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quarta-feira, 7 de julho de 2010 Ações, Investimentos, Mercado financeiro | 19:31

COMENTÁRIO DE MERCADO: Bolsa tem segundo dia de alta

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O bom humor de ontem no mercado financeiro se estendeu à quarta-feira, e assim a BM&FBovespa terminou o dia com elevação de 1,96%, aos 63.283 pontos.

Segundo os analistas, ainda não há motivos suficientes para sustentar um movimento de alta firme –a crise da dívida na Europa e os sinais de enfraquecimento dos EUA preocupam bastante. Mas as perspectivas para o mercado interno no Brasil continuam muito positivas. E, ademais, algumas ações de boas empresas caíram exageradamente nas últimas semanas, por isso estão com preços atraentes.

Maiores altas e maiores baixas na BM&FBovespa

Valorizações:

TAM PN: +6,87%
ItaúUnibanco PN: +5,48%
Itaúsa PN: +5,28%
Bradesco PN: +4,42%
LLX ON: +4,27%

Quedas:

Duratex ON: -1,69%
Copel PNB: -1,63%
Cemig PN: -1,27%
Natura ON: -1,12%
Eletrobras PNB: -1,11%

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Ações, Direitos, Governança corporativa, Mercado financeiro | 16:37

Bolsa terá novas regras que beneficiam minoritário

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A BM&FBovespa abriu para consulta hoje as propostas de alteração dos regulamentos para a listagem de empresas nos níveis 1 e 2 de governança corporativa e no Novo Mercado da Bolsa.

As companhias que fazem parte desses segmentos –até o final de junho, eram 159, representando 72,1% do volume de negociações no mercado–  devem seguir regras rígidas de transparência e correção na administração dos negócios.

Os documentos estão disponíveis no site da Bolsa. As empresas listadas votarão as novas regras; se aprovadas, as normas entram em vigor em novembro.

Duas delas são especialmente interessante para os acionistas minoritários.

A primeira estabelece que um acionista que atinja participação de 30% em uma companhia que faz parte do Novo Mercado é obrigado a fazer uma OPA (Oferta Pública de Aquisição) pelos demais papeis pelo maior preço pago por esse acionista nos últimos doze meses.

A outra, válida para todas as esferas de governança diferenciada, é a exigência de que sejam simplificadas as prestações de informações periódicas.

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Crédito | 10:51

Aos poucos, setor privado avança no crédito estudantil

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Por muito tempo o governo ainda será a principal fonte de financiamento para os alunos do ensino superior que não têm condições de pagar a mensalidade da faculdade. Mas, segundo os especialistas no assunto, o setor privado está sinalizando maior interesse por esse mercado e começa a se movimentar para ampliar a oferta de crédito.

“O grande problema é a inadimplência, que costuma ser muito alta”, diz Rodrigo Capelato, diretor executivo do Semesp (Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado de São Paulo). “Pela lei, as escolas não podem aplicar nenhuma penalidade a quem deixa de pagar as mensalidades. Isso deixa as instituições financeiras com um pé atrás. E os contratos ficam bastante engessados, têm que ser refeitos a cada semestre.”

Mesmo assim, o potencial do mercado atrai. Em 2008 (dados mais recentes disponíveis), apenas 6,2% dos estudantes do ensino superior se utilizavam de alguma forma de financiamento, porcentagem que veio caindo ao longo do tempo –em 2004, era de 8,1%. Nos EUA, mais de 50% dos alunos pedem crédito, que cobre também despesas com moradia e material escolar.

Então, começam a surgir produtos mais adequados à nova realidade da economia brasileira, de aumento da renda de uma grande parcela da população, a qual também está ávida por conhecimento e pela ascensão social que ele significa.

O Pravaler, da Ideal Invest, é um exemplo. Desde 2006, o programa oferece um financiamento que cobre o total dos custos do curso e pode ser quitado no dobro do tempo que dura a graduação. Mas o aluno já começa a pagar o empréstimo enquanto está na faculdade. Então, na prática, significa que vai desembolsar somente 50% da mensalidade (mais juros de até 1,89% ao mês) até o final do contrato. Algumas universidades até bancam os juros do empréstimo.

Como no caso do Fies, programa de financiamento estudantil do governo federal, é preciso que o estudante aponte um fiador.     

Segundo Rafael Baddini, diretor de relacionamento do Pravaler, a taxa de inadimplência do programa está abaixo da média do mercado, mas ainda é cedo para estabelecer um padrão.

“É necessário algum tempo para que se forme um histórico e o setor privado entenda melhor o funcionamento desse tipo de crédito. Quando as instituições financeiras conseguirem compreender o que dá certo, como se pode flexibilizar as regras, qual é exatamente o risco, ficará mais fácil”, afirma Capelato.

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terça-feira, 6 de julho de 2010 Ações, Investimentos, Mercado financeiro | 19:23

COMENTÁRIO DE MERCADO: Investidores deixam Europa de lado, e Bolsa sobe

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Hoje os investidores na Bolsa de Valores decidiram esquecer um pouco os problemas da dívida da Europa e do baixo crescimento dos EUA e se concentrar nas perspectivas positivas para a economia brasileira nos próximos anos.

“Todo mundo sabe dessas questões, e, de certa forma, tais dificuldades estão precificadas [consideradas na avaliação dos preços dos ativos]”, diz Fernando Ferreira, gestor responsável pela Lerosa Investimentos. “Então, na dúvida sobre o que vai acontecer com os outros países, se o mundo está à beira de uma nova recessão ou a desaceleração não é tão forte assim, o mercado preferiu se concentrar no que vê com clareza, que é o robusto crescimento interno. E, olhando por esse lado, existe espaço até para maiores recuperações.”  

Assim, a BM&FBovespa subiu 1,97% hoje, depois de algumas sessões de desânimo e mau humor.

Na avaliação de Ferreira, apesar de ser possível vislumbrar alguns raios de sol por entre as nuvens, os investidores não devem assumir muito mais riscos no curto prazo, por isso a Bolsa tende a operar sem uma tendência forte. “Existe um viés de melhora, mas sem sair muito dos patamares que temos observado.”

Maiores altas e maiores baixas da BM&FBovespa hoje 

Elevações:

Cielo ON: +6,17%
MRV ON: +5,09%
MMX ON: +4,93%
Brasil Telecom PN: +4,79%
Duratex ON: +4,66%

Quedas:

Vivo PN: -2,5%
Embraer ON: -1,81%
Brasil Ecodiesel ON: -1,22%
Fibria ON: -1%
TIM PN: -0,83%

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COMO FAZER, Direitos, Direitos do consumidor, Planos de saúde | 13:00

PASSO-A-PASSO: Reclamar de problemas com o plano de saúde

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1 – Assim que detectar qualquer problema, procure informar-se sobre os seus direitos. Não se deixe intimidar pela operadora, mesmo que a empresa diga que está tudo certo

2 – De posse do contrato de prestação de serviço, assinado no momento da adesão ao plano, busque uma entidade de defesa do consumidor, como o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) e a Pro Teste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor).

3 – Se realmente houver uma irregularidade ou desrespeito às regras vigentes, reúna as provas necessárias, muna-se também dos trechos da lei que protege o usuário, e tente negociar com a prestadora

4 – Caso não haja conversa, peça a intermediação do Procon (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor)

5 – Denuncie o ocorrido à ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) para que o órgão fiscalize a atuação da operadora

6 – Como última alternativa, acione um advogado para levar o caso à Justiça. Dependendo da gravidade da situação, é possível até obter uma liminar que obrigue ao atendimento médico no mesmo dia, e posteriormente se discute o mérito da causa

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Idec realiza palestra gratuita sobre planos de saúde
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Direitos, Direitos do consumidor, Planos de saúde | 12:59

Reajustes e cobertura são principais reclamações sobre planos de saúde

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Por dez anos consecutivos, os planos de saúde lideram o ranking de reclamações ao Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor). Nesse setor, são duas as principais queixas: sobre reajuste, seja ele anual, por aumento de sinistralidade ou mudança de faixa etária, e sobre cobertura.

“Aí se encaixam, por exemplo, aquelas situações em que a operadora libera uma cirurgia mas não os materiais que serão necessários para realizá-la”, diz Daniela Trettel, advogada do Idec.

Geralmente, quando não se consegue acordo com a operadora, a Justiça tem sido favorável ao usuário.

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Consumo, Dívidas | 10:00

Idec realiza palestra gratuita sobre planos de saúde

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Em comemoração aos vinte anos da promulgação do Código de Defesa do Consumidor, que se completam no próximo dia 11, o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) está realizando uma série de palestras gratuitas com especialistas da entidade.

Hoje, o assunto é planos de saúde, por dez anos consecutivos o campeão de reclamações no Idec. Os advogados do instituto vão dar esclarecimentos sobre contratos, cobertura, carência, reajuste e descredenciamento. Com a recente mudança de regras, são muitas as dúvidas dos usuários.

O evento será realizado em São Paulo capital, no auditório do Parque da Água Branca (Rua Ana Pimentel, s/n), das 19h30 às 21h. Para maiores informações, acesse o site do Idec: www.idec.org.br.

Os próximos temas dos encontros são: telefonia, internet e TV por assinatura, em 31 de agosto, e orçamento doméstico, em 26 de outubro.

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Comportamento, Consumo, Educação Financeira, Investimentos | 07:55

“Só ganha dinheiro quem merece”, diz consultor

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Na opinião de Orlando Pavani Junior, presidente da consultoria Gauss e palestrante famoso no meio corporativo, para ganhar dinheiro é preciso merecer. “Se não se consegue alguma coisa que se deseja, é porque ainda não houve o merecimento”, diz. “Falta trabalho e atitude.”

Nas suas concorridas exposições, ele costuma dizer que a prosperidade financeira depende da obediência a cinco leis. A do merecimento é a penas a primeira. Depois, vem a do ganhar. Para Pavani, o trabalhador precisa entender que não deve depender somente do seu salário como funcionário de uma empresa. Renda, explica, é uma soma dessa soma fixa e de outras, variáveis, frutos de outros serviços que se possa fazer para complementar.

Aí vem a lei do gastar. “É essencial reservar uma quantia para torrar, mesmo, de vez em quando, com as suas extravagâncias –para alguns, é um iate; para outros, um sonho de padaria. No entanto, se não há esse tipo de gosto na vida, não vale a pena ganhar dinheiro. Também é fundamental doar uma parte –a escola dos filhos se encaixa nessa categoria”, afirma Pavani.

A lei do investir determina que se deve colocar recursos em itens que possam trazer retorno futuro. “Não estou falando de aplicações financeiras, mas de cursos e livros, por exemplo.” Por último, é necessário economizar. “Com uma reserva de pelo menos doze meses dos seus gastos, obtém-se segurança para as emergências. Quando não se possui esse colchão, fica-se refém do seu emprego.”

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segunda-feira, 5 de julho de 2010 Ações, Consumo, Investimentos, Mercado financeiro | 18:35

COMENTÁRIO DE MERCADO: Ações da Sadia sofrem com dúvidas sobre o destino da fusão

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À frente, uma semana de poucos negócios e bastante desânimo no mercado financeiro. Hoje foi feriado nos EUA, motivo pelo qual a Bolsa de Nova York permaneceu fechada, e na sexta-feira é feriado no Brasil.

“Nesta segunda, o volume de transações na BM&FBovespa foi de apenas R$ 2,5 bilhões, bastante abaixo da média”, diz Kleber Hernandez, analista da corretora Spinelli. Assim, a Bolsa recuou 0,92%, para 60.865 pontos.

Não se deve esperar grandes movimentos quando a semana é mais curta –os investidores ficam tipicamente mais cautelosos.

Nesta segunda-feira, dentre as maiores quedas das ações que fazem parte do Ibovespa, destacou-se a da Brasil Foods, de 2,56%. O papel, ordinário, terminou o pregão vendido a R$ 22,85.

Essa baixa se deve ao fato de a SDE (Secretaria de Direito Econômico), do Ministério da Justiça, ter encampado o parecer da SEAE (Secretaria de Acompanhamento Econômico), do Ministério da Fazenda, de que a Brasil Foods deve se desfazer de uma das suas duas marcas –Sadia ou Perdigão– ou então abrir mão de alguma linha de produtos –como Batavo, Claybon ou Doriana. Os pareceres serão encaminhados ao Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), que no ano que vem decide se aprova a constituição da companhia, feita a partir de duas das maiores empresas do ramo de alimentos do país. O temor das duas secretarias é de que o setor fique por demais concentrado após a união.

Os investidores não cogitam a hipótese de que o Cade será tão duro a ponto de pedir o arrendamento da Sadia ou da Perdigão para outra empresa. Mas existe o medo de que, se acatadas, as recomendações de venda de linhas de produtos signifiquem perda de sinergia de operações e diminuição das vantagens que a fusão trouxe.

“Essa alternativa é mais factível. Não seria, entretanto, prejudical demais, porque trata-se de produtos de nicho, voltados a consumidores mais sensíveis a preço. A margem de lucro da Brasil Foods com esses itens é pequena”, diz Max Bueno, também analista da Spinelli. Para ele, apesar dessas restrições, os papeis não devem sofrer muito mais e têm potencial de se valorizarem até atingirem R$ 32,20.

Maiores altas e maiores baixas da BM&FBovespa hoje 

Quedas:

Gerdau PN: -3,83%
Cielo ON: -3,09%
MMX ON: -2,82%
Brasil Foods ON: -2,56%
ItaúUnibanco PN: -2,42%

Elevações:

Light ON: +2,39%
Gafisa ON: +2,13%
Embraer ON: +1,74%
Cemig PN: +1,68%
Telemar ON: +1,60%

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O mito do longo prazo na Bolsa
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Bancos, Investimentos, Mercado financeiro, Renda Fixa | 13:22

O mito do longo prazo na Bolsa

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Todos os especialistas do mercado financeiro são unânimes em afirmar que a Bolsa de Valores é um investimento de longo prazo.

Para quem não tem paciência de esperar, uma relativização: isso significa mais ou menos deixar o dinheiro aplicado por quatro anos, que é o intervalo entre duas Copas do Mundo.

Mas é errado pensar que basta comprar as ações e simplesmente esperar para colher os frutos depois de um certo período. O “longo prazo”, por si só, não é garantia de ganhos elevados.

Entre o final da Copa de 2006 e o início da de 2010, o Ibovespa, que é o principal índice da Bolsa brasileira, avançou 74,5%. A renda fixa, nesse período, pagou entre 55% e 60%. A aplicação em ações pagou um pouco mais –não muito mais, entretanto. Alguns investidores podem achar que, por 15%, não vale a pena enfrentar a volatilidade do mercado financeiro. Entre o final de 2008 e meados de 2009, muito sangue frio foi necessário para enfrentar o sobe-e-desce das ações no meio da crise econômica internacional.

Teve mais sorte quem comprou papeis no final da Copa de 2002: vendendo no início da de 2006, embolsou um retorno de 225%, enquanto a renda fixa rendeu cerca de 100%. Naquela época, os juros brasileiros eram bem mais altos, e o país não atravessou nenhuma grande turbulência.

Para conseguir de fato um rendimento que compense o risco que se corre, o investidor precisa escolher o momento certo de adquirir as ações e selecionar bem os papeis. Seguir a “última moda” ou o conselho dos amigos não é uma boa estratégia.

A hora mais adequada para comprar é depois de quedas consideráveis, quando o preço das ações está abaixo do que elas realmente valem, considerando as perspectivas para o desempenho da empresa e da economia brasileira.

Analisar com profundidade o perfil, as características e os projetos da companhia também é fundamental. Entre 2006 e 2010, o papel da CSN ganhou 183,9% –muito acima da média, portanto–, enquanto o da Petrobras se valorizou em apenas 62,7%. O da Vale rendeu 108,4%. Os cálculos foram feitos levando em conta uma reaplicação dos dividendos.

Embora não estejam descartadas novas crises até a Copa de 2014, a Bolsa é uma opção de investimento atraente, dizem os analistas. “O Brasil mudou de patamar. As empresas se valorizaram bastante, equiparando-se às estrangeiras”, diz José Góes, consultor econômico do home broker WinTrade. “No entanto, a economia internacional deve enfrentar outros problemas, como o baixo crescimento das economias dos EUA e europeias.”

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