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quinta-feira, 12 de maio de 2011 Consumo, Direitos do consumidor, Família, Planejamento financeiro | 12:49

Procon lança manual para ajudar na preparação do casamento

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A Fundação Procon do Estado de São Paulo está lançando um guia com orientações para auxiliar em cada etapa da organização de uma cerimônia de casamento.

O documento, chamado “Manual dos Noivos”, alerta para pontos delicados da relação com os fornecedores –de igrejas e templos até os responsáveis pelo serviço de música da festa, passando pela confecção dos trajes e escolha do bufê– e ensina como negociar para obter condições vantajosas e evitar futuros dissabores.

Para obtê-lo gratuitamente, basta se dirigir a algum posto de atendimento do Procon ou então baixar do site da instituição, no endereço http://www.procon.sp.gov.br/pdf/acs_manual_dos_noivos_2011.pdf.

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quarta-feira, 11 de maio de 2011 Ações, Bolsa de Valores, Investimentos, Mercado financeiro, Renda variável | 16:49

Site de campanha da Bolsa para atrair investidores tem mais de 500 mil acessos

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Em uma demonstração do crescente interesse do brasileiro pelo investimento em Bolsa de Valores, o site “Quer ser sócio?” (www.quersersocio.com.br), parte da última campanha publicitária lançada pela BM&FBovespa, registrou mais de 500 mil acessos desde que foi lançado, em agosto.

No portal, o internauta encontra as informações fundamentais sobre esse tipo de aplicação em forma de texto e vídeo, com instruções para definir o seu perfil de investidor, dicas para ajudar na escolha da corretora na qual se deve abrir uma conta, e uma lista das taxas e impostos vigentes.

A propaganda, atualmente em exibição na TV, faz uma analogia entre a carreira de jogador de futebol de Pelé e a trajetória de uma empresa para explicar como funciona o mercado de ações.

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terça-feira, 10 de maio de 2011 Direitos do consumidor, Família, Planos de saúde, Saúde | 13:12

Dê sua opinião sobre o projeto que prevê desconto nos planos de saúde para quem se previne

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A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) está abrindo uma consulta pública para saber a opinião dos usuários a respeito da proposta de dar descontos nos convênios médicos para os pacientes que participarem de programas de prevenção de riscos e doenças e promoção do envelhecimento ativo.

A enquete estará disponível no endereço eletrônico http://www.ans.gov.br/index.php/participacao-da-sociedade/consultas-publicas/582-consulta-publica-42 de 16 de maio a 14 de junho, para ajudar a agência a estabelecer as normas que regularão a criação de mecanismos para incentivar os beneficiários a cuidar da sua saúde pelas operadoras dos planos, as quais dessa maneira devem se envolver mais nas questões que envolvem os cuidados prévios.

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segunda-feira, 9 de maio de 2011 Ações, Bolsa de Valores, Comportamento, Fundos, Investimentos, Livros, Mercado financeiro, Renda Fixa, Renda variável | 18:47

Livro quer ensinar investidor a decifrar seus sentimentos

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Para a pesquisadora Vera Rita de Mello Ferreira, entender a maneira como pensamos e os fatores que nos influenciam a escolher determinados caminhos é a chave para aprendermos a tomar decisões financeiras mais eficazes e até a evitar prejuízos.

Esse é o mote do novo livro da estudiosa, professora da Fipecafi (Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras) e pioneira na análise dos fenômenos econômicos sob a ótica combinada da psicanálise e da psicologia. “A Cabeça do Investidor – Conhecendo suas emoções para investir melhor” sai nesta semana pela editora Évora.

Quem estiver em São Paulo pode pegar um autógrafo no seu exemplar na próxima quarta-feira, dia 11, a partir das 19h na livraria Saraiva do shopping Iguatemi.

A reflexão fundamental proposta pela obra diz respeito à racionalidade: como podemos controlar nossos sentimentos para agir de forma mais produtiva e vantajosa.

Serviço
Lançamento do livro “A Cabeça do Investidor – Conhecendo suas emoções para investir melhor”, de Vera Rita de Mello Ferreira
Quando: 11 de maio, quarta-feira, a partir das 19h
Onde: Livraria Saraiva do shopping Iguatemi – avenida Brigadeiro Faria Lima, 2232, piso Faria Lima

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Por que nos deixamos enganar?

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sexta-feira, 6 de maio de 2011 Consumo, Impostos | 13:15

Governo estadual atrasa o depósito dos créditos da Nota Fiscal Paulista

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Estão frustrados os consumidores que esperam o depósito em conta bancária, pelo governo do Estado, dos créditos do programa Nota Fiscal Paulista referentes ao segundo semestre de 2010.

Geralmente, o dinheiro é transferido em dez dias, mas quem solicitou o reembolso em 19 de abril –dia da liberação dos valores– ainda não recebeu.

Ao acessar a sua página do programa na internet, o contribuinte é informado seguidamente desde segunda-feira de que houve um “problema técnico” e os montantes estarão disponíveis no dia seguinte, mas até o momento a promessa não foi cumprida.

Em resposta a questionamento da coluna sobre o motivo da demora, a Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo diz que “em razão do grande volume de solicitações de transferências de créditos no site da Nota Fiscal Paulista feitas no dia 19 de abril, data da liberação dos créditos referentes ao segundo semestre de 2010, o sistema passou por uma lentidão momentânea. Ainda assim, o processamento das transferências de crédito solicitadas pelos usuários do programa transcorre normalmente”.

O órgão orienta, ainda, que os usuários “chequem em suas contas da Nota Fiscal Paulista se a solicitação de transferência foi feita com sucesso, verificando as opções ‘Consultar/Transferências’ ou ‘Conta Corrente/Consultar’. O prazo previsto para o crédito é informado no momento da solicitação e também na tela ‘Conta corrente’. Caso tenham sido informados dados incorretos, tais como números de agência e conta ou cuja titularidade não seja do próprio consumidor, o valor será estornado para a conta corrente da Nota Fiscal Paulista e o consumidor poderá solicitar novamente a transferência com os dados corretos”.

A administração paulista também demorou quase vinte dias para desbloquear esses valores, que costumeiramente encontram-se acessíveis já no primeiro dia de abril.

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quinta-feira, 5 de maio de 2011 Renda extra, Trabalho | 05:59

Por que nos deixamos enganar?

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(Esta análise refere-se à reportagem Com promessa de dinheiro fácil, rede Dinastia quer ganhar o país)

O imediato sentimento de qualquer um que se vê diante de uma proposta que envolve dinheiro rápido e possível de ser obtido sem dificuldades é de desconserto –exatamente a reação provocada por uma miragem: o coração quer acreditar, mas a razão sabe que existe algo errado com a oferta, embora não consiga discernir exatamente o que.

A confusão decorre da estratégia utilizada pelos vendedores dessas ideias, um discurso complexo, cheio de contradições e de jogos de palavras, elaborado para seduzir e ao mesmo tempo atordoar.

“A ideia de uma grande satisfação que não demanda labuta intensa é simplesmente um apelo forte demais para a mente humana”, explica Márcia Tolotti, psicanalista e consultora em educação financeira, autora do livro “As Armadilhas do Consumo” (coleção Expomoney). “Dinheiro fácil, dieta sem esforço, programas de leitura dinâmica… Vai que dá certo?”

Correntes do gênero da Dinastia Soluções Financeiras conseguem cativar integrantes tanto em momentos de vacas magras, nos quais os cidadãos desempregados desesperam-se em busca de oportunidades de fazer dinheiro, quanto nos momentos de economia pujante. De auto-estima elevada pelos avanços dos últimos anos, acreditando firmemente no seu poder de realização, os brasileiros agora representam ouvidos atentos a esse tipo de promessa de negócio “milagroso”, de lucratividade “garantida” e “praticamente sem riscos”.

Afinal, sonhar com renda extra de milhares de reais por mês acalma a dor momentânea de uma conta corrente no vermelho e proporciona algum ânimo na hora de levantar da cama para mais um dia resolvendo problemas no escritório.  É o motivo que leva, também, milhões de apostadores às casas lotéricas. O gostinho do prêmio é real, plenamente sentido.  

O imenso apelo que essas ilusões apresentam revela, ainda, uma instigante faceta da nossa relação com o trabalho hoje em dia. Não interessa exatamente o que se faz –importa mesmo é ficar milionário, de preferência antes dos 30. Entre criar um produto inovador, o que leva anos de pesquisa e suor, e viver da herança deixada por um pai milionário, grande parte das pessoas assinala a segunda opção sem pensar.

Abdica-se, dessa maneira, do prazer de transformar uma matéria bruta em resultado –que é a essência da ação humana– pois não se deseja mais pagar o preço do suor e do tempo.

Irônico é que um dos pilares da liturgia da Dinastia e de outras empresas similares é justamente a supervalorização do mérito e do empenho individual –mas, se os associados de fato acreditassem na sua capacidade, saberiam que podem ter sucesso na sua profissão original, sem precisar se lançar a atividades mágicas.  

“No entanto, uma das grandes frustrações do ser humano é a sua limitação, a sua fragilidade. Então, se alguém nos diz que podemos ser deuses, os imperadores do universo, acreditamos sem pensar”, comenta Vera Rita de Mello Ferreira, doutora, e autora do livro “Psicologia Econômica” (coleção Expomoney).

Conheça a rede Dinastia e entenda a polêmica que cerca a sua operação:

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quarta-feira, 4 de maio de 2011 Crianças, Cultura, Educação Financeira, Família | 11:39

Exposição sobre a história do dinheiro

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Ar Stater das Ilhas da Trácia, Thasos (500-463 a.C.) - Divulgação

Foi aberta nesta semana, no Espaço Cultural da BM&FBovespa, na capital paulista, a  mostra “A História Política do Dinheiro”.

Com 460 itens da coleção particular Spinola/Nomus Brasiliana, a exibição se propõe a explicar o surgimento e as transformações da moeda e seu papel na trajetória da humanidade.

Os recursos multimídia utilizados na exposição –imagens ampliadas e fichários de informações interativos– permitem aos visitantes observar em detalhes todos os ângulos das peças e aprender um pouco de antropologia e arqueologia.  

Destacam-se, entre os exemplares, raridades como stateres, shekels, dracmas, denários e, ainda, um croesus de prata (561-546 a.C.), da Lídia, e um grosso de prata do papa Alexandre VI (1492-1503), do período do Tratado de Tordesilhas. 

Serviço
Exposição “A História Política do Dinheiro”
Onde: Espaço Cultural BM&FBovespa: Praça Antonio Prado, 48, Centro. São Paulo – SP (próximo à estação São Bento do Metrô)
Quando: De segunda a sexta-feira, das 10h às 17h, até 26 de agosto de 2011
Entrada franca
Contato: (11) 2565 6826 / visite@bvmf.com.br

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segunda-feira, 2 de maio de 2011 Ações, Bolsa de Valores, Investimentos, Mercado financeiro, Renda variável | 12:28

Bolsa lança quatro novos índices de ações

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A BM&FBovespa, a Bolsa brasileira, está iniciando hoje o cálculo de quatro novos índices de ações:

Índice Brasil Amplo (IBrA)  
É uma extensão do tradicional Ibovespa (Ibov). Por agregar um número maior de ações, 153, as quais devem obedecer a critérios de liquidez mínima, retrata de forma mais abrangente o mercado brasileiro.

Índice Dividendos (IDIV)
Reflete o comportamento das ações das companhias que deram maior retorno aos seus acionistas, em termos de dividendos e juros sobre capital próprio.

Índice Materiais Básicos (IMAT)
Reúne as ações mais importantes dos setores de embalagens, madeira e papel, materiais diversos, mineração, químicos, siderurgia e metalurgia.

Índice Utilidade Pública (UTIL)
Agrupa os papeis de empresas de serviços públicos, como energia elétrica, água, gás e saneamento básico.

Esses indicadores terão as carteiras teóricas reavaliadas a cada quatro meses, como já acontece com os demais índices. A metodologia completa se encontra no site da Bolsa.

A BM&FBovespa agora conta com 22 índices de ações, que ajudam na construção de portfólios e estratégias de aplicação. Se alguém quer concentrar seus recursos nas companhias que pagam melhores dividendos, pode analisar as opções que fazem parte do indicador que seleciona os papeis segundo tal critério, por exemplo.

Logo, devem surgir também fundos de índice (ETFs) lastreados nos quatro novos.

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terça-feira, 19 de abril de 2011 Bancos, Crédito | 18:49

Banco do Brasil lança cheque especial que dá dez dias sem juros

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O Banco do Brasil lançou hoje um cheque especial que dá ao correntista até dez dias –seguidos ou alternados– para usar o limite sem nenhum custo. Caso o período seja ultrapassado, cobra-se juros sobre todo o intervalo.

Para desfrutar do benefício, o cliente deve aderir a um dos combos de serviço chamados Bônus Ambiental, que reúnem tarifas por saques, transferências e outras operações por valores entre R$ 10 e R$ 45 mensais.

Uma parte da receita obtida com esse pacote será destinada ao Programa Água Brasil, coordenado pelo banco juntamente com a fundação que leva o seu nome, a ONG WWF Brasil e a Agência Nacional de Águas. A iniciativa engloba o desenvolvimento de projetos socioambientais e o aperfeiçoamento de critérios de sustentabilidade empregados na aprovação de financiamentos e de investimentos a serem realizados pelo Banco do Brasil, entre outras ações.

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Consumo, Impostos | 12:32

Como reclamo se meus créditos da Nota Fiscal Paulista vieram muito baixos?

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A Secretaria da Fazenda de São Paulo está liberando hoje aos cidadãos do Estado R$ 760,88 milhões em créditos do programa nota fiscal paulista. O dinheiro pode ser depositado diretamente em conta corrente ou poupança a partir desta terça-feira ou então utilizado, em outubro, para diminuir o IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) do ano que vem.

Alguns consumidores estranham, entretanto, que os valores devolvidos sobre certas compras de alto montante sejam muito pequenos.

Para solicitar uma análise do caso, deve-se clicar na opção “reclamações e denúncias” do sistema, no site http://www.nfp.fazenda.sp.gov.br/, e enviar uma mensagem.

Antes, é bom entender como exatamente são feitos os cálculos.

Até 30% do ICMS (Imposto sobre Mercadorias e Prestação de Serviços) recolhido por um estabelecimento comercial são divididos pelos seus clientes que pediram a inclusão do CPF ou do CNPJ na nota fiscal, proporcionalmente ao tamanho do gasto efetuado. Assim, as porcentagens variam muito não apenas de acordo com o tipo de loja mas também dependendo do dia e do mês da operação. Não faz tanta diferença a mercadoria adquirida nem a alíquota aplicada, só a soma final da conta.

Em alguns setores –nos quais vigora o regime de substituição tributária–, o imposto devido não é pago pelo varejista, mas quitado anteriormente pelos seus fornecedores.

Esse é o caso dos postos de combustível: a tributação do álcool, da gasolina, do gás e do diesel é realizada nas etapas de refino e produção. Por isso o abastecimento de veículos não dá direito a créditos da nota fiscal paulista. No entanto, se o posto tem uma loja de conveniência –que vende alimentos, cigarros etc–, uma parcela do ICMS ali arrecadado é distribuído entre todos os freqüentadores do estabelecimento, inclusive os que compraram apenas combustível, desde que tenham fornecido o número do seu CPF.

O mesmo ocorre, por um motivo um pouco diverso, em livrarias e bancas de jornal. Como livros e periódicos são isentos de ICMS, o crédito da nota paulista que eventualmente se ganha nesses lugares é proveniente dos artigos de papelaria e guloseimas lá comercializados.

Outra situação em que o saldo de créditos de uma compra pode vir quase zerado é quando o volume de consumidores que pede a nota fiscal em uma loja torna-se tão grande que o rateio fica diminuto mesmo.

Mais freqüente é o estabelecimento simplesmente não ter ICMS para recolher em um período, porque, devido à complexa estrutura de cômputo dos valores, possui na verdade recursos a receber do Estado e acaba compensando. Aí, não sobra nada para restituir ao consumidor.

Acumular os créditos não é a única vantagem do programa, porém. Toda e qualquer compra rende bilhetes eletrônicos para participar de sorteios mensais de quantias em dinheiro –a cada R$ 100, consegue-se um número.  

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Saiba como participar do programa Nota Fiscal Paulista

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