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terça-feira, 14 de junho de 2011 COMO FAZER, Crédito, Dívidas, Família, Planejamento financeiro | 19:31

Três medidas para começar a colocar as contas em ordem e fugir do endividamento

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A inadimplência do consumidor subiu 8,2% em maio na comparação com abril, segundo pesquisa do bureau de crédito Serasa Experian divulgada hoje.

Quem está no vermelho pode aproveitar as seguintes dicas dos especialistas para recolocar o orçamento nos trilhos:

 1 – Anotar, durante um mês, todas as despesas da casa
Sim, dá trabalho. Mas, se não souber exatamente para onde cada tostão está indo, o consumidor não consegue identificar os excessos. Somados, pequenos gastos como o cafezinho no meio do dia e a pipoca com refrigerante no cinema fazem muito volume no final do mês e podem representar a diferença entre fechar ou não as contas.
“Freqüentemente, as famílias não têm noção da sua situação verdadeira, apenas vão gastando o dinheiro conforme pinga na conta. Vislumbrar o cenário em seus detalhes já é suficiente para que uma grande parte delas consiga se reorganizar”, diz Caio Fragata Torralvo, consultor da empresa de planejamento financeiro Finplan.

2 – Analisar o peso das dívidas contraídas
O rotativo do cartão de crédito, o carnezinho da loja, a prestação do carro, o cheque especial, o pré-datado… Juros demais, que vão corroendo a renda até esfacelarem-na. Antes que os financiamentos –muito úteis e essenciais à realização de projetos quando bem utilizados– virem uma armadilha, uma ideia interessante é trocar todas as parcelas por uma só, de um consignado ou empréstimo pessoal com taxas mais baixas e prazo maior. Fica muito mais fácil de controlar assim.

3 – Entender os débitos como responsabilidade a ser assumida por toda a família
É comum que o crédito seja tomado somente no nome do pai ou da mãe. “Aí, em uma boa conversa com os filhos e demais agregados, divide-se o ônus”, ensina Dora Ramos, da consultoria Fharos. “Quem trabalha pode contribuir para quitar uma parte dos encargos. E cada membro deve fazer a sua parte na economia emergencial necessária para sair do buraco.”

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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011 Crédito, Dívidas, Família | 05:59

Exposição leva charges sobre dívida ao metrô de SP

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A exibição “Tristezas não pagam dívidas”, promovida pela editora Letras & Lucros e pela Icatu Seguros no metrô da cidade de São Paulo, traz 14 charges criadas pelo artista José de Carvalho, o Zeca, para o livro homônimo escrito pela jornalista Mara Luquet.

As ilustrações pretendem levar o público a se divertir e refletir sobre o tema do endividamento, ajudando quem está atolado em contas atrasadas a se livrar da culpa e da vergonha –o primeiro passo para superar o problema.

Até o final do mês, a exposição fica em cartaz na estação Sé (linhas 1 – azul e 3 – vermelha) do metrô. Em março, segue para a Vila Madalena (linha 2 – verde) e, em abril, para a Corinthians-Itaquera (linha 3 – vermelha).

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sexta-feira, 31 de dezembro de 2010 COMO FAZER, Comportamento, Consumo, Crédito, Dívidas, Família, Investimentos, Planejamento financeiro | 05:59

16 atitudes para transformar sua vida financeira em 2011

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Curtir o salário, pagar todas as contas em dia, acabar com as pendências, começar a investir –administrar bem o seu dinheiro com certeza é parte da lista de desejos de muitos brasileiros às vésperas de começar um novo ano.

Para passar da promessa à ação e de fato mudar de vida em 2011, eis 16 ideias super eficazes:

1 – Tenha um grande objetivo
Começar a se organizar e poupar fica bem mais fácil quando existe um sonho que os recursos podem ajudar a tornar real, como a compra da casa própria ou uma viagem de intercâmbio cultural. Separar já no começo do mês os montantes destinados a formar uma reserva e só depois montar o orçamento da casa com o que sobra, e não o contrário, é uma estratégia que funciona bem.

Sugestões de Conrado Navarro, consultor do programa Consumidor Consciente, da Mastercard:

2 – Abandone o complexo de vítima
Muitas pessoas culpam o governo, os bancos, as lojas e a família pela sua realidade financeira ruim. A verdade, porém, é que os apertos são resultado da falta de planejamento e de más decisões tomadas. Assumir a responsabilidade por cada ato é fundamental para conseguir mudar.

3 – Tome pé da situação
Não é necessário adotar planilhas nem sistemas complexos. Em um singelo caderninho pode-se anotar, com rigor, todos os gastos da família. A contabilidade feita somente na cabeça engana.

4 – Automatize os investimentos
Não havendo o hábito de economizar uma parte das receitas da casa, programar aplicações para determinadas datas (por exemplo, o dia em que o salário cai na conta corrente) é a solução para evitar esquecimentos.

5 – Assuma o compromisso de fugir das dívidas caras
O cartão de crédito e o cheque especial são ferramentas bastante úteis, mas com indicações e formas de uso específicas. Rolar a fatura do cartão e deixar o cheque especial descoberto por descuido significa pagar juros altíssimos. Trocando tais débitos por outros mais baratos, como o empréstimo consignado, e proibindo-se de voltar a abusar deles, o consumidor já aprimora a qualidade das suas finanças.

6 – Dedique tempo para se educar e aprender a gerir o seu dinheiro
Em livros, jornais, sites, blogs e cursos especializados, pode-se obter muito conhecimento que auxilia na administração dos recursos e dos projetos. É ótimo entender, finalmente, o que o gerente do banco está dizendo e se sentir no controle.

7 – Pesquise preços
Vale a pena andar um pouco mais e não comprar no primeiro estabelecimento que aparece. De centavo em centavo, no final a diferença pode ser bem grande.

8 – Concentre-se na sua qualidade de vida
O dinheiro é um meio para se viver bem; não precisa, portanto, virar uma fonte de preocupações e problemas. Esse conceito é que se deve ter em mente na hora de estudar as maneiras de ganhá-lo e gastá-lo.

Sugestões de Mauro Calil, diretor do Centro Calil & Calil de Estudos e Formação de Patrimônio e autor do livro “A Receita do Bolo” (Clube de Autores):

9 – Saiba exatamente quanto você ganha
Geralmente, a contabilidade da casa contempla as receitas brutas de cada um dos membros, e aproximada –é nacional a mania de arredondar os valores para cima, em uma matemática torta pela qual começam os erros na administração dos recursos.

10 – Estude com cuidado suas despesas para realizar cortes e substituições
Examine com lupa cada gasto e avalie se existe alguma forma de reduzi-lo. O excesso pode estar escondido nos 200 canais da TV a cabo ou nas pizzas que substituem o jantar caseiro noite sim, noite também.

11 – Diminua os limites dos cartões de crédito para 50% da sua renda líquida e o do cheque especial, para 10%
 Trata-se de é uma tática para controlar a tentação de comprar mais do que se deve, comprometendo o orçamento da casa. Somando todos os cartões, o montante disponível para compras deve ser de, no máximo, metade das receitas da família. Afinal, além da fatura, outras contas devem ser pagas: energia elétrica, condomínio, aluguel… O cheque especial precisa ter apenas o tamanho adequado para cumprir a sua função, que é a de solucionar alguma emergência.

12 – Mantenha uma reserva de recursos para aproveitar as promoções
Ofertas de produtos que são muito demandados em casa (fraldas, material escolar, mantimentos etc) apresentam-se como uma ótima chance de economia. Por isso, é recomendável separar uma quantia do orçamento justamente para ser gasta quando aparecem essas boas oportunidades. Lançar mão do estratagema requer, entretanto, que o consumidor saiba exatamente quanto gasta com cada item, pois assim pode identificar bem as vantagens.

Sugestões de Cristiana Dias Baptista, planejadora financeira certificada:

13 – Planeje suas aquisições
É preferível poupar um pouquinho todo mês até ter dinheiro suficiente para comprar um bem do que parcelar. Mesmo sem juros, dividir o pagamento dá a falsa sensação de ter dinheiro sobrando.

14 – Não parcele compras que se repetem todos os meses
De nada adianta dividir despesas recorrentes, como as de farmácia e supermercado. Em pouco tempo, as parcelas vão se sobrepor, criando uma bola de neve.

15 – Evite ir ao shopping com a cabeça cheia
Problemas e estresse são péssimos conselheiros na hora de fazer compras.

16 – Espalhe pela casa avisos lembrando a si mesmo da sua decisão de cuidar das suas finanças
Como faz quem está de dieta, colocar no papel, ler, refletir e repetir as resoluções sobre dinheiro tomadas contribui para fixá-las e fortalecê-las internamente.

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terça-feira, 14 de dezembro de 2010 Bancos, Consumo, Crédito, Dívidas | 15:30

Após renegociação, dívida com banco é congelada, mas não extinta

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Muitos correntistas que estão neste momento aproveitando o 13º. salário para renegociar as suas dívidas com bancos ficam surpresos ao descobrir que, se conseguem um desconto para quitar as obrigações atrasadas e encerrar a conta, o valor do abatimento continua constando do seu cadastro como uma pendência. Então, se no futuro quiserem (ou precisarem) voltar a se relacionar com tal instituição financeira, terão que pagar o resíduo.

Trata-se de prática antiga e comum das instituições financeiras. E essa é uma das condições a respeito das quais o cliente deve se informar bem quando fechar algum acordo do tipo para não ter uma surpresa desagradável depois.

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segunda-feira, 13 de dezembro de 2010 Consumo, Crédito, Dívidas, Educação Financeira, Planejamento financeiro | 13:54

Procon-SP começa hoje a ajudar os consumidores superendividados

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A Fundação Procon do Estado de São Paulo começa a receber hoje inscrições de consumidores que se encontram superendividados para participar de um programa especial de aconselhamento. Os objetivos são: ensiná-los a organizar melhor as suas finanças e ajudá-los na renegociação de todos os compromissos que deixaram de ser honrados.

O projeto, piloto, tem neste momento capacidade para atender 300 cidadãos.

Os interessados devem procurar os postos da entidade nos Poupatempos Sé, Santo Amaro e Itaquera levando documentos como comprovantes de renda da família e carnês e boletos atrasados.

A primeira fase do atendimento é de triagem. Os consumidores selecionados passarão, depois, por um encontro individual com um técnico do Procon-SP e deverão assistir a algumas palestras.

A última etapa é de audiências de conciliação do devedor com os seus credores, coordenadas pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, com a presença de um juiz que homologará os acordos.

Dependo do seu sucesso, a campanha poderá ser ampliada e estendida.

Se você está superendividado, leia aqui as orientações do Procon-SP para resolver o problema.

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NOTÍCIAS NO iG:
Inadimplência do consumidor cresce e é a maior em cinco anos

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quarta-feira, 17 de novembro de 2010 Consumo, Crédito, Dívidas | 17:58

Consulte protestos nos cartórios de SP de graça pela internet

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No endereço http://www.protesto.com.br/, informando apenas o número do seu CPF, o consumidor pode descobrir se existe algum protesto contra si (por falta de pagamento de uma conta) nos cartórios do Estado de São Paulo.

Esse é um serviço gratuito permanente, oferecido pela seção paulista do Instituto de Estudos de Protesto de Títulos do Brasil (IEPTB-SP).

Mas, neste final de ano, a entidade está realizando uma campanha para ajudar o inadimplente a regularizar a sua situação usando o 13º. salário. Entre 16 e 30 de dezembro, pelo site, o devedor receberá, a custo zero, todas as informações para quitar as pendências, como o cartório em que o protesto foi registrado, os valores, o endereço e telefone do credor.

Normalmente, é cobrada uma taxa por essa consulta, que deve ser feita pessoalmente pelo interessado.

O processo do acerto, depois, continua sendo o usual –o consumidor precisa procurar a empresa que detém a dívida, quitar os compromissos atrasados e depois apresentar os comprovantes ao cartório. Mas, ao permitir que o inadimplente faça pela internet metade do processo sem gasto nenhum, o instituto diminui a burocracia que envolve a limpeza do nome e facilita a vida de quem deseja começar 2011 mais leve.

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terça-feira, 16 de novembro de 2010 Comportamento, Consumo, Crédito, Dívidas, Educação Financeira | 13:15

Superendividado? Organização e informação são o remédio

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O Procon do Estado de São Paulo lança hoje um programa para ajudar consumidores que estejam excessivamente endividados. A previsão é de que o serviço comece a funcionar em dezembro.

Os interessados devem procurar os postos da entidade nos Poupatempos Sé, Santo Amaro e Itaquera. O atendimento tem duas fases: primeiro, o devedor assistirá a uma série de palestras sobre orçamento familiar, direitos e deveres de todas as partes em uma operação de empréstimo ou financiamento e matemática financeira, entre outros temas, e depois participará de uma audiência de conciliação com todos os seus credores para renegociar as pendências.

“Mais do que resolver as questões desses débitos especificamente, o objetivo é ajudar o consumidor a tomar consciência do seu problema e aprender a se planejar para evitar que volte a se ver em tal situação”, explica Roberto Pfeiffer, diretor executivo do Procon-SP. “O superendividamento tem muitos efeitos danosos para a pessoa, que passa a enfrentar dificuldades na hora de fazer compras ou transações bancárias e quando vai procurar emprego, e leva à desestabilização familiar.”

Na avaliação da entidade, o consumidor que se encontra exageradamente endividado precisa lançar mão de dois recursos a fim de sair do buraco e manter-se financeiramente sadio:

♦ ORGANIZAÇÃO: É essencial colocar no papel todas as suas receitas e despesas para tomar consciência da sua posição e saber exatamente o tamanho dos passos que pode dar. Só com um controle rígido se consegue ficar na linha. “Assim, prestará mais atenção nas suas atitudes, escapando das compras impulsivas, por exemplo.”

♦ INFORMAÇÃO: As operações de crédito envolvem conceitos que muitas vezes são desconhecidos pelo consumidor. “E a culpa também é das instituições financeiras, que freqüentemente passam informações enganosas para o tomador, deixam de avisá-lo sobre os juros cobrados e o que acontece se o cliente não pagar”, diz Pfeiffer. Então, deve-se buscar todos esses esclarecimentos antes de fechar algum negócio.

“Importante é saber que, se tem boa fé e quer resolver a questão, o devedor consegue encontrar uma saída”, frisa o diretor do Procon-SP.

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segunda-feira, 8 de novembro de 2010 Consumo, Crédito, Direitos do consumidor, Dívidas | 18:04

Três ótimos argumentos para usar na renegociação de dívidas

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Se o consumidor está endividado e quer aproveitar o 13º. salário e o espírito natalino das empresas para limpar o seu nome, jamais deve aceitar a primeira proposta que o credor lhe faz, ensinam os especialistas. Conversando, há quem consiga descontos de até 90% do débito, eliminando, especialmente, juros e multas pelo atraso. Mas pedir um abatimento simplesmente porque se deseja pagar menos não é lá muito eficiente –usar os três argumentos seguintes funciona melhor:

1 – Lembrar que a loja ou o banco já absorveram o dano
Quanto mais o tempo passa, menos esperança tem a empresa de receber o que lhes é devido, então o valor acaba sendo considerado perda do negócio e deixado de lado. No caso de grandes instituições financeiras, tais montantes são lançados como prejuízo após 360 dias e até lhes permite pagar menos imposto de renda. “Ninguém precisa sentir pena do banco, portanto. Levando essa vantagem tributária para a mesa de negociações, o cliente pode se beneficiar dela também”, diz a advogada Fernanda Guimarães, especialista no tema e autora do blog “Diário de Consumo”, que participará do painel “Dívidas e Consumo” durante a ExpoMoney no Rio de Janeiro (no dia 10 de novembro) e em Porto Alegre (nos dias 1º. e 2 de dezembro).

2 – Dizer que, encerrando o problema, economizam-se as despesas de um processo judicial
O credor concordará que é sempre menos desgastante e caro resolver o assunto fora da Justiça.

3 – Propor-se a pagar à vista
Dessa maneira, os recursos entram imediatamente no caixa da empresa, que não precisará mais se preocupar com a pendência.

“É importante lembrar que o credor não é obrigado a aceitar ou oferecer nenhum tipo de desconto”, diz Diógenes Donizete, assistente de diretoria do instituto de defesa do consumidor Procon-SP. “E, quanto mais recente é o débito, mais difícil de ser reduzido, até porque todas as penalidades foram aceitas pelo comprador no momento da aquisição do produto.”

Porém, esta é a época mais propícia para uma negociação do gênero, quando são grandes as chances de se chegar à conciliação.

Antes de se lançar às tratativas, o cliente deve, primeiro, saber exatamente com qual valor pode de fato arcar –é péssimo não conseguir, depois, honrar o acordo feito. Demonstrar boa vontade também é essencial para conquistar a confiança do outro lado.

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quarta-feira, 20 de outubro de 2010 Sem categoria | 05:59

Limpe o seu nome para as compras de final de ano

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Quem está com alguma dívida atrasada não vai conseguir crédito para adquirir os presentes de Natal.

Regularizar a situação a tempo de aproveitar a grande temporada de consumo pede uma estratégia eficiente. As recomendações dos especialistas são:

1 – Tomar pé do problema
É essencial saber exatamente quanto e para quem se deve. Procurando o SPC (Serviço de Proteção ao Crédito) ou a Serasa Experian, por exemplo, consegue-se um levantamento completo das pendências. Contas sobre as quais incidam juros maiores, como o cheque especial e o cartão de crédito, devem ser prioridade.

2 – Avaliar qual é o volume de recursos disponíveis para usar no pagamento
Na somatória de esforços para tentar liquidar os débitos à vista, devem entrar verbas extras, como o 13º. salário e o adicional de férias. Se esses montantes não forem suficientes para quitar os débitos, é preciso analisar o tamanho de parcelas que cabem no orçamento regular da família –o ideal é não ultrapassar 30% da renda. “Cuidado com a empolgação para voltar a comprar. Não adianta assumir uma prestação que não será possível honrar depois”, frisa Roseli Garcia, superintendente de produtos e serviços da ACSP (Associação Comercial de São Paulo).  

3 – Procurar os credores para negociar
Demonstrar vontade de saldar os débitos é a primeira arma a ser empregada. Aí, é necessário estudar os valores junto com a loja ou o banco e pedir boas condições para o acerto, como descontos das penalidades cobradas. Interessa muito que o devedor liquide as pendências e volte a gastar, mas o comerciante ou a instituição financeira podem endurecer a fim de receber os montantes totais. “O consumidor tem que ser persistente e mostrar que a quitação do principal já é favorável para a empresa, a qual limpa a sua carteira de inadimplência e fica com dinheiro no caixa. Pode-se argumentar, também, que os encargos e as taxas estabelecidas são abusivos”, ensina Ione Amorim, economista do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor). A lei permite a aplicação de uma multa de no máximo 2%, correção monetária e juros que não ultrapassem 1% ao mês.

O prazo para que o nome do consumidor seja retirado dos cadastros de inadimplentes é de cinco dias úteis a partir do acordo.

Não havendo conciliação, a saída é buscar o Procon do seu Estado ou um advogado. Quanto mais rápido se resolve a pendenga, melhor, porque os juros cobrados pelo atraso costumam ser bem altos.

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segunda-feira, 18 de outubro de 2010 Bancos, Comportamento, Consumo, Dívidas, Planejamento financeiro | 12:03

13º ajudará a segurar a inadimplência nos próximos meses

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Na semana passada, foram divulgados números sobre inadimplência do consumidor preocupantes: os atrasos no pagamento de compromissos cresceram 1,6% em setembro, a maior alta para esse mês desde 2000, quando o indicador foi criado pela empresa de análise de crédito Serasa Experian.

Mas a perspectiva para os próximos meses é um tanto tranqüilizadora, devido ao 13º. salário. “O consumidor sempre usa uma parte dessa receita extra –a primeira parcela, que é paga em novembro, por exemplo– para quitar as suas dívidas”, explica Luiz Rabi, gerente de indicadores de mercado da Serasa Experian.

Os acertos fazem parte da preparação para o Natal, pois não é possível obter crédito para novas compras sem acabar com pendências antigas.

E a situação da inadimplência depois de fevereiro vai depender justamente do comportamento do brasileiro durante o final do ano. Parcelamentos excessivos podem criar um grande problema em março, quando o orçamento já fica pesado por obrigações como o IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) e o IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores), a aquisição de material e o saldo das férias no cartão de crédito.

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Serasa prevê inadimplência estável até início do ano que vem

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