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terça-feira, 21 de junho de 2011 Crianças, Educação Financeira | 18:06

Estudantes de Paraisópolis participam de jogo educativo sobre finanças pessoais

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Começou hoje a edição de 2011 do jogo de perguntas e respostas sobre finanças pessoais que o programa educativo Consumidor Consciente, da MasterCard, realiza na comunidade de Paraisópolis, na zona sul de São Paulo.

Participam estudantes do Ensino Médio da região, os quais, em duplas, representam as escolas durante as várias etapas da competição. Os vencedores ganham um curso de inglês e uma bonificação em dinheiro para a instituição de ensino da qual fazem parte.

O quiz é coordenado pelos consultores Conrado Navarro e Ricardo Pereira, do site Dinheirama.

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sábado, 26 de março de 2011 Cartões, Crédito, Dólar, Família, Férias, Turismo, Viagem | 05:59

Cartão pré-pago é alternativa ao de crédito após aumento de imposto para compras no exterior

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O governo federal até pode conseguir segurar a inadimplência com cartões de crédito aumentando de 2,38% para 6,38% o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) incidente nas compras realizadas no exterior, como pretende com um novo decreto a ser publicado no Diário Oficial no início da próxima semana. Mas reduzir os gastos dos brasileiros em outros países –despesas que, no primeiro trimestre deste ano, chegaram a US$ 3,074 bilhões, conforme informou o banco Central ontem– vai ser mais complicado, porque o turista pode simplesmente usar outros meios de pagamento, mesmo precisando antecipar valores que, com esse tipo de dinheiro de plástico, só desembolsaria mais tarde.

O primeiro a se candidatar a substituto é o cartão de débito pré-pago, evolução tecnológica dos traveller checks.  Ao solicitar um plástico desse tipo, o turista carrega-o com o montante que pretende gastar, na moeda estrangeira de que necessitar, pela taxa de câmbio do dia. Depois, utiliza-o no seu destino como um cartão de débito comum. Se a divisa de carregamento for diferente da local –suponhamos, o cartão está cheio de dólares, mas o viajante se encontra no Japão–, a conversão –de dólar americano para ienes, como no exemplo– é realizada no momento do uso. 

De 1996 até a semana passada, o Visa Travel Money reinava absoluto como única opção disponível no Brasil. Agora, saíram praticamente juntos o MasterCard Cash Passport e o American Express GlobalTravel, dispostos a abocanhar uma parte desse mercado.

O cliente deve observar as diferenças de vantagens, serviços e encargos para escolher o produto que melhor atende às suas necessidades:


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quinta-feira, 23 de setembro de 2010 Bancos, Crédito, Direitos do consumidor | 05:59

Vem aí a regulação das tarifas dos cartões de crédito

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Pelas sinalizações do Banco Central, espera-se que saia ainda neste mês a regulação das tarifas praticadas pelos cartões de crédito no país. As reclamações sobre o dinheiro de plástico têm crescido bastante nos últimos anos, o que preocupa o governo.

Em reuniões recentes com as empresas que atuam no setor, a principal solicitação feita pelo BC foi a de que as taxas sejam padronizadas de maneira a facilitar a comparação dos valores e dos diferentes tipos de cartões pelos clientes. Atualmente, existem dezenas de cobranças associadas a uma porção de serviços diferentes, o que confunde o consumidor. Com as mudanças que seriam implementadas, sobrariam apenas cerca de uma dúzia de encargos.

As instituições financeiras também devem ficar obrigadas a informar os valores aplicados, da mesma forma que fazem com os juros de empréstimos e cheque especial: esses montantes são publicados pelo BC no seu site. O custo de serviços como seguros contra perda de bagagem em viagens e benefícios –programas de milhagens, por exemplo– precisam ser explicitados.

A Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços) já propôs assumir o compromisso de acabar com o envio de produtos não-solicitados e mandar sempre para o usuário, no momento da adesão, um contrato detalhado informando inclusive sobre as despesas associadas ao rotativo (pagamento de valor menor do que o total da fatura).

“Tudo que o mercado não quer é que os clientes criem algum tipo de aversão aos cartões”, disse Juan Ferrés, consultor da Abecs, explicando o empenho das companhias em se auto-ajustarem.

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quarta-feira, 8 de setembro de 2010 Bancos, COMO FAZER, Crédito, Turismo, Viagem | 13:06

Como escolher cartões de crédito pelos benefícios que oferecem

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Seguro contra o extravio das malas durante uma viagem, desconto em supermercados, acumulação de pontos que podem ser trocados por eletrodomésticos. Na disputa pelos consumidores, as administradoras e as emissoras de cartão de crédito estão se esforçando cada vez mais na criação de serviços e benefícios agregados a essa ferramenta de pagamento.

Naturalmente, os clientes acabam perdidos diante de tantas posibilidades.

“Para escolher, em primeiro lugar o interessado deve procurar as instituições financeiras e se informar sobre as vantagens oferecidas e também os custos, como a anuidade e os juros cobrados no caso de não quitação do total da fatura na data de vencimento”, recomenda José Alípio dos Santos, superintendente da ABECS (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços). Não é preciso ser correntista de determinado banco para solicitar o seu cartão de crédito, daí a importância de pesquisar quais todas as alternativas existentes. Na negociação das tarifas aplicadas, entretanto, faz diferença ter conta naquela instituição.

Depois, é essencial fazer uma análise do seu perfil: renda, idade, interesses. “O usuário prefere ter pequenas regalias distribuídas com grande periodicidade ou consegue esperar para obter um ganho maior depois de um certo tempo?”, pergunta Felipe Maffei, diretor de produtos da Visa do Brasil. Eis um ponto importante a considerar, porque, no caso de abatimentos em estabelecimentos comerciais, os privilégios são imediatos; as trocas de milhas por passagens aéreas, por exemplo, demoram mais. Se o objetivo é acumular pontos ou milhas, a melhor tática reside em ter apenas um cartão, concentrando nele todas as compras e transações.

É bom estudar com calma, ainda, quais e como os benefícios serão efetivamente utilizados. Quem não viaja muito para o exterior nem faz compras pela internet em lojas de outros países não precisa de um cartão de crédito internacional, cujos custos são mais elevados.

Mas, como as pessoas de todas as classes sociais efetivamente estão passeando mais, a linha de vantagens associadas ao turismo aumenta dia a dia.

“Essa é uma tendência que está se consolidando”, diz Fábio Estrella, diretor de soluções para usuários de cartão da MasterCard. “Aí, cada tipo de cartão apresenta benefícios próprios.”

O mais simples é o seguro que garante ressarcimento ao turista quando a sua bagagem se perde. Os cartões topo de linha dão direito a concierge na cidade de destino –o qual indica restaurantes e dá sugestões de peças de teatro às quais assistir–, sala vip em aeroportos e assistência médica em emergências. “É o tipo de serviço que salva uma viagem”, comenta Estrella. Até auxílio jurídico pode ficar à disposição dos clientes, desde que cumpram os requisitos das operadoras, como possuir uma certa renda mensal.

Ao contratar um seguro de qualquer gênero, é fundamental optar por coberturas adequadas –uma indenização elevada demais talvez não seja indicada se o cliente já possui outras apólices.

“Uma boa conversa com o gerente do banco ajuda nessa seleção. A instituição tem sempre que ouvir o consumidor para ajudá-lo a achar o produto ideal”, afirma Venancio Castro, vice-presidente de produtos de alta renda da MasterCard. “A ferramenta serve para facilitar a vida.”

Todo mês, o usuário precisa acompanhar o seu extrato a fim de conferir as vantagens conquistadas e usufruí-las plenamente. Os clientes que já têm um cartão porém não sabem exatamente de quais serviços gozam devem ligar para o serviço de atendimento da administradora e se informar, pois há uma chance de estarem desperdiçando benefícios.

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sexta-feira, 20 de agosto de 2010 Bancos, Consumo, Crédito | 13:07

Cartão de crédito ou cartão de débito –qual é o melhor?

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Trata-se de ferramentas de pagamento com funções diferentes e complementares. O seu uso depende do perfil do consumidor. Por exemplo, há quem se sinta mais seguro no controle dos seus gastos concentrando todas as despesas no cartão de crédito. Assim, paga o montante no dia de vencimento da fatura e não precisa ficar se preocupando em contabilizar as miudezas do dia a dia, porque o teto está delimitado. Mas também existe quem prefere utilizar apenas a modalidade de débito, para desembolsar só o que possui na conta naquele momento.

Sabendo como o seu bolso funciona melhor, o consumidor pode se organizar levando em consideração algumas dicas dos especialistas a respeito dos dois instrumentos.

“Muitas estratégias podem ser empregadas”, diz Felipe Maffei, diretor de produtos da Visa do Brasil. “Alguns clientes estipulam limites de valores: usam débito até determinada quantia, e, acima daquele montante, crédito. Outros fazem a divisão pelo tipo de estabelecimento onde o cartão é utilizado. Supermercado e farmácia ficam no crédito, por exemplo.”

Conrado Navarro, consultor do programa Consumidor Consciente da Mastercard, recomenda que o cartão de débito seja sacado para pagar as compras cotidianas. “E o de crédito, na hora de aquisições maiores, planejadas, porque aí se aproveita melhor o benefício do prazo estendido”, ensina. Se o cliente já tiver o dinheiro daquela despesa, pode inclusive aplicá-lo até a data do pagamento da fatura.

“A quantidade de cartões é uma decisão individual. Eu tenho somente um”, conta José Alípio dos Santos, superintendente da ABECS (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços). Alguns consumidores –em especial aqueles cujos rendimentos se espalham pelo mês– possuem dois ou três a fim de diluir os vencimentos das contas. Essa tática demanda maior atenção na administração dos gastos.

Em todos os casos, é imprescindível ir anotando todo e qualquer gasto, especialmente os parcelamentos, de forma a manter as despesas sob vigilância.

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segunda-feira, 9 de agosto de 2010 Bancos, Consumo, Crédito | 13:00

As oito melhores estratégias para usar o cartão de crédito

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O cartão de crédito é um instrumento bastante útil para organizar despesas e o pagamento das compras da família. Para aproveitar todas as suas vantagens, os especialistas orientam:

1 – Antes de solicitar um cartão de crédito, informe-se detalhadamente sobre as suas características e as regras para utilização
Pergunte das taxas cobradas, dos juros, e, ainda, dos serviços oferecidos –os benefícios estão cada vez mais sofisticados. Há diversos tipos de seguros, como para o caso de extravio de bagagem durante viagens, e até concierge, dependendo do tipo de cartão. “No momento da aquisição, o cliente recebe um livrinho com todos esses esclarecimentos, que também podem ser consultados pelo site do emissor e pela central telefônica de atendimento”, diz Felipe Maffei, diretor de produtos da Visa do Brasil

2 – Estabeleça um limite de gastos e crie as suas próprias normas para o emprego do cartão
Cada consumidor tem a sua maneira de organizar as despesas feitas no cartão. Há, por exemplo, os que lançam mão do plástico somente para um determinado tipo de compras, como as de supermercado ou refeições fora de casa. “Recomendo a utilização no caso das aquisições grandes, planejadas. Fica mais fácil controlar as despesas”, ensina Conrado Navarro, consultor do programa Consumidor Consciente da MasterCard

3 – Guarde e some todos os comprovantes de operações
À parte dos registros do orçamento da família, tenha uma planilha ou uma página somente para anotar as despesas feitas no cartão. Assim, evita-se um susto na hora em que a fatura chega. “É essencial lançar também os valores das compras parceladas ao longo dos meses subseqüentes, que às vezes acabam esquecidas”, sugere José Alípio dos Santos, superintendente da Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços)

 

Usados com planejamento, cartões de crédito são aliados do consumidor (Foto: Getty Images)

4 – Honre sempre a totalidade da fatura no vencimento
Quitar somente o mínimo significa pagar juros (bem altos) depois. O montante pode virar uma bola de neve

5 – Não empreste o cartão nem dê a senha para ninguém
Essa é uma providência contra os gastos não autorizados. Por esse mesmo objetivo, jamais perca o cartão de vista: deve-se ir junto quando o cartão for levado para passar na máquina do caixa de um estabelecimento comercial

6 – Cobre os valores devidos por amigos e familiares antecipadamente
Se quiser fazer compras para alguém, combine no ato como será o pagamento e avise, alguns dias antes, quando o vencimento da fatura estiver chegando

7 – Conheça as datas de fechamento e vencimento da fatura
Dessa maneira, pode-se usufruir de prazos maiores para pagar uma compra

8 – Tenha mais de um cartão para dividir as datas das faturas
Esse expediente é especialmente útil para quem não recebe salário em uma data fixa mas vê os seus rendimentos se espalharem pelo mês. “O melhor é começar com um apenas e, depois que se aprende a gerenciá-lo, adquirir outro a fim de aproveitar os prazos de pagamento. Três é o máximo recomendável”, destaca Navarro.

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terça-feira, 13 de julho de 2010 Bancos, Consumo, Educação Financeira | 07:55

Cartões de débito pré-pagos ajudam a organizar despesas do dia-a-dia

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Tradicionalmente, as emissoras dos cartões de débito pré-pagos propagandeiam três principais usos para esse produto: como presente, mesada para as crianças ou, ainda, moeda estrangeira em viagens para o exterior.

Mas, criativos, os usuários têm encontrado novas formas de empregar o cartão.

Há, por exemplo, as donas de casa que fizeram um para deixar com a empregada doméstica e assim contabilizar melhor as compras cotidianas no supermercado, na mercearia e no açougue –se não são acompanhadas de perto, essas pequenas despesas acabam extrapolando o orçamento.

Quem trabalha em empresas que não oferecem vale-refeição ou é autônomo também está lançando mão do pré-pago para organizar o quanto desembolsa com os almoços.

“A grande vantagem desse cartão é oferecer a possibilidade de controle dos gastos. Também ajuda muito na educação financeira de quem ainda não possui os cartões tradicionais”, diz Tiago Moherdaui, gerente de produtos pré-pagos da Visa do Brasil, que domina tal mercado. A MasterCard diz que ainda está estruturando um produto do gênero.  

Não é preciso ter conta em banco ou comprovar renda para adquirir um pré-pago. Cada instituição financeira que emite um cartão desse tipo desenha o produto de acordo com as necessidades dos clientes. Existem muitas variações, como os destinados a adolescentes que levam foto e funcionam como carteirinha da escola e os que têm outros cidadãos latino-americanos residentes no Brasil como público-alvo. Os interessados em em adquirir um pré-pago –pode haver taxas de emissão e sobre as operações de débito realizadas, dependendo do produto– devem procurar os bancos para saber quais opções são oferecidas, de que maneiras podem ser utilizadas e se servem para os seus propósitos.

Para as bandeiras de cartões, esse é o nicho mais promissor nos próximos anos. Em outros países, existem muitas outras idéias: produtos apenas para internautas que fazem compras on-line e ainda têm receio de dar o número do seu cartão de crédito ou dirigidos a moradores de áreas que sofreram com desastres naturais, os quais recebem doações na forma de dinheiro de plástico.

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