva uma viagem”, comenta Estrella. Até auxílio jurídico pode ficar à disposição dos clientes, desde que cumpram os requisitos das operadoras, como possuir uma certa renda mensal.

Ao contratar um seguro de qualquer gênero, é fundamental optar por coberturas adequadas –uma indenização elevada demais talvez não seja indicada se o cliente já possui outras apólices.

“Uma boa conversa com o gerente do banco ajuda nessa seleção. A instituição tem sempre que ouvir o consumidor para ajudá-lo a achar o produto ideal”, afirma Venancio Castro, vice-presidente de produtos de alta renda da MasterCard. “A ferramenta serve para facilitar a vida.”

Todo mês, o usuário precisa acompanhar o seu extrato a fim de conferir as vantagens conquistadas e usufruí-las plenamente. Os clientes que já têm um cartão porém não sabem exatamente de quais serviços gozam devem ligar para o serviço de atendimento da administradora e se informar, pois há uma chance de estarem desperdiçando benefícios.

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segunda-feira, 6 de setembro de 2010 COMO FAZER, Consumo, E-Commerce, Renda extra, Varejo | 05:59

Internet é boa opção para vender o que está sobrando em casa

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Os quatro dias de feriado prolongado se apresentam como uma ótima oportunidade de fazer uma arrumação geral em casa. Na faxina, sempre se descobre uma porção de artigos que não têm mais utilidade: o carrinho do bebê que já não é mais bebê, o segundo liquidificador ganho de presente de casamento, o par de sapatos que era lindo na loja mas não combina com peça alguma do guarda-roupa.

Todos esses itens podem ser vendidos facilmente pela internet, gerando renda extra e liberando espaço nos armários.

O processo para se tornar um bom vendedor à distância do que está sobrando é o seguinte:

1 – Fazer uma pesquisa na rede, selecionar os sites que serão utilizados e se cadastrar
Pode-se anunciar os produtos em mais de um portal. Deve-se, entretanto, ler com cuidado as regras para participação –há os que cobram uma comissão sobre a venda e outros gratuitos, aqueles nos quais se realiza um leilão (leva quem oferecer o maior valor) ou é necessário estabelecer um preço fixo. É importante, ainda, verificar o espaço disponível para falar sobre o item, as condições de segurança para as transações e outros serviços oferecidos, como o financiamento para o comprador

2 – Estabelecer o preço
É recomendável verificar quanto o artigo novo custa nas lojas convencionais e também dar uma olhada em outros itens que já estão nos classificados dos sites a fim de se ter uma ideia dos montantes propostos. Quem tem pressa ou quer aparecer mais coloca valores baixos

3 – Informar-se melhor sobre o produto
Às vezes, nem se conhece bem o item que se deseja vender. Saber a fundo como funciona e para que serve ajuda bastante a negociar

4 – Escrever um anúncio chamativo, com título vistoso e interessante e fotos nítidas de todos os ângulos e detalhes
“Recomendamos que a descrição do produto seja a mais honesta e completa possível, explicando exatamente qual é o seu estado, se está na caixa, é novo mas já tem dois anos, se tem riscos”, diz Helisson Lemos, diretor geral de operações do MercadoLivre, um dos sites mais famosos do ramo no Brasil. O texto adequado ainda ajuda que o artigo seja encontrado pelas ferramentas de busca

5 – Oferecer frete grátis
Vá ao correio, calcule quanto vai gastar com o envio para qualquer lugar do Brasil e ofereça-se para arcar com a despesa da entrega. Dessa forma, consegue-se atrair mais compradores e simplificar os trâmites

6 – Avisar sobre a venda também aos amigos e parentes
“Colocando vários produtos à venda, dá até para montar uma vitrine com todos os itens e enviar o link para os conhecidos”, ensina Fernando Juno, gerente do QueBarato!, também um grande portal do gênero no país

7 – Responder rapidamente às perguntas feitas pelos interessados
Obviamente, não adianta anunciar e esquecer do assunto. Deve-se acompanhar de perto a demanda e prestar todos os esclarecimentos a quem o procura

8 – Cobrar que o comprador preencha a avaliação sobre o vendedor
A maioria dos sites permite que os internautas dêem uma nota para as pessoas de quem adquiriram algum produto. Com opiniões positivas, o vendedor vai construindo a sua reputação, o que facilita futuros negócios

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domingo, 5 de setembro de 2010 Ações, Investimentos, Mercado financeiro | 05:59

Os astros também influenciam os investimentos

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Faz meses o mercado financeiro em todo o mundo está apático, sem rumo, deixando os investidores desanimados e apreensivos. O segundo semestre começou com a expectativa de que alguma tendência se delinearia.

Esperança vã, diz Maurício Bernis, presidente da consultoria AstroBrasil. Somente entre janeiro e fevereiro do ano que vem o céu vai se desanuviar, pelas indicações de Saturno e Urano, à qual a movimentação das Bolsas de Valores está correlacionada.

Acostumado a receber olhares de desconfiança quando defende que o estudo da atividade dos astros também pode orientar os investimentos, Bernis tem a resposta pronta para os céticos.

"Há mais mistérios entre o céu e a Terra do que sonha a nossa vã filosofia." (Foto: Jamie Cooper/SSPL/Getty Images)

“A astrologia é um modelo matemático complexo, utilizado há mais de um século. Assim como sabemos que a força da gravidade existe mas não podemos explicá-la, está claro que os ciclos de vida das pessoas, da natureza e da Terra estão associados ao dos astros, só que não conseguimos entender claramente por que”, afirma. “A partir dos movimentos que se repetem periodicamente é possível fazer análises e previsões.”

Dependendo do instante do ciclo dos planetas dentro do qual alguém nasce, existe uma propensão a determinados comportamentos e atitudes. Então, avaliando o mapa do nascimento de um investidor, é possível determinar as horas ideais para aplicar dinheiro ou se abster de arriscar, segundo Bernis.

“Por esse motivo é que, simultaneamente, há quem ganhe e quem perca dinheiro na Bolsa de Valores”, comenta o estudioso. “A astrologia, aliás, já vinha prevendo a crise de 2008/2009 muito antes.”

Bernis vai fazer uma palestra sobre o assunto na 8ª. edição da ExpoMoney, no dia 25 de setembro, com entrada gratuita. O especialista ressalta, porém, que a astrologia não deve ser a única ferramenta utilizada pelo investidor no mercado financeiro. “Trata-se de mais um instrumento que ajuda na tomada de decisões, como a análise técnica.”

Em tempo: até o dia 12, pelas projeções de Bernis, a BM&FBovespa estará em um momento de revisão, de interiorização, e esse período não é favorável para as negociações. Entre o dia 12 e o dia 18, a direção é de baixa. Depois dessa data, começa a nova fase de crescimento que só se firmará, porém, no início de 2011.

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Alimentação, Consumo, Supermercado | 05:58

Aproveite a Semana Nacional do Peixe

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Vai até o próximo dia 19 a 7ª. Semana Nacional do Peixe, uma iniciativa do governo federal junto com supermercados de todo o país para estimular o consumo de pescados. O brasileiro come em média sete quilos de peixe por ano, quando a OMS (Organização Mundial da Saúde) recomenda pelo menos 12 quilos.

Durante a campanha, os pontos de venda reduzem os preços desse tipo de carne entre 10% e 30%.

No caso de comprar o peixe congelado, o consumidor deve perguntar ao estabelecimento se a água utilizada na embalagem é descontada na pesagem do produto.

“O processo se chama glazeamento, e consiste em mergulhar o pescado congelado em água de maneira que se forme uma capa protetora em torno do pescado para melhor conservá-lo”, explica Pedro Henrique Pereira, diretor comercial do Grupo Pão de Açúcar. “Esse volume de água não pode ser cobrado do consumidor, entretanto.” A empresa espera aumentar em 30% as suas vendas de pescado enquanto vigorar a promoção.

Para escolher um pescado fresco, é preciso observar as seguintes características no peixe, de acordo com as orientações de Cláudia Moraes, coordenadora de gastronomia do Centro Universitário Senac no campus de Campos do Jordão:

– Pele: brilhante e lustrosa, com escamas bem aderidas
– Consistência: firme. Apertando o dedo no corpo do pescado, a carne volta para o lugar original    
– Olhos: transparentes e brilhantes
– Guelras: de coloração clara, mais para rosa e vermelho do que para marrom
– Cheiro: de maresia. Odores de amônia ou azedo indicam que o pecado não é próprio para consumo

RECEITINHA RÁPIDA
Peixe com manteiga de ervas, por Cláudia Moraes, do Senac

Acrescente alguns temperos, como tomilho, salsinha, sálvia e pimenta, a uma porção de manteiga em temperatura ambiente. Coloque a mistura sobre um pedaço de filme plástico e faça um rolinho. Leve à geladeira. Depois que o peixe estiver cozido –salteado ou assado, temperado com limão e sal–, abra o filme, corte a manteiga em pedacinhos e coloque-os sobre os filés para derreter.

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sábado, 4 de setembro de 2010 Investimentos, Loteria, Mercado financeiro, Renda Fixa, Renda variável | 05:59

Onde investir os R$ 90 milhões da Mega-Sena

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Demora um pouco para cair a ficha quando se ganha uma bolada como os R$ 85 milhões que a Mega-Sena paga hoje.

De forma geral, primeiro o felizardo satisfaz necessidades urgentes e alguns desejos mais simples, como a casa própria, um carrão e uma viagem a outro país, para depois avaliar melhor em como será empregada a sua nova fortuna. O dinheiro fica guardado em uma aplicação conservadora –como as atreladas ao CDI (Certificado de Depósito Interbancário)– por um período de três a seis meses, dividido entre duas ou três instituições financeiras, até que chega o momento de resolver onde e de que maneira investi-lo.

“Certamente, a família não vai precisar da maior parte desses recursos no curto, no médio e no longo prazo. Então, recomendamos que seja feito um planejamento pensando mais nos herdeiros, para lhes deixar boas condições. Produtos de previdência são recomendados”, explica Gilberto Poso, superintendente de gestão de patrimônio do HSBC. “Do que sobrar, deve-se escolher uma parte que não vai trazer sofrimento para colocar no mercado acionário. Se o investidor tem experiência na Bolsa, pode ser uma parcela um pouco maior.”

Outra fatia fica em instrumentos tradicionais, como fundos de renda fixa, poupança ou títulos públicos, e ainda outra, em alternativas que apresentem rentabilidade maior e pouca oscilação, como os fundos multimercados.

O montante que garantirá a renda mensal do sortudo sai do rendimento de aplicações mais seguras, como o CDB (Certificado de Depósito Bancário).

Todas as escolhas dependem, entretanto, do perfil do investidor, que pode até mudar depois do golpe de sorte.

“Em alguns casos, justamente por estar com a vida garantida, o cliente tem apenas interesse em manter o poder de compra dos seus recursos, não precisa buscar uma aplicação que lhe dê retorno muito elevado”, diz Sergio Manoel Correia, economista da LLA Investimentos. “Ou então é contrário: como possui uma sobra, dá-se ao luxo de arriscar um pouco mais.”

A fim de tomar a melhor decisão, ensina Correia, o sortudo deve analisar se tem estômago para suportar eventuais perdas e quais são os seus objetivos para a fortuna. “E, nesse ponto, a regra é a mesma para quem é dono de R$ 85 milhões ou de R$ 20 mil.”

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sexta-feira, 3 de setembro de 2010 Consumo, Direitos do consumidor, Eletrodomésticos | 05:59

Cuidados ao comprar produtos anunciados na TV

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Nas mãos de vendedores ultra-simpáticos ou de apresentadores famosos, os produtos anunciados em programas de televisão parecem mesmo fazer mágica.

Muitas vezes, entretanto, aqueles itens tão bacanas, interessantes e aparentemente úteis acabam encostados em casa porque não agradaram ou não atenderam às necessidades do consumidor.  

Para fazer uma compra bem-sucedida, é essencial estar bem informado.

Ao telefonar para a empresa a fim de efetuar o seu pedido, o interessado deve perguntar em detalhes sobre cores, tamanhos, funcionamento e voltagem, como for o caso, e anotar as respostas. Analisar tais características cautelosamente é parte importante do processo de decisão.

Ter calma ajuda muito. Como em qualquer aquisição, é recomendável realizar uma pesquisa de mercado para conferir se o preço da mercadoria está adequado. Procurar saber com os órgãos de defesa do consumidor como a empresa vendedora lida com eventuais queixas também.

Outras medidas indicadas são fazer as contas para ter certeza de que a despesa cabe no seu orçamento e avaliar, com bom senso, como e quando o artigo será empregado –muito trabalho para usar ou freqüência pequena sinalizam que a aquisição pode não ser tão boa assim. Igualmente, é bom desconfiar de promessas mirabolantes.

E uma tática simples ajuda a evitar as compras impensadas: deixar para fechar a operação somente no dia seguinte. Se, depois de 24 horas, o desejo permanece, é porque o produto realmente tem o seu valor.

Mesmo que o atendente da loja diga que determinada promoção vale apenas para aquele momento, certamente o cliente vai conseguir obter a mercadoria nas mesmas condições um dia depois falando que só leva daquela forma. Anotar direitinho o número do protocolo do negócio, o nome do atendente e o horário é uma segurança.

Apesar de toda a prudência, o cliente pode não ficar satisfeito com sua escolha.

Pela lei, o comprador possui sete dias para devolver o item e pegar o seu dinheiro de volta sem precisar dar justificativa nenhuma –tal determinação vale para qualquer tipo de aquisição na qual o cliente não tenha acesso direto, antes, ao artigo, como as feitas por meio da internet e de catálogo. “E o estabelecimento não pode cobrar nenhum tipo de tarifa, frete ou taxa por transação com cartões”, frisa Tatiana Viola de Queiroz, advogada do instituto de defesa do consumidor ProTeste.

Quando o produto está com defeito, o prazo para reclamação é de 90 dias, e a empresa deve resolver o problema em até 30 dias. Não havendo solução nesse prazo, o cliente pode pedir a substituição do artigo ou a restituição do que desembolsou monetariamente atualizado.

“Existe ainda uma situação mais complicada, que é a da mercadoria que não cumpre o que se propôs a fazer porque a propaganda foi exagerada ou enganosa. Por esse motivo, é fundamental que o consumidor guarde sempre todos os comprovantes e mensagens publicitárias”, ensina Tatiana.

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quinta-feira, 2 de setembro de 2010 Casa própria | 05:59

Não caia nas ciladas da construção e reforma

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Ilustração: Altovolta

Todo mundo que já construiu ou reformou a sua casa faria muita coisa diferente se pudesse voltar no tempo. É porque só durante ou mesmo depois de enfrentar uma obra percebe-se que várias ideias do senso comum estão equivocadas –e abraçá-las acaba provocando um desperdício de dinheiro. Trata-se de um caso típico do barato que sai caro.

Conheça quais são algumas grandes armadilhas, na avaliação dos especialistas, para conseguir evitá-las:

1 – Deixar de fazer um projeto detalhado e confiar apenas nos conhecimentos do mestre de obras
O resultado é um mau aproveitamento dos espaços. Além disso, como os cálculos são apenas estimativas, acaba havendo bastante sobra de material de construção. O pedreiro sempre pensa que “é melhor sobrar do que faltar” quando vai fazer a lista de insumos.

2 – Comprar as telhas sem considerar o madeiramento
Há algumas telhas cujo preço é menor. Entretanto, essas peças também são mais pesadas, o que exige um reforço no madeiramento do telhado. Aí, a cobertura sai mais cara do que se tivesse sido feita com a telha de maior valor. “Outro detalhe que faz toda a diferença e precisa entrar nas contas é a quantidade de calhas”, diz Leonardo Capobianco Ramos, coordenador de projetos da incorporadora Capital Rossi. “E tem a questão do conforto térmico também. Com certos tipos de telha, o ambiente fica superaquecido, não vale a pena.”

3 – Pensar nos móveis somente depois de revestir a cozinha e o banheiro com azulejos
Caso se decida usar armários embutidos, uma parte considerável das paredes vai ficar escondida atrás deles. Melhor é planejar o mobiliário primeiro e aplicar o revestimento cerâmico apenas nas áreas aparentes.

4 – Escolher a tinta mais barata da loja ou diluir o líquido
Os galões das marcas de qualidade inferior não têm bom rendimento. É preciso dar mais demãos para conseguir uma pintura uniforme –o mesmo acontece quando se usa solvente para aumentar o volume da tinta.

5 – Ignorar detalhes importantes como as peças das esquadrias
Sim, existe diferença. “Se, para baratear o seu produto, o serralheiro decida usar puxadores, fechos, rodízios e outras partes de uma categoria inferior, não se consegue a vedação do vento e o isolamento acústico necessários”, explica o arquiteto Edir Miranda Junior, gerente de desenvolvimento de mercado da fabricante de componentes Fise. Defeitos como o ranger da estrutura e emperramentos aparecem mais rápido, e freqüentemente não basta substituir as pecinhas, é preciso trocar a porta ou a janela inteira. A Afeal (Associação Nacional de Fabricantes de Esquadrias de Alumínio) possui uma relação de bons fornecedores que pode ser consultada.

6 – Escolher um suporte justo demais para o fogão embutido
Não existe um padrão de medidas para o equipamento. Quando, no futuro, houver vontade ou necessidade de trocar o modelo, será muito complicada a operação se o suporte for apertado ou feito de um material que não permite ajustes, como pedras.

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quarta-feira, 1 de setembro de 2010 Consumo, Inflação | 15:58

Pesquisa mostra quais são os supermercados mais baratos do país

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Um levantamento realizado pelo instituto de defesa do consumidor ProTeste identificou quais são os supermercados mais baratos em 21 cidades de 15 Estados brasileiros.

A entidade montou cestas de produtos alimentícios de acordo com os diferentes perfis de consumidores e pesquisou os preços em 1.054 estabelecimentos comerciais em março deste ano.

Brasília tem a cesta de produtos mais cara: lá, o valor do conjunto completo, que engloba 104 itens, é 19% superior ao encontrado em Pernambuco.

Os supermercados mais baratos em cada município são:

Belo Horizonte (MG): Supermercado BH (Liberdade, Jardim América e Carlos Prates)
Brasília (DF): Atacadão (Asa Norte), Super Veneza (Cruzeiro Novo) e Carrefour (Guará)
Campinas (SP): Atacadão (Jardim Santa Genebra), Covabra (Vila Nova) e Carrefour Bairro (Nova Campinas)
Curitiba (PR): Condor (Bigorrilho e Bom Retiro) e Mercadorama (Tarumã)
Florianópolis (SC): Big (Capoeiras) e Imperatriz (Saco dos Limões e Fátima)
Fortaleza (CE): Atacadão (Aeroporto), Assai (Cambeba) e Carrefour (Joaquim Távora)
Goiânia (GO): Atacadão (Conjunto Vera Cruz), Bretas (Vila Legionários) e Peg e Pag (Vila São Francisco)
Guarulhos (SP): Atacadão (Bela Vista), Esperança (Centro) e Assai (Gopouva)
Jaboatão dos Guararapes (PE): Atacadão (Cajueiro Seco), Batalha (Jardim Jordão) e Leve Mais (Candeias)
João Pessoa (PB): Bemais (Cruz das Armas), Bom a Bessa (Aeroclube) e São João (Centro)
Niterói (RJ): Guanabara (Centro), Extra (São Lourenço) e Prezunic (Fonseca)
Porto Alegre (RS): Big (Sarandi), Cavalhada (Camaquã), e Bom (Espírito Santo)
Recife (PE): Makro (Curado), Hiper Bom Preço (Areias) e Lamenha (Ipsep)
Rio de Janeiro (RJ): Atacadão (Vicente de Carvalho), Mundial (Barra da Tijuca e Tijuca)
Salvador (BA): Atakarejo (Parque Bela Vista), Mercantil Rodrigues (Água de Meninos) e Centro Sul (Liberdade)
São Luís (MA): Mateus (Bequimão) e Mateus (Anil e Turu)
São Paulo (SP): Dia (Pinheiros,  Sapopemba e Ipiranga)
Natal (RN): Atacadão (Igapó e Candelária) e Avelino (Potengi)
Olinda (PE): Atacadão (Varadouro), Todo Dia (Caixa D’água) e Extra Bom (Bairro Novo)
Vila Velha (ES): Atacadão (Nossa Senhora da Penha), Epa (Paul) e Poleto (Vila Garrido)
Vitória (ES): Perim (Mata da Praia), Carone (Jardim da Penha) e Epa (Nazaré)

No site da ProTeste (www.proteste.org.br), o consumidor pode simular uma compra e a achar o ponto de venda mais barato para os alimentos e os artigos de higiene e limpeza que costuma adquirir.

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